quinta-feira, julho 9, 2026

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Cuidados no manejo e colheita garantem qualidade do algodão



Qualidade do algodão é essencial para lucratividade no setor


Foto: Canva

A alta qualidade do algodão é um requisito fundamental para atender às exigências do mercado e garantir a lucratividade dos produtores. Segundo a engenheira agrônoma Evelise Martins da Silva, em artigo publicado no Blog da Aegro, o cuidado com o manejo da lavoura, a escolha de sementes tecnológicas, a adubação eficiente, os manejos fitossanitários e o uso de práticas sustentáveis, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), são elementos indispensáveis para atingir esses padrões.

Dado o alto investimento necessário para a produção de algodão, o planejamento detalhado e o monitoramento diário da lavoura são cruciais. Isso inclui o acompanhamento de pragas, doenças e o manejo correto em todas as etapas da produção, desde a semeadura até o transporte.

A fase de colheita tem impacto direto na qualidade da fibra do algodão. Para manter os padrões desejados, algumas práticas devem ser seguidas:

  • Realizar a colheita em condições climáticas secas;
  • Assegurar a secagem adequada do algodão;
  • Executar o processamento, descaroçamento, enfardamento e armazenamento em ambientes com controle de temperatura e umidade.

Além disso, é necessário evitar erros comuns durante a colheita mecanizada, como:

  • Uso de velocidade inadequada na colhedora;
  • Presença de plantas daninhas na área;
  • Altura das plantas fora do ideal (1 m a 1,3 m);
  • Erros na aplicação de desfolhantes e maturadores;
  • Ausência de sistema de contenção de incêndios.





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Inmet emite aviso de grande perigo por excesso de chuva; veja locais


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou nesta quarta-feira um alerta vermelho de grande perigo para excesso de chuva em áreas do Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia.

De acordo com o aviso, a chuva pode ultrapassar 100 mm em 24 horas, com risco alto de alagamentos, transbordamento de rios e deslizamento de encostas.

Alerta vermelho: mapa com áreas em grande perigo por excesso de chuva

O alerta, que é o de maior severidade emitido pelo instituto, é válido até as 10h da manhã desta quinta (9).



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O Impacto do ESG nas empresas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas
Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas – Foto: Pixabay

No cenário atual de negócios, as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) deixaram de ser uma preocupação exclusiva de grandes corporações de capital aberto e passaram a ser um componente essencial para empresas de todos os portes, incluindo as privadas no Brasil. Com a crescente cobrança de investidores, clientes e fornecedores, a adoção de práticas sustentáveis não é mais uma escolha, mas uma necessidade para garantir a competitividade e o sucesso no mercado.

Caio Pimenta, Gerente Sênior de ESG da RSM, destaca que, embora muitas empresas privadas no Brasil ainda vejam as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) como um tema restrito a grandes corporações, a realidade está mudando. O ESG se consolidou como um fator crucial para o sucesso empresarial, com investidores, clientes e fornecedores exigindo posturas mais sustentáveis.

Os órgãos reguladores no Brasil estão impondo requisitos de ESG que afetam todas as empresas, independentemente de seu porte. A pressão é especialmente forte em áreas como redução de emissões e transição para energia limpa. Empresas que não se alinharem a essas práticas podem perder negócios, especialmente com grandes parceiros que possuem metas de sustentabilidade.

Além disso, empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas a regulamentações internacionais, como a Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa da União Europeia. Fundos de investimento também estão cada vez mais interessados em empresas com boa governança em ESG, tornando essencial a adaptação a essas exigências para manter a competitividade.





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Projeto propõe regras para exploração sustentável do pau-brasil



Quase extinto devido à exploração predatória indiscriminada, o pau-brasil, árvore que deu nome ao país, pode ganhar uma nova lei que visa preservar a espécie. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro de 2024, o Projeto de Lei 3284/24 que estabelece regras para o manejo sustentável do pau-brasil em todo o território nacional, buscando conciliar a preservação ambiental com o desenvolvimento socioeconômico.

O texto aprovado determina que a exploração e o comércio do pau-brasil sejam permitidos apenas a partir de árvores cultivadas em sistemas agroflorestais – modelos que combinam árvores, culturas agrícolas e, às vezes, criação de animais – ou originárias de plantios comerciais devidamente registrados e licenciados. Entre as exigências, estão a comprovação do replantio, a manutenção das árvores até atingirem a idade adulta e a proibição da extração de árvores com menos de 30 anos.

