domingo, julho 12, 2026

Agro

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Trump critica tarifas do Brasil e ameaça impor taxas iguais sobre produtos brasileiros



O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Brasil impõe tarifas altas sobre produtos importados dos EUA e que seu governo adotará medidas semelhantes. A afirmação foi feita durante uma entrevista coletiva em Mar-a-Lago, na Flórida. Esta foi a primeira vez que Trump mencionou diretamente o Brasil em seu plano de taxação. Ele destacou a importância da reciprocidade nas relações comerciais, mencionando também a Índia como exemplo de países que cobram tarifas elevadas.

Não é a primeira vez

Durante a campanha pela presidência dos EUA, Trump já havia defendido tarifas de importação. Segundo a Reuters, ele prometeu uma tarifa universal de 10% sobre importados e uma tarifa específica de 60% para a China, além de ameaçar taxas adicionais de 25% para México e Canadá. Além disso, ele afirmou que pretende “cobrar o mesmo valor” (taxas impostas pelo Brasil) como forma de proteger a indústria americana e gerar empregos. As informações foram publicadas pelo portal G1. Essas medidas, segundo Trump, têm como objetivo fortalecer a indústria dos EUA e conter problemas como a imigração ilegal e o tráfico de opioides.

Guerras

Na coletiva, Trump também abordou conflitos internacionais, elogiando a Turquia por sua “força militar significativa” e afirmando que o país deve assumir um papel central na Síria. Ele mencionou que Ancara teria derrubado o governo de Bashar al-Assad e destacou a importância de conter militantes do Estado Islâmico, embora tenha sido vago sobre a presença dos cerca de 900 soldados americanos na região.

Sobre o conflito na Ucrânia, Trump declarou que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, deve estar preparado para negociar com o presidente russo, Vladimir Putin, a fim de encerrar a guerra. Apesar de evitar responder diretamente se a Ucrânia deveria ceder território à Rússia, Trump enfatizou a necessidade de encontrar uma solução e “acabar com a guerra”.



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Ferrugem na soja: RS intensifica monitoramento para proteger lavouras gaúchas



Com o intuito de monitorar a ocorrência de esporos do fungo causador da ferrugem asiática, permitindo que os agricultores acessem dados atualizados sobre as áreas com maior risco de infecção, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) em parceria com a Emater/RS-Ascar e instituições de ensino e pesquisa do estado colocaram em ação o programa Monitora Ferrugem. O monitoramento está completando dois meses e possui 77 coletores em 75 municípios gaúchos.

O Monitora Ferrugem RS disponibiliza semanalmente informações sobre a ocorrência de esporos do fungo Phakopsora pachyrhizi causador da ferrugem asiática, permitindo que os agricultores e pesquisadores identifiquem, com base em dados da semana anterior, os locais mais propensos à doença. Além disso, um mapa de risco, atualizado diariamente, oferece informações sobre as condições climáticas que favorecem a incidência da doença.

A praga é considerada a principal da cultura em todo o planeta. “Já nas primeiras semanas de monitoramento nós constatamos estruturas do fungo nos coletores, possivelmente vindos de outras regiões que plantam soja antes do Rio Grande do Sul, ou de países vizinhos, já que o fungo se dissemina pelas correntes do ar e muitas regiões do estado ainda não haviam iniciado o plantio da soja”, destaca a doutora em fitopalogia da Seapi, Andreia Mara Rotta de Oliveira.

Mas a pesquisadora destaca que nas últimas duas semanas a quantidade de partículas do fungo nos coletores diminuiu bastante. “E como estamos em ano com predominância do fenômeno La Niña, a tendência é de um verão com menos chuva e com isso a expectativa é de uma safra com menos focos de ferrugem em relação à safra anterior, sob influência do El Niño”, afirma Oliveira.

Dados

Dados do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar apontam que 80% da área de soja já foi plantada até o momento. A projeção é de uma área de 6 milhões 811 mil hectares no Rio Grande do Sul. “A soja é a principal cultura de verão, o que reforça a importância do Programa Monitora Ferrugem como política pública para o setor”, afirma a pesquisadora. A ferrugem asiática é considerada a doença mais importante da cultura da soja, podendo causar perdas de até 90% das lavouras.

Parceria

Além da Seapi, Emater/RS-Ascar, participam do programa Monitora Ferrugem o Departamento de Defesa Vegetal (DDV) e três unidades do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA): o laboratório de fitopatologia, que realiza as análises de lâminas de coletores de 16 municípios, e o laboratório de agrometeorologia e climatologia agrícola, vinculados ao Centro de Pesquisa Agronômica (Ceagro), em Porto Alegre, e os Centros de Pesquisa em Sementes de Júlio de Castilhos (Cesem) e de Agricultura Digital e Irrigação de Vacaria (Cepadi), com coletores para monitoramento.



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Adab prorroga prazo de declaração de rebanhos na Bahia


A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) prorrogou o prazo para que os produtores rurais baianos realizem a atualização cadastral dos seus rebanhos.

Ao entrar no site da instituição, um aviso preenche a tela da página facilitando o preenchimento dos dados.

O anuncio foi feito nesta segunda-feira (16), com a nova data final de cadastramento para o dia 17 de janeiro de 2025.

Até este domingo (15), cerca de 70% dos criadores de bovinos em todo o estado já haviam realizado a declaração.

De acordo com a Adab, a atualização substitui as etapas de vacinação contra Febre Aftosa e intensifica a vigilância direcionada aos rebanhos existentes na prevenção de doenças.

A declaração é obrigatória e o pecuarista que não realizar a atualização do cadastro terá a propriedade bloqueada e ficará impedido de transitar com os animais. 

“Por se tratar de algo novo, a primeira atualização cadastral desde a última campanha de vacinação, em abril, decidimos prorrogar por mais 30 dias o prazo”, explica o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz. 

A Bahia é reconhecida nacionalmente como Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação e busca o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), o que possibilitará a comercialização dos seus produtos pecuários em outros países.

Atualização presencial

A nova portaria, já publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), garante tempo suficiente para os criadores cumprirem as exigências de controle sanitário.

Para isso, os produtores que ainda não realizaram a atualização cadastral devem procurar um dos 402 escritórios da Adab espalhados por todo o estado ou realizar a atualização via Sistema de Defesa Agropecuária da Bahia (Sidab), acessado através do site da Agência.

Além do formulário de declaração dos rebanhos preenchido, é necessária a apresentação dos documentos do criador como o RG, CPF ou CNPJ, comprovante de endereço e documento da propriedade agropecuária.


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Ibovespa em queda e dólar dispara; ouça análise no Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o mau humor do mercado com a fala de Trump sobre tarifas, a alta do dólar em 1,03% e os juros acima de 15%. O foco do dia está na Ata do Copom e no avanço do pacote fiscal.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Brasil conquista mercado no Egito com exportação de carnes e miúdos de búfalo



O governo do Egito aceitou o novo modelo de certificado sanitário para carne bovina, e agora o Brasil está autorizado a exportar também carnes e miúdos de búfalo ao país africano. A notícia foi divulgada ontem pelo Ministério da Agricultura.

Em nota, publicada no site da pasta, o ministério afirmou que a abertura fortalece a relação comercial com o Egito – nono principal destino das exportações agrícolas do Brasil em 2024. Ainda segundo a pasta, nos primeiros dez meses deste ano, o Egito importou mais de US$ 2,59 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Com esse acordo, o governo afirmou que o agronegócio brasileiro alcançou 208 aberturas de mercado em 2024, totalizando 286 novas oportunidades de negócio em 62 destinos desde o início de 2023.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho encerra o ano com variações regionais


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul apresentou variações significativas, refletindo o ritmo de final de ano e a dinâmica regional. No Rio Grande do Sul, o mercado se manteve lento, com indicações de preços estáveis: Santa Rosa a R$ 73,00, Não-Me-Toque a R$ 70,00, Marau e Gaurama a R$ 70,00, Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00, e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciaram em R$ 75,00 FOB, mas sem negócios registrados no dia.  

