sexta-feira, julho 10, 2026

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Atraso no plantio da soja; consequências e prejuízos na safra do milho



O atraso no plantio da soja em Mato Grosso pode comprometer a produção e afetar a segunda safra de milho. Com um atraso de quase quatro semanas em relação à média dos últimos cinco anos, o plantio deste ano foi prejudicado pela irregularidade nas chuvas, que também causaram problemas na safra anterior. Mesmo com a possibilidade de uma normalização do clima, o deslocamento do fotoperíodo das plantas pode prejudicar o desenvolvimento da soja e impactar sua produtividade.

O impacto também se estende à segunda safra de milho. Com o plantio mais tardio, o milho será semeado mais tarde, o que gera um efeito em cadeia. A falta de sincronização entre o plantio da soja e o milho, além da escassez de colheitadeiras, pode acarretar atrasos no ciclo da soja e no tempo ideal para o plantio do milho. Para que a semeadura do milho aconteça no momento certo, a soja precisa ser colhida mais cedo, o que se torna um desafio diante do atraso no plantio da soja.

A expectativa para a colheita da soja também não é das melhores. Se houver chuvas intensas durante a colheita, pode ocorrer uma perda, principalmente com a secagem da soja. Além disso, as empresas que atuam no recebimento terão que aumentar os turnos de trabalho para evitar um colapso no processo de coleta e distribuição, garantindo que o produto dos produtores seja processado e comercializado de forma eficiente.

Expectativa

O cenário climático para 2025 é de um ano relativamente bom para a agricultura, mas sem grandes expectativas de superávit. O atraso no plantio e o deslocamento do fotoperíodo da soja comprometem as expectativas de uma safra excepcional. Para o milho, a probabilidade de uma quebra significativa na segunda safra é alta, caso o clima não surpreenda e as chuvas não se estendam além do período normal. Se o clima seguir o padrão esperado, tanto a soja quanto o milho devem enfrentar desafios em 2025.



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Janeiro será marcado por chuva acima da média; veja onde


Chuva acima da média em estados das cinco regiões brasileiras. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para janeiro de 2025 indica que o mês será marcado por bastante água.

No entanto, em algumas áreas, como Rondônia, sudeste e norte do Pará, sul e norte do Tocantins, região central do Maranhão, oeste da Bahia e sul do Rio Grande do Sul, os acumulados poderão variar entre próximo e abaixo da média histórica.

No mapa a seguir, os pontos em azul mostram precipitações acima da média, em cinza dentro da média e, em amarelo, abaixo do volume histórico:

mapa chuva Inmetmapa chuva Inmet
Foto: Reprodução Inmet

Acumulados de chuva

O balanço mensal do Inmet mostra que em São Paulo e áreas localizadas no centro-sul do Rio de Janeiro, os acumulados poderão ficar na normalidade ou acima da média (tons azuis), enquanto que Minas Gerais e Espirito Santo poderão registrar precipitação abaixo da média (tom amarelo).

Na Região Centro-Oeste, a previsão aponta para precipitação dentro da normalidade e acima da média em grande parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Porém, em Goiás e áreas no noroeste e sudeste do Mato Grosso do Sul, os volumes de chuva podem ficar abaixo da climatologia.

Previsão de temperaturas

Quanto às temperaturas, a previsão do Inmet indica que estarão acima da média em grande parte do país (tons em laranja no mapa), com possibilidade de ocorrência de alguns dias de calor em excesso (tons em vermelho).

No sudoeste do Amazonas, oeste do Paraná, oeste do Acre, centrooeste da Região Sul, sul da Bahia e norte do Rio Grande do Norte são previstas temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média (tons em cinza e azuis no mapa).



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Sobe para 13 número de vítimas de queda de ponte na divisa de Maranhão e Tocantins



Na manhã desta sexta-feira (3), mais um corpo foi encontrado nos destroços da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na divisa entre os estados do Maranhão e Tocantins.

Com a localização e resgate desta vítima, o número de mortes confirmadas sobe para 13. Quatro pessoas permanecem desaparecidas.

A informação foi confirmada pelo Comando do 4º Distrito Naval da Marinha, que integra a força-tarefa de busca e resgate na região do desabamento sobre o Rio Tocantins. “Mergulhadores realizaram incursões às proximidades dos destroços da ponte, e trouxeram o corpo à superfície”, destaca a instituição.

Localizada entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira desabou no final da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. De acordo com o Ministério dos Transportes, a ponte foi inaugurada em 1961 e a estrutura já estava obsoleta para o fluxo atual.

Apuração do incidente da ponte

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) publicou, no dia 24 de dezembro de 2024, a Portaria nº 6194, que trata sobre o procedimento de apuração das causas que levaram ao colapso da estrutura.

Um grupo de trabalho foi criado para levantar fatos, requisitar e analisar documentos e provas junto a outros órgãos e entidades de todas esferas administrativas, com o objetivo de identificar as causas e apurar as responsabilidades pelo ocorrido. Um relatório deverá ser apresentado em 120 dias, prorrogáveis pelo mesmo período.

Reconstrução

O Consórcio Penedo-Neópolis também foi anunciado, no dia 31 de dezembro de 2024, como o responsável pelas obras de reconstrução da ponte. A contratação foi realizada de forma emergencial e prevê o valor de R$ 171 milhões para a conclusão dos serviços até dezembro de 2025.



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Novas diretrizes do piso mínimo de frete já estão em vigor



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União (DOU), a revisão da resolução que estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes de cálculo dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado no transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado. A medida faz parte da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

A decisão foi tomada durante a 87ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada da ANTT e dois pontos principais foram definidos:

  • Inclusão do inciso 5 no artigo 9º: foi estabelecido como infração administrativa a não declaração, nos documentos fiscais de transporte, do valor do frete pago, bem como a declaração de valores iguais a zero ou abaixo do piso mínimo estabelecido. A penalidade para essa infração é uma multa no valor de R$ 550,00.
  • Atualização dos coeficientes dos pisos mínimos de frete

Coeficientes dos pisos mínimos

Os coeficientes foram atualizados com base em pesquisas de mercado realizadas para revisar os valores dos insumos que compõem os custos operacionais do transporte. Durante o estudo, constatou-se que sucessivas atualizações dos insumos apenas pela aplicação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) podem causar um descolamento dos valores de referência das planilhas em relação aos praticados no mercado.

Como calcular o valor mínimo do frete

  • Defina primeiramente o tipo de carga a ser transportada, conforme opções apresentadas no Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020;
  • Na sequência, identifique a quantidade de eixos da composição veicular a ser utilizada no transporte;
  • Depois, identifique os coeficientes de custo de deslocamento (CCD) e de carga e descarga (CC) para a quantidade de eixos carregados da composição veicular que será usada:
  • Se o transportador for contratado para usar seu próprio veículo automotor e implemento rodoviário, usa-se a Tabela A do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020; ou
  • Se o transportador for contratado para usar apenas o seu próprio veículo automotor, sendo o implemento rodoviário fornecido pelo contratante, usa-se a Tabela B do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020.
  • Se o transportador for contratado para usar seu próprio veículo automotor e implemento rodoviário e for uma operação de transporte de alto desempenho, usa-se a Tabela C do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020; ou
  • Se o transportador for contratado para usar apenas o seu próprio veículo automotor e for uma operação de transporte de alto desempenho, sendo o implemento rodoviário fornecido pelo contratante, usa-se a Tabela D do Anexo II da Resolução ANTT nº 5.867/2020.
  • Posteriormente, verifique a distância a ser percorrida na operação de transporte contratada; e
  • Por fim, use os valores obtidos nos passos anteriores na seguinte expressão para o cálculo do Piso Mínimo de Frete em Reais por viagem (R$/viagem):
  • PISO MINIMO DO FRETE (R$/viagem) = (DISTANCIA x CCD) + CC

Na reunião, os diretores da ANTT também aprovaram o relatório da Audiência Pública nº 8/2024, realizada entre 23 de outubro e 22 de novembro de 2024, com o objetivo de colher contribuições para o aprimoramento da proposta.

Histórico

O processo de revisão da resolução teve início com a Tomada de Subsídios nº 03/2024, encerrada em junho de 2024, que buscou receber contribuições iniciais para o aprimoramento da norma.