Proposta sustentável

De autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), o projeto defende o manejo sustentável como solução para explorar a madeira sem ameaçar a sobrevivência da espécie. O deputado ressalta que o pau-brasil, reconhecido por sua madeira de alta qualidade, é utilizado há mais de dois séculos na fabricação de arcos para instrumentos de corda, como violinos e violoncelos.

Atualmente, o uso do pau-brasil não é proibido, mas a exploração irregular e o tráfico ilegal ainda colocam a espécie em risco.

Relator na comissão, o deputado Pezenti (MDB-SC) destacou o simbolismo do pau-brasil. “Foi o primeiro produto explorado economicamente no Brasil colônia, marcando o nome do país até os dias atuais”, afirmou. Ele também enfatizou a importância do projeto. “O tráfico ilegal representa uma ameaça significativa, destacando a necessidade de fiscalização, manejo sustentável e educação ambiental”, defendeu.

Política Nacional de Conservação do Pau-Brasil

O texto aprovado cria a Política Nacional de Conservação do Pau-Brasil (PNCPB), que tem como objetivos principais:

  • Mapear, monitorar e conservar populações nativas da espécie;
  • Estimular o manejo sustentável e a exploração econômica responsável;
  • Combater a exploração ilegal, o tráfico e o comércio irregular.

Além disso, a proposta prevê:

  • Criação de áreas de conservação específicas para proteção do pau-brasil;
  • Incentivos financeiros e fiscais para manejo sustentável e preservação;
  • Desenvolvimento de viveiros e bancos genéticos da planta.

Próximos passos

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.



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Agentes da PRF flagram motorista de bitrem com cocaína na BR-406



Um motorista de um caminhão bitrem carregado com cana-de-açúcar foi flagrado por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-406, em Ceará-Mirim/RN, com uma porção de cocaína no interior do veículo. De acordo com a PRF, a droga é frequentemente usada por caminhoneiros para prolongar jornadas de trabalho de forma perigosa e ilegal, “um agravante que expõe todos nas estradas a riscos consideráveis”, informou a corporação.

Em 2024, o mesmo motorista esteve envolvido em um acidente com outro bitrem carregado de cana-de-açúcar, quando o caminhão que conduzia tombou e bloqueou parte da pista. O caso gerou transtornos para os usuários da rodovia.

Além do flagrante de posse de cocaína, o veículo apresentava outras duas infrações: excesso de peso de 13 toneladas acima do permitido e altura excedente. O bitrem ultrapassava o limite máximo permitido de 4,40 metros, atingindo 4,90 metros. Segundo a PRF, essas irregularidades comprometem a segurança viária, a integridade das estruturas rodoviárias e aumentam significativamente o risco de acidentes.

Punição

O condutor foi enquadrado no artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006) pela posse da substância entorpecente. A pena pode incluir advertência, prestação de serviços à comunidade ou participação em programas educativos. Além disso, ele foi autuado administrativamente pelas infrações de excesso de peso e altura, sendo obrigado a realizar o transbordo da carga excedente antes de seguir viagem.

Orientação

A PRF reforça que o uso de drogas por motoristas, associado a irregularidades como excesso de peso e altura, compromete a segurança de todos os usuários das estradas.



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À espera do USDA, soja deve ter dia lento; veja projeções



O mercado da soja deve continuar com um ritmo lento nesta quarta-feira, enquanto os operadores aguardam o relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira.

Já o mercado físico registrou movimentos limitados na terça-feira (7), com quedas nos preços. Chicago manteve-se estável e o dólar apresentou alta significativa, o que contribui para a cautela dos produtores, que seguem focados no monitoramento das lavouras e nas condições climáticas.

Soja no Brasil

No Brasil, as cotações físicas da soja recuaram em diversas regiões. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00, enquanto na região das Missões o preço passou de R$ 135,00 para R$ 133,00. No Porto de Rio Grande, o valor foi de R$ 141,00 para R$ 140,50. Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 130,00 para R$ 128,00, e no Porto de Paranaguá, o preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00.

Rondonópolis (MT) viu sua cotação estabilizar em R$ 117,00, enquanto Dourados (MS) teve uma queda de R$ 125,00 para R$ 122,00. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 125,00 para R$ 120,00.

