sexta-feira, julho 10, 2026

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Dólar encerra semana em leve alta



O desempenho da moeda foi influenciado pela baixa liquidez no mercado




Foto: Pixabay

O dólar comercial fechou esta sexta-feira (3) com leve alta de 0,29%, cotado a R$ 6,183 na venda, após oscilar entre ganhos e perdas ao longo da sessão. O desempenho da moeda foi influenciado pela baixa liquidez no mercado, que intensificou a volatilidade, e pela escassez de dados relevantes no cenário econômico do dia, conforme dados do InfoMoney.

Segundo as informações, na semana, a moeda norte-americana acumulou uma perda marginal de quase 0,2%, refletindo movimentos de correção e ajustes por parte dos investidores. Na B3, o contrato futuro do dólar com vencimento mais próximo subiu 0,31%, cotado a R$ 6,208 por volta das 17h03.

Dólar comercial

Compra: R$ 6,183

Venda: R$ 6,183

Dólar turismo

Compra: R$ 6,263

Venda: R$ 6,443





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cultivo de arroz e dendê avança com chuvas controlada



Nas Filipinas, as precipitações seguiram intensas nas áreas orientais




Foto: Pixabay

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última terça-feira (31), o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, destacando a volta de chuvas em níveis mais próximos da média sazonal em diversas regiões da Ásia, após um período de precipitações intensas.

Na Malásia e na Indonésia, as chuvas variaram entre 25 e 100 mm, contribuindo para a manutenção da umidade do solo, essencial para o cultivo de dendê (óleo de palma), sem prejudicar o avanço normal das colheitas. Em Java, na Indonésia, os volumes de chuva foram superiores a 100 mm em grande parte das localidades, favorecendo o cultivo de arroz.

Já nas Filipinas, as precipitações seguiram intensas nas áreas orientais, com acumulados superiores a 200 mm, resultando em enchentes em campos agrícolas e níveis excessivamente altos de água em arrozais. Segundo o boletim, muitas dessas regiões estão enfrentando o quarto dezembro mais chuvoso dos últimos 30 anos, com impactos significativos para a agricultura local.





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Cenário global da soja aponta trajetória baixa para 2025



Ao analisar o cenário global da soja para 2025, as tendências de preços, tanto no mercado futuro quanto no físico no Brasil, indicam uma trajetória predominantemente negativa. A projeção é do analista e consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira.

A safra americana se consolida como a segunda maior da história, com cerca de 121,7 milhões de toneladas de soja, o que resulta em estoques finais 37,4% superiores ao ano anterior, totalizando aproximadamente 12,79 milhões de toneladas. Apesar do aumento nas exportações e no esmagamento, os estoques permanecem em um nível confortável, conforme observa o analista.

Na América do Sul, o panorama também sugere uma produção expressiva, favorecida por condições climáticas neutras até o momento, especialmente no Brasil. Apesar de atrasos iniciais no plantio, o ritmo avançou significativamente, superando não apenas os atrasos em termos percentuais, mas atingindo níveis acima da média das últimas cinco safras”, relata o consultor. As condições atuais das lavouras brasileiras são bastante promissoras, com expectativa de altas produtividades em todo o país. “No entanto, será necessário aguardar o desempenho real durante a colheita, prevista para meados de fevereiro”, adverte.

Na Argentina, o terceiro maior produtor de soja do mundo, as expectativas também são otimistas, com projeções de uma safra robusta de cerca de 55 milhões de toneladas, beneficiada por boas condições nas áreas de maior produtividade.

No cenário global, diversos fatores podem impactar o mercado. Apesar da ampla oferta projetada, que tende a pressionar os preços, eventos pontuais podem gerar volatilidade. “Entre eles, destacam-se as eleições americanas e o retorno de Donald Trump à presidência, que pode alterar a dinâmica comercial com a China, especialmente a partir do segundo semestre de 2025”, ressalta Silveira. Os chineses vêm adquirindo volumes significativos de soja dos EUA, antecipando possíveis restrições comerciais que poderiam surgir com a nova administração.

No primeiro semestre, é provável que a China já tenha garantido estoques suficientes para mitigar impactos imediatos de eventuais tensões. No entanto, no segundo semestre, a demanda chinesa deve se intensificar, favorecendo as exportações brasileiras devido à relação bilateral favorável entre os dois países. “Isto pode gerar oportunidades, mas também desafios em termos de preços”, comenta o analista.

