quinta-feira, julho 9, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Goiás fecha 2024 com recordes no agronegócio


Segundo dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) do Governo de Goiás, o agronegócio encerrou o ano de 2024 com números positivos em diversas cadeias produtivas, refletindo o crescimento das exportações, a valorização das commodities e a ampliação dos mercados internacionais. De acordo com dados divulgados pela Seapa, por meio do programa Agro em Dados, o estado consolidou seu protagonismo tanto no cenário nacional quanto global.

Na pecuária, a carne bovina de Goiás registrou um crescimento, com um aumento de 18,8% no número de animais abatidos em relação a 2023. Entre janeiro e setembro de 2024, o estado abateu 3,1 milhões de bovinos, resultando em uma valorização do boi gordo. Em novembro, a arroba atingiu R$ 352,65, o maior valor do ano. Além disso, Goiás expandiu sua presença internacional, alcançando 86 países com suas exportações de carne bovina.

Na suinocultura, o estado também obteve bons resultados, destacando-se nas exportações e ampliando sua presença em mercados estratégicos. Países como Singapura e Angola mantiveram-se como grandes consumidores da carne suína goiana. Já a avicultura goiana teve um ano de recordes, com as exportações de carne de frango atingindo 23,2 mil toneladas em abril, impulsionadas por mercados como Japão, Emirados Árabes Unidos, Filipinas e Coreia do Sul.

No setor agrícola, Goiás obteve destaque com a soja, registrando um aumento de 6,3% na área plantada e conquistando a 4ª posição no ranking nacional de produção, com 16.822 mil toneladas em 2024. O estado também garantiu a 4ª posição nas exportações do complexo soja, com a China sendo o principal destino, somando mais de US$ 5,8 bilhões em exportações.

Já o milho goiano teve uma produção inicial comprometida por adversidades climáticas, mas a segunda safra se mostrou robusta, com um aumento de 4,8% na produção e 3,8% na produtividade, consolidando Goiás como o 3º maior produtor de milho no Brasil.





Source link

News

Complexo penitenciário utiliza atividades agrícolas para ressocialização de detentos


Em quatro unidades do complexo penitenciário de Joinville, município do norte de Santa Catarina, detentos no regime semi-aberto têm a oportunidade de trabalhar com atividades agrícolas em troca de salário e redução de pena.

Assim, cultivam grande variedade de frutas, legumes e verduras nos 96 hectares disponíveis ao redor do presídio.

A produção aqui basicamente é de frutas, feijão, milho, tubérculos, como mandioca, batata-doce, beterraba, assim como as raízes tuberosas, também cebola e alho”, detalha o superintendente da Polícia Penal catarinense, Guimorvan Boita.

https://www.youtube.com/watch?v=iQ3_kFsPl3Q

Segundo ele, os produtos colhidos são utilizados na própria cozinha das penitenciárias, mas também são vendidos para hospitais, mercados e para a população das cidades vizinhas.

A renda mensal da produção gira em torno de R$ 80 mil, cerca de R$ 1 milhão por ano. “Nosso complexo tem um fundo rotativo que gira em torno de R$ 4 milhões e nesse fundo rotativo, temos iniciativa própria tanto de fazer licitação, compra de produtos, de material, então tudo o que a gente precisa dentro do nosso complexo ou de nossa Regional é retirado desse trabalho”, afirma o superintendente.

Programa combate a ociosidade

Apesar de o programa não ser novo, pelo contrário, começou na década de 1970 com a inauguração da penitenciária que, na época, tinha apenas 50 presos e hoje conta com cerca de 3.300 detentos, vem evoluindo para combater a ociosidade dentro do presídio.

“Todo preso que trabalha ganha um salário mínimo. Ele não pode ganhar menos do que isso, mas 75% desse montante fica para o preso em uma conta pecúlio e 25% retorna para a unidade para que possamos investir em benefícios, em criar mais oficinas, em obras e melhorias tanto para o interno como para a própria unidade”.

Segundo Boita, a cada três dias trabalhado, o interno ganha um dia de remissão de pena. “Além disso, ele também tem outros benefícios: durante a noite ele pode estudar, então de segunda à sexta ele trabalha 8 horas por dia […]. No sábado ele pode trabalhar outras quatro horas, mas não pode ultrapassar 44 horas semanais de trabalho”.

Vida agrícola pós-cárcere

Aprender a lidar com a terra em Joinville ajuda o interno a se ressocializar ao fim da pena, visto que o município conta com forte presença do agro e, ao mesmo tempo, com mão de obra escassa.

De acordo com o superintente, não há acompanhamento da vida do detento após o cuprimento da pena, mas existem relatos de presos que aprenderam técnicas agrícolas no complexo penitenciário.

“Sabemos de alguns que quando saíram, já tinham alguma terra ou acabaram alugando uma área de terra e esse foi o primeiro passo para eles produzirem em sua própria terra”.