USDA

O USDA deve revisar suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja americana em 2024/25. A expectativa do mercado é que os estoques finais de soja nos Estados Unidos sejam ajustados de 470 milhões de bushels para 454 milhões. Para a produção americana, a previsão é de uma leve redução, de 4,461 bilhões para 4,451 bilhões de bushels.

Em relação ao cenário global, os estoques finais de soja deverão alcançar 132 milhões de toneladas, com uma pequena revisão em relação aos 131,9 milhões de dezembro. A expectativa também é que os estoques trimestrais nos EUA sejam mais elevados que em 2023, com a projeção de 3,236 bilhões de bushels.

Chicago

Em Chicago, os contratos com vencimento em março subiram 0,07%, cotados a US$ 9,98 por bushel, com o mercado reagindo à expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA. No entanto, os ganhos foram limitados pela alta do dólar e pela previsão de chuvas na Argentina.

Câmbio

O dólar comercial registrou uma alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 6,1360, e o índice do dólar (DXY) subiu 0,61%, atingindo 109,19 pontos.



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Dólar fecha em queda pelo segundo dia consecutivo



A desvalorização reflete o foco dos investidores nos dados econômicos dos EUA


Foto: Pixabay

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (7) em queda de 0,12% frente ao real, cotado a R$ 6,104 na venda. Na véspera, quando a moeda a vista recuou 1,11%, encerrando a R$ 6,1143, de acordo com dados do InfoMoney.

Segundo o informado, a desvalorização reflete o foco dos investidores nos dados econômicos dos Estados Unidos, especialmente a pesquisa JOLTs, que mede as aberturas de vagas de trabalho, enquanto no mercado doméstico o destaque foram os números de preços ao produtor.

Durante o pregão, o dólar chegou a ser negociado a R$ 6,055 em seu patamar mais baixo. Já na B3, o contrato de dólar futuro com vencimento mais próximo registrou queda de 0,33%, encerrando a 6.121 pontos. No mercado de turismo, a cotação foi de R$ 6,187 na compra e R$ 6,367 na venda.

Dólar Comercial:

  • Compra: R$ 6,103
  • Venda: R$ 6,104

Dólar Turismo:

  • Compra: R$ 6,187
  • Venda: R$ 6,367





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BNDES aprova R$ 1 bilhão para produção de etanol de segunda geração



Com o objetivo de alavancar a transição energética e a inovação tecnológica na produção de energia no Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 1 bilhão para a Raízen Energia S/A construir uma Unidade de Etanol Celulósico de segunda geração (E2G) em Andradina (SP), com capacidade instalada para produzir até 82 milhões de litros por ano.

Com recursos do Programa BNDES Mais Inovação (R$ 500 milhões) e do Fundo Clima (R$ 500 milhões), a planta será uma das seis previstas no país para alcançar a viabilidade econômica do E2G até 2028. Ao todo, o projeto prevê investimentos aproximados de R$ 1,4 bilhão e a geração de mais de 1.500 empregos diretos durante a fase de construção, além de 200 postos de trabalho durante a operação de cada unidade.

O biocombustível poderá ser utilizado em diversas frentes, como SAF (Sustainable Aviation Fuel), hidrogênio verde e combustível marítimo. Diferentemente do método convencional de produção do etanol, que utiliza a fermentação do caldo de cana com leveduras, a produção do E2G envolve enzimas especiais para extrair açúcares da celulose do bagaço da cana, que depois são fermentados por leveduras.

Atualmente, a produção de E2G no mundo representa menos de 1% da produção de etanol no Brasil. Com o apoio financeiro do BNDES, a capacidade nacional de produção de E2G poderá alcançar 440 milhões de litros, considerando as seis plantas da Raízen. Em comparação, a produção de etanol de primeira geração no Brasil foi de 34,2 bilhões de litros em 2024.

“O apoio do BNDES para a construção de uma unidade de etanol avançado vai contribuir para a expansão da fronteira tecnológica brasileira, além de atrair mais investimentos para a cadeia de fornecedores de insumos, máquinas e equipamentos. O Banco dispõe dos instrumentos fundamentais, como o Fundo Clima, que apoia projetos voltados à descarbonização, e o Mais Inovação, que impulsiona o desenvolvimento de tecnologias disruptivas e que agreguem valor à produção nacional”, afirmou o presidente da instituição, Aloizio Mercadante.

