domingo, julho 12, 2026

Agro

News

Flávio Dino cobra do governo de SP dados sobre o combate a incêndios



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino pediu nesta quinta-feira (19) ao Governo de São Paulo o envio de informações sobre o combate a incêndios no Cerrado e na Mata Atlântica. A Secretaria do Meio Ambiente do estado deverá apresentar um relatório com a explicação detalhada da execução orçamentária dos programas de proteção ao meio ambiente de 2023 e 2024. A pasta terá que entregar uma relação de todas as áreas ambientais que são protegidas.

Além disso, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deverá apresentar as autorizações expedidas nos últimos cinco anos para uso controlado do fogo na queima da palha de cana de açúcar. 

A medida foi tomada a partir de uma ação protocolada pelo PSOL. O partido alega que a devastação dos biomas é recorrente e que há omissões no combate aos recentes incêndios ocorridos neste ano. O partido afirma que há redução na verba destinada ao combate aos incêndios para o ano que vem. O caso chegou ao STF em 2020. 

“O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) prevê um orçamento de R$ 2,9 milhões para o programa São Paulo Sem Fogo, da Defesa Civil, voltado para prevenção e combate a incêndios florestais. Este valor é 10% menor do que o previsto pela PLOA do ano anterior – de R$ 3,3 milhões”, afirmou a legenda. 

O ministro entende que é indispensável que a fiscalização e controle ambiental sejam reforçados para evitar novos focos de incêndio em 2025. “Tal necessidade decorre dos persistentes desafios relacionados à contenção dessas ocorrências, os quais demandam planejamento contínuo, políticas públicas efetivas e a integração harmoniosa entre os entes federativos e os diversos setores da sociedade”, afirmou Dino.

Em março deste ano, o STF também determinou que o governo federal terá que cumprir metas contra o desmatamento na Amazônia, por meio da quinta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm). As medidas de combate devem ser cumpridas.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Isso está impulsionando as vendas antecipadas de soja



O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores



O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais
O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais – Foto: Expodireto Cotrijal

De acordo com análise da Argus, empresa especializada em relatórios e análises de preços de commodities, o avanço do dólar e o excesso de oferta global têm acelerado as vendas antecipadas de soja pelos agricultores brasileiros. Estima-se que, ao final de novembro, cerca de 33% da atual safra de soja, equivalente a 54,8 milhões de toneladas (t), já havia sido comercializada. O total projetado para a safra 2024-25 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de 166,2 milhões de toneladas.  

O cenário favorável para vendas antecipadas é impulsionado por dois fatores principais: a desvalorização do real, que acumula uma queda anual de 20%, e o temor de uma possível baixa nos preços em função da oferta abundante no mercado internacional. Como os pagamentos aos produtores brasileiros geralmente são feitos em dólares, a valorização da moeda norte-americana representa um ganho adicional, incentivando o adiantamento das negociações.  

A preocupação com o impacto de uma produção recorde sobre os preços é outro fator que pesa na decisão dos produtores. Durante a colheita da safra 2022-23, que alcançou o recorde nacional de 154,6 milhões de t, os preços domésticos e os diferenciais portuários caíram acentuadamente e ainda não se recuperaram aos patamares de ciclos anteriores. Essa experiência reforça o receio de novas quedas caso a safra 2024-25 alcance as otimistas projeções de até 175 milhões de t, caso as condições climáticas continuem favoráveis nos principais estados produtores.  

Com esse panorama, o mercado se prepara para possíveis desdobramentos durante a colheita, que podem incluir novas pressões sobre os preços domésticos. O movimento estratégico dos agricultores em adiantar suas vendas busca mitigar riscos e assegurar melhores margens, em um contexto de incertezas econômicas e climáticas.





Source link

News

chuvas intensas podem causar estragos em todo o país!


A sexta-feira, último dia da primavera, deve ser de tempo instável em boa parte do Brasil. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo encerram a primavera com muita chuva e tempo abafado. Os termômetros alcançam os 30°C em várias cidades.