Para o consultor, o contexto macroeconômico permanece desafiador, especialmente no primeiro semestre, com pressão logística e a possibilidade de um dólar elevado, o que pode impactar negativamente os prêmios de exportação devido à grande oferta no mercado. “Na CBOT, existe o risco de os produtores americanos reduzirem a área de plantio de soja na safra 2025/26, dado o cenário de queda acentuada nos preços”, acredita. Este fator, combinado com o mercado climático nos EUA, pode oferecer algum suporte aos preços futuros.

Se houver uma demanda forte pelo grão brasileiro por parte da China, os preços podem se tornar mais favoráveis ao produtor brasileiro. “Contudo, é importante ressaltar que o cenário geral é marcado por uma oferta elevada, com exportações possivelmente recordes, maior esmagamento e estoques confortáveis”, enumera Silveira. Assim, ganhos mais significativos de preço podem ocorrer apenas no final do terceiro trimestre ou início do quarto trimestre do ano.



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agropecuária recebe reforço de R$ 230,9 milhões do FCO Rural



Objetivo é impulsionar a agropecuária goiana




Foto: Pixabay

Segundo o informado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) do Governo de Goiás, a agropecuária do estado será contemplada com R$ 230,9 milhões provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), conforme aprovado pela Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Goiás (CD/CDE) durante a 411ª Reunião Ordinária. O montante foi distribuído em 76 cartas-consulta aprovadas na última reunião do ano, realizada em dezembro.

Do total de recursos, mais de 70% serão destinados a produtores de pequeno porte, que receberão cerca de R$ 162 milhões. As propriedades de pequeno-médio porte ficarão com R$ 43,1 milhões (18,7%), enquanto as de médio porte serão beneficiadas com R$ 25 milhões (10,8%). A previsão é de que o investimento resulte na geração de 530 empregos diretos.

Instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 7.827, de 27 de setembro de 1989, o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento econômico e social nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. Os recursos, disponíveis por meio das modalidades FCO Empresarial e FCO Rural, podem ser acessados por produtores rurais, empresas, pessoas físicas, jurídicas e cooperativas de produção.





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Animais silvestres recebem alimentos ‘fora do padrão’ no Paraná


Três vezes por semana, um caminhão do Criadouro Conservacionista Onça Pintada, em Campina Grande do Sul, ai buscar frutas, legumes e verduras doadas pela Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa-PR), em Curitiba.

Por meio de uma parceria com o Instituto Água e Terra (IAT) e a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), alimentos fora do padrão de comercialização são reaproveitados para alimentar 4 mil animais de 206 espécies resgatadas.

Desde o início do programa em setembro de 2023, 29 toneladas mensais de alimentos são destinadas ao criadouro, reduzindo os custos de alimentação e contribuindo para a conservação de espécies.

Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest

Redução do desperdício e apoio à fauna

O programa Banco de Alimentos Comida Boa, criado em 2020, busca zerar o desperdício de alimentos não comercializados nas Ceasas do estado. Atualmente, 440 toneladas mensais de hortaliças são distribuídas para instituições assistenciais e, mais recentemente, para o cuidado de animais silvestres.

No Criadouro Onça Pintada, 60% da alimentação dos animais é proveniente das doações. “Tudo é aproveitado, inclusive os alimentos mais danificados, que são consumidos por espécies como porcos selvagens e catetos”, conta Carlos Eduardo Conte, biólogo do criadouro.

Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest

Expansão para novas instituições

O programa deve ser ampliado para outras entidades vinculadas ao IAT, como os Centros de Apoio à Fauna Silvestre (Cafs) e o Centro de Triagem e Atendimento de Animais Silvestres (Cetas).

Além disso, a Ceasa-PR pretende levar a iniciativa para suas unidades em Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu e Cascavel, aumentando o impacto positivo.

“Com a consolidação deste projeto em Curitiba, queremos replicar a experiência nas outras unidades do estado, diminuindo ainda mais o desperdício de alimentos”, afirmou Eder Bublitz, diretor-presidente da Ceasa-PR.

Impacto social e reconhecimento internacional

O Banco de Alimentos também distribui alimentos para mais de 330 instituições que atendem idosos, hospitais, abrigos e famílias em situação de vulnerabilidade. A iniciativa foi apresentada na ONU como exemplo de programa governamental e recebeu o Stevie Awards em 2024, um dos maiores prêmios internacionais de contribuições sociais.