O superintendente da Polícia Penal relata que quando os detentos iniciam o trabalho nas hortas do complexo, dizem que saíram do inferno para entrar no céu. “Ele passa a estar em um ambiente produtivo, bonito, um ambiente onde se produz alimento”.

Estrutura para a produção

ressocialização complexo penitenciário Joinvilleressocialização complexo penitenciário Joinville
Foto: Reprodução

Os detentos recebem toda a estrutura necessária para o cultivo, como sementes, fertilizantes e defensivos, além dos equipamentos agrícolas. A Secretaria de Agricultura de Santa Catarina doou, inclusive, um novo trator para substituir o antigo.

De acordo com o secretário de Agricultura de Santa Catarina, Valdir Colatto, a ideia é fazer com que todos os presídios de Santa Catarina tenham o programa de ressocialização por meio das atividades agrícolas.

Já o superintendente da Polícia Penal acredita que o modelo deveria ser replicado em todo o país. “O preso que trabalha pode ajudar a sua família do lado de fora e também não tem tempo de pensar em fazer coisas erradas. Ao terminar o trabalho, ele chega em sua cela, toma banho e ainda pode estudar por mais duas ou três horas à noite”.



Source link

News

Novo zoneamento de risco climático para canola é lançado pelo Ministério da Agricultura


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União desta terça-feira (14), a atualização do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da canola.

Trata-se de uma oleaginosa em expansão no Brasil. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Canola (Abrascanola), em 2024, cultivou-se no país 186.240 hectares. A principal zona de produção é o Rio Grande do Sul, seguida pelo Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Distrito Federal.

De acordo com o agrometeorologista da Embrapa Trigo Gilberto Cunha, o movimento dessa cultura rumo à região tropical pode ser feito com melhor embasamento técnico se levado em consideração o novo Zarc da canola no Brasil.

Óleo de canola

óleo de canolaóleo de canola
Foto: Pixabay

A totalidade da produção e grãos de canola no Brasil é direcionada para a produção de óleo comestível, que é o seu subproduto mais nobre. O óleo de canola apresenta propriedades de elevado valor nutricional, considerado entre os melhores óleos vegetais para o consumo humano.

A Embrapa destaca que ele também pode ser utilizado para a produção de biocombustível, semelhante ao que é praticado em vários países da Europa, ou ainda, ser utilizado para diversos outros fins na indústria.

“No esmagamento do grão de canola, sobra o subproduto que é utilizado como farelo para a composição de rações usadas na produção animal. Na escala mundial, a canola é a terceira maior oleaginosa, perdendo, em produção, apenas para as palmáceas e para a soja, seu concorrente direto em termos de grãos produtores de óleo”, destaca a entidade.

Em relação à soja, a canola tem a vantagem de produzir o dobro de óleo por hectare, já que o grão é composto de, aproximadamente, 40% de óleo, enquanto no grão de soja o teor de óleo oscila ao redor de 20%.

Ideal para rotação de culturas

Em nota, o Mapa ressalta que a canola se diferencia das principais espécies produtoras de grãos, que, em geral, são gramíneas ou leguminosas, por ser uma brássica.

“Além de ter sistema radicular pivotante, contribuindo no condicionamento físico do solo, a sua inserção em sistemas de produção de grãos, auxilia na quebra do ciclo de doenças, especialmente aquelas que possuem fases associadas aos restos culturais ou ao solo”, diz a nota.

Assim, a canola constitui-se em uma alternativa para compor sistemas de rotação de culturas, necessários para estabilidade e/ou aumento da produtividade de grãos nos cultivos de inverno no Brasil. Por ser uma espécie de inverno, não compete pela mesma estação de crescimento com a soja, a cultura produtora de grãos mais importante.

Zarc para canola

O primeiro Zarc para a canola foi publicado em 2008, com indicação de cultivo no Rio Grande do Sul, exclusivamente para o sistema sequeiro. Depois foram estendidos os resultados para Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Em 2021, o Zoneamento da canola foi reavaliado, incluindo o sistema irrigado como alternativa para os estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, caso do Oeste Baiano e, em 2024, o Zarc da canola, sistemas sequeiro e irrigado, foi elaborado dentro dos padrões da nova sistemática de avaliação da disponibilidade de água nos solos (6 classes), igualmente como é feito com a soja desde 2023, em vez da tipificação genérica dos solos 1, 2 e 3.

Segundo o agrometeorologista da Embrapa, o novo Zarc canola, sistemas sequeiro e irrigado, além dos riscos de geada no estabelecimento e na floração, contemplou o risco de seca em função de cada solo que a lavoura será cultivada.

“Foram identificados municípios e épocas de semeadura preferenciais para o cultivo de canola, com probabilidades de perdas de rendimento de grãos devido à ocorrência de eventos meteorológicos adversos inferiores a 20%, 30% e 40%“, diz a nota da empresa nacional de pesquisa.

Aplicativo Plantio Certo

O Zoