sexta-feira, julho 10, 2026

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Produtores de amendoim podem perder R$ 300 milhões ao ano, alerta setor


O estado de São Paulo é responsável por 93% da produção nacional de amendoim. Contudo, esse protagonismo pode estar em jogo, alertam a Associação dos Produtores, Beneficiadores, Exportadores e Industrializadores de Amendoim do Brasil (Abex-BR) e a Câmara Setorial do Amendoim.

Isso porque o governo do estado apresentou o Ofício nº 24/2024 em 17 de dezembro de 2024 que visa a revogação do Artigo 351-A do RICMS e deve ser votado no início de fevereiro de 2025 pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com previsão de entrada em vigor imediatamente.

Na prática, o Artigo 351-A, aprovado pelo Decreto nº 45.490/2000, estabeleceu o adiamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas saídas internas de amendoim, prática que, conforme o setor, reduziu custos imediatos e fomentou a competitividade da cadeia produtiva.

Para a Abex-BR e a Câmara Setorial da planta, revogar esse dispositivo comprometerá a competitividade e sustentabilidade do setor, afetando diretamente produtores, beneficiadores e cooperativas.

Impactos econômicos ao setor do amendoim

As entidades do setor afirmam que a aprovação do Ofício nº 24/2024 trará sérias consequências:

  • R$ 300 milhões ao ano deixarão de circular no setor produtivo e serão retidos via tributos
  • Aumento de 10,8% no ICMS, que afetará diretamente o preço do amendoim e de toda a cadeia produtiva
  • Desequilíbrio na concorrência com produtos similares, como castanhas e nozes, no mercado nacional e internacional.

“O setor de amendoim paulista já enfrenta altos custos de produção, como o valor elevado do arrendamento de terras. A revogação do benefício tributário pode acelerar a migração de produtores e indústrias para outros estados, enfraquecendo a hegemonia de São Paulo, responsável por grande parte do mercado nacional e internacional”, diz a nota das entidades.

Tamanho da produção paulista

AmendoimAmendoim
Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Desde 2011, quando o Artigo 351-A foi incluído no RICMS, a produção de amendoim no estado cresceu 342,5%, a área plantada aumentou 258,7%, e a produtividade registrou um avanço de 132,38%, advoga a Abex-BR.

Assim, a entidade e a Câmara Setorial do Amendoim “pedem a retirada da proposta de revogação do Artigo 351-A e a abertura de diálogo entre o Governo, representantes do setor e demais partes interessadas”, diz a nota.



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ano mais quente no Brasil desde 1961


O Brasil enfrentou temperaturas acima da média histórica em 2024, consolidando uma tendência de aquecimento no país. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a média anual foi de 25,02°C, superando em 0,79°C a média histórica de 1991 a 2020, que é de 24,23°C. Em 2023, o país já havia registrado 24,92°C, 0,69°C acima do esperado.

Segundo o inforamdo pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), especialistas destacam que os anos analisados estiveram sob influência do fenômeno El Niño, com intensidade classificada de forte a muito forte, impactando diretamente os padrões climáticos. Esse fenômeno contribuiu para o aumento das temperaturas em 2023 e nos primeiros meses de 2024.

Figura 1: Ranking dos anos mais quentes da história do Brasil entre 1961 e 2024.

Estudos do Inmet apontam ainda uma tendência de alta nas temperaturas médias anuais no Brasil desde 1961, indicando um aquecimento estatisticamente significativo. Esse aumento está associado às mudanças climáticas globais e a alterações ambientais locais.

Figura 2: Anomalia (diferença entre a temperatura observada e a média histórica de 1991 – 2020) de Temperatura Média do Ar (TMA) no Brasil por ano.

Segundo o relatório provisório do Estado Global do Clima 2024, divulgado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 11 de novembro de 2024, a temperatura média global da superfície terrestre ficou 1,54°C acima da média histórica de 1850-1900, até setembro do ano passado.

Com base nesses dados, 2024 tende a superar 2023 como o ano mais quente já registrado. Entre junho de 2023 e setembro de 2024, a temperatura média global permaneceu consistentemente acima dos recordes anteriores, apontam análises da OMM.





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Morre nos Estados Unidos a égua mais velha do mundo


Reconhecida como a égua mais velha do mundo pelo Livro dos Recordes, o Guiness Book, a árabe cor de chocolate Echoquette morreu nos Estados Unidos em 16 dezembro de 2024 devido a uma insuficiência hepática aguda causada por um novo medicamento.