Na capital paulista, o tempo muda ao longo do dia com a chegada de áreas de instabilidade vindas do Sul do Brasil. Rajadas de vento de moderada a forte intensidade (vento de noroeste) podem atingir a cidade. Entre a tarde e à noite, ocorrem pancadas de chuva. Há risco de chuva forte, com raios. A Climatempo adverte para o risco de formação de alagamentos e danos na rede elétrica.

alagamento em spalagamento em sp
Foto: Twitter/reprodução

Santa Catarina e Paraná terminam a estação com instabilidade e chuva frequente, que pode ser de forte intensidade. No Rio Grande do Sul, uma nova frente fria começa a ingressar, trazendo chuva de moderada a forte intensidade. O vento também se intensifica em boa parte do estado, com rajadas entre 51 e 70 km/h.

Outras regiões

  • Centro-Oeste: a sexta-feira será marcada por pancadas de chuva em todos os estados. Importante destacar que a chuva diminui em relação aos últimos dias, mas ainda será significativa. Há alerta para temporais no leste de Mato Grosso do Sul, no leste e norte de Goiás e no Distrito Federal. Nas demais áreas, a chuva ocorre com moderada a forte intensidade.
  • Nordeste: o tempo permanece instável no centro-sul do Maranhão, centro-sul do Piauí, sul do Ceará, oeste da Bahia, sudoeste do Rio Grande do Norte e oeste de Pernambuco. Nessas áreas, a chuva chega em forma de pancadas, com moderada a forte intensidade. Na faixa litorânea do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, a chuva também será moderada a forte. Os ventos seguem intensos, com rajadas entre 40 e 50 km/h, especialmente entre o Maranhão e o leste da Bahia.
  • Norte: a combinação de calor, umidade e circulação de ventos mantém o tempo instável, com chuvas isoladas e intensas, acompanhadas de raios e ventos fortes. As temperaturas permanecem elevadas, com sensação de abafamento. Há alerta para temporais no noroeste do Amazonas, sul do Pará e Tocantins. Nas demais áreas, a chuva ocorre em forma de pancadas, com moderada a forte intensidade ao longo do dia.

Final de semana e o começo do verão

O sábado e o domingo serão de tempo instável, com chuvas nas regiões Sul e Sudeste. No Centro-Oeste, o início do verão terá períodos de sol intercalados com pancadas de chuva  – intensas e temporais pontuais – nos três estados. No domingo, ventos de até 90 km/h podem atingir a região. Apenas o extremo sul de Mato Grosso do Sul ficará sem chuva.

No nordeste, a chuva se concentra no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com pancadas localizadas de forte intensidade, acompanhadas de trovoadas. O tempo segue seco no Sertão. As temperaturas permanecem elevadas, alcançando até 40°C em algumas localidades.

Fonte: Divulgação/MDA

A chuva permanece forte em Rondônia, Amazonas e no interior do Acre, acompanhada de raios e trovoadas. Em Tocantins, haverá registros de chuva ao longo do dia, com momentos de sol. Nas demais áreas, predomínio de sol, com temperaturas elevadas e sensação de abafamento. O sul do Pará terá chuva isolada, enquanto o norte do estado, o Amapá e Roraima terão predomínio de sol.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Geração solar no Brasil atinge novos marcos



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais



A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais
A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais – Foto: Divulgação

O setor solar brasileiro alcançou grandes avanços em 2024, com dados da Greener revelando que, até outubro, o volume de módulos nacionalizados superou o total de 2023, ultrapassando 18 GW e com projeção de atingir 22 GW até dezembro. A Geração Distribuída (GD) apresentou recuperação significativa após a desaceleração de 2023, enquanto as Fusões e Aquisições (M&A) cresceram 89% até setembro. A Geração Centralizada (GC), mesmo enfrentando desafios como aumento de CAPEX e curtailment, adicionou 6 GW à matriz energética.

Para 2025, especialistas destacam o fortalecimento da GD com a diversificação de tecnologias, incluindo sistemas híbridos e carregadores de veículos elétricos. Entretanto, desafios como a indefinição sobre compensação de créditos e desequilíbrios no mercado de Geração Compartilhada permanecem. Apesar disso, espera-se um volume expressivo de novas instalações.

O mercado de M&A deve crescer, com foco em ativos operacionais e consolidação de portfólios de mini GD. Já a GC será impulsionada por grandes consumidores industriais e data centers, acompanhada da expansão de usinas híbridas solar-eólicas e avanços no armazenamento de energia, incluindo o aguardado Leilão de Reserva de Capacidade pela ANEEL.