Posteriormente, foram realizadas pesquisas de mercado para atualizar os valores dos insumos que compõem os custos operacionais do transporte. Os resultados desses estudos embasaram a elaboração da proposta de revisão da resolução, que foi submetida à Audiência Pública nº 08/2024.



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Granizo destrói lavouras de soja no Rio Grande do Sul



O Sul do Brasil enfrenta sérias dificuldades devido a um clima severo e à má distribuição das chuvas, o que tem gerado danos consideráveis à produção agrícola e à infraestrutura. Em Dom Feliciano, no Rio Grande do Sul, as lavouras de soja e fumo estão sendo seriamente afetadas pela falta de umidade, que compromete o crescimento das plantas e reduz a produtividade. A situação é ainda mais crítica nas lavouras de fumo, que dependem de trabalho manual, tornando os prejuízos ainda mais sérios.

Além disso, a recente elevação do nível do Rio Caí causou a destruição de uma ponte no município de Feliz, interrompendo a conexão da cidade com o restante da região. A ponte, que havia sido reconstruída após as enchentes de maio, foi levada pela correnteza, deixando os moradores com um desvio de 20 km para conseguir acessar a cidade.

O impacto do granizo na soja

Outro fenômeno climático que tem causado estragos no Sul é a ocorrência de granizo. O risco de tempestades com granizo persiste em várias áreas, o que pode agravar ainda mais o cenário de dificuldades para os produtores. O granizo pode destruir lavouras inteiras, especialmente em momentos em que as plantas estão mais vulneráveis devido ao estresse causado pela seca. Santa Catarina, Paraná e partes do Rio Grande do Sul estão sob risco elevado de tempestades com granizo e rajadas de vento intensas, o que representa uma ameaça adicional para a agricultura da região.

Tapes e o cenário da seca

O município de Tapes, também no Rio Grande do Sul, tem sofrido os efeitos da seca, com falta de água comprometendo o desenvolvimento das lavouras de soja. As altas temperaturas, que chegaram a 41°C em algumas cidades como Pelotas, agravam ainda mais esse cenário de escassez hídrica, prejudicando a produtividade agrícola em várias partes do estado.

Projeção para os próximos dias

As previsões indicam que o calor extremo continuará, com temperaturas chegando até 36°C em várias cidades do Rio Grande do Sul, enquanto a chuva permanece escassa. Isso deve afetar diretamente as lavouras de soja e milho, que já enfrentam uma severa restrição hídrica. O retorno das chuvas na região é esperado apenas entre os dias 9 e 13 de janeiro, o que preocupa os agricultores que enfrentam um cenário crítico de seca prolongada.

Enquanto isso, o Nordeste do Brasil, especialmente o Espírito Santo, deve registrar chuvas mais volumosas, o que pode aliviar a seca em algumas áreas, mas também gerar dificuldades para os produtores, especialmente os de grãos.

Desafios

O cenário no Sul é de extrema atenção, com a combinação de calor excessivo, chuvas mal distribuídas e o risco de granizo, criando um ambiente desafiador para o desenvolvimento da agricultura. A situação de restrição hídrica pode se agravar se as chuvas não se estabilizarem nas próximas semanas, comprometendo ainda mais a produtividade das lavouras.

A previsão de tempestades com granizo e rajadas de vento intensas exigem que os produtores fiquem atentos, já que esses eventos climáticos podem causar danos, especialmente em regiões mais vulneráveis.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do café devem seguir elevados em 2025



Com estoque apertado, 2025 deve ser mais um ano remunerador à cafeicultura




Foto: Pixabay

Segundo a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o mercado cafeeiro inicia 2025 com perspectivas desafiadoras, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. Os preços internos e externos, que já operam em patamares recordes, devem continuar elevados. Estoques apertados, demanda aquecida e previsão de baixa produção sustentam as projeções para o setor.

No Brasil, maior produtor mundial, a produção não supera o recorde de 60 milhões de sacas desde a safra 2020/21, segundo a Conab. O resultado reflete os impactos do clima adverso, especialmente na temporada 2024, que ainda deve repercutir na safra 2025/26. A expectativa é que o cenário climático continue influenciando a oferta no curto prazo, conforme o Cepea.

Além do Brasil, o Vietnã, segundo maior produtor global, também registrou perdas devido às condições climáticas. Com isso, não há perspectivas de recuperação rápida dos estoques ou de redução na demanda internacional.

Com preços elevados e maior remuneração, os cafeicultores puderam investir em tratos culturais, o que pode amenizar os efeitos negativos do clima e garantir o fornecimento de nutrientes essenciais para as plantações. Essa prática tende a minimizar as perdas e sustentar a oferta.

O Brasil também se destacou nas exportações de café em 2024, e a tendência é que esse desempenho se mantenha em 2025. Pesquisadores apontam que o robusta deve ser o principal destaque. Além disso, a desvalorização do real frente ao dólar aumenta a competitividade do produto brasileiro no mercado externo, tornando as exportações mais atrativas. A expectativa é de que o volume exportado volte a superar a marca de 40 milhões de sacas na temporada 2024/25, consolidando o Brasil como líder global no comércio do grão, apontou o Cepea.





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Empreendedores têm até 31 de janeiro para aderir ao Simples Nacional



Por Agência Sebrae de Notícias

Contribuintes que desejam aderir ao Simples Nacional têm até o dia 31 de janeiro para fazer o seu pedido de opção.

A medida vale também para os empreendedores que foram excluídos e desejam retornar ao regime de tributação, dentre eles os que não regularizaram seus débitos vinculados aos Termos de Exclusão enviados pelo Fisco entre os dias 30/09/2024 e 04/10/2024.

Os contribuintes que estão no Simples Nacional e não foram excluídos seguem automaticamente no sistema.

A Receita Federal informa que dos 1.876.334 contribuintes que receberam o citado Termo, aproximadamente 1,5 milhão não regularizaram sua situação e foram excluídos a partir de 1º de janeiro deste ano.

Os contribuintes que regularizaram seus débitos no prazo previsto na legislação continuarão no regime do Simples de forma automática.

Para que os empreendedores excluídos possam reingressar no regime são oferecidas diversas opções de regularização, incluindo parcelamento e transação.

O contribuinte poderá acessar a Consulta Optantes para saber se foi excluído ou não do Simples Nacional.

É imprescindível observar que o CNPJ, para ingressar ou reingressar no Simples, está em regularidade com as administrações tributárias da União, Estados, DF e Municípios.

Segundo a Receita, atualmente, o Simples Nacional abrange 23,4 milhões de CNPJs, sendo 16 milhões microempreendedores individuais (MEI).

A projeção do órgão é receber um número de pedidos formulados compatível com os anos anteriores, em torno de 1,2 milhão de contribuintes, até o fim do mês.

*com informações da Receita Federal.



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Gusttavo Lima quer ser presidente e diz que o agro não aguenta mais pagar impostos



Dono de uma das vozes mais conhecidas do Brasil, o cantor sertanejo Gusttavo Lima surpreendeu ao anunciar sua intenção de se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante uma entrevista ao portal Metrópoles. O artista aproveitou a oportunidade e falou que o setor do agronegócio não aguenta pagar tantos impostos sem ter benfeitorias para investir.

“O Brasil precisa de alternativas. Estou cansado de ver o povo passar necessidade sem poder fazer muito para ajudar. Eu mesmo enfrentei muitas dificuldades na vida, mas aproveitei as oportunidades que recebi. Vim de uma condição bastante humilde, cheguei a perder três dentes, mas, claro, tive condições de me tratar, algo que muita gente não tem”, afirmou o sertanejo.

Apesar de sua proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro, sobre sua posição política, Gusttavo Lima declarou que não se alinha nem à direita nem à esquerda. “Não é sobre isso, é sobre fazer um gesto para o país, no sentido de colocar o meu conhecimento em benefício de um projeto para unir a população”, disse o cantor.

Partidos

Gusttavo Lima revelou que começará a conversar com grupos políticos que se alinhem aos seus planos de ingressar na política. Contudo, antes de anunciar sua intenção de concorrer à Presidência, o Metrópoles havia informado que o sertanejo estava em diálogo com ao menos três partidos para uma possível candidatura ao Senado por Goiás.

