quinta-feira, julho 9, 2026

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Máquinas autônomas otimizam a produção de pastagem



Colheitadeiras autônomas ganham espaço no agro


Foto: Canva

A tecnologia de colheita autônoma está ganhando destaque no agronegócio brasileiro, prometendo revolucionar a forma como pastagens são manejadas. Máquinas autônomas, que dispensam a necessidade de operadores humanos, oferecem maior eficiência operacional e redução de custos, além de atender à crescente demanda por inovação no campo.

Essas colheitadeiras inteligentes utilizam sensores avançados, inteligência artificial e sistemas de navegação para realizar a colheita de forma precisa e independente. Com isso, os produtores conseguem otimizar o uso de recursos, minimizar desperdícios e reduzir a dependência de mão de obra especializada, um desafio recorrente no setor.

A automação não apenas aumenta a produtividade, como também contribui para um manejo mais sustentável, ao reduzir emissões de carbono e evitar compactação excessiva do solo. Segundo especialistas, essa tecnologia tem potencial para diminuir custos operacionais em até 30%, tornando-a uma solução atraente para grandes propriedades e cooperativas agrícolas.

Embora já amplamente utilizada em mercados como Estados Unidos e Europa, a adoção de colheitadeiras autônomas no Brasil ainda enfrenta desafios, como altos custos iniciais e a necessidade de adaptação às condições locais. No entanto, empresas de tecnologia agrícola estão investindo em soluções customizadas para o mercado brasileiro, visando popularizar essa inovação nos próximos anos.

Com a expectativa de um aumento gradual na adesão, a automação agrícola pode se tornar um pilar essencial para a competitividade do agronegócio brasileiro. Para produtores, a possibilidade de reduzir custos e aumentar a eficiência torna as colheitadeiras autônomas uma promessa de transformação no manejo de pastagens.





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USDA revisa os números de produção de milho


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou suas perspectivas de oferta e demanda para produtos agropecuários, com os dados de dezembro e janeiro revelando pequenas variações na produção, estoques e exportações nos principais países produtores de soja.

Em dezembro, a produção mundial de soja foi estimada em 1.217,89 milhões de toneladas, com estoques de 296,44 milhões de toneladas. No entanto, em janeiro, houve uma leve queda na produção, que passou para 1.214,35 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais diminuíram para 293,34 milhões de toneladas.

No Brasil, os números se mantiveram estáveis entre dezembro e janeiro. A produção foi estimada em 127 milhões de toneladas em ambos os meses, e os estoques finais permaneceram em 2,84 milhões de toneladas. As exportações, por sua vez, registraram uma ligeira queda, de 48 milhões de toneladas em dezembro para 47 milhões de toneladas em janeiro.

Nos Estados Unidos, a produção também apresentou uma redução entre dezembro e janeiro, passando de 384,64 milhões de toneladas para 377,63 milhões de toneladas. Os estoques finais caíram de 44,15 milhões de toneladas para 39,12 milhões de toneladas. As exportações aumentaram ligeiramente, subindo de 62,87 milhões de toneladas em dezembro para 62,23 milhões de toneladas em janeiro.

A Argentina não apresentou mudanças significativas em seus dados. A produção de soja continuou estimada em 51 milhões de toneladas, com estoques finais de 2,79 milhões de toneladas. As exportações se mantiveram em 36 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira.

 





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Impactos da instabilidade climática em Mato Grosso



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores
Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores – Foto: Nadia Borges

A situação da cadeia produtiva do agronegócio no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, tem se agravado rapidamente, com impactos significativos previstos para 2024. Segundo relatório do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária mato-grossense deve cair 26,62% neste ano, o que equivale a uma perda de R$ 53,91 bilhões, passando de R$ 202,51 bilhões em 2023 para R$ 148,6 bilhões em 2024. O VBP da soja, por exemplo, sofrerá um recuo de 34,11%, atingindo R$ 67,16 bilhões, a primeira queda desde 2013. Já o milho verá uma redução de 39,31%, passando de R$ 40,64 bilhões em 2023 para R$ 24,67 bilhões em 2024.