A diversificação de soluções e os avanços regulatórios serão cruciais em 2025 para atender à demanda crescente e garantir a estabilidade do sistema. O setor fotovoltaico se prepara para um futuro dinâmico, resiliente e alinhado à transição energética.

“Ao olhar para 2025, vemos um setor fotovoltaico ainda mais dinâmico e resiliente, com novas oportunidades surgindo em meio aos desafios. A diversificação de soluções, como o armazenamento de energia e sistemas híbridos, será fundamental para atender à crescente demanda e garantir a estabilidade do sistema. Os avanços regulatórios e a realização de leilões estratégicos também serão decisivos para a evolução do mercado e o avanço da transição energética no país”, afirma Marcio Takata, CEO da Greener.

 





Source link

News

Ibovespa sobe e dólar recua; ouça análise no Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio no mercado brasileiro, com o Ibovespa em alta de 0,49%, aos 121 mil pontos, e o dólar recuando 2,27%, a R$ 6,12, após leilões do Banco Central.

A Câmara e o Senado aprovaram medidas fiscais importantes, enquanto o Banco Central destacou o compromisso com juros restritivos na coletiva de transição para o novo presidente, Galípolo. No exterior, atenção ao PCE nos EUA.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ovo pode ser alimento fundamental


O ovo, além de ser um alimento acessível e nutritivo, se torna um aliado importante para criar pratos que alimentam o corpo e fortalecem os laços afetivos. Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como Ferro e Selênio, o ovo é um superalimento que oferece benefícios à saúde de crianças, adultos e idosos. Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o ovo é um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta e pode ser consumido por pessoas de todas as idades.

“O ovo é rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B (incluindo a colina), além de minerais como ferro e selênio, nutrientes que promovem saúde e bem-estar para crianças, adultos e idosos. É um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta”, afirma.

Além de seus benefícios nutricionais, a versatilidade do ovo é outro destaque. Graças à ovoalbumina e lecitina, ele desempenha um papel essencial em diversas receitas, proporcionando texturas leves e consistências homogêneas, seja em pratos rápidos como omeletes e ovos mexidos ou em preparações mais elaboradas, como suflês e sobremesas.

Mais do que um alimento nutritivo, o ovo também se torna um convite para momentos de convivência em família. Cozinhar juntos transforma o preparo da refeição em uma atividade divertida e inclusiva, fortalecendo os laços familiares. O ato de preparar receitas simples, como ovos mexidos, simboliza conforto, acolhimento e a criação de memórias afetivas, tornando as refeições momentos especiais. O Instituto Ovos Brasil destaca que o ovo é não apenas um alimento saudável, mas também uma ferramenta para promover o bem-estar e a união familiar.

“Esses pratos não apenas nutrem, mas também evocam memórias afetivas, criando uma atmosfera de acolhimento e conexão. A inclusão de ovos no dia a dia é uma maneira de tornar refeições práticas em momentos inesquecíveis”, afirma Lúcia.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam safras de verão na Austrália



Colheita de grãos de inverno na Austrália




Foto: Agrolink

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas generalizadas entre 10 e 50 mm, com picos localizados acima dessa média, persistiram sobre o sul de Queensland e partes de Nova Gales do Sul, garantindo níveis de umidade do solo próximos ou superiores ao normal para as safras de verão na Austrália.

Embora o clima úmido tenha atrasado as atividades de campo, como o plantio de sorgo, os impactos na colheita das safras de inverno foram mínimos. Em regiões do norte, a colheita está quase concluída. No restante do cinturão do trigo, o tempo seco em Victoria, Austrália do Sul e Austrália Ocidental favoreceu a conclusão da colheita.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na Austrália Ocidental, cerca de 90% dos grãos de inverno já foram colhidos, enquanto no sudeste o índice alcança dois terços do total esperado. O clima quente, com temperaturas entre 30°C e 40°C e até 5°C acima da média, acelerou a secagem dos grãos maduros no oeste.