Nascida no calor do sudoeste dos Estados Unidos, mudou ainda potra para as montanhas nevadas da Suíça onde ficou por cinco anos, mas depois retornou para solo norte-americano, indo para o estado do Texas com os seus novos donos, a família Haus.

Nascida em 8 de maio de 1988, ela tinha 36 anos e 222 dias quando faleceu. “Vimos Echoquette pela primeira vez em abril de 1993, parada com o olhar curioso em seu estábulo na Suíça. Naquele momento, descobrimos o cavalo que mudaria nossas vidas para sempre”, disse seu orgulhoso dono, Andrew Haus.

“Ela olhou para nós com a cabeça inclinada, quase como um cachorro curioso, um gesto cativante e incomum que imediatamente chamou a nossa atenção.”

Andrew conta que ela se tornou o primeiro cavalo adquirido pela família. “Ela marcou o início de um vínculo para toda a vida que não poderíamos imaginar que duraria mais de três décadas extraordinárias”, disse.

Echoquette era filha de Tender Love e do campeão nacional Aladdinn Echo. Ela recebeu o nome do pai, mas sua natureza “coquette” (termo que vem do francês e significa “mulher galante ou sedutora”) permaneceu como uma de suas características definidoras ao longo da vida, conforme os donos.

Mesmo mais velha, uma égua sedutora

égua Echoquetteégua Echoquette
À esquerda, Echoquette potra e, depois, mais velha. Foto: Divulgação/ Guinness World Records

“Apesar da idade avançada, Echoquette nunca perdeu seu espírito coquette, especialmente quando um garanhão estava por perto”, disse o dono.

Segundo ele, quando a égua sentia o cheiro do macho, seu ritmo habitual se transformava em uma marcha ansiosa até a cerca perto da estrada. “Lá, ela fez uma pequena dança, farejando o ar com os olhos arregalados e as orelhas apontadas para o garanhão.”

Andrew conta que Echoquette adorava se aquecer no sol, descansando e pastando na grama e descansando sob as árvores frondosas perto de seu estábulo.

Echoquette também tinha um apetite constante e levava a sério sua rotina diária de alimentação. A família Haus contou que, independentemente do horário das refeições, ela era conhecida por ter um talento especial para conseguir lanches, geralmente um punhado de suas rações ou maçãs, bananas e uvas.

“Sempre que ela avistava alguém perto do estábulo, marchava até lá e relinchava de forma persistente até que seu pedido fosse atendido”, disse Andrew.

Durante o dia, o dono conta que ela adorava passear com a família pelos portões do pasto para explorar riachos e lagoas próximas. “Ela também adorava mastigar flores silvestres e, como muitos de nós, os girassóis eram seus favoritos”.

Morte inesperada após novo medicamento

A família Hauss conta que a égua faleceu inesperadamente após começar a tomar um novo medicamento. “Se um teste tivesse sido feito, provavelmente teríamos detectado esse problema no fígado a tempo e poderíamos ter interrompido ou reduzido a medicação, evitando sua morte”, disse Andrew.

De acordo com ele, os veterinários a descreveram como um dos cavalos mais gentis que já trataram por conta da forma como ela cooperava com os tratamentos. “Ela tomava injeções nas articulações sem sedação, aparentemente entendendo que eles eram feitos para ajudá-la, uma característica especialmente notável, considerando que outros cavalos podem permanecer pouco cooperativos mesmo com sedação”, disse Andrew.

Agora, a família documenta no X (antigo Twitter) a história feliz que teve ao lado da égua e buscam aumentar a conscientização sobre boas práticas de saúde equina.



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Exportações de carne bovina podem crescer em 2025



Ano deve ser de novas expansões, mas em ritmo menor




Foto: Pixabay

Segundo a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o setor pecuário brasileiro deve manter os investimentos e a produção em 2025, embora com ritmo de crescimento inferior ao registrado em 2024. As projeções econômicas apontam para um cenário de menor demanda e desafios no mercado externo, mesmo com a possibilidade de abertura de novos destinos para exportação.

Estudos indicam que a oferta de animais para abate e a produção de carne devem apresentar crescimento mais contido. A economia brasileira pode enfrentar um cenário de menor poder de compra, levando os consumidores a optar por carnes mais baratas. Além disso, a valorização do dólar no final de 2024 deve impactar os custos de produção no início de 2025, pressionando ainda mais o setor.

No comércio exterior, a expectativa é de continuidade no volume exportado, mas com taxas de crescimento mais modestas. A China segue como o principal comprador da carne brasileira, com os Estados Unidos, Emirados Árabes e Chile também figurando como mercados importantes. As compras norte-americanas devem permanecer em alta, impulsionadas pela lenta recuperação do rebanho local.

