terça-feira, julho 14, 2026

Agro

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Etanol segue em alta, enquanto açúcar inicia dezembro em queda, aponta Cepea


Os mercados de etanol e açúcar apresentaram movimentos distintos na primeira semana de dezembro, de acordo com dados do Cepea. No etanol, o mercado spot do estado de São Paulo manteve estabilidade mesmo com a demanda mais ativa. Compradores buscaram ampliar os estoques devido à proximidade das festas de final de ano e às dificuldades logísticas esperadas para a segunda quinzena do mês. Do lado dos vendedores, a postura firme ajudou a sustentar os preços. Entre os dias 2 e 6 de dezembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado teve média de R$ 2,6295/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), representando uma leve alta de 0,31% em relação à semana anterior. Já o etanol anidro apresentou avanço mais expressivo, de 3,93%, com o Indicador registrado em R$ 2,9291/litro, também líquido de impostos.

AçúcarAçúcar
Foto: Governo Federal

No açúcar cristal branco, o cenário foi oposto, com os preços iniciando o mês em queda. Após uma reação pontual no dia 4 de dezembro, com alta de 1,36%, o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, voltou a cair nos dias seguintes. No acumulado da semana, a média foi de R$ 163,61/saca de 50 kg, uma redução de 1,16% em relação ao período anterior. A menor produção industrial, comum em dezembro devido ao recesso de final de ano, contribuiu para a redução da liquidez no mercado spot.



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plataforma vai ajudar produtores a otimizar manejo agrícola



Produtores rurais de São Paulo ganharão uma nova ferramenta tecnológica para melhorar a produtividade agrícola e promover práticas mais sustentáveis no campo. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) anunciou a criação da plataforma Smart B100, que utilizará inteligência artificial (IA) generativa para oferecer recomendações sobre manejo de solo e adubação, adaptadas às condições específicas das culturas e regiões.

A ferramenta de IA será construída pelo Centro de Ciência para o Desenvolvimento Smart B100 (CCD SB100), lançado pela Fapesp em parceria com o Instituto Agronômico (IAC) e outras instituições de ensino e pesquisa.

A plataforma será alimentada por dados do Boletim 100, tradicional publicação do IAC que reúne informações sobre práticas agrícolas como adubação e calagem do solo.

Como a Smart B100 irá funcionar

O Smart B100 integrará dados científicos e métricas como saúde do solo, ciclo de carbono e respostas fisiológicas das plantas, além de recomendações sobre o uso de fertilizantes e bioinsumos. O objetivo é fornecer orientações práticas e personalizadas para auxiliar os produtores a tomar decisões mais eficientes e reduzir desperdícios.

“A plataforma trará o conhecimento de forma ágil e segura, oferecendo base para melhores práticas de manejo no campo, com foco inicial nas culturas de citros e cana-de-açúcar”, afirma Dirceu Mattos Jr., pesquisador responsável pelo CCD SB100.

Parcerias e abrangência

O projeto envolve diversas instituições, incluindo o Instituto Agronômico (IAC), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a USP/Esalq, as Fatecs de Pompeia e Cotia, e a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia. Também conta com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Além da plataforma, o CCD SB100 vai desenvolver índices de decisão multicritério para a escolha de insumos agrícolas. Esses índices ajudarão os produtores a otimizar o uso de fertilizantes, aumentando a produtividade e minimizando os impactos ambientais.

Benefícios da IA ao produtor rural

Ao combinar ciência de dados, inteligência artificial e práticas agrícolas tradicionais, a Smart B100 tem potencial para transformar o agronegócio paulista. Ajustes no manejo, como o uso criterioso de fertilizantes e a promoção de práticas sustentáveis, podem aumentar a competitividade dos produtores no mercado global.

“Esta é uma oportunidade de utilizar a tecnologia para integrar conhecimento científico ao dia a dia dos agricultores, promovendo ganhos em eficiência e sustentabilidade”, diz Mattos Jr.

O CCD SB100 é uma das 21 iniciativas lançadas pela Fapesp para oferecer soluções tecnológicas em áreas estratégicas, como saúde, energia, segurança pública e meio ambiente.

No agronegócio, o projeto destaca-se por sua capacidade de levar inovações diretamente ao campo, promovendo o desenvolvimento rural e econômico do estado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra a semana em alta em Chicago


Nesta sexta-feira, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram fechamento misto, com leve oscilação, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de janeiro, referência para a safra brasileira, encerrou estável a $993,75 por bushel, enquanto o contrato de março teve uma leve alta de 0,03%, fechando a $999,25. No entanto, o farelo de soja para janeiro caiu 1,27%, ou $3,7 por tonelada curta, cotado a $287,4. Em contraste, o óleo de soja subiu 1,56%, ou $0,66 por libra-peso, atingindo $42,97.

