sexta-feira, julho 10, 2026

Agro

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Produção de carne de frango deve crescer em 2025, mas terá que enfrentar desafios



A avicultura nacional apresenta boas perspectivas de crescimento em 2025, mas deve lidar com desafios significativos, especialmente relacionados à biossegurança animal e a conflitos em importantes mercados de destino da carne brasileira.

Estudos realizados por pesquisadores do Cepea indicam que a produção de carne de frango pode atingir 14,2 milhões de toneladas em 2025, representando um aumento de 2,9% em relação ao ano anterior.

Do lado da demanda, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta que o consumo per capita de carne de frango no Brasil alcance 46,6 kg em 2025, um crescimento de 1,9% em comparação a 2024.

Apesar do cenário promissor, as perspectivas do setor avícola dependem diretamente da ausência de casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1 ou IAAP) em granjas comerciais. O Brasil, até o momento, permanece livre da doença, conforme as diretrizes da Organização Mundial para Saúde Animal (OMSA). Esse status tem beneficiado o país, já que surtos da doença em outros grandes produtores têm deslocado a demanda global para o mercado brasileiro.

Outro ponto de atenção para o setor é a continuidade dos conflitos no Oriente Médio, que completaram um ano em outubro de 2024. O Brasil é o maior fornecedor global de carne de frango Halal, atendendo países como os Emirados Árabes Unidos, que ocupam a segunda posição entre os principais destinos da carne brasileira. Em 2024, até novembro, foram exportadas 425 mil toneladas de carne ao país árabe.

Mesmo diante dos desafios, o setor avícola brasileiro mantém projeções positivas para 2025, com foco na ampliação da produção e no fortalecimento da biossegurança para garantir sua competitividade no mercado global.



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Conflito por terra resulta em quatro baleados no interior do Paraná


Uma disputa por terras entre Guaíra e Terra Roxa, no oeste do Paraná, deixou quatro indígenas Avá-Guarani feridos na noite de ontem (3). A Polícia Federal (PF) está investigando a autoria do ataque.

Em nota, a PF informou que forças de segurança federais, estaduais e municipais estiveram no local na noite de sexta-feira para evitar novos episódios de violência. Além disso, uma perícia foi realizada na área na manhã deste sábado (4).

De acordo com a RPC, afiliada da Globo no Paraná, as vítimas, com idades de 7, 14, 25 e 28 anos, foram baleadas e levadas a hospitais da região. Ainda não há informações sobre o estado de saúde delas.

INDÍGENA FERIDO
Vítima é socorrida após ser baleada no interior do Paraná

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, também em nota, afirmou que a Força Nacional foi informada do ataque por volta das 21h de ontem e que equipes foram mobilizadas para reforçar o patrulhamento na área.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de erva-mate segue em crescimento


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (2), a produção de erva-mate apresenta cenário positivo no Rio Grande do Sul. Com clima favorável e boas condições fitossanitárias, a cultura segue em desenvolvimento nas principais regiões produtoras do estado.

Na região de Frederico Westphalen, as mudas implantadas estão recebendo tratos culturais e monitoramento. A ausência de estiagens até o momento tem reduzido perdas e dispensado a necessidade de irrigação. A produção de folhas é considerada satisfatória, com clima favorável para o crescimento das plantas. Entretanto, colheita e industrialização seguem em ritmo lento devido ao período de brotação.

Os preços na região permanecem estáveis: R$ 24,00 por arroba para erva-mate folha destinada ao chimarrão; R$ 20,00 por arroba para folhas destinadas à exportação e tererê; e R$ 1,80 por muda de erva-mate.

Na região de Soledade, o período de brotação é intenso, embora apresente alta incidência de ampola, exigindo manejo cuidadoso. As chuvas têm mantido a umidade no solo, favorecendo o crescimento das plantas. A temperatura e a radiação solar também contribuem para o bom desenvolvimento. Os preços variam de R$ 18,00 a R$ 23,00 por arroba, dependendo da qualidade do produto.

Em Caxias do Sul, cerca de 650 hectares estão cultivados, concentrados principalmente na área de Guaporé. A erva-mate é uma atividade tradicional da agricultura familiar e, na maioria dos casos, a colheita ocorre por meio de parcerias com empresas beneficiadoras. Os sistemas variam entre monocultura, extrativismo e, em menor escala, agroflorestais, que agregam valor ao produto.