Entre as possibilidades, estava uma candidatura pelo PL, incluindo conversas com o ex-presidente Bolsonaro. Gusttavo também considerou o União Brasil, partido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. O Progressistas, presidido pelo senador Ciro Nogueira (PI) e pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seria a terceira alternativa.

“Conheço muita gente e, embora eu nunca tenha ocupado nenhum posto político, sou um empreendedor. Montei muitas empresas e sei como fazer para a roda girar. A gente precisa desburocratizar para o país funcionar melhor. Os pobres estão sem poder de compra, e o setor do agronegócio não aguenta mais pagar impostos sem ter benfeitorias para investir em seus próprios negócios. Acho que posso ajudar. Talvez mude de ideia até 2026, mas hoje minha disposição está muito inclinada a me candidatar à Presidência da República”, finalizou.

Problemas

Em 2024, o cantor foi investigado por suspeita de lavagem de dinheiro por meio de empresas de apostas. Entretanto, por falta de provas, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) arquivou as apurações que envolviam o sertanejo e os sócios da Vaidebet.



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Exportações de soja totalizam 97,2 milhões de toneladas no Brasil



O Brasil exportou um total de 97,299 milhões de toneladas de soja em 2024, de acordo com dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume de exportações foi um pouco inferior ao registrado em 2023, quando o país enviou ao exterior 101,312 milhões de toneladas do grão.

Em dezembro de 2024, o Brasil exportou 1,473 milhão de toneladas de soja, uma queda significativa em relação ao mesmo período de 2023, quando o total alcançou 3,792 milhões de toneladas. A diminuição nas exportações pode estar relacionada a fatores sazonais e à oferta de soja no mercado internacional.

Farelo de soja

Em relação ao farelo de soja, as exportações também apresentaram uma leve queda em dezembro, com 1,801 milhão de toneladas embarcadas, contra 1,998 milhão de toneladas no último mês de 2023. No acumulado de 2024, o país exportou 22,841 milhões de toneladas de farelo, um leve aumento em comparação com os 22,355 milhões de toneladas exportados em 2023.

Para a semana encerrada em 4 de janeiro de 2025, estão programados os embarques de 250,844 mil toneladas de soja em grão e 571,943 mil toneladas de farelo. Esses números indicam que as exportações continuam sendo um pilar fundamental para a economia brasileira, especialmente no setor agrícola, apesar das flutuações nos volumes exportados ao longo do ano.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima e umidade limitam avanço do plantio de soja



Mercado registra Alta de preços na comercialização




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (02), a semeadura de soja avançou apenas 1% na última semana, atingindo 97% da área projetada para o cultivo. O ritmo lento é atribuído à baixa umidade no solo e à necessidade de aguardar a colheita de outras culturas para a realização do plantio em sucessão.

Na região de Santa Rosa, o plantio avançou de 92% para 95% da área prevista. No entanto, 97% das lavouras encontram-se na fase vegetativa e 3% em floração. O déficit hídrico se intensificou com a ausência de chuvas na última quinzena, levando as plantas a apresentarem folhas murchas, especialmente no meio da manhã. Em áreas com baixa umidade durante a semeadura, o estande está abaixo do ideal, enquanto outros locais aguardam chuvas para garantir a emergência.

Produtores relatam necessidade de replantio em até 20% das áreas em algumas propriedades. Devido à baixa umidade relativa do ar, o controle fitossanitário foi temporariamente suspenso. Apesar dos desafios, as lavouras apresentam aspecto fitossanitário adequado, sem registros relevantes de pragas ou doenças até o momento, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.

Já na região de Soledade, as condições climáticas foram mais favoráveis. Temperaturas dentro da faixa ideal, altos índices de radiação solar e boa disponibilidade de umidade no solo beneficiaram o crescimento vegetativo. As plantas apresentam maior área foliar, estatura elevada e avanço no fechamento de entrelinhas. Cultivares de ciclo curto já mostram progressos no florescimento.

No mercado, o preço médio da soja apresentou alta de 0,70%, segundo a Emater/RS-Ascar. O valor da saca de 60 quilos subiu de R$ 126,58 para R$ 127,46 na última semana.





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