segunda-feira, julho 13, 2026

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Brasil pode sofrer apagão logístico na safra 2027/28, mostra estudo



O Brasil é o maior produtor de soja do mundo e está entre os principais exportadores de grãos, respondendo por 7,8% dos embarques internacionais.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) espera que nos próximos dez anos, a oleaginosa, o cereal e o trigo devem puxar ainda mais o crescimento da produção brasileira, que atingirá 379 milhões de toneladas, acréscimo de 27% frente a última safra.

No entanto, estudo da consultoria Macroinfra aponta que o Brasil atingiu 91,3% da capacidade portuária para exportação de granéis agrícolas, nível que está acima do limite de segurança operacional.

“Estamos hoje em dia em um pré-gargalo porque com 91% de utilização da capacidade, quando se passa dos 80%, 85%, já é hora de agir. Do jeito que está, se nada for feito, se novos terminais não forem agregados na matriz portuária brasileira, prevemos que até a safra 2027/28 já estaremos com 100% da capacidade tomada”, diz Olivier Girard, sócio-diretor da empresa.

Apagão logístico no Brasil

O levantamento indica que a capacidade portuária brasileira chegará a 94,5% já em 2025 e, seguindo o ritmo atual, estará em 96,8% em 2026 e, finalmente, em 99,6% no ciclo 2027/28.

Com isso, a Macroinfra alerta que a tendência é que o Brasil sofra um “apagão” nas exportações de granéis agrícolas até o fim da década e um aumento nos custos, de ponta a ponta, se nada for feito.

Girard ressalta que ao não conseguir exportar, o país sofrerá o processo inverso: a carga ficará armazenada e tende a bloquear todos os portos, em seguida os armazéns das tradings e, por fim, as fazendas. “Isso implica obrigatoriamente no aumento de custos para toda a cadeia”.

Investimentos no Arco Norte

O estudo revela a necessidade de investimentos focados na abertura de novos terminais portuários, principalmente no Arco Norte do país. A região abrange os estados do Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Maranhão, que deve ganhar protagonismo na movimentação de cargas nos próximos anos e podem se tornar uma alternativa logística para os embarques internacionais do setor.

“A maior parte da capacidade está no Sul e Sudeste, estamos falando de praticamente 72,5% da capacidade nessas regiões. No entanto, aonde a produção e as exportações vão crescer cada vez mais será no Arco Norte”.

Assim, ele diz que investir em terminas portuários que estejam localizados mais ao norte e nordeste do país é essencial para evitar o apagão logístico do país.



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Devolução de embalagens de defensivos cresce mais de 75% no Tocantins



O Projeto de Recebimento Itinerante (RI) cresceu neste ano, 75,22% em relação a 2023 e bateu recorde na devolução de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Tocantins.

De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), foram devolvidas 49,9 toneladas de embalagens vazias de 1.330 pequenos e médios produtores rurais atendidos de 34 municípios.

Em 2023, foram devolvidos 28,5 toneladas de embalagens de defensivos no estado.

Além disso, os dados também demonstram que também cresceu o número de produtores rurais atendidos.

Segundo a Adapec, houve um amento de 50,11% em relação a 2023, quando contou com 866 produtores participantes.

“O resultado, que conta com a parceria de outras entidades para a realização do Projeto, é importante para retirar esse passivo do campo, possibilitando que pequenos e médios produtores rurais tenham acesso à devolução correta de suas embalagens e colaborem com a preservação do meio ambiente”, pontua o presidente da Adapec, Paulo Lima.

O gerente de Inspeção Vegetal da Adapec, Carlos César Barbosa, explica que a Agência, além do compromisso na fiscalização dos defensivos, tem um papel fundamental na realização do projeto.

“Contribuímos com a mobilização dos produtores rurais nos municípios onde são realizadas as ações, orientamos, por meio da educação sanitária, sobre a importância da devolução e o uso correto desses produtos, bem como fiscalizamos a realização dos RIs”, destaca.