José Luís Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, destacou que o projeto está alinhado com os objetivos da nova política industrial do Brasil, que prioriza a transição energética e a inovação tecnológica. “A ampliação da produção de E2G fortalecerá a posição nacional como um dos principais produtores de novos biocombustíveis. A demanda projetada pelo BNDES para SAF e combustível marítimo pode gerar investimentos da ordem de R$ 167 bilhões, contribuindo para expandir a fronteira tecnológica do país”, afirmou.

Sobre a Raízen

A Raízen, criada em 2011 por meio de uma joint venture entre a Cosan e a Shell, atua em diversos setores, incluindo o cultivo de cana-de-açúcar, a produção de açúcar e etanol, cogeração de energia, logística, transporte e distribuição de combustíveis, empregando mais de 45 mil colaboradores.



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Brasil consolida liderança na exportação de algodão, mas 2025 traz desafios



Após os recordes alcançados em 2024 – com um aumento de 16,6% na produção e a conquista do posto de maior exportador mundial de algodão, superando os Estados Unidos, que lideravam desde a safra 1993/94 – o Brasil deve enfrentar novos desafios no setor em 2025. As projeções são de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o estudo, a produção mundial de algodão está crescendo mais do que a demanda, enquanto os custos avançam acima dos preços de venda projetados para a nova temporada. Atualmente, o Brasil ocupa a terceira posição entre os maiores produtores globais, atrás de China e Índia, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A estimativa da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) para a produção brasileira em 2025 é de 3,9 milhões de toneladas.

Desafios à vista

O Cepea aponta que o crescimento da economia mundial deve seguir a mesma linha de 2024, enquanto o petróleo está sendo negociado em patamares inferiores aos de um ano atrás, favorecendo o uso de fibras sintéticas. Já os contratos futuros do algodão indicam estabilidade para 2025.

No Brasil, as cotações podem ser pressionadas pela maior oferta global, estoques de passagem elevados, demanda contida e o modesto crescimento econômico mundial. Por outro lado, a valorização do dólar frente ao real pode sustentar a paridade de exportação, oferecendo algum suporte aos preços.

Produção em alta

A safra 2023/24 marcou o terceiro ano consecutivo de crescimento da produção brasileira de algodão, que alcançou 3,7 milhões de toneladas de pluma. O país cultivou 1,9 milhão de hectares, com uma produtividade média de 1,8 tonelada por hectare.

No cenário global, a produção está estimada em 25,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,9% em relação à safra anterior. Já o consumo mundial deve atingir 25,21 milhões de toneladas, crescimento de 1,2%.

Exportações em destaque

Como já citado, em 2024, o Brasil consolidou-se como maior exportador mundial de algodão, e a estimativa para 2025 é de 2,9 milhões de toneladas exportadas. Os principais destinos do algodão brasileiro continuam sendo China e Vietnã.



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doenças que ameaçam o café



Clima e doenças impactam a produção de café


Foto: Pixabay

As mudanças climáticas têm se tornado um desafio crescente para a produção de café, trazendo impactos significativos no ciclo produtivo da cultura. Segundo informações publicadas no Blog da Aegro, o aumento das temperaturas médias, a ocorrência de secas prolongadas e chuvas fora de época têm transformado a dinâmica das lavouras cafeeiras, alterando a produtividade e a viabilidade de cultivo em diversas regiões.

De acordo com informações divulgadas, tradicionalmente, regiões como Minas Gerais e São Paulo lideram a produção cafeeira no Brasil. No entanto, a elevação das temperaturas e o desequilíbrio hídrico têm dificultado a manutenção dos padrões de cultivo nessas áreas, ao passo que zonas menos tradicionais começam a despontar como alternativas viáveis.

Para mitigar os prejuízos, produtores estão apostando em tecnologias de irrigação, manejo de sombra e no cultivo de variedades mais resistentes às novas condições climáticas, estratégias que buscam assegurar a sustentabilidade da produção.

Além das questões climáticas, a produção de café enfrenta desafios fitossanitários recorrentes. Entre as principais doenças estão:

  • Ferrugem do café (Hemileia vastatrix): Afeta severamente a produtividade ao provocar a queda prematura das folhas;
  • Cercosporiose (Cercospora coffeicola): Danifica os frutos, comprometendo a qualidade dos grãos;
  • Podridão radicular: Agravada por solos encharcados, prejudica o sistema radicular da planta.


O manejo preventivo com variedades resistentes, monitoramento constante e práticas culturais adequadas são indispensáveis para conter os danos e garantir a qualidade do produto final.





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