terça-feira, julho 14, 2026

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Recomendações para quem ainda tem milho



Fixar preço é uma alternativa



Fixar preço é uma alternativa
Fixar preço é uma alternativa – Foto: Divulgação

Conforme informações da TF Agroeconômica, entender o comportamento cíclico dos preços do milho é essencial para os agricultores evitarem perdas financeiras significativas. A tendência normal do mercado, ilustrada em formato de “V”, mostra que os preços geralmente são mais altos durante o pré-plantio e o plantio, caem na colheita devido ao excesso de oferta e voltam a subir na entressafra à medida que os estoques se reduzem. Assim, esperar por preços mais altos sem um planejamento adequado pode transformar lucros em prejuízos históricos, especialmente em momentos de baixa durante a colheita.  

Para lidar com essa realidade, a TF Agroeconômica sugere estratégias que envolvem o mercado futuro. Uma das opções é fixar o preço na Bolsa, sem comprometer a entrega física. Caso o agricultor enfrente problemas climáticos, como uma seca, ele pode encerrar a posição na Bolsa sem prejuízo financeiro grave. Outra estratégia recomendada é vender o milho físico na colheita e reinvestir parte desse valor em contratos futuros, aproveitando a recuperação de preços na entressafra.  

O atual cenário do mercado também indica uma repetição do “V” observado anteriormente. A produção da safrinha 2025 foi revisada pela Conab para 94,26 milhões de toneladas, um aumento de 4,8%. Isso é considerado baixista para os preços devido ao aumento da oferta, reforçando a importância de utilizar ferramentas de hedge para proteção financeira e otimização de lucros.  

“A recomendação, portanto, é a de você, ao invés de vender físico para “aproveitar os bons preços”, fixar preço no mercado futuro. Desta forma, se não colher, não precisará entregar e ainda ganhará algum dinheiro sobre as sacas não colhidas, ao recomprar o contrato na B3, lá na frente, quando os preços caírem e evitará todos os problemas judiciais e financeiros que teria se vendesse no físico”, conclui.

 





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pesquisadores identificam principais doenças e recomendam manejo eficiente


Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, da Unesp e da QueenNut Macadâmia concluíram o primeiro estudo abrangente sobre as doenças que afetam a cultura da macadâmia no Brasil.

A pesquisa, realizada ao longo de dois anos em Dois Córregos (SP), revelou dados inéditos sobre os patógenos que afetam a produtividade e propôs estratégias para controle e prevenção.

Bernardo Halfed, pesquisador da Embrapa que atuou no estudo, conta que o trabalho teve início em agosto de 2018, início da parceria com a QueenNut. “À época foi detectada a necessidade de conhecer as principais doenças que estavam ocorrendo na cultura e a práticas mais adequadas de controle e prevenção”.

“As referências sobre as doenças que ocorriam na cultura eram baseadas principalmente nos relatos de outros países que cultivam macadâmia, o que muitas vezes levava à adoção de medidas não eficientes de controle”, afirma o pesquisador.

Doenças identificadas

Entre as doenças mais preocupantes estão a queima dos racemos (cachos), causada pelo fungo Cladosporium xanthochromaticum, e a podridão do tronco, provocada por Lasiodiplodia pseudotheobromae.

Além disso, os pesquisadores relataram pela primeira vez no mundo os fungos Colletotrichum siamense e Cladosporium xanthochromaticum como causadores de enfermidades na macadâmia.

Principais doenças e manejos sugeridos:

  1. Queima dos racemos: redução de restos de flores de safras anteiores e poda para melhorar a ventilação da copa.
  2. Podridão do tronco: remoção de galhos afetados, aplicação de produtos à base de cobre e poda em estações menos propícias à doença, como outono e inverno.
  3. Antracnose em frutos: controle de insetos, remoção de frutos infectados e ventilação adequada do dossel.
  4. Mancha foliar: melhorias na ventilação do dossel.

Potencial da produção brasileira

árvores de macadâmiaárvores de macadâmia
Foro: Jeanne Prado/Embrapa

Embora o Brasil represente apenas 2% da produção global de macadâmia, a cultura está em expansão, ocupando cerca de 6 mil hectares em estados como São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais.