Há crescente demanda por produtos artesanais, feitos em menor escala e com manejo diferenciado. A cultura apresenta boas condições fitossanitárias, e os produtores seguem com colheitas, tratos culturais e adubação. Os preços praticados variam entre R$ 15,00 e R$ 18,00 por arroba para a erva convencional, e entre R$ 16,00 e R$ 20,00 por arroba para a erva orgânica.





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Sobe para 14 o número de mortes em desabamento de ponte entre TO e MA



Mais um corpo foi resgatado na manhã de hoje (4) no Rio Tocantins, onde desabou a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira que ligava Aguiarnópolis (TO) a Estreito, no Maranhão. Com a localização da vítima, chegam a 14 as mortes confirmadas e três pessoas ainda permanecem desaparecidas.

Segundo o Comando do 4º Distrito Naval da Marinha, que integra a força-tarefa de busca e resgate no rio Tocantins, o corpo estava nas proximidades dos destroços e foi retirado do local às 10h25.

Segundo o chefe do destacamento de mergulhadores da Marinha, capitão de mar e guerra Albino Santos, os destroços no local do desabamento aumentam o desafio no trabalho de busca e resgate das vítimas, exigindo o emprego de profissionais altamente especializados e o uso de diferentes técnicas.

São realizados diariamente mergulhos para identificar e marcar os pontos de interesse, e mergulhos a ar dependente, com mais autonomia e tempo para exploração nas áreas que ultrapassam 40 metros de profundidade.

“O mergulho a ar dependente conta com uma série de aparatos próprios destinados a essa técnica. Por exemplo, a tradicional máscara é substituída por capacete. Com ele, o mergulhador consegue receber o ar que vem da superfície”, explica.

Queda

A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia, com o reforço de várias frentes como Corpo de Bombeiros, empresas privadas e o emprego de embarcações, helicóptero e viaturas na região.

Até o momento, o trânsito de veículos, por meio de balsas, na região ainda não foi estabelecido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). As empresas responsáveis pela manutenção da BR-226 “estão mobilizadas para atender às exigências da Marinha do Brasil na execução dos acessos e do atracadouro necessários para a operação das balsas”.

Cumprida essa etapa e a liberação da outorga junto a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), as balsas deverão entrar em operação imediatamente sem custos. O serviço garantirá a travessia de carros de passeio, ambulâncias e caminhonetes.



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Medidas de resiliência climática buscam minimizar impactos da seca e do calor recorde em 2024



O ano de 2024 foi marcado por temperaturas recordes no Brasil, tornando-se o mais quente desde 1961, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em São Paulo, o governo estadual investiu mais de R$ 1,6 bilhão em iniciativas para combater a seca e seus efeitos no campo, com medidas que incluem perfuração de poços, despoluição de rios e fortalecimento dos sistemas de irrigação.

Entre as ações, destaca-se o lançamento do Plano Estadual de Irrigação pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O objetivo é ampliar a área irrigada para 15% da área produtiva total do estado, que atualmente representa cerca de 6%. Foram liberados R$ 200 milhões em linhas de crédito para infraestrutura de irrigação, promovendo maior resiliência agrícola.

Perfuração de poços e reforço hídrico

A SP Águas, antiga DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), realizou a perfuração de 127 poços profundos em 116 municípios desde o final de 2023. Com investimento de R$ 134 milhões, os poços aumentaram a vazão em 5,8 milhões de litros de água por hora, ajudando a mitigar o racionamento em áreas críticas.

Adicionalmente, foram iniciadas as obras de 13 novos poços em 11 municípios, além da construção de três piscinões em Franco da Rocha e a retomada de duas barragens na região de Campinas. Estas últimas beneficiarão cerca de 7 milhões de pessoas, com um investimento total de R$ 1,3 bilhão.

Despoluição de rios

O programa Rios Vivos foi responsável por retirar 1,3 milhão de metros cúbicos de sedimentos de 163 cursos d’água em mais de 100 cidades. Com investimentos de R$ 95,5 milhões, a iniciativa melhora a captação de água e reduz riscos de enchentes.

Em Bauru, cerca de 12 mil metros cúbicos de resíduos foram removidos do Rio Batalha em 60 dias, permitindo maior vazão para abastecimento público. Desde 2023, o governo estadual já destinou R$ 740 milhões para ações de desassoreamento, com projeção de superar R$ 1 bilhão até o final das obras.

Defesa Civil e combate a incêndios

A Defesa Civil de São Paulo distribuiu recursos para municípios afetados pela seca, como Barretos e Bauru, que receberam R$ 1 milhão cada para melhorias na gestão hídrica e ações de conscientização. A Operação São Paulo Sem Fogo investiu R$ 169,9 milhões no combate a incêndios em áreas rurais, incluindo equipamentos, monitoramento por satélite e ações preventivas.

