domingo, julho 12, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Novo fungicida revoluciona tratamento de sementes



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”
“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente” – Foto: Agrolink

De acordo com Rogério Castro, CEO e Regional Head da UPL Brasil, a empresa continua trazendo inovações ao mercado com o lançamento do Vitavax Ultra, novo fungicida para tratamento de sementes. Apresentado durante o evento “Sementes de Ouro” em Campinas, o produto é uma evolução da já reconhecida marca Vitavax e oferece proteção avançada para sementes de culturas como soja, milho, trigo, batata e algodão.  

O diferencial do Vitavax Ultra está em sua fórmula, que combina carboxamida e multissítio, proporcionando ação protetora e sistêmica. Esta combinação, amplamente recomendada pelo corpo científico brasileiro, combate a resistência de fungos, protegendo as sementes desde o plantio. A solução é registrada para 22 espécies de fungos em 30 diferentes culturas, com destaque para o trigo, onde a UPL lidera em volume comercializado e área tratada.  

O desenvolvimento do Vitavax Ultra envolveu intensa pesquisa e testes, refletindo o compromisso da UPL em atender às necessidades dos agricultores. “O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”, destacou Rogério Castro, enfatizando que o novo produto é mais que um lançamento, é uma solução para os desafios do campo.  

“Como tudo que fazemos, o Vitavax Ultra também foi pensado para atender às necessidades reais dos nossos agricultores. Mais do que lançar um produto, estamos apresentando uma solução inovadora para os desafios constantes que eles enfrentam nas propriedades rurais, que é o cuidado com as sementes desde o início da produção. Afinal de contas, quando se começa forte, se colhe grandes resultados”, afirma ele.

 





Source link

News

Senado aprova tributação mínima de 15% sobre lucro de multinacionais


O Senado aprovou nesta quarta-feira, 18, o projeto de lei que institui um adicional da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para a adaptação da legislação brasileira às Regras Globais Contra a Erosão da Base Tributária – Regras GloBE. De autoria do líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), o texto foi aprovado ontem pelos deputados e agora seguirá para sanção presidencial.

A matéria chegou a ser objeto de uma medida provisória editada no início de outubro pelo governo, por sugestão da equipe econômica. Foi decidido, por sua vez, que o tema seria tratado via projeto lei.

A cobrança adicional vale para multinacionais estrangeiras, com faturamento anual superior a 750 milhões de euros ou cerca de R$ 4,78 bilhões durante pelo menos dois dos quatro anos fiscais consecutivos anteriores à apuração. Ela segue o Pilar 2 da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estabelece tributação mínima de 15% para essas grandes empresas a nível global. De acordo com a estimativa do governo, a proposta não terá impacto no Orçamento de 2025. A expectativa é de arrecadar em torno de R$ 8 bilhões anuais quando houver “estabilidade” – o que é projetado para depois de 2029. A partir de 2026, no entanto, será possível começar a verificar o impacto orçamentário.

A Receita Federal vai regulamentar essa cobrança, incluindo conversão de moedas, ajustes a serem realizados e todo o arcabouço regulatório. Essas regras serão periodicamente atualizadas para que estejam em consonância com os documentos de referência aprovados pela OCDE, para que preencham os requisitos para qualificação do Adicional da CSLL como um Qualified Domestic Minimum Top-up Tax (QDMTT).

O projeto já traz as definições das entidades constituintes do grupos de empresas multinacionais e dos conceitos de lucro ou prejuízo GloBE de cada uma delas. Também já estão listados quais são os tributos abrangidos ajustados por essas empresas e os que não serão considerados para os fins desta apuração. O texto também explicita a lógica para a formação da Alíquota Efetiva e as regras de transição.

O Congresso aproveitou a proposta também para prorrogar os mecanismos da Tributação de Base Universal (TBU) até 2029. Hoje, eles têm validade apenas até o fim deste ano e a perspectiva de o ano acabar sem que o Legislativo tivesse prorrogado essas regras preocupava o setor privado.

“Nosso país precisa se adequar ao cenário global. Se o Brasil não adotar o adicional da CSLL, a renda corporativa subtributada – isto é, com alíquota efetiva inferior a 15% -, gerada no Brasil será arrecadada por outra jurisdição em que o grupo de empresas multinacional opere e que já tiver introduzido em sua legislação as Regras GloBE. Cerca de 36 países já possuem regras em vigor em 2024 e mais de 20 as implementarão a partir de 2025”, alertou em plenário o relator da matéria no Senado, Alan Rick (União-AC).

Ainda segundo ele, a proposta também enfatiza a urgência de uma reforma abrangente no regime de TBU. Por isso, inclui a obrigatoriedade de o Poder Executivo apresentar, em 2025, uma nova proposta de regra CFC (Controlled Foreign Corporation), com base em diretrizes e melhores práticas internacionais. “Esse compromisso reflete a necessidade de modernizar o sistema tributário, promovendo maior equidade e competitividade no cenário global”, disse.

Na discussão da matéria, o senador afirmou que o objetivo da tributação é evitar que o Brasil perca suas multinacionais para paraísos fiscais.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Bioativadores ajudam no manejo da cigarrinha



O estudo foi conduzido durante as safras de 2023 e 2024



O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas
O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas – Foto: Agrolink

O Brasil, um dos maiores produtores de milho do mundo, enfrenta desafios significativos devido às pragas, especialmente a cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), que transmite doenças como o complexo de enfezamento e o raiado fino, prejudicando a produtividade da safra. Em resposta a esse problema, a Acadian Plant Health (APH), em parceria com a UNESP de Botucatu, realizou um estudo sobre a eficácia de bioativadores à base de Ascophyllum nodosum, alga marinha exclusiva das águas frias do Atlântico Norte.

O estudo foi conduzido durante as safras de 2023 e 2024, avaliando o uso do extrato de Ascophyllum nodosum em combinação com inseticidas biológicos em condições de campo. Os resultados mostraram que o bioativador aumentou significativamente o vigor das plantas de milho, comparado ao controle negativo (sem tratamento), além de melhorar o desenvolvimento das plantas mesmo na presença da Doença do Enfezamento do Milho (DEM).

O extrato de alga marinha aumentou a produção de fitoalexinas, compostos naturais que auxiliam na defesa das plantas contra fungos e bactérias, e também elevou a produção de clorofila, melhorando a capacidade fotossintética das plantas. O uso do bioativador reduziu o estresse oxidativo, com menores concentrações de peróxido de hidrogênio (H2O2) e peroxidação lipídica (MDA). A combinação com inseticidas biológicos proporcionou maior rendimento, com aumento no número de grãos por espiga.

Segundo Samir Filho, coordenador de Desenvolvimento de Mercado da APH, o extrato de Ascophyllum nodosum não atua diretamente contra a cigarrinha, mas fortalece as plantas, tornando-as mais resistentes a infecções e estresses, contribuindo para maior produtividade. A Ascophyllum nodosum é uma alga que desenvolveu compostos bioativos devido às condições extremas do ambiente onde cresce, como temperaturas extremas e variações de maré, o que a torna uma valiosa aliada na agricultura.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Bolsonaro diz que “começa a luta” na PGR após ser indiciado por golpe de Estado


Logotipo Reuters

 

(Reuters) – O ex-presidente Jair Bolsonaro disse em publicação na rede social X nesta quinta-feira que aguardará seu advogado para tratar do indiciamento feito contra ele pela Polícia Federal por tentativa de golpe de Estado, ao mesmo tempo que criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acusando o magistrado de fazer “tudo o que não diz a lei”.

“O ministro Alexandre de Moraes conduz todo o inquérito, ajusta depoimentos, prende sem denúncia, faz pesca probatória e tem uma assessoria bastante criativa. Faz tudo o que não diz a lei”, escreveu Bolsonaro na rede social.

“Tem que ver o que tem nesse indiciamento da PF. Vou esperar o advogado. Isso, obviamente, vai para a Procuradoria-Geral da República. É na PGR que começa a luta. Não posso esperar nada de uma equipe que usa a criatividade para me denunciar.”

Mais cedo, a PF confirmou o indiciamento de Bolsonaro e outras 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

News

Fed e pacote fiscal derrubam o Ibovespa; ouça análise no Diário Econômico


https://www.youtube.com/watch?v=pDdLU_wK6iA

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do dólar para R$ 6,27, e o Ibovespa recuando aos 120 mil pontos, pressionados pelo fiscal e pelo tom firme do Fed.

O Bacen realiza leilões de swap e divulga o relatório de inflação, marcando a transição na presidência.

Lá fora, juros altos nos EUA seguem desafiando economias emergentes.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

News

veja a previsão para hoje



Temperaturas elevadas e pancadas de chuva de moderada intensidade. O tempo típico do verão já começa a dar as caras antes mesmo do início oficial da estação, marcado para o próximo sábado (21).

Veja a previsão do tempo para esta quinta-feira nas cinco regiões brasileiras:

Sul

Nesta quinta-feira, novas áreas de instabilidade avançam do interior do continente, trazendo chuva para os três estados da Região Sul. As pancadas se espalham por grande parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com intensidade moderada. No entanto, o nordeste do Paraná terá predomínio de tempo firme. As temperaturas seguem elevadas em toda a região.

Sudeste

O dia será marcado por chuvas isoladas no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em Minas Gerais e no interior de São Paulo, as pancadas de chuva poderão vir acompanhadas de trovoadas. Já no centro-leste paulista, o sol predomina ao longo do dia.

Centro-Oeste

A instabilidade atmosférica fará com que a chuva volte a se espalhar por toda a região. O sol aparece entre nuvens, mas há possibilidade de chuva a qualquer momento. Durante a tarde, temporais localizados não estão descartados.

Nordeste

O tempo permanece instável, especialmente no interior. Destaque para o sul do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia, onde há alerta para temporais. Nas áreas litorâneas, a circulação de umidade do mar para o continente favorece pancadas de chuva entre o Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Norte

O calor combinado com a elevada umidade do ar manterá o tempo instável, com pancadas de chuva em todos os estados. Na metade norte do Pará, as precipitações serão isoladas, acompanhadas de trovoadas. Nos demais estados, a chuva poderá ser de forte intensidade, especialmente a partir do período da tarde.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Área de milho cresce em Mato Grosso, mas produção deve cair



Imea estima uma produção total de 45,84 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo o boletim informativo divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área destinada ao cultivo de milho em Mato Grosso na safra 2024/25 deve crescer 0,56%, totalizando 6,84 milhões de hectares. O aumento é impulsionado pela valorização dos preços do cereal nos últimos meses, o que tem favorecido o equilíbrio entre custo e receita para os produtores.

No entanto, o cenário de produção apresenta um alerta. O Imea estima uma produção total de 45,84 milhões de toneladas, representando uma redução de 2,81% em relação à safra anterior. A produtividade esperada, considerando a média das últimas três safras, é de 111,72 sacas por hectare, mas fatores como condições climáticas e incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados finais.

Quanto à comercialização, até novembro de 2024, 23,84% da safra já foi negociada, superando o mesmo período do ciclo anterior, mas ainda abaixo da média das últimas cinco temporadas. O Imea reforça a importância de os produtores aproveitarem os momentos de alta nos preços para travar custos e garantir margens mais competitivas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Dólar fecha estável após oscilar e bater R$ 6,20 na terça-feira (17)



Além das tensões internas, fatores externos também impulsionam a pressão




Foto: Pixabay

Após um dia marcado por volatilidade, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (17) cotado a R$ 6,0956, em uma leve alta de 0,02% em relação ao fechamento do dia anterior. Durante o início da tarde, a moeda norte-americana atingiu R$ 6,20, seu maior valor nominal já registrado.

As flutuações do câmbio ocorreram em meio às expectativas do mercado sobre as votações da reforma tributária e do pacote fiscal (PLP 210) na Câmara dos Deputados. Declarações do presidente da Casa, Arthur Lira, indicando a intenção de avançar com essas pautas, contribuíram para a desaceleração da moeda após a máxima histórica.