Para os mercados do Oriente Médio, as perspectivas são otimistas, com possíveis aumentos nas exportações, enquanto o Chile também deve expandir suas compras. No entanto, o impacto do câmbio pode afetar a competitividade brasileira.

Apesar das projeções mais conservadoras, a produção deve seguir firme. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que, até setembro de 2024, o número de animais abatidos cresceu 19%, evidenciando o dinamismo do setor. A expectativa é de que esse ritmo desacelere em 2025, mas continue positivo, conforme dados do Cepea.





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Frente fria avança sobre a costa do Sudeste e reforça a chuva no domingo



O domingo segue com o tempo instável e favorável à formação de nuvens carregadas em boa parte do estado de São Paulo. Ainda pela manhã, haverá condições favoráveis à ocorrência de pancadas isoladas em alguns pontos do interior paulista. No decorrer do dia, a chuva mais forte deve cair sobre áreas do Vale do Paraíba, com potencial para raios e rajadas de vento. Na capital paulista, os termômetros podem chegar aos 28ºC de máxima à tarde. Confira a previsão do tempo para o restante do Brasil.

Região Sul

A maior parte do RS continua ensolarada e com tempo mais firme neste domingo. O sol aparece de manhã e esquenta no oeste e noroeste do PR; essas regiões ficam sem previsão de chuva, enquanto a infiltração marítima, somada ao aquecimento, estimula nuvens de chuva sobre o leste e litoral do PR, além do centro-leste e norte do PR, com potencial para chuva moderada a forte.

Região Sudeste

Tempo carregado e chuvoso no ES, em áreas do centro-norte e oeste de Minas, com alto risco para temporais, devido à atuação de uma nova ZCAS. No norte do estado de SP, predomínio de muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora do dia. No centro-sul do RJ e nas demais áreas do estado de SP, o domingo será marcado por algumas aberturas de sol, aumento na quantidade de nuvens e pancadas moderadas a fortes, com risco de raios.

Região Centro-Oeste

A chuva diminui no sul de MS, mas continua ocorrendo em forma de pancadas sobre o centro-norte do estado e nas demais áreas do Centro-Oeste. Alerta ainda para temporais em GO, no DF e no estado de MT. O tempo permanece abafado ao longo do dia.

Nordeste

A chuva continua em grande parte do oeste, sudoeste e sul da BA. Há previsão de pancadas fortes entre MA, PI e CE. A nebulosidade fica variável em áreas do RN e no interior da PB, com previsão de pancadas de verão. A chuva pode ocorrer com moderada intensidade, mas o ar continuará abafado na costa leste nordestina.

Norte

Tempo instável em toda a Região. Uma nova frente fria estaciona na altura do litoral do Sudeste, organizando mais uma ZCAS. O fluxo de ar quente e úmido estimulará nuvens de chuva em todos os estados, e o risco de temporais aumentará. Pancadas fortes em Manaus, Belém e Macapá. O tempo continuará instável em Palmas e Boa Vista.



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cotação do algodão fecha em queda na 1ª semana de 2025



Os preços médios à vista recuaram 13 pontos em relação à semana anterior




Foto: Pexels

As cotações do algodão encerraram a primeira semana de 2025 em queda no Estados Unidos, refletindo um mercado mais retraído. De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados pelo Programa de Algodão e Tabaco do Serviço de Comercialização Agrícola (Agricultural Marketing Service’s Cotton and Tobacco Program), os preços médios à vista recuaram 13 pontos em relação à semana anterior.

De acordo com o USDA, o preço médio para a qualidade base do algodão (cor 41, folha 4, comprimento 34, micrômetro 35-36 e 43-49, resistência 27,0-28,9 e uniformidade 81,0-81,9) nos sete mercados designados ficou em US¢ 64,44 por libra-peso na semana encerrada em 2 de janeiro de 2025. Esse valor foi inferior ao da semana anterior, que registrou US¢ 64,57 centavos, e bem abaixo dos US¢ 76,55 registrados no mesmo período do ano passado.

As cotações diárias variaram entre US¢ 64,75 na sexta-feira (27) e US¢ 64,26 na terça-feira (31). No período, as transações no mercado à vista totalizaram 36.762 fardos, superando os 31.664 negociados na semana anterior. No entanto, o volume ainda ficou abaixo dos 49.780 fardos registrados no mesmo período do ano passado. No acumulado da safra, as transações totalizaram 363.672 fardos, também inferiores aos 467.488 contabilizados na mesma semana da temporada passada.

O contrato de março na Bolsa Intercontinental de Commodities (ICE) encerrou a semana cotado a US¢ 68,57 por libra-peso, apresentando leve queda em comparação aos US¢ 68,75 da semana anterior.





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Colheita de milho para silagem avança com qualidade elevada



A colheita de milho para silagem segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul




Foto: Nadia Borges

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (2), a colheita de milho para silagem segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com 14% da área plantada já colhida e 17% das lavouras próximas ao ponto ideal de corte. O estágio de grão farináceo-duro e colmos verdes proporciona o teor de matéria seca entre 30% e 35%, condição ideal para garantir o equilíbrio nutricional e a qualidade da silagem armazenada. A safra apresenta resultados satisfatórios até o momento.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, para a safra 2024/2025, o Estado projeta o cultivo de 357.311 hectares, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha. A expectativa é positiva, especialmente nas áreas onde o plantio foi escalonado para minimizar os riscos climáticos.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, o plantio está próximo da conclusão. Em Aceguá, 80% da área prevista já foi implantada, mas o processo foi temporariamente interrompido em 29 de dezembro devido à falta de umidade no solo. A maior parte das lavouras foi semeada entre novembro e início de dezembro, e a expectativa é de que os trabalhos sejam finalizados até o final de janeiro.

Na Fronteira Oeste, nos municípios de Manoel Viana e Alegrete, a colheita já está em andamento, apresentando rendimentos elevados e silagem de alta qualidade, o que comprova o potencial produtivo da safra. Em outras regiões, como Ijuí e Santa Maria, as lavouras estão sendo colhidas para armazenamento como forragem conservada. Os volumes de massa verde obtidos têm atendido às expectativas dos produtores, destacando a eficiência no manejo e a qualidade do material colhido.





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Wall Street salta com impulso de tecnologia e políticas de Trump em foco


Logotipo Reuters

Por Stephen Culp

NOVA YORK (Reuters) – As ações dos Estados Unidos se recuperaram nesta sexta-feira, com investidores se aproximando do final de uma semana encurtada pelo feriado do Ano Novo, que trouxe consigo expectativas de cortes adicionais nos juros pelo Federal Reserve e políticas que favorecem negócios do novo governo de Donald Trump.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 1,26%, para 5.942,39 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 1,75%, para 19.621,68 pontos. O Dow Jones subiu 0,80%, para 42.732,19 pontos.

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Dólar encerra semana em leve alta



O desempenho da moeda foi influenciado pela baixa liquidez no mercado




Foto: Pixabay

O dólar comercial fechou esta sexta-feira (3) com leve alta de 0,29%, cotado a R$ 6,183 na venda, após oscilar entre ganhos e perdas ao longo da sessão. O desempenho da moeda foi influenciado pela baixa liquidez no mercado, que intensificou a volatilidade, e pela escassez de dados relevantes no cenário econômico do dia, conforme dados do InfoMoney.

Segundo as informações, na semana, a moeda norte-americana acumulou uma perda marginal de quase 0,2%, refletindo movimentos de correção e ajustes por parte dos investidores. Na B3, o contrato futuro do dólar com vencimento mais próximo subiu 0,31%, cotado a R$ 6,208 por volta das 17h03.

Dólar comercial

Compra: R$ 6,183

Venda: R$ 6,183

Dólar turismo

Compra: R$ 6,263

Venda: R$ 6,443





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cultivo de arroz e dendê avança com chuvas controlada



Nas Filipinas, as precipitações seguiram intensas nas áreas orientais




Foto: Pixabay

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, na última terça-feira (31), o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, destacando a volta de chuvas em níveis mais próximos da média sazonal em diversas regiões da Ásia, após um período de precipitações intensas.

Na Malásia e na Indonésia, as chuvas variaram entre 25 e 100 mm, contribuindo para a manutenção da umidade do solo, essencial para o cultivo de dendê (óleo de palma), sem prejudicar o avanço normal das colheitas. Em Java, na Indonésia, os volumes de chuva foram superiores a 100 mm em grande parte das localidades, favorecendo o cultivo de arroz.

Já nas Filipinas, as precipitações seguiram intensas nas áreas orientais, com acumulados superiores a 200 mm, resultando em enchentes em campos agrícolas e níveis excessivamente altos de água em arrozais. Segundo o boletim, muitas dessas regiões estão enfrentando o quarto dezembro mais chuvoso dos últimos 30 anos, com impactos significativos para a agricultura local.





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