A maior parte da produção é destinada ao mercado interno, especialmente para indústrias de panificação e confeitaria.

A pesquisa também destacou o uso de defensivos agrícolas já permitidos para outras culturas semelhantes, além de enfatizar a necessidade de prevenir a entrada de patógenos exóticos no Brasil.

Publicação técnica e impactos sustentáveis

Os resultados do estudo estão detalhados na circular técnica 33 da Embrapa. . A iniciativa está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 da ONU, que busca promover consumo e produção responsáveis.

A pesquisa representa um passo importante para tornar a macadâmia brasileira mais competitiva globalmente, atraindo novos investimentos e fortalecendo a cadeia produtiva.



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Mesmo com tragédia gaúcha, cavalo crioulo cresceu em todas as modalidades esportivas



A Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC) divulgou números de 2024 nesta segunda-feira (9). A raça, tradicional do Rio Grande do Sul, mas que já rompeu fronteiras, apresentou crescimento em todos os segmentos, apesar das tragédias climáticas que o estado berço viveu ao longo do ano.

Houve crescimento em todas as modalidades esportivas. Os destaques vão para as prévias morfológicas, com aumento de 93%, dobrando o número de cavalos; as exposições morfológicas, por sua vez, tiveram incremento de 42% com 3.172 eventos; as classificatórias para o Freio de Ouro cresceram 35%.

De acordo com a ABCCC, destaque também para os leilões, que comercializaram 4.846 animais, montante superior a R$ 110 milhões.

“Nós entendemos que 2024 foi um ano excepcional para a raça por tudo o que a gente passou, por todas as consequências que as cheias trouxeram para o estado e a ABCCC se inclui nisso, os criadores também. Em algum momento, as as perspectivas não eram boas, mas ao final de 2024 a gente olha para trás e vê tudo que foi feito, o quanto a gente galgou como raça a nível Brasil. Isso nos enche de orgulho e nos traz uma expectativa muito grande para 2025, 2026 e os anos subsequentes”, diz o presidente da entidade, César Augusto Hax.

Atualmente, são mais de 470 mil animais registrados em todas os estados brasileiros. Conforme a ABCCC, por ano, o cavalo crioulo movimenta mais de R$ 400 milhões. A raça disputa 14 modalidades oficiais, como o Freio de Ouro, competição que passou a ser um patrimônio cultural, fator que deve impulsionar o setor em 2025.

“Isso é fruto da sua fácil adaptabilidade, do seu temperamento, do seu tamanho mediano e de toda a sua capacidade de adaptação, de ser um cavalo de trabalho, que é a sua sua primeira necessidade. É um cavalo extremamente competitivo em qualquer prova esportiva, então, por tudo isso, o crioulo rompe fronteiras há um bom tempo, mas foi a partir de 2023 que ele conseguiu se estabelecer extremamente competitivo em todos os cantos do Brasil”, destaca o presidente da ABCCC.



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Milho sobe na B3: Entenda


O dólar e a pressão do mercado físico continuam exercendo influência sobre o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), e os contratos sobem, segundo informações da TF Agroeconômica. “Prosseguindo com um amplo movimento de correção, que parece tentar trazer a níveis mais próximos de R$ 75,00 à medida que o dólar sobe, onde ainda se encontra alguma comercialização nas praças CIF do país, a B3 trabalhou consoante à Bolsa de Chicago, que apresentou ganhos de 3,75 pontos no dezembro/24, terminando o dia cotado a US$ 4,30. No dólar, igualmente, houve movimento de alta, em uma máxima que chegou a R$ 6,092 e fechando o dia cotado a R$ 6,071 (+1,00%)”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 73,97 apresentando alta de R$ 1,65 no dia, baixa de R$ 1,18 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,92, alta de R$ 1,13 no dia, baixa de R$ 0,56 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,06, alta de R$ 0,67 no dia e baixa de R$ 1,68 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia e a semana em alta com perspectivas de cortes nos estoques norte-americanos. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,15 % ou $ 5,00 cents/bushel a $ 440,00. A cotação para maio, fechou em alta de 1,08 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 445,25”, indica.