Rodrigo Gallegos, sócio da consultoria RGF e especialista em reestruturação de negócios, alerta que esse cenário de instabilidade se estenderá até 2025. As condições climáticas adversas têm gerado alta imprevisibilidade, impactando diretamente a produtividade e os resultados financeiros dos produtores. Além disso, o aumento das taxas de inadimplência no setor tem levado as instituições financeiras a restringirem o acesso ao crédito rural, dificultando ainda mais o financiamento dos altos custos de produção.

Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores, o que resulta em ineficiências tanto na gestão operacional quanto na financeira. Isso eleva o risco de insolvência, uma vez que os produtores não têm as ferramentas adequadas para se proteger das oscilações de mercado. Gallegos sugere que a melhor estratégia para atravessar esse período de dificuldades é a reestruturação e a profissionalização da gestão das empresas do setor agropecuário, a fim de minimizar as ineficiências e garantir maior sustentabilidade a longo prazo.

 





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alternativa para combustíveis de aviação



Potencial da carinata para reduzir carbono na aviação


Foto: Pixabay

De acordo com informações divulgadas pela Tec Mundo, uma pesquisa publicada na revista científica GCB Bioenergy aponta que a planta Brassica carinata, também conhecida como mostarda-da-abissínia, pode ser uma solução viável para a produção de combustível sustentável para aviação (SAF, na sigla em inglês). O estudo, liderado pelo professor Puneet Dwivedi, da Universidade da Geórgia (UGA), nos Estados Unidos, sugere que o uso desse biocombustível poderia reduzir em até 68% a pegada de carbono no país.

Para viabilizar economicamente o SAF produzido a partir da carinata, no entanto, seriam necessários incentivos fiscais que equiparassem os custos de produção ao mercado de combustíveis convencionais.

A Brassica carinata é uma oleaginosa não comestível que não compete com culturas alimentares tradicionais, sendo ideal para o cultivo no inverno em áreas subutilizadas no sudeste dos Estados Unidos. Seu óleo possui características adequadas para a produção de combustíveis renováveis avançados, enquanto seus subprodutos podem gerar farinha rica em proteínas e outros bioprodutos de valor agregado.

Estudos destacam a capacidade da planta de se adaptar a condições climáticas adversas e seu potencial de produtividade, mesmo em solos menos favoráveis, tornando-a uma alternativa sustentável e de baixo carbono para atender às demandas energéticas.

A pesquisa calculou o preço de equilíbrio do SAF produzido com carinata, bem como as emissões de carbono durante o ciclo de vida do combustível. A combinação desses dados sugere que a planta oferece um caminho promissor para reduzir a dependência de combustíveis fósseis na aviação, contribuindo  para as metas de sustentabilidade do setor. Além de seus benefícios ambientais, a carinata pode trazer vantagens econômicas para agricultores locais, que teriam uma nova fonte de renda durante o período de entressafra.

Nos últimos anos, os sistemas agrícolas pampeanos experimentaram um aparecimento crescente de adversidades bióticas, tolerantes aos produtos fitossanitários tradicionalmente usados. Nesse contexto, o surgimento de culturas como a Carinata ( Brassica carinata ) poderia ajudar a reduzir os riscos econômicos e ambientais. 





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Dólar fecha semana em alta


Após um início de ano relativamente estável, o dólar encerrou a sexta-feira (9) em alta firme no Brasil, voltando a superar o patamar de R$ 6,10. A valorização da moeda norte-americana foi impulsionada por dados positivos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que indicaram menor margem para o Federal Reserve reduzir juros no curto prazo, conforme os dados do InfoMoney.

O dólar à vista registrou alta de 0,99%, encerrando o dia cotado a R$ 6,1031. No acumulado da semana, contudo, a moeda apresentou desvalorização de 1,29%, reflexo de uma semana de baixa liquidez e poucas novidades sobre o cenário fiscal brasileiro.