Com investimentos robustos e iniciativas diversificadas, São Paulo busca enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, promovendo segurança hídrica e sustentabilidade agrícola.



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Temperaturas ficam acima da média histórica e prejudicam agro brasileiro



A média das temperaturas no Brasil em 2024 ficou 0,79 °C acima da média histórica de 1991/2020, encerrando o período em 25,02 °C. Em 2023, a média anual foi de 24,92 °C, 0,69°C acima da média histórica. Os dados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e publicados no portal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O levantamento destaca que os anos analisados estavam sob influência do fenômeno El Niño, com intensidade de forte a muito forte, assim como em 2023 e nos primeiros meses de 2024. O calor excessivo afetou o agronegócio, impactando culturas como café, milho, soja, entre outras.

Após analisar os desvios das temperaturas médias anuais no Brasil entre 1961 e 2024, o Inmet constatou uma tendência de aumento estatisticamente significativo das temperaturas ao longo dos anos. Esse fenômeno pode estar relacionado a mudanças climáticas globais e alterações ambientais locais.

Aquecimento global

De acordo com a versão provisória do relatório Estado Global do Clima 2024, publicada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em novembro de 2024, a temperatura média da superfície global ficou 1,54 °C acima da média histórica de 1850/1900 até setembro do ano passado.

Com esse valor, o ano de 2024 tende a superar a temperatura média global de 2023, que até então era o ano mais quente já registrado. Por 16 meses consecutivos (de junho de 2023 a setembro de 2024), a temperatura média global provavelmente excedeu qualquer registro anterior, segundo a análise consolidada dos conjuntos de dados da OMM.

O Inmet representa o Brasil na Organização Meteorológica Mundial desde 1950.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de melancia ganha ritmo



Melão também apresenta bons resultados




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar, a colheita de melancia avança no Rio Grande do Sul, com destaque para as regiões de Bagé, Quaraí e Pelotas. As áreas plantadas apresentam bons índices de produtividade, qualidade elevada das frutas e preços competitivos no mercado local e regional.

Em São Gabriel, na região de Bagé, foram implantados 75 hectares, com 30% da colheita já concluída. Cerca de 30% das lavouras ainda estão em fase de frutificação, 30% em floração e 10% em desenvolvimento vegetativo após plantio recente. As frutas colhidas possuem tamanhos grandes, com peso variando entre 17 e 20 kg. As variedades mais cultivadas são Jubilee e as híbridas Conquista e Combat.

O preço na lavoura oscila entre R$ 1,80 e R$ 1,90 por quilo, enquanto no comércio municipal, as unidades são vendidas por valores entre R$ 25 e R$ 30. Aproximadamente 40% da produção é destinada ao consumo local, e os outros 60% são comercializados em municípios vizinhos. Em Quaraí, foram plantados 70 hectares, e 10% das áreas já foram colhidas.

Na região de Soledade, apesar da redução nas chuvas e menor umidade no solo, o desenvolvimento das lavouras segue dentro do esperado e sem prejuízos significativos. Já na região de Pelotas, a cultura apresenta bom desenvolvimento após a realização de tratos culturais. Em Rio Grande, 60% das lavouras estão em frutificação, e a previsão é de que a colheita se intensifique a partir de fevereiro de 2025.

Em Santa Rosa, os produtores de melão que utilizam sistema de mulching com irrigação por gotejamento estão em plena colheita. A produção tem se mostrado satisfatória, com frutas de alta qualidade e comercialização regional. O preço médio praticado é de R$ 7,00 por quilo.





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Ponte construída após enchentes no RS é arrastada por novo temporal


A ponte provisória feita de contêineres e instalada no município de Feliz, no Rio Grande do Sul, foi destruída pelas fortes chuvas que atingiram o Vale do Caí, na virada do ano.

A confirmação foi feita em vídeo postado numa rede social pelo prefeito da cidade, Júnior Freiberger, na manhã de ontem (3). “A cota [do rio] está acima do nível normal. Então, para aqueles que precisam fazer a travessia para o outro lado, isso somente acontecerá por Bom Princípio (município)”, orientou.

A ponte baixa levada pela correnteza do rio Caí representava a única alternativa de passagem de veículos pesados entre duas localidades do município: Picada Cará e o bairro Arroio Feliz. “De fato, hoje, a gente passa a ter um grande problema na nossa mobilidade”, admitiu o prefeito.