“Com a demanda aquecida, o mercado está ajustando posições antes de próximo relatório de Oferta e Demanda do USDA, que será divulgado terça-feira. Nesta quinta-feira o departamento americano indicou alta de 63,30% nas vendas externas no comparativo semanal. Além disso as vendas totais no ano comercial estavam em 11.382.254 toneladas, volume maior que o registrado na mesma época em 2023”, conclui.

 





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Pecuaristas estudam como amenizar a queda da arroba do boi; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve mais um dia marcado por queda nos preços da arroba. Segundo a consultoria Safras & Mercado, as negociações estiveram travadas, com algumas indústrias ainda ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no restante da semana.

“Os pecuaristas estudam estratégias para tornar a queda das cotações menos contundentes. As exportações permanecem em ótimo nível, o que tem atuado como um relevante suporte, inviabilizando quedas ainda mais agressivas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 326,08
  • Goiás: R$ 306,43
  • Minas Gerais: R$ 315,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,27
  • Mato Grosso: R$ 302,85

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços cravados em máximas históricas. “No entanto, há dificuldade para novos reajustes mesmo em um período de demanda aquecida”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro do boi permanece precificado a R$ 27 por quilo. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50, por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Preços da soja recuam no Brasil; veja as cotações pelo país



O mercado brasileiro de soja teve uma segunda-feira de preços mais baixos, com fraca movimentação. Segundo a Safras Consultoria, o mercado esteve lento, com muitos participantes fora das negociações. A expectativa para o relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã, contribuiu para a cautela dos agentes. Além disso, a queda da soja na Bolsa de Chicago pressionou as cotações no mercado doméstico.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 144,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Após um início de sessão positivo, o mercado perdeu força na parte da tarde, refletindo vendas técnicas e um cenário fundamental baixista. O produtor norte-americano está motivado a vender a soja ainda disponível pelo atual patamar de preços, antes que os preços caiam ainda mais com a entrada da safra brasileira.

As atenções continuam voltadas para o relatório de oferta e demanda do USDA, que deve fazer ajustes leves nas estimativas para os estoques mundiais e norte-americanos de soja. Espera-se que os estoques de soja dos Estados Unidos para 2024/25 fiquem em 471 milhões de bushels, contra os 470 milhões previstos anteriormente.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com entrega em janeiro fecharam a US$ 9,90 por bushel, com baixa de 3,75 centavos, ou 0,37%. A posição março foi cotada a US$ 9,95 1/2 por bushel, também com queda de 3,75 centavos, ou 0,37%. Nos subprodutos, o farelo de soja teve alta de 0,76%, fechando a US$ 289,60 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve queda de 0,39%, fechando a 42,80 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Conab agenda 6 leilões de contrato de opção de venda



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai realizar na próxima sexta-feira (13), novos leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz.

Segundo nota da estatal, serão feitas seis operações de acordo com os Avisos de Leilão de Venda de Contrato de Opção de Venda (COV) de arroz em casca.

Os demais serão destinados a todos os produtores rurais e cooperativas, inclusive agricultores familiares.

Total de arroz ofertado

O total ofertado será de 17.760 contratos de 27 toneladas de arroz cada. A oferta será para Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins.

Ainda conforme a Conab, o governo federal destinou cerca de R$ 1 bilhão para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2, da safra 2024/25.



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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Sem negócios em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, indica.

Os negócios estão lentos também no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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firmeza e desafios em algumas regiões; veja onde chove



A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja indica uma semana de condições mais favoráveis para o trabalho no campo, especialmente no Centro-Oeste. A tendência é de uma janela de tempo mais firme, o que vai permitir aos produtores realizarem as atividades agrícolas sem grandes contratempos, sem prejudicar, no entanto, a boa umidade do solo.

Em algumas regiões, a chuva é necessária, especialmente no Matopiba e no norte de Minas Gerais, que ainda carecem de precipitações para garantir o desenvolvimento saudável da safra.