Parceiros do RI

Além da Adapec, são parceiros do Projeto: o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev); a Central de Silvanópolis dirigida pela Associação dos Revendedores de Insumos Agropecuários de Porto Nacional (Areia); a Central de Pedro Afonso. administrada pela Associação das Revendas de Insumos Agropecuárias do Médio Norte Tocantinense (Atria); a Central de Imperatriz/MA, conduzida pela Associação do Comércio de Insumos Agropecuários da Região Tocantina (Aciart); a Associação dos Distribuidores de Insumos Agropecuários do Estado do Tocantins (Adiato); sindicatos rurais e prefeituras municipais.


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Senado aprova transição energética



“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial”



“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial"
“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial” – Foto: Pixabay

O Plenário do Senado Federal aprovou, na terça-feira (10), o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), por meio do Projeto de Lei 327/2021. O programa tem como objetivo fomentar o financiamento de projetos sustentáveis, priorizando iniciativas voltadas ao desenvolvimento de energias renováveis, como solar, eólica e biomassa, além da substituição de matrizes energéticas poluentes por fontes renováveis. A proposta também visa incentivar a inovação tecnológica e a melhoria da infraestrutura verde no país. 

De acordo com o relator do projeto, senador Laércio Oliveira (PP-SE), um ponto essencial do PATEN é a criação de mecanismos que viabilizem o acesso a recursos financeiros com custos reduzidos para os projetos de transição energética. A ideia é promover a substituição das fontes energéticas tradicionais por alternativas mais limpas e renováveis, contribuindo para o crescimento econômico sustentável.

O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) também se manifestou sobre a proposta, destacando a importância estratégica do PATEN para posicionar o Brasil na vanguarda de insumos sustentáveis. Segundo ele, a valorização do produtor rural é um aspecto fundamental, já que o projeto reconhece o papel essencial do agro na produção de matérias-primas para biocombustíveis, como cana-de-açúcar e soja. O texto retornará à Câmara dos Deputados para novas alterações.

“O reconhecimento da importância do produtor rural é primordial do ponto de vista de produtores de cana, soja e outros. É necessário que o produtor seja identificado como fornecedor independente da matéria-prima de biocombustíveis. Essa definição reforça o papel essencial do papel do agro na implementação das políticas públicas do PATEN”, explicou.

 





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Aprosoja MT solicita análise do Cade sobre a Moratória da Soja



A Aprosoja-MT apresentou, nesta quarta-feira (11), um pedido formal ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para avaliar as práticas comerciais das empresas que assinaram a Moratória da Soja.

Após 20 anos de vigência do acordo e diversas tentativas de diálogo com as empresas, a associação decidiu buscar uma análise mais detalhada, apresentando novos dados e argumentos técnicos que mostram os impactos do pacto sobre o livre mercado e a economia das regiões produtoras.

Embora o Congresso já tenha solicitado a análise da Moratória por entender que ela pode afetar o princípio da livre iniciativa, a Aprosoja-MT traz uma nova abordagem, com elementos jurídicos e técnicos adicionais. A associação argumenta que o acordo tem gerado dificuldades para os produtores e afetado o desenvolvimento de algumas regiões.

O pedido à autoridade antitruste destaca que o acordo pode estar criando obstáculos para a concorrência, o que impacta diretamente as atividades econômicas dos produtores e o crescimento sustentável de diversas comunidades.

A Moratória da Soja e seus impactos

A Moratória da Soja foi criada em 2006 com o intuito de combater o desmatamento ilegal na Amazônia. No entanto, ao longo dos anos, o pacto passou a afetar de os produtores que seguem rigorosamente as normas ambientais do Brasil, gerando dificuldades adicionais para suas atividades.

O Código Florestal de 2012 estabelece que, no bioma amazônico, 80% das propriedades devem ser destinadas à preservação ambiental, com os 20% restantes podendo ser usados para cultivo, desde que obtida licença ambiental. Contudo, a Moratória da Soja adota uma política de “desmatamento zero”, o que leva a 90% das tradings que assinaram o pacto a não comprar soja de áreas legalmente desmatadas.

”Quando desprezou o direito dos agricultores, a Moratória da Soja deixou de ser uma solução ambiental para se tornar um obstáculo ao progresso econômico de regiões inteiras”, destaca o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber.

Mato Grosso

Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil e o quarto maior do mundo, com uma produção de 44 milhões de toneladas. A Aprosoja-MT estima que cerca de 85 municípios e 2,7 milhões de hectares do estado sejam afetados pela Moratória, resultando em perdas econômicas superiores a R$ 20 bilhões.