Na B3, o dólar futuro para fevereiro, o contrato mais negociado, subiu 1,06%, sendo negociado a R$ 6,1220 às 17h03.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,101
  • Venda: R$ 6,102

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,162
  • Venda: R$ 6,342

Nesta sexta-feira, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,52% em dezembro, acumulando alta de 4,83% no ano de 2024. O número veio levemente abaixo das expectativas de economistas ouvidos pela Reuters, que projetavam variação de 0,57% no mês e 4,88% no ano.

Apesar de o índice ter superado o teto da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Banco Central, o resultado não foi surpresa para o mercado, que já havia precificado o descumprimento. O tema acabou ficando em segundo plano no pregão, com as atenções voltadas para os dados norte-americanos.





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alta nos preços continua; confira cotações pelo Brasil



O mercado físico do boi gordo do Brasil voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (10).

Segundo Fernando Henrique Iglesias, consultor de Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento no curto prazo, em linha com a atual posição das escalas de abate, entre cinco e seis dias úteis na média nacional.

“Com dificuldades em alongar suas escalas de abate, as indústrias tendem a seguir reajustando os preços da arroba de boi gordo. Vale destacar que as exportações neste início de ano permanecem em bom nível, com potencial para mais um ano de recorde”, comenta.

Veja preços médios da arroba de boi gordo no Brasil

  • São Paulo: R$ 331(R$ 328,08 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 317,65 (R$ 313,53 ontem)
  • Goiás: R$ 314,64 (R$ 314,29 ontem)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,48 (R$ 320,57 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 316,69 (R$ 315,88 ontem).

Atacado

O atacado fecha a semana apresentando acomodação em seus preços. O ambiente de negócios sugere pela queda dos preços durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Iglesias ressalta que nesse período do ano há despesas tradicionais (IPTU, IPVA, compra de material escolar) e a busca por proteínas mais acessíveis também ganha força.

O quilo do quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18 o quilo.



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Taxa falsa sobre Pix: Receita alerta para golpes



A Receita Federal emitiu nesta sexta-feira (10) um alerta sobre fraudes cometidas contra pessoas que acreditam na notícia falsa de que o governo introduzirá um imposto sobre o Pix. Segundo denúncias recebidas pelo Fisco, criminosos estão usando indevidamente o nome da Receita para cobrar supostas taxas.

Por meio de mensagens de WhatsApp ou em outros aplicativos similares que usam o nome e o logotipo da Receita Federal, os criminosos informam a cobrança de supostas taxas sobre transações via Pix acima de R$ 5 mil. Os fraudadores alegam que o contribuinte terá o Cadastro de Pessoa Física (CPF) bloqueado, com falsos documentos que imitam o padrão visual da Receita Federal e a emissão de um boleto.

No alerta, a Receita esclarece que a tributação sobre o Pix não existe e contraria a Constituição. “Atenção! Não existe tributação sobre PIX e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira”, destacou o comunicado.

Mais uma vez, a Receita esclareceu que as regras em vigor desde 1º de janeiro apenas atualizam o sistema de acompanhamento de movimentações financeiras para a inclusão de novos meios de pagamento na fiscalização, como Pix e carteiras digitais.

A Receita Federal forneceu uma lista com as seguintes orientações para evitar cair em golpes.

  • Desconfie de mensagens suspeitas: não forneça informações pessoais em resposta a e-mails ou mensagens de origem desconhecida que solicitem dados financeiros ou pessoais;
  • Evite clicar em links desconhecidos: links suspeitos podem enviar você a sites fraudulentos ou instalar programas prejudiciais no seu dispositivo;
  • Não abra arquivos anexos: anexos em mensagens fraudulentas geralmente contêm programas executáveis que podem roubar suas informações ou causar danos ao computador;
  • Verifique a autenticidade: A Receita Federal utiliza exclusivamente o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (Portal e-CAC) e o site oficial como canais seguros de comunicação;

A Receita orientou ainda o contribuinte a evitar cair em fake news. No alerta, o órgão ressaltou que o compartilhamento de mentiras em aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, facilitam o trabalho dos criminosos.