O projeto também promove a ressocialização de pessoas privadas de liberdade, que trabalham no processamento dos alimentos e participam de capacitações. Em 2025, o programa contará com uma nova cozinha industrial para ampliar ainda mais o alcance das ações.



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Mulher é condenada a indenizar vizinho após fogos de artifício provocarem morte de dois cavalos



Uma mulher foi condenada a indenizar um vizinho após o uso de fogos de artifício, que provocou a morte de dois cavalos. A decisão foi proferida pela 29ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que manteve o entendimento da 2ª Vara de Itápolis, no interior do estado, onde o juiz Bertholdo Hettwer Lawall havia proferido sentença.

Os desembargadores fixaram as reparações em R$ 8 mil por danos morais e R$ 40 mil por danos materiais. O caso ocorreu durante a passagem de ano de 2021.

De acordo com o processo, a mulher havia alugado uma chácara e utilizado fogos de artifício na festa de Ano Novo. O intenso ruído gerado pelos artefatos agitou os cavalos, resultando na tragédia. Um dos animais foi encontrado morto no pasto com ferimentos graves no crânio e na cervical. O outro teve de ser sacrificado devido à gravidade das lesões.

Após a condenação em primeira instância, a ré recorreu ao Tribunal (Apelação nº 1001780-77.2021.8.26.0274). O relator do caso, desembargador Mário Daccache, destacou que, embora o uso de fogos de artifício não fosse ilegal à época, os riscos que eles representam à saúde e bem-estar dos animais são amplamente conhecidos.

“Assim, sendo amplamente divulgado, na mídia, a alta sensibilidade dos animais em relação a fogos de artifício, e o consenso coletivo de que, em áreas rurais, não são disparados esses tipos de artefato, isso é, sem dúvida, fonte de obrigação, e a corré não pode fugir desta”, afirmou Daccache.

Os desembargadores Neto Barbosa Ferreira e Silvia Rocha também participaram do julgamento, acompanhando o voto do relator.



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Produção de carne de frango deve crescer em 2025, mas terá que enfrentar desafios



A avicultura nacional apresenta boas perspectivas de crescimento em 2025, mas deve lidar com desafios significativos, especialmente relacionados à biossegurança animal e a conflitos em importantes mercados de destino da carne brasileira.

Estudos realizados por pesquisadores do Cepea indicam que a produção de carne de frango pode atingir 14,2 milhões de toneladas em 2025, representando um aumento de 2,9% em relação ao ano anterior.

Do lado da demanda, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta que o consumo per capita de carne de frango no Brasil alcance 46,6 kg em 2025, um crescimento de 1,9% em comparação a 2024.

Apesar do cenário promissor, as perspectivas do setor avícola dependem diretamente da ausência de casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1 ou IAAP) em granjas comerciais. O Brasil, até o momento, permanece livre da doença, conforme as diretrizes da Organização Mundial para Saúde Animal (OMSA). Esse status tem beneficiado o país, já que surtos da doença em outros grandes produtores têm deslocado a demanda global para o mercado brasileiro.

Outro ponto de atenção para o setor é a continuidade dos conflitos no Oriente Médio, que completaram um ano em outubro de 2024. O Brasil é o maior fornecedor global de carne de frango Halal, atendendo países como os Emirados Árabes Unidos, que ocupam a segunda posição entre os principais destinos da carne brasileira. Em 2024, até novembro, foram exportadas 425 mil toneladas de carne ao país árabe.

Mesmo diante dos desafios, o setor avícola brasileiro mantém projeções positivas para 2025, com foco na ampliação da produção e no fortalecimento da biossegurança para garantir sua competitividade no mercado global.



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Conflito por terra resulta em quatro baleados no interior do Paraná


Uma disputa por terras entre Guaíra e Terra Roxa, no oeste do Paraná, deixou quatro indígenas Avá-Guarani feridos na noite de ontem (3). A Polícia Federal (PF) está investigando a autoria do ataque.

Em nota, a PF informou que forças de segurança federais, estaduais e municipais estiveram no local na noite de sexta-feira para evitar novos episódios de violência. Além disso, uma perícia foi realizada na área na manhã deste sábado (4).

De acordo com a RPC, afiliada da Globo no Paraná, as vítimas, com idades de 7, 14, 25 e 28 anos, foram baleadas e levadas a hospitais da região. Ainda não há informações sobre o estado de saúde delas.