Precipitação no Sul e Sudeste

A última semana foi marcada por chuvas intensas em algumas regiões. Em Santa Catarina e Paraná, os acumulados superaram os 200 mm em apenas dois dias, mais do que o esperado para o mês inteiro. Isso causou transtornos, mas a previsão é de que a chuva continue nos próximos dias, especialmente no Paraná e em Santa Catarina, com destaque para terça e quarta-feira.

Além disso, a formação de um ciclone extratropical próximo ao Rio Grande do Sul, na sexta-feira, deve trazer mais precipitações e pode resultar em rajadas de vento fortes e até queda de granizo, afetando o andamento da safra 2024.

Para o Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, a chuva mais forte deve acontecer a partir de sexta-feira, com o ciclone favorecendo o aumento da precipitação, o que pode afetar o trabalho no campo. No entanto, uma janela de tempo mais firme, prevista para a próxima semana, vai ajudar a secar o solo e permitir que os produtores recuperem áreas que foram impactadas pelo alto volume de chuva.

Condições favoráveis

No Centro-Oeste, os próximos cinco dias devem registrar chuvas de 50 mm, o que contribui para a manutenção da boa umidade do solo, ideal para os trabalhos agrícolas, como o tratamento fitossanitário e o manejo do solo. A chuva também avança para a região Sudeste, afetando estados como São Paulo, Minas Gerais, e o norte de Minas Gerais, além de chegar ao Matopiba com previsão de chuvas entre 50 a 60 mm.

Mato Grosso do Sul, uma das principais regiões produtoras de soja do Centro-Oeste, teve boas precipitações no último fim de semana, com acumulados de 100 a 120 mm. Isso ajudou a manter as condições ideais para o cultivo. No entanto, a tendência é de que o tempo se firme nesta semana, oferecendo uma ótima janela para os produtores realizarem os trabalhos necessários sem interrupções devido à chuva.

Atenção ao tempo no mês de dezembro

Olhando para o período de 20 a 24 de dezembro, a atenção deve se voltar para o Centro-Oeste e Minas Gerais, onde os acumulados de chuva podem superar os 100 mm. Isso pode comprometer os trabalhos no campo, especialmente o manejo da soja, que pode ser afetado pela instabilidade climática. No entanto, a boa umidade do solo será um fator positivo para o desenvolvimento das lavouras, particularmente no norte de Minas Gerais.



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Banco do Brasil atinge R$ 115 bilhões em financiamentos agropecuários na safra 2024/25



O Banco do Brasil (BB) atingiu a marca de R$ 115,2 bilhões em financiamentos na safra 2024/25, em 335 mil operações contratadas até novembro. Desses, 70% foram destinados a agricultores familiares e médios produtores, reafirmando a posição do banco como principal parceiro do agronegócio brasileiro.

Os recursos foram aplicados em linhas de crédito para custeio, investimento, comercialização, industrialização, títulos do agronegócio, como CPRs, e financiamentos para a cadeia produtiva, incluindo capital de giro e exportações.

Destaques no apoio à agricultura familiar

As operações voltadas para agricultores familiares e médios produtores cresceram 30% em relação à safra anterior, segundo o Banco do Brasil. Por meio de linhas como Pronaf A, A/C e B, voltadas a pequenos produtores, incluindo assentados, quilombolas e indígenas, as contratações já superaram em 45% o total desembolsado nos últimos quatro anos.

Além disso, o BB lidera na aplicação de recursos equalizados. Dos R$ 60,2 bilhões recebidos pelo governo federal para a safra 2024/25, metade (R$ 30,3 bilhões) já foi desembolsada até novembro.

Agro sustentável

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, destacou a atuação da instituição. “Essa marca de R$ 115 bilhões reafirma a liderança e expertise do BB no agronegócio, desde a agricultura familiar até a agroindústria. Seguimos confiantes em apoiar o agro brasileiro com sustentabilidade, competitividade e inovação, fortalecendo o meio rural e contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país”, afirmou.

O Banco do Brasil reforça sua atuação como parceiro estratégico do agronegócio, com soluções abrangentes e especializadas, consolidando sua posição como líder no setor.



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