sábado, julho 11, 2026

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Sindicato quer a retomada do Fundo Federal Agropecuário



A reativação do Fundo Federal Agropecuário (FFA) será uma de suas prioridades em 2025 do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical). Criado na década de 1960 e inativo desde os anos 2000, o fundo tem como objetivo financiar ações de defesa agropecuária por meio da arrecadação de taxas de registro de produtos e empresas. A entidade afirmou em nota que “a medida conta com apoio do governo e do setor produtivo e deve tramitar em regime de urgência no Congresso Nacional em 2025″.

Segundo o sindicato, o Projeto de Lei 3179/24, apresentado pelo deputado Domingos Sávio (PL-MG), permitirá que frigoríficos, por exemplo, paguem taxas para realizar abates fora do expediente regular, com os valores sendo destinados ao pagamento de servidores envolvidos. “O fundo será essencial para modernizar e fortalecer as ações de defesa agropecuária no Brasil”, destacou a entidade.

Outra pauta da entidade será a negociação para ampliar a indenização de fronteira. A proposta busca aumentar a cobertura da indenização de 160 para 200 municípios. Além disso, a melhoria da estrutura de trabalho e o combate ao assédio aos profissionais serão tratados em uma mesa setorial coordenada pelo Ministério da Agricultura, com participação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

A segurança dos auditores durante operações de fiscalização realizadas em parceria com outros órgãos também será outro ponto de atenção para 2025. O sindicato busca assegurar prerrogativas semelhantes às de servidores de outras áreas para garantir condições adequadas de trabalho.

Mais servidores

A entidade também destacou que 2024 foi um ano desafiador para a carreira, marcado por uma operação padrão entre janeiro e maio, que resultou em um reajuste salarial de 23%. Apesar do avanço, o Anffa Sindical aponta que a reposição do quadro de servidores é uma das demandas urgentes. “A admissão de 200 novos auditores é um passo importante, mas insuficiente diante da previsão de aposentadoria de 1.200 profissionais”, afirmou o sindicato.



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Milho oscila nas bolsas: Entenda


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil registrou leves oscilações nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com os principais contratos apresentando variações mistas no retorno do feriado. Contratos como os de janeiro e maio tiveram pequenas quedas, enquanto outras posições fecharam com saldo positivo. No mercado interno e externo, a demanda pelo cereal segue em alta, sustentando os preços, mas o volume negociado diminuiu devido às celebrações de final de ano.

Os dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), também divulgados nesta quinta-feira, apontam que as exportações brasileiras de milho em dezembro permanecem estimadas em 4,10 milhões de toneladas, sem alterações em relação à previsão anterior. Esse volume reflete a estabilidade nas exportações mesmo diante do período festivo.

Nos fechamentos diários da B3, os futuros do milho variaram de forma moderada. O contrato com vencimento em janeiro de 2025 encerrou o dia cotado a R$ 73,17, com queda de R$ 0,23 no dia e de R$ 1,49 na semana. Já o vencimento de março de 2025 teve alta de R$ 0,05 no dia, fechando a R$ 72,89, mas acumulou queda semanal de R$ 0,74. O contrato para maio de 2025 registrou R$ 71,89, com baixa diária de R$ 0,07 e semanal de R$ 0,98.

O milho encerrou em alta nesta quinta-feira, impulsionado pela firme demanda interna e externa. Em Chicago, os contratos para março subiram 1,17%, cotados a $453,75 por bushel, e os de maio avançaram 1,21%, alcançando $460,50 por bushel. Essa foi a quinta sessão consecutiva de alta, refletindo o forte ritmo de exportações no atual ciclo comercial, o que pode levar o USDA a revisar para baixo os estoques finais dos EUA.

 





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Frente fria provoca chuva forte em estados de quatro regiões brasileiras



Uma frente fria segue canalizando chuva para diversos estados brasileiros, com risco de temporais. Veja a previsão do tempo para a última sexta-feira de 2024:

Sul

Uma infiltração marítima ainda estimula nuvens carregadas no litoral e leste do Paraná, o que deixa o tempo mais nublado e com condição de chuva a qualquer momento. O sol aparece nas demais áreas da Região Sul, com pancadas irregulares à tarde no centro-norte paranaense, centro-sul catarinense e no litoral gaúcho.

Sudeste

A frente fria fica estacionária na altura da Região Sudeste, trazendo mais um corredor de umidade que, somado às instabilidades que vem do Norte do país, provocam muita chuva no norte e nordeste de São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Sexta encoberta e com risco de temporais na Região. O sol aparece mais e chove de forma irregular no Espírito Santo e no Vale do Jequitinhonha.