Em Santa Catarina, o mercado local mostrou produtores pedindo pelo menos R$ 2,00 acima das indicações dos compradores, que variaram entre R$ 72,00 e R$ 75,00 CIF. Negócios foram realizados a R$ 75,00/76,00 no CIF do meio-oeste, totalizando cerca de 2 mil toneladas. Entre as indicações, Chapecó registrou R$ 74,00, Campos Novos R$ 75,00, Rio do Sul R$ 76,00, e Videira R$ 73,00. No mercado portuário, os preços ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro.  

No Paraná, o cenário foi marcado por poucos acordos, apesar do aumento no preço da saca, que chegou a R$ 55,58, segundo o Deral/PR. A alta do dólar, que valorizou 16% frente ao real, e a menor oferta interna devido às exportações, impulsionaram os preços. No mercado spot dos Campos Gerais, vendedores pediram entre R$ 72 e R$ 73 FOB, enquanto compradores ofereceram R$ 69 CIF para dezembro, com negócios isolados fechados a R$ 70 CIF.  

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou baixa liquidez, mas com preços em alta devido à demanda interna e à expectativa positiva para a safra de soja. Em Dourados, o preço spot do milho iniciou a semana em queda, com compradores oferecendo entre R$ 62 e R$ 63 por saca FOB, e vendedores pedindo de R$ 65 a R$ 66, mas com poucas negociações.  





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Pancadas de chuva e tempo abafado: veja previsão para hoje



A terça-feira será marcada por pancadas de chuva em diversos estados brasileiros. Mesmo assim, o tempo permanece abafado, com o verão já dando as caras, ainda que inicie, oficialmente, apenas no próximo sábado (21). Confira a previsão de hoje:

Sul

Com o afastamento das instabilidades, as precipitações diminuem em grande parte da Região Sul. No entanto, ainda chove em áreas do leste, centro-leste e nordeste do Rio Grande do Sul, bem como no leste de Santa Catarina e no Paraná. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o tempo será predominantemente estável, mas com possibilidade de chuva passageira e isolada no fim do dia. Não há previsão de temporais, e as temperaturas começam a subir, com máximas variando entre 28°C e 30°C.

Sudeste

Os ventos vindos do oceano em direção ao continente mantêm o céu carregado no leste de São Paulo e em parte do interior paulista. As chuvas mais intensas se concentram entre o norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo e a metade norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A terça-feira será marcada por pouca chuva no Centro-Oeste. Onde ocorre, será de forma isolada, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. No extremo norte de Mato Grosso do Sul, a chuva será esporádica e sem registro de temporais. O tempo será abafado, com temperaturas máximas próximas dos 30°C.

Nordeste

Há previsão de chuvas pontuais e isoladas no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Entre as capitais São Luís e Natal, as pancadas de chuva serão rápidas e o sol predomina na maior parte do dia. No sertão nordestino, o tempo será firme e ensolarado, com temperaturas que podem alcançar os 37°C.

Norte

A chuva permanece concentrada no Amazonas, Acre, em Rondônia, Roraima e no oeste do Pará. As precipitações podem ser fortes, mas de forma bastante pontual, podendo atingir algumas localidades, enquanto outras permanecem secas. As temperaturas máximas ficarão entre 29°C e 30°C, mantendo a sensação de tempo abafado. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue provocando chuvas no norte e litoral do Amapá.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fungicidas se destacam no tratamento de sementes



“Trata-se de uma ferramenta estratégica”



Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT)
Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT) – Foto: Divulgação

As safras 2022/23 e 2023/24 marcaram as primeiras edições do levantamento “Eficiência do Tratamento de Sementes de soja com Fungicidas no Controle dos Principais Fungos de Sementes e de Solo”, liderado pela Embrapa soja com apoio de consultorias renomadas. Os 80 ensaios realizados apontaram destaque para os Fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, da Sipcam Nichino, que demonstraram eficiência de controle entre 81% e 96% contra doenças como Fusarium spp, Diaphorte spp, Cercospora spp e Rhizoctonia solani.  