O órgão pediu que os contribuintes verifiquem a fonte das informações, consultando os canais oficiais do Fisco; questionem o conteúdo, desconfiando de textos sensacionalistas, com promessas milagrosas e com erros de português; não acreditem em mensagens não oficiais; conversem sobre o tema com parentes e amigos antes de repassar as mensagens.



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saiba as cotações do grão no Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou movimento nesta sexta-feira (10), com a safra nova mostrando boa firmeza nos preços físicos. Esses valores foram impulsionados pela forte alta na CBOT e pelo dólar, que também operou em patamares elevados.

Os vendedores aproveitaram os níveis mais atrativos do mercado, especialmente após a divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Teve registro de alguns negócios pontuais com entrega e pagamento até o final de janeiro, mas o volume negociado foi limitado. No interior, os preços subiram, refletindo o cenário mais favorável.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 140,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 128,00 para R$ 132,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 136,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 117,00 para R$ 119,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 120,00 para R$ 124,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 118,00 para R$ 123,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços em leve alta. O dia foi de volatilidade e de recuperação técnica, com os agentes se posicionando frente ao relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta.

A sessão foi mais curta, em decorrência do funeral do ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter.

O USDA deverá reduzir as suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja americana em 2024/25. Os dados de janeiro do USDA para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na sexta, 10, às 14h.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 454 milhões de bushels em 2024/25. Em dezembro, a previsão do USDA foi de 470 milhões.

Para a safra americana, o USDA deverá reduzir a estimativa dos atuais 4,461 bilhões de bushels para 4,451 bilhões, segundo a perspectiva do mercado.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 132 milhões de toneladas. Em dezembro, o número ficou em 131,9 milhões.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de dezembro deverão ficar acima do número indicado pelo Departamento em igual período de 2023. A projeção do mercado indica estoques trimestrais de 3,236 bilhões de bushels. Em igual período de 2023, o número era de 3,001 bilhões de bushels.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 2,25 centavos de dólar ou 0,22% a US$ 9,96 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com ganho de 2,25 centavos, ou 0,22%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,70 ou 0,56% a US$ 299,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 42,38 centavos de dólar, com alta de 0,79 centavo ou 1,89%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,00%, negociado a R$ 6,1028 para venda e a R$ 6,1008 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0322 e a máxima de R$ 6,1252. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,28%.



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safra avança apesar de adversidades climáticas



Produção de milho-verde segue em plena safra




Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar, a produção de milho-verde segue em plena safra na região administrativa de Lajeado, no município de Bom Princípio, Rio Grande do Sul. Mesmo enfrentando desafios climáticos como estiagens e enchentes, as lavouras apresentam ótimas condições de desenvolvimento.

Os plantios, realizados de forma escalonada, estão em diferentes estágios: desenvolvimento vegetativo, enchimento de grãos e colheita. A bandeja contendo três espigas de milho-verde está sendo comercializada a preços que variam entre R$ 2,00 e R$ 2,50, conforme o mercado local.





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Veja como está a colheita da soja em Mato Grosso



A colheita da soja 2024/25 no estado de Mato Grosso avançou para 0,7% da área plantada até o dia 10 de janeiro, conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Este percentual é um leve avanço em comparação à semana anterior, quando a colheita alcançava 0,06%. No mesmo período de 2024, a colheita atingia 6,46% da área.

No Brasil

Embora a colheita da soja no Brasil ainda esteja em estágios iniciais, o progresso é moderado, já que a maior parte das lavouras está aguardando o ponto ideal de maturação para ser colhida. Além de Mato Grosso, outros estados produtores, como São Paulo e Paraná, registram percentuais de colheita ainda baixos, com destaque para a Bahia, que apresentou 1% da área colhida até o início de janeiro.

O desempenho da colheita em Mato Grosso, um dos maiores produtores de soja do país, está dentro das expectativas, considerando o ciclo de maturação das lavouras e as condições climáticas do início de 2025. A tendência é que o ritmo de colheita acelere nas próximas semanas, conforme as condições de clima e a evolução das lavouras.



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