INDÍGENA FERIDO
Vítima é socorrida após ser baleada no interior do Paraná

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, também em nota, afirmou que a Força Nacional foi informada do ataque por volta das 21h de ontem e que equipes foram mobilizadas para reforçar o patrulhamento na área.



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Produção de erva-mate segue em crescimento


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (2), a produção de erva-mate apresenta cenário positivo no Rio Grande do Sul. Com clima favorável e boas condições fitossanitárias, a cultura segue em desenvolvimento nas principais regiões produtoras do estado.

Na região de Frederico Westphalen, as mudas implantadas estão recebendo tratos culturais e monitoramento. A ausência de estiagens até o momento tem reduzido perdas e dispensado a necessidade de irrigação. A produção de folhas é considerada satisfatória, com clima favorável para o crescimento das plantas. Entretanto, colheita e industrialização seguem em ritmo lento devido ao período de brotação.

Os preços na região permanecem estáveis: R$ 24,00 por arroba para erva-mate folha destinada ao chimarrão; R$ 20,00 por arroba para folhas destinadas à exportação e tererê; e R$ 1,80 por muda de erva-mate.

Na região de Soledade, o período de brotação é intenso, embora apresente alta incidência de ampola, exigindo manejo cuidadoso. As chuvas têm mantido a umidade no solo, favorecendo o crescimento das plantas. A temperatura e a radiação solar também contribuem para o bom desenvolvimento. Os preços variam de R$ 18,00 a R$ 23,00 por arroba, dependendo da qualidade do produto.

Em Caxias do Sul, cerca de 650 hectares estão cultivados, concentrados principalmente na área de Guaporé. A erva-mate é uma atividade tradicional da agricultura familiar e, na maioria dos casos, a colheita ocorre por meio de parcerias com empresas beneficiadoras. Os sistemas variam entre monocultura, extrativismo e, em menor escala, agroflorestais, que agregam valor ao produto.

Há crescente demanda por produtos artesanais, feitos em menor escala e com manejo diferenciado. A cultura apresenta boas condições fitossanitárias, e os produtores seguem com colheitas, tratos culturais e adubação. Os preços praticados variam entre R$ 15,00 e R$ 18,00 por arroba para a erva convencional, e entre R$ 16,00 e R$ 20,00 por arroba para a erva orgânica.





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Sobe para 14 o número de mortes em desabamento de ponte entre TO e MA



Mais um corpo foi resgatado na manhã de hoje (4) no Rio Tocantins, onde desabou a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira que ligava Aguiarnópolis (TO) a Estreito, no Maranhão. Com a localização da vítima, chegam a 14 as mortes confirmadas e três pessoas ainda permanecem desaparecidas.

Segundo o Comando do 4º Distrito Naval da Marinha, que integra a força-tarefa de busca e resgate no rio Tocantins, o corpo estava nas proximidades dos destroços e foi retirado do local às 10h25.

Segundo o chefe do destacamento de mergulhadores da Marinha, capitão de mar e guerra Albino Santos, os destroços no local do desabamento aumentam o desafio no trabalho de busca e resgate das vítimas, exigindo o emprego de profissionais altamente especializados e o uso de diferentes técnicas.

São realizados diariamente mergulhos para identificar e marcar os pontos de interesse, e mergulhos a ar dependente, com mais autonomia e tempo para exploração nas áreas que ultrapassam 40 metros de profundidade.

“O mergulho a ar dependente conta com uma série de aparatos próprios destinados a essa técnica. Por exemplo, a tradicional máscara é substituída por capacete. Com ele, o mergulhador consegue receber o ar que vem da superfície”, explica.

Queda

A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia, com o reforço de várias frentes como Corpo de Bombeiros, empresas privadas e o emprego de embarcações, helicóptero e viaturas na região.

Até o momento, o trânsito de veículos, por meio de balsas, na região ainda não foi estabelecido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). As empresas responsáveis pela manutenção da BR-226 “estão mobilizadas para atender às exigências da Marinha do Brasil na execução dos acessos e do atracadouro necessários para a operação das balsas”.

Cumprida essa etapa e a liberação da outorga junto a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), as balsas deverão entrar em operação imediatamente sem custos. O serviço garantirá a travessia de carros de passeio, ambulâncias e caminhonetes.



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