Desde a última sexta-feira (13), o Banco Central intensificou suas intervenções no mercado à vista, oferecendo liquidez para conter a alta do dólar. Na segunda-feira (16), foram injetados US$ 1,63 bilhão, na maior operação do tipo desde o início da pandemia de Covid-19.

Além das tensões internas, fatores externos também impulsionam a pressão sobre o câmbio, como a desaceleração da economia global e os impactos das políticas monetárias de países desenvolvidos.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Câmara aprova Reforma Tributária



A medida tem grande impacto para o agro



"Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara"
“Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara” – Foto: Agencia Brasil

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei Complementar 68/2024, que regulamenta a Reforma Tributária. O texto estabelece as regras para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS), e segue agora para sanção presidencial. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) comemorou as conquistas para o setor, especialmente as medidas que garantem desoneração fiscal e apoio ao produtor rural.  

A proposta também desonera IBS e CBS na compra e importação de tratores, máquinas e implementos agrícolas por produtores rurais não contribuintes, além de incluir créditos presumidos diferenciados para produtores conforme receita anual e tipo de produção. Serviços técnicos agrícolas, análises laboratoriais e outros insumos essenciais também foram incluídos, ampliando os benefícios para o setor.  

Outro ponto de destaque é a tributação reduzida para biocombustíveis e hidrogênio de baixa emissão de carbono, com alíquotas entre 40% e 90% das aplicadas a combustíveis fósseis equivalentes.Segundo a FPA, essas medidas reforçam o apoio ao agronegócio, promovendo competitividade, sustentabilidade e incentivo ao uso de energia renovável.  

Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), a bancada trabalhou para assegurar alimentos mais acessíveis à população e preservar os direitos do produtor rural. “O que dialogamos em todo o processo foi para que o brasileiro possa se alimentar com dignidade e tenha seus direitos resguardados. Da mesma forma, que a sociedade e o produtor rural não seja onerado. Conseguimos trazer de volta pontos importantes conquistados na primeira etapa na Câmara e fechamos um texto positivo para o setor agropecuário brasileiro”, disse Lupion.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cotonicultura Brasileira avança na descarbonização



Parceria técnica desenvolveu tecnologia



Parceria técnica desenvolveu tecnologia
Parceria técnica desenvolveu tecnologia – Foto: Bing

Meses após se consolidar como a maior exportadora de algodão do mundo, o Brasil deu um passo pioneiro rumo à descarbonização da sua cadeia produtiva. Graças à Footprint PRO Carbono, desenvolvida pela Bayer em parceria com a Embrapa e a Abrapa, a pegada de carbono do cultivo de algodão foi mensurada pela primeira vez no país, utilizando dados primários de produtores de Mato Grosso. A calculadora, que já avaliava cultivos de soja e milho, revelou uma emissão média de 329 kg CO2 eq/t de algodão, com potencial de redução de até 32%.  

Essa iniciativa também busca estabelecer uma referência nacional para emissões na cadeia do algodão, incluindo derivados como óleo e biodiesel. O presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, destacou que o objetivo é fortalecer a posição do algodão brasileiro no mercado global e no programa Renovabio. A parceria técnica envolve ainda a Abiove, que integra dados de agricultores da Bahia e Goiás na fase inicial do projeto, reforçando os atributos sustentáveis da produção nacional. 

Além do algodão, a Footprint PRO Carbono já está sendo aplicada na sojicultura. Em Santa Catarina, a Cooperalfa terá a pegada de carbono de seus grãos de soja monitorada a partir de 2025, abrangendo 5.000 hectares na primeira fase. A expectativa é alcançar emissões de 383 kg CO2 eq/t com intervenções agrícolas, demonstrando a eficiência do sistema brasileiro frente à média internacional.  

O programa PRO Carbono também avança na inovação tecnológica com o Modelo Preditivo PRO Carbono, desenvolvido pela Bayer e Embrapa. Essa ferramenta promete simular a dinâmica de carbono no solo, reduzindo custos de análises e promovendo a agricultura conservacionista em larga escala. A validação internacional do programa, como no Scope 3 Standard Program da Verra, consolida o protagonismo do agronegócio brasileiro na mitigação climática e no mercado de carbono global.

 





Source link