Apesar do dia de baixa para a oleaginosa, o acumulado da semana foi positivo, com os preços da soja fechando em alta de 0,43%, ou $4,25 por bushel. Essa movimentação reflete a volatilidade observada ao longo da semana, influenciada por diversos fatores. Entre os principais, destacaram-se as condições climáticas e o progresso do plantio na América do Sul, a desvalorização do real frente ao dólar e o recente acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, que pressionaram as cotações.

Por outro lado, a demanda ativa nos portos americanos ajudou a limitar as perdas. Muitos compradores estão antecipando suas aquisições diante da possível implementação de tarifas e mudanças nas regras comerciais com a posse do novo presidente dos Estados Unidos. Além disso, a alta no preço do óleo de soja, impulsionada pela demanda global, foi um fator importante para sustentar os preços.

No acumulado semanal, o farelo de soja teve queda de 1,54%, ou $4,5 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja registrou alta significativa de 2,95%, ou $1,23 por libra-peso. Esses movimentos reforçam a influência do mercado global de derivados na formação dos preços da oleaginosa.

 





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Milho, soja e feijão avançam na safra 2024/25, aponta Conab



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou novos dados sobre o avanço das culturas de milho, soja e feijão na safra 2024/25, com informações coletadas até 8 de dezembro.

Milho

O plantio da 1ª safra de milho alcançou 72,2% da área estimada no Brasil, mostrando avanço em relação à semana anterior, quando estava em 65,1%. O índice atual também supera os 65,9% registrados no mesmo período do ano passado, refletindo bom ritmo de semeadura.

Soja

A semeadura da safra de soja atingiu 94,1% da área prevista no país, também apresentando progresso em comparação aos 90% da semana anterior. O desempenho supera o registrado em igual período de 2023, quando 89,9% da área já havia sido plantada, consolidando um cenário positivo para a cultura.

Feijão

A colheita da 1ª safra de feijão avançou para 6,1% da área total, frente a 4,9% na semana passada. Apesar disso, o índice é inferior aos 5,5% registrados no mesmo intervalo de 2023. Já o plantio da 1ª safra chegou a 60,5% da área estimada, acima dos 58% da semana anterior e dos 51,8% registrados no ano passado.

Os números mostram a evolução das culturas em diferentes estágios, refletindo condições climáticas favoráveis e o empenho dos produtores na reta inicial do ciclo agrícola 2024/25.



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Precisamos correr para exportar mais; 98% do comércio está fora do Brasil, diz Alckmin



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (9), que o Brasil precisa ter pressa para aumentar sua inserção nos mercados internacionais.

“O Brasil tem 2% do PIB do mundo, 98% do comércio está fora do Brasil. Então, nós precisamos correr para fazer, para exportar mais, para poder vender melhor os produtos brasileiros”, declarou Alckmin ao discursar no encerramento de premiação concedida a empresas exportadoras pela ApexBrasil em parceria com a revista Exame.

O vice-presidente destacou em sua fala o recente acordo fechado entre Mercosul e União Europeia, observando que o acerto com os europeus fará com que o percentual de empresas exportadoras que contam com acordo preferencial subirá de 14% para 30%.

Alckmin também aproveitou para listar as medidas lançadas pelo governo em prol da competitividade dos produtos brasileiros no exterior, como a restituição de impostos pagos por pequenos exportadores, uma medida de transição até a reforma tributária acabar com o acúmulo de créditos tributários não compensados.

Antes de discursar, Alckmin subiu ao palco para entregar um prêmio ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, que foi considerada a “exportadora do ano” entre as grandes companhias.

Mais uma vez, Alckmin citou, em seu discurso, estudos que apontam para um impulso de 12% da reforma tributária no Produto Interno Bruto (PIB) em 15 anos após a sua implementação, com crescimento, no mesmo período, de 14% dos investimentos e de 17% das exportações. “Ela, a reforma, traz eficiência econômica”, disse o vice-presidente.



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Lula sofre hemorragia intracraniana e é internado em São Paulo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi submetido, na madrugada desta terça-feira (10), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a uma craniotomia para drenagem de hematoma. A cirurgia transcorreu sem intercorrências. O presidente está bem e é monitorado em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo boletim divulgado pelo hospital, Lula esteve ontem à noite na unidade de Brasília do Sírio-Libanês, para exame de imagem, após sentir dor de cabeça. A ressonância magnética mostrou hemorragia intracraniana, decorrente do acidente domiciliar sofrido em 19 de outubro. O presidente foi transferido para a unidade do hospital, em São Paulo, onde passou pelo procedimento cirúrgico.

Jornalistas acompanham a movimentação em frente ao Hospital Sírio-Libanês, em São PauloJornalistas acompanham a movimentação em frente ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo
Foto: Fábio Rodrigues / Agência Brasil

Boletim médico

Lula segue sob acompanhamento da equipe médica, supervisionada pelos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio. Um boletim atualizado será divulgado agora de manhã. Outros detalhes serão informados em entrevista coletiva no Hospital Sírio-Libanês, Unidade Bela Vista.



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reforma tributária e Copom em foco; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca os avanços na reforma tributária, com a entrega do relatório de Eduardo Braga.

O mercado segue atento ao IPCA de novembro, esperado em 0,32%, e à reunião do Copom, que começa hoje, com expectativa de alta de 0,75 na Selic.

O Ibovespa subiu 1%, impulsionado por commodities, enquanto o dólar segue em R$ 6.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Brasil exporta 4,662 milhões de sacas de café em novembro, diz Cecafé



O Brasil exportou 4,662 milhões de sacas de café em novembro, volume 5,4% acima do verificado em igual mês de 2023. O faturamento com os embarques no mês passado foi de US$ 1,343 bilhão, ou 62,7% mais na mesma base comparativa. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (9), pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), em nota.

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, as exportações brasileiras de café bateram recorde, tanto em volume quanto em receita. Foram exportadas, até o 11º mês de 2024, 46,399 milhões de sacas, ou 3,78% acima do recorde anterior, de 2020, quando, em 12 meses, o país havia embarcado ao exterior 44,707 milhões de sacas. Em comparação com igual intervalo de 2023, o avanço foi de 32,2%.

Em receita, também houve recorde até novembro, com US$ 11,302 bilhões, alta de 22,3% ante todo o ano de 2022, quando o Brasil havia faturado US$ 9,244 bilhões. Já em comparação com janeiro a novembro do ano passado, o crescimento foi de 56%, disse o Cecafé, em nota.

O conselho também divulgou os números referentes ao ano-safra 2024/25. Assim, nos cinco primeiros meses do ano safra 2024/25, as remessas cafeeiras do Brasil ao exterior saltaram para 22,017 milhões de sacas e renderam US$ 5,955 bilhões, apresentando saltos de 16,5% e 61,4%, respectivamente, frente ao desempenho registrado entre julho e o fim de novembro de 2023.

Em relação aos principais países importadores de café brasileiro, os Estados Unidos lideram o ranking, com 7,419 milhões de sacas de janeiro a novembro, ou 16% de todas as exportações e avanço de 35% ante janeiro a novembro de 2023. Em seguida, vem Alemanha, com 15,6% da parcela total e 7,228 milhões de sacas, ou 63,4% mais ante janeiro a novembro de 2023.

Quando se analisam as exportações de café verde realizadas pelo Brasil a outros países produtores, o México lidera o ranking com a aquisição de 1,116 milhão de sacas do produto, o que representa um aumento de 177,3% frente ao comprado de janeiro a novembro de 2023.

O Vietnã, segundo maior produtor global, aparece na sequência, ampliando suas importações dos cafés verdes brasileiros para 638.733 sacas, com substancial elevação de 389,4% sobre o volume adquirido nos 11 primeiros meses do ano passado. Destaca-se, ainda, o desempenho para a Índia, que ampliou em expressivos 1.412,3% suas compras dos cafés in natura do Brasil, para 248.619 sacas, informa o Cecafé.

Em relação aos tipos de café, o arábica contou com 33,973 milhões de sacas exportadas entre janeiro e novembro, ou 73,2% do total e 23,2% mais em relação a igual intervalo do ano passado.

A espécie canéfora (conilon e robusta) vem na sequência e apresenta o maior avanço porcentual nos embarques deste ano, ao registrar crescimento de 107,4% na comparação com 2023. Foi remetido o recorde de 8,692 milhões de sacas ao exterior, o que gerou uma representatividade de 18,7% para essa espécie nas exportações totais.

O segmento do café solúvel, com 3,690 milhões de sacas – avanço de 12,1% e 8% do total -, e o produto torrado e torrado e moído, com 43.627 sacas (-6,4% e 0,1% de representatividade), completam a lista.

Problemas logísticos

Apesar de números grandiosos, o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, criticou, na nota, os inúmeros atrasos e alterações que ocorreram nas escalas de navios para exportação, bem como as frequentes rolagens de cargas. Isso fez com que o Brasil acumulasse 1,717 milhão de sacas, ou 5.203 contêineres de produto não embarcado até outubro.

“O não embarque desse volume, considerando preço médio da saca e do dólar no período, aponta que o Brasil deixou de receber US$ 489,72 milhões, ou R$ 2,754 bilhões, como receita cambial”, diz a entidade.

O Cecafé informa também que, por causa dos entraves logísticos nos portos brasileiros, os associados acumularam um “prejuízo portuário” de R$ 7 milhões em outubro, que envolvem gastos extras com armazenagem adicional, detentions, pré-stacking e antecipação de gates. “No acumulado de 2024, esses valores já chegam a inacreditáveis R$ 30,4 milhões e indicam que, mais do que obsoleta, a infraestrutura logística nacional precisa de atenção para que nosso país possa exercer sua excelência no agronegócio”, comenta.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra semana em queda em alguns estados


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, regiões esmagadoras estão precificando melhor que o porto, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 146,00 para entrega em novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 140,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 139,50 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 140,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 139,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em R$ 127,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o plantio avançou. “Em São Francisco, ouvimos preços entre R$133,50 para pagamento em 28/03 até $141,00 com pagamento em 30/07. Preços do dia: O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no interior ao longo da semana no Paraná. “Já para 2025 os preços vão de 135,50 para abril com pagamento em 30/05 até 143,00 para julho com pagamento em 20/08. Uma melhora de 2 a 4 reais em relação a semana passada com a alta do dólar. No porto de Paranaguá, a saca CIF era cotada a R$ 148 para entrega em dezembro, com volumes pontuais negociados. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços iniciaram a semana em R$ 146 a R$ 147 por saca CIF indústria, mas recuaram a R$ 142 a R$ 143, enquanto produtores pediam R$ 145, limitando acordos. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,00”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a venda da soja reduz a participação total na receita do estado, mas ainda lidera. “Em Dourados, o spot da soja teve negociações escassas. Compradores indicaram entre R$ 135 e R$ 136/saca FOB, para retirada imediata e pagamento em até 30 dias, enquanto produtores pediam acima de R$ 140”, informa.

Mesmo com a alta nos preços, o custo de produção apresenta um cálculo delicado em Mato Grosso. “O dólar foi outro. No entanto, os valores atuais praticados no Estado não são suficientes para cobrir o custo total da safra 2024/25. Em Rondonópolis, o preço começou em R$ 140 por saca FOB, mas cedeu a R$ 130, inibindo acordos. Preços praticados: Campo Verde: R$ 139,00, Lucas do Rio Verde: R$ 138,50. Nova Mutum: R$ 138,50. Primavera do Leste: R$ 139,50. Rondonópolis: R$ 139,50. Sorriso: R$ 137,00”, conclui.

 





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Chuva que continua forte no Sul se alastra para demais Regiões do país; veja previsão de hoje



A terça-feira inicia com a Região Sul ainda em alerta para grandes volumes de chuva. Nas demais regiões, a chuva deve ser esporádica, com a sensação de abafado tomando conta do dia. Veja previsão completa para todo o país:

Sul

Nesta terça-feira, as instabilidades persistem, causando muita chuva do extremo norte do Rio Grande do Sul até o Paraná. Todo o estado de Santa Catarina e o território paranaense devem registrar chuva frequente e volumosa ao longo do dia. Por conta dos acumulados dos dias anteriores, há risco elevado de alagamentos, enxurradas e deslizamentos, especialmente em áreas de serra e encostas. As temperaturas seguem mais baixas devido à chuva e à massa de ar frio que acompanha a frente fria. Já em Porto Alegre e nas regiões da Campanha, centro e sul do estado, o tempo será ensolarado, com poucas nuvens.

Sudeste

No Sudeste, chove em todo o estado de São Paulo, entre o Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais e Zona da Mata, além de no interior do Rio de Janeiro. A chuva, de fraca a moderada intensidade, ocorre ao longo do dia, mas não está descartada a ocorrência de temporais pontuais na Região Metropolitana de São Paulo e região de Campinas. As temperaturas continuam acima dos 25°C e, assim, o tempo segue abafado. No norte de Minas e no Espírito Santo, o sol predomina, com alerta para baixa umidade no ar.

Centro-Oeste

A chuva se concentra em Mato Grosso do Sul, extremo sul de Goiás e em áreas do oeste e leste de Mato Grosso. A intensidade varia entre fraca e moderada, com trovoadas, raios e ventos de 30 a 40 km/h. Contudo, nas demais áreas, incluindo as capitais Cuiabá, Goiânia e Brasília, o tempo segue ensolarado, sem previsão de chuva.

Nordeste

No Nordeste, a chuva se concentra no Maranhão e no leste e sul do Piauí entre fraca e moderada intensidade. Entre Salvador e Natal, há possibilidade de precipitações passageiras ao fim do dia. Já no sertão nordestino e na Bahia, o tempo segue ensolarado, com máximas acima de 30°C e umidade abaixo de 30%.

Norte

As instabilidades se concentram no norte e oeste do Amazonas, Acre e interior de Rondônia. Há alerta para temporais em Manaus e Rio Branco. Em Roraima, a chuva será pontual no sul do estado. No Tocantins, Pará e Amapá, a precipitação é passageira, com sol predominante e sensação de abafado.



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