Nas regiões sul e leste, as temperaturas seguiram padrões sazonais, com máximas variando entre 30°C e 35°C. Apesar do calor, o tempo estável nessas áreas contribuiu para o progresso das atividades agrícolas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Açúcar bruto e branco registram fortes recuos


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar registraram forte queda nesta terça-feira (17), influenciados pela desvalorização do Real frente ao dólar. Segundo analistas, o movimento cambial incentiva as usinas brasileiras a vender contratos futuros para maximizar ganhos em moeda local, contribuindo para a pressão de baixa nos preços.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto para março de 2025 atingiu o menor nível em três meses, voltando a operar na faixa de 19 centavos de dólar por libra-peso. O contrato foi negociado a 19,84 cts/lb, queda de 84 pontos, ou 4,1%, em relação ao fechamento anterior. O vencimento maio/25 caiu 67 pontos, para 18,53 cts/lb, enquanto os demais contratos recuaram entre 11 e 49 pontos.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em baixa. O contrato para março/25 foi comercializado a US$ 515,00 por tonelada, redução de US$ 14,40 ou 2,7%. Já o vencimento maio/24 caiu para US$ 516,90 por tonelada, uma desvalorização de US$ 13,70. Outros contratos tiveram recuos de US$ 5,50 a US$ 11,10.

No mercado brasileiro, as cotações do açúcar cristal também registraram queda. O Indicador Cepea/Esalq, da USP, apontou que a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 160,43 nesta terça-feira, contra R$ 160,77 na segunda-feira, representando uma retração de 0,21%, conforme o divulgado pela Udop.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja e milho avançam no Brasil apesar de estiagem



Calor impulsionam condições para safras de verão no Brasil




Foto: Canva

O boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), aponta que o clima quente e chuvoso continua a favorecer o desenvolvimento das culturas de verão no Brasil, em especial a soja e o milho. Apesar da redução no volume de precipitação em algumas áreas, o cenário geral permanece positivo.

No sul do país, chuvas moderadas a fortes (25-100 mm) foram registradas no Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo. Entretanto, o Rio Grande do Sul segue enfrentando bolsões de seca, com acumulados inferiores a 10 mm em várias regiões. Este estado já sofreu com longos períodos de estiagem nesta temporada, impactando o desenvolvimento das lavouras.

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

As temperaturas diurnas, variando entre 20°C e 30°C, têm promovido um rápido crescimento das culturas, sem o estresse causado por calor excessivo. Dados do governo do Paraná indicam que, até 9 de dezembro, 78% do milho e 60% da soja de primeira safra já estavam em estágio de floração ou enchimento. No Rio Grande do Sul, o milho encontra-se 92% plantado, com mais de 60% em reprodução ou enchimento, enquanto 90% da soja já foi semeada, e as primeiras lavouras iniciaram a fase reprodutiva.

Em Mato Grosso, após um início tardio da temporada de chuvas, o clima quente e úmido tem favorecido o desenvolvimento da soja emergente e vegetativa. Na última semana, chuvas mais leves (menos de 10 mm em algumas áreas) e temperaturas elevadas, com máximas diurnas chegando aos 30°C, contribuíram para o avanço da cultura.





Source link

News

Brasil começará a exportar banana e nozes para 5 países da Eurásia



As autoridades da União Econômica Euroasiática (UEE), organização internacional composta por Armênia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia, autorizaram a importação de bananas e nozes do Brasil.

Apenas em 2024, o Brasil exportou mais de USD 1,3 bilhão em produtos agropecuários para a UEE.

Além disso, o agronegócio nacional terá novas oportunidades na Arábia Saudita, que confirmou a autorização para que o Brasil exporte erva-mate e frutos secos de macadâmia. Em 2024, as exportações agrícolas do país para o mercado saudita ultrapassaram US$ 2,3 bilhões.

Recentemente, o governo da Tailândia, por sua vez, autorizou o Brasil a exportar farinhas e óleo de pescado, produtos de alto valor proteico e energético, com diversos usos industriais. Entre janeiro e novembro de 2024, o país importou mais de US$ 2,7 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Essas negociações refletem o esforço do governo brasileiro para diversificar a pauta de exportação e consolidar o relacionamento comercial do Brasil com diferentes parceiros.

As aberturas de mercado demonstram ainda o elevado nível de confiança internacional nos sistemas de controle sanitário e fitossanitário do Brasil.

Com os anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 221 aberturas de mercado em 2024, totalizando 299 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.



Source link