Centro-Oeste

Frente fria ainda canaliza umidade para o interior do país, mas segue estacionária na altura da Região Sudeste. Previsão de chuva forte e temporais entre Goiás, no Distrito Federal e em Mato Grosso. Chove a qualquer hora do dia no norte de Mato Grosso do Sul, enquanto em Campo Grande a semana termina com sol e pancadas de verão à tarde. Não chove no sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

A semana termina sem chuva na maior parte da Região Nordeste. Tempo mais instável com pancadas moderadas a forte no oeste da Bahia, no Maranhão e no sul do Piauí. Chuva passageira e isolada no litoral do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Norte

Áreas de instabilidades ainda continuam provocando muita chuva na Região. Chove a qualquer momento com risco de temporais no Acre, Amazonas, Roraima, Tocantins e no sul do Pará. O dia também é marcado por um pouco mais de sol no centro e no litoral do Pará, bem como por pancadas entre tarde e noite.



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bebidas conectam tradição e bem-estar


A busca por opções mais saudáveis e inclusivas tem impulsionado inovações no mercado de bebidas. Entre elas, o espumante sem álcool surge como uma alternativa que combina técnicas avançadas de produção com a capacidade de atender às novas demandas do consumidor.

Produção

Produzir um espumante sem álcool vai além de retirar o álcool da fórmula. O processo exige a seleção de uvas específicas, como a moscatel, que preservam suas características aromáticas sem a necessidade de fermentação. “O segredo está em selecionar uvas que mantenham o aroma e aplicar processos que garantam o sabor, mesmo sem fermentação”, explica André Gasperin, gerente técnico da Nova Aliança e enólogo.

Essa atenção aos detalhes permite criar uma bebida que mantém o frescor e o aroma característicos, ao mesmo tempo em que atende às necessidades de públicos como grávidas, lactantes e pessoas com restrições ao consumo de álcool.

Versatilidade para diferentes ocasiões

A inclusão proporcionada pelas bebidas sem álcool vai além da saúde. Essas opções são cada vez mais presentes em celebrações e refeições, mostrando que o consumidor busca produtos que possam se adaptar a diferentes momentos do dia a dia. “Estamos conectando o campo à cidade, levando o melhor das vinhas para o cotidiano das pessoas, de forma inovadora e acessível”, destaca Heleno Facchin, CEO da Nova Aliança e engenheiro agrônomo.

O campo e a cidade mais conectados

A produção de espumantes sem álcool reforça a conexão entre o campo e a cidade. Inovações como essa começam nas vinhas e refletem no cotidiano urbano, unindo a tradição agrícola às exigências do consumidor moderno. “Nosso objetivo é entregar um produto que não só respeite a tradição, mas também responda às demandas de um consumidor cada vez mais consciente”, afirma Gasperin.

Mercado em expansão

A popularidade crescente de bebidas sem álcool reflete uma mudança no comportamento dos consumidores. O mercado, atento a essa demanda, tem investido em tecnologia e processos sustentáveis para oferecer produtos alinhados com as expectativas de um público mais exigente e preocupado com o bem-estar. “Essa é uma tendência que veio para ficar, e continuaremos inovando para atender às necessidades dos consumidores urbanos, sempre conectados à tradição do campo”, reforça Facchin.





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Revisão global de produção mexe no mercado de café



No Brasil, o clima desempenha um papel crucial na atual safra



Mercado está bastante volátil
Mercado está bastante volátil – Foto: Pixabay

Segundo Ricardo Leite, Head Agronegócios, o mercado de café apresentou movimentos distintos nas últimas semanas, com impactos de fatores climáticos e revisões de produção global. Na Bolsa de Nova York (ICE NY), os contratos futuros para março/2025 registraram queda de 3,2%, fechando a US¢ 319,50 por libra-peso. Em contrapartida, Londres apresentou alta de 1%, com o contrato para janeiro/2025 cotado a USD 5.209,00 por tonelada.  

No Brasil, o especialista informa que o clima desempenha um papel crucial na atual safra. As chuvas recentes têm favorecido o pegamento dos frutos em Minas Gerais, principal estado produtor, embora regiões críticas como Araguari ainda enfrentem dificuldades. A previsão para a próxima semana é de acumulados de até 30 mm, o que pode contribuir para a recuperação de áreas afetadas.  

Saindo um pouco do Brasil e olhando mais para o cenário internacional, o relatório do USDA trouxe uma revisão negativa para a produção do Vietnã na safra 2023/24, reduzida para 27,5 milhões de sacas. Apesar disso, as expectativas para 2024/25 indicam recuperação, com projeção de aumento para 30,1 milhões de sacas, o que pode influenciar a dinâmica de oferta no mercado global.  

A partir disso é possível concluir que esses dados refletem a volatilidade do mercado de café, impulsionada por questões climáticas e ajustes na produção. Produtores e investidores devem monitorar atentamente as condições climáticas e os relatórios globais para decisões estratégicas. Ele publicou essas informações em um artigo em seu perfil da rede social LinkedIn.

 





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Inoculação pode impulsionar o cultivo de soja e milho



A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras



 Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes
Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes – Foto: Pixabay

A inoculação tem se destacado como uma técnica indispensável para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e cana-de-açúcar, promovendo sustentabilidade e alta produtividade. A Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), processo natural que converte o Nitrogênio atmosférico (N2) em formas assimiláveis pelas plantas, é fundamental para reduzir a dependência de fertilizantes químicos. Para essas culturas, a inoculação contribui diretamente para o fortalecimento do sistema radicular e o desenvolvimento inicial, resultando em maior tolerância às condições adversas, como estiagens, e melhor absorção de água e nutrientes.  

A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras, causando redução de produtividade e maior custo com insumos químicos. Em contrapartida, o uso dessa tecnologia beneficia tanto os produtores quanto o meio ambiente. A Microgeo, referência no manejo microbiológico do solo, apresenta a linha Vigorgeo, composta por produtos inovadores que aliam eficiência e praticidade no campo.  

O Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes, reduzindo custos e contribuindo para a recuperação de áreas degradadas. Esse inoculante melhora a fertilidade e a qualidade do solo, além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa e o risco de contaminação de mananciais. Já o Vigorgeo Azos é indicado para milho, trigo e co-inoculação em soja, destacando-se por estimular o crescimento radicular, aumentar a absorção de nutrientes e garantir resistência à seca.  

Completando a linha, o Vigorgeo Fós combina microrganismos de alta eficiência que promovem a solubilização de fósforo, fixação de nitrogênio e crescimento radicular. Essa solução multifuncional melhora a saúde do solo e eleva a produtividade das culturas, consolidando-se como uma ferramenta essencial para uma agricultura moderna e sustentável.

 





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Tratamento biológico de sementes impulsiona sustentabilidade



A crescente adoção dessas práticas posiciona o Brasil como referência global



O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo
O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo – Foto: Divulgação

O início de um novo ano é um momento estratégico para os agricultores brasileiros, que analisam cenários climáticos, econômicos e cambiais para definir as melhores práticas para a próxima safra. Nesse contexto, o uso de tecnologias biológicas, segundo a Indigo Agricultura, especialmente no tratamento de sementes, tem se destacado como uma solução fundamental para promover o desenvolvimento inicial uniforme das plantas e aumentar a eficiência produtiva.  

O tratamento biológico de sementes protege as plantas desde a germinação, melhora a qualidade genética das culturas e fortalece a saúde do solo. Essa prática reduz a dependência de insumos químicos, contribui para a biodiversidade e aumenta a resiliência das lavouras diante de desafios como pragas, doenças e estresses climáticos. O impacto positivo dessa abordagem pode ser percebido em todas as etapas do ciclo produtivo, consolidando-a como um pilar para a agricultura sustentável.  

Além disso, o manejo com biofertilizantes, inoculantes de nitrogênio, solubilizadores de fósforo e estimulantes de crescimento complementa o uso de tecnologias biológicas. Essas soluções ampliam o potencial produtivo das lavouras e contribuem para a recuperação dos solos, promovendo sistemas agrícolas mais equilibrados e rentáveis.  

A crescente adoção dessas práticas posiciona o Brasil como referência global em agricultura sustentável, especialmente em um momento em que o país se prepara para sediar a COP 30. Investir em tecnologias biológicas não apenas fortalece o compromisso com a sustentabilidade, mas também amplia a capacidade de alimentar o mundo com eficiência e respeito ao meio ambiente.

 





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Confira os preços de hoje da arroba do boi gordo e do mercado atacadista



O mercado físico do boi gordo teve pouca movimentação no retorno do feriado. Para o analista Allan Maia, da consultoria Safras & Mercado, a tendência é que o mercado continue arrastado nos próximos dias devido à proximidade do Ano Novo, com parte dos agentes ausentes nas negociações.