De acordo com o agrônomo Iago Carraschi, especialista em P&D da Sipcam Nichino, os produtos apresentaram desempenho consistente nas duas safras avaliadas. Tiofanil® FS, à base de clorotalonil, é descrito como um fungicida sistêmico e de contato, eficaz no controle de patógenos que afetam a qualidade das sementes. Torino®, por sua vez, também sistêmico e de contato, contribui para o melhor estabelecimento das plantas e maior produtividade, com recomendações para doenças como mancha-púrpura, antracnose e mofo-branco.  

Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT), reforçando a abrangência da pesquisa. Os resultados comprovam a eficácia dessas tecnologias no tratamento de sementes, destacando seu papel estratégico no manejo agrícola da soja.

“São patógenos de manejo complexo em sementes e os resultados respaldam o desempenho de ambos os produtos, altamente efetivos na adoção do tratamento de sementes de soja. Trata-se de uma ferramenta estratégica, dotada de tecnologia para evitar a contaminação da oleaginosa por fungos com potencial de transferir prejuízos consideráveis à produção”, comenta.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Alta do clorotalonil e impactos nos defensivos



O cenário reforça a necessidade de planejamento



"A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos"
“A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos” – Foto: Divulgação

Segundo Jeferson Souza, Market Intelligence Analyst, o mercado de defensivos agrícolas já apresenta sinais de pressão para 2025, especialmente no contexto do clorotalonil, um dos Fungicidas mais utilizados no Brasil. O preço desse princípio ativo, produzido majoritariamente na China, sofreu um aumento superior a 65% desde junho de 2024, conforme dados acompanhados pelo especialista.

No Brasil, houve uma importação recorde de clorotalonil, sendo 100% do volume proveniente da China. Apesar disso, o mercado ainda demonstra preocupações quanto ao desabastecimento, mesmo diante dos altos volumes recebidos. Isso reflete a crescente demanda interna por defensivos, combinada à volatilidade dos custos de produção no mercado internacional.

Jeferson ressalta a importância de acompanhar não apenas os movimentos do mercado de grãos, mas também os custos de produção, incluindo os insumos agrícolas. “A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, enfatizou, destacando o impacto desses fatores na estratégia de planejamento agrícola.

Com a proximidade do ciclo de 2025, produtores e especialistas do setor precisarão observar atentamente as variações no mercado de defensivos, especialmente para mitigar os riscos de custos elevados e desabastecimento. O cenário reforça a necessidade de planejamento e gestão eficiente de recursos para enfrentar as incertezas do mercado global.

“Acompanhar o que está acontecendo nos custos de produção é tão importante quanto acompanhar o que está acontecendo no mercado de grãos. Digo corriqueiramente: a comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, conclui.





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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio de algodão ainda está abaixo do ano de 2023



A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência



Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023
Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023 – Foto: Pixabay

O plantio de algodão da safra 2024/25 apresentou avanço significativo entre 1º e 8 de dezembro de 2024, com aumento de 5,6 pontos percentuais na área semeada, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados pela SLC Sementes no LinkedIn. Até o momento, 7,7% da área total destinada ao cultivo de algodão nos sete principais estados produtores foi plantada. No mesmo período de 2023, o percentual era de 8,4%.  

A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência, enquanto 25,4% estão em desenvolvimento vegetativo. A semeadura avança de forma desigual entre os estados. Na Bahia, houve progresso expressivo, com 35% das áreas plantadas, frente a 10% na semana anterior e 30% no mesmo período de 2023. Já no Mato Grosso, principal produtor nacional, o plantio registrou avanço modesto, atingindo 1%, em linha com os 1,2% do ano passado.  

Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023. Goiás alcançou 12% das áreas plantadas, enquanto Minas Gerais chegou a 11%. Ambos os estados apresentaram aumentos na semana, mas ainda abaixo dos percentuais registrados no ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, o plantio atingiu 15%, inferior aos 38% de 2023. No Maranhão e no Piauí, não houve avanço, permanecendo em 0%.  

Apesar do progresso semanal, os números refletem um ritmo mais lento comparado à safra passada. A Conab continua monitorando o desenvolvimento das lavouras nos estados que, juntos, representam 98% da área cultivada de algodão no Brasil.  





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