Ligação provisória

A ponte de contêineres foi construída provisoriamente após as enchentes de maio de 2024 que atingiram o Rio Grande do Sul e deixaram 183 mortos e 27 desaparecidos. À época, as fortes chuvas destruíram a obra da nova ponte, iniciada na rodovia estadual VRS 843, ao lado da centenária Ponte de Ferro.

PONTE CONTEINERPONTE CONTEINER
Imagem da ponte de contêineres construída provisoriamente após as enchentes

Os recursos financeiros para erguer a estrutura provisória, inaugurada em outubro passado, vieram da comunidade e de empresários locais e foram arrecadados na campanha #ReConstruindoConexões.

Em entrevista a uma emissora de rádio, o prefeito de Feliz afirmou que, diante da ponte totalmente danificada, ele analisará a proporção dos danos e irá avaliar se construirá outra instalação temporária sobre as águas ou se o município irá esperar pela obra de uma ponte estadual.

Após conversar com o secretário estadual de Logística e Transportes do Rio Grande do Sul, Juvir Costella, na quinta-feira, o prefeito de Feliz afirmou que a previsão é de que as obras de fundação da futura ponte de asfalto do estado sejam iniciadas em fevereiro.



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Eldorado Brasil abre inscrições para programa de estágio Super Talentos 2025



A Eldorado Brasil Celulose está com inscrições abertas para o programa de estágio Super Talentos 2025. Voltado a jovens de todo o país, o programa oferece vagas nas localidades de São Paulo, Santos, Andradina (SP) e Três Lagoas (MS).

As inscrições podem ser realizadas até a próxima segunda-feira (6), pelo site oficial da Eldorado Brasil: supertalentoseldorado.gupy.io.

Detalhes do programa da Eldorado

O Super Talentos tem duração de 12 meses e busca estudantes de cursos como Engenharias, Administração, Tecnologia da Informação, Ciências Contábeis, Economia, entre outros. Podem se inscrever estudantes no penúltimo ou último ano de graduação ou tecnólogo, com conclusão prevista para 2026 ou 2027.

O programa inclui:

  • Mentoria individual para desenvolvimento profissional;
  • Trilha de aprendizagem estruturada;
  • Experiências práticas na rotina da empresa;
  • Oportunidades de crescimento e possibilidade de efetivação.

Benefícios oferecidos

Os selecionados terão direito a benefícios como bolsa-auxílio, assistência médica, vale-refeição ou alimentação, auxílio-transporte e acesso a programas de bem-estar e qualidade de vida.

A Eldorado Brasil Celulose emprega mais de 5 mil colaboradores e produz a média de 1,8 milhão de toneladas de celulose anualmente. Em Santos (SP), opera a EBLog, terminal portuário que exporta o produto para mais de 40 países.



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Greve em portos nos EUA pode afetar comércio de grãos



Analistas alertam que uma possível retomada da greve pelos trabalhadores da International Longshoremen’s Association (ILA) em portos nos Estados Unidos, a partir de 15 de janeiro, pode ter um impacto maior nas indústrias norte-americanas, incluindo os grãos. Em outubro, uma greve de 3 dias – após impasses sobre a extensão dos contratos – paralisou portos da Costa Leste e da Costa do Golfo, incluindo o Porto de Nova York e New Jersey e o Porto de Savannah, na Geórgia.

A primeira greve afetou apenas os embarques de contêineres – nos EUA grande parte dos grãos é transportada a granel. Mas, se a possível greve durar mais de alguns dias, os atrasos também podem afetar o comércio de grãos, destacaram analistas.

Trabalhadores portuários do país e seus empregadores concordaram em retomar as negociações formais em 7 de janeiro, de acordo com fontes familiarizadas com as negociações.

A liderança sindical ameaça realizar uma nova paralisação a partir de 15 de janeiro, quando expira o contrato atual. No ano passado, a greve terminou depois que os empregadores, sob pressão da administração Joe Biden, concordaram com um aumento salarial provisório de 62% ao longo de seis anos. As duas partes concordaram em estender o contrato por três meses enquanto negociavam outras questões, como o uso de automação nos portos.

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, expressou apoio à ILA, o que pode encorajar os trabalhadores. As negociações fracassaram em novembro, quando os líderes sindicais se irritaram com os planos dos empregadores de expandir o uso de máquinas semiautomáticas nos portos. Trump, em dezembro, disse que a automação ameaça empregos e que as empresas de transporte marítimo com sede no exterior, que controlam o grupo de empregadores, deveriam investir em salários em vez de máquinas. Fonte: Dow Jones Newswires



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