Segundo ele, em São Paulo, boa parcela dos frigoríficos está sinalizando que as escalas de abate estão posicionadas, atuando com tranquilidade na procura por boi gordo.

“Aqueles frigoríficos com escalas a fazer encontram dificuldade para bom volume de oferta no momento, podendo pagar mais em breve. As expectativas passam agora para a primeira quinzena de janeiro, com retomada gradual da liquidez e com possível encurtamento das escalas de abate”, diz.

De acordo com o analista, outro ponto de atenção é a evolução do atacado, com cortes mais nobres podendo encontrar dificuldade para sustentação. “O movimento do dólar e o fluxo de exportações também merecem atenção”, completou.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: entre R$ 300 e R$ 310
  • Goiás: R$ 295 e R$ 305
  • Mato Grosso do Sul: até R$ 315
  • Mato Grosso: entre R$ 300 e R$ 315

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou ligeiro movimento de queda no decorrer da última quinta-feira. Os agentes do mercado seguem atentos a evolução do consumo nesta reta final de 2024.

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“Vale frisar que os cortes mais nobres tendem a encontrar dificuldade para sustentação após as festividades, com possível mudança no perfil de consumo. Outro ponto a se considerar é os cortes bovinos continuam em patamares elevados, o que pode resultar em migração para produtos substitutos mais acessíveis”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30 por quilo, queda de dez centavos. O Quarto traseiro foi indicado em R$ 26,70, por quilo, queda de dez centavos. Ponta de agulha recuou dez centavos e ficou posicionado em R$ 19,40, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,11%, sendo negociado a R$ 6,1773 para venda e a R$ 6,1753 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1466 e a máxima de R$ 6,1981.



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Preços em alta em meio a pequenos negócios: o mercado da soja



Os preços da soja subiram nesta quinta-feira (26) nas principais praças de comercialização do Brasil, impulsionados pela valorização no mercado internacional, especialmente na Bolsa de Chicago. A movimentação no mercado foi limitada, com apenas lotes pequenos sendo negociados. A maioria dos agentes segue fora do mercado, retornando somente em 2025.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 133,50
  • Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 139,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 132,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 138,00 para R$ 139,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 127,00 para R$ 137,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 122,00 para R$ 126,00

Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) registraram fortes altas, impulsionados pela boa demanda pela soja norte-americana e pela previsão de tempo seco na Argentina, que favoreceu a valorização do grão. O farelo de soja liderou os ganhos, com uma alta significativa, enquanto o óleo de soja registrou queda.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja para janeiro subiram 1,3%, fechando a US$ 9,88 por bushel, enquanto o farelo de soja para o mesmo mês teve uma alta de 4,37%, fechando a US$ 305,70 por tonelada. Já o óleo de soja para janeiro registrou uma queda de 0,92%, fechando a 39,47 centavos por libra.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,11%, cotado a R$ 6,1773 para venda e a R$ 6,1753 para compra. Durante o pregão, a moeda oscilou entre R$ 6,1466 e R$ 6,1981.



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Suspensão da lei contra empresas signatárias da Moratória da Soja; entenda



O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta quinta-feira (26), a suspensão da Lei nº 12.709/2024, que prevê o fim de incentivos fiscais para as empresas signatárias da Moratória da Soja em Mato Grosso. A medida cautelar foi concedida em resposta a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Sancionada em outubro deste ano, a Lei nº 12.709/2024 estabelece novos critérios para a concessão de incentivos fiscais no estado e, na prática, impede que empresas adeptas da Moratória da Soja recebam tais benefícios. A legislação estava prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2025, próxima quarta-feira.

O requerimento de suspensão da lei foi protocolado pelo PCdoB em 23 de dezembro no STF, com o apoio dos partidos PSOL, Partido Verde e Rede Sustentabilidade. O acordo foi criado em 2006 pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Ele proíbe a compra de soja produzida em áreas do bioma Amazônia que tenham sido desmatadas após julho de 2008.

O Soja Brasil aguarda um posicionamento oficial da Aprosoja Mato Grosso, que defende os direitos dos trabalhadores rurais e luta lado a lado com os produtores. Segundo Mauro Mendes, governador de Mato Grosso, não é momento de desistir. Ele afirmou que a associação entrará com recursos no próprio Supremo Tribunal Federal para manter as sanções contra as empresas signatárias da Moratória da Soja, com o objetivo de garantir o cumprimento do Código Florestal Brasileiro.



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