”A análise do Cade poderá ajudar a entender como o acordo impacta o mercado de soja e a liberdade de negociação dos produtores, o que pode gerar soluções para a situação atual”, conclui Sidney Pereira de Souza Jr., sócio do escritório Reis, Souza, Takeishi & Arsuffi, que representa a Aprosoja-MT.



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Presidente Lula passará por nova cirurgia na cabeça



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará por novo procedimento cirúrgico na cabeça na manhã desta próxima quinta-feira (12), de acordo com o último boletim médico divulgado pelo hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Conforme o texto, a intervenção é complemetar à cirurgia que Lula fez na terça-feira (10) para drenar hematoma intracraniano após sentir dores de cabeça durante o dia.

Na hora da internação, o presidente passou por ressonância magnética que mostrou hemorragia dentro do crânio, decorrente do acidente domiciliar sofrido em 19 de outubro, quando caiu no banheiro.

O boletim informa que o presidente passou bem o dia de hoje e não teve nenhuma intercorrência. Além disso, fez fisioterapia, caminhou e recebeu a visita de familiares.

“Como parte da programação terapêutica, [o presidente] fará complementação de cirurgia com procedimento endovascular (embolização de artéria meníngea média) amanhã, pela manhã”, diz o comunicado assinado pelo diretor de governança clínica, Luiz Francisco Cardoso, e pelo diretor clínico, Álvaro Sarkis.



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Estão abertas as inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja!



As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja Safra 24/25 já estão abertas. O evento acontecerá no dia 7 de fevereiro, em Santa Carmem, região de Sinop (MT). A cerimônia será transmitida diretamente da Fazenda Esperança, às 9h (horário de Brasília), e contará com painéis de discussão sobre temas essenciais para o setor, como sustentabilidade e a COP 30, além de biocombustíveis e alimentos.

O evento também celebrará os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso, comemorando a trajetória da associação, que tem sido fundamental no fortalecimento da sojicultura no estado. O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, ressaltou a importância dessa celebração, destacando que a Aprosoja tem sido uma protagonista no crescimento da produção de soja, promovendo a integração dos produtores, a sustentabilidade e o desenvolvimento contínuo da cadeia produtiva.

Não é por acaso que o evento da colheita será realizado em Mato Grosso. A soja chegou ao Brasil em 1901, mas foi a partir da década de 1970 que começou a se expandir para outras regiões, incluindo Mato Grosso. Segundo Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, a soja foi a cultura responsável por colocar Mato Grosso no cenário nacional e internacional, impulsionando o desenvolvimento econômico e social do estado, com cidades como Sinop, que possuem alto IDH, se beneficiando diretamente dessa produção.

Inicialmente voltado para a pecuária, o estado foi pioneiro na adoção de novas tecnologias para o cultivo de soja e, nos anos 1990, já era o maior produtor nacional, com a soja se tornando o motor da economia local.

Participe! Acesse o link das inscrições e garanta sua presença no evento!



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Alta no dólar aquece vendas de soja no Mato Grosso



Comercialização de soja supera 99% no estado




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a comercialização da safra de soja 2023/24 em Mato Grosso atingiu 99,23% da produção até novembro de 2024. O avanço foi de 0,69 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior e ficou 1,19 p.p. acima da média histórica.

A demanda interna manteve-se aquecida ao longo do mês, mas parte dos produtores preferiu esperar por melhores preços para negociar o restante da produção. O preço médio da oleaginosa fechou em R$ 139,32 por saca, uma valorização de 0,29% em relação a outubro, reflexo da oferta restrita no estado.

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Para a safra 2024/25, a comercialização chegou a 41,09% da produção estimada, um avanço de 2,74 p.p. em comparação ao mês anterior. As condições favoráveis das lavouras incentivaram os produtores a retomar a venda de grandes volumes.

A valorização do dólar também contribuiu para o aumento das cotações da soja. O preço médio negociado no estado foi de R$ 111,68 por saca em novembro, uma alta de 0,62% em relação ao mês anterior, conforme os dados do Imea.





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MDIC inicia investigação por dumping nas exportações de leite em pó de Argentina e Uruguai



A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) iniciou investigação sobre dumping nas exportações de leite em pó – integral ou desnatado – da Argentina e do Uruguai para o Brasil.

A denúncia foi protocolada no órgão em agosto deste ano pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

De acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU), a análise dos elementos de prova de dumping considerou o período de janeiro de 2023 a dezembro de 2023. Já o período de análise de dano considerou o período de janeiro de 2021 a dezembro de 2023.

A CNA afirma que protocolou a petição no MDIC com o objetivo de averiguar a ocorrência de práticas desleais de comércio de leite em pó por parte da Argentina, que responde por metade do volume importado pelo Brasil.

“(…) O surto de importações levou à confederação a alertar o Poder Executivo na busca de ações de defesa comercial, especialmente quando da incidência do Programa de Impulso Tambero, que concedeu subsídios diretos à produção de leite argentino, gerando artificialidade na competitividade de preços”, informou a entidade em nota.



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Ministério da Agricultura busca investimentos para reabilitação de pastagens



A delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou da 16ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (COP 16 – UNCCD), em Riade, na Arábia Saudita, com um objetivo: atrair investimentos para o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD).

Na reunião foram discutidas parcerias focadas na reabilitação de pastagens degradadas, alinhando desenvolvimento agrícola, sustentabilidade ambiental e segurança alimentar.

Cooperação e sustentabilidade

O encontro destacou oportunidades de cooperação para transformar pastagens degradadas em áreas produtivas, utilizando tecnologias sustentáveis e práticas que reforcem a segurança alimentar global. Essa iniciativa tem potencial para beneficiar o Brasil e os países parceiros, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis.

Reuniões paralelas

Além desse encontro, a comitiva brasileira tem agendadas reuniões bilaterais com instituições públicas e privadas sauditas para ampliar a promoção do PNCPD, destacando o Brasil como referência em práticas agropecuárias sustentáveis.



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exportações desaceleram em novembro, mas receita sobe 25%



As exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) desaceleraram em novembro, após meses de crescimento acelerado. O volume exportado somou 279.229 toneladas, representando um aumento de 9% em relação a novembro de 2023, quando foram exportadas 256.069 toneladas.

Os preços médios pagos pelo produto brasileiro, no entanto, avançaram, subindo de US$ 3.909 por tonelada em 2023 para US$ 4.469 em 2024. Com isso, a receita do setor alcançou US$ 1,247 bilhão no mês, alta de 25% sobre o mesmo período do ano anterior.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Alta no volume de carne exportada no ano

De janeiro a novembro de 2024, o Brasil exportou 2,94 milhões de toneladas de carne bovina, crescimento de 30,8% em comparação ao mesmo período de 2023, quando o volume foi de 2,25 milhões de toneladas.

A receita acumulada atingiu US$ 12,021 bilhões, alta de 23,25%. Apesar do aumento no volume e na receita, o preço médio de exportação em 2024 (US$ 4.077) ficou 5,8% abaixo do registrado no ano anterior (US$ 4.328).

Mudanças no mercado internacional

A China, principal destino da carne bovina brasileira, registrou aumento no volume importado, mas reduziu sua participação relativa no total exportado pelo Brasil. Entre janeiro e novembro de 2024, o país asiático comprou 1,21 milhão de toneladas (+11%) com receita de US$ 5,424 bilhões (+3,7%). No entanto, sua participação caiu de 48,4% para 41,1% no volume e de 53,6% para 45,1% na receita.

Os Estados Unidos consolidaram sua posição como o segundo maior mercado para a carne bovina brasileira, com aumento expressivo de 69,6% no volume importado (493.462 toneladas) e 57,7% na receita (US$ 1,489 bilhão). A participação dos EUA no total exportado pelo Brasil subiu de 12,9% em 2023 para 16,7% em 2024.

Os Emirados Árabes Unidos e o Chile também apresentaram desempenhos notáveis. Os Emirados Árabes mais que dobraram suas importações, adquirindo 129.952 toneladas (+103,3%) com receita de US$ 588,8 milhões (+110,2%). Já o Chile registrou um aumento de 3,3% no volume (96.896 toneladas) e 3,8% na receita (US$ 461,2 milhões).

No acumulado do ano, 108 países ampliaram suas compras de carne bovina brasileira, enquanto 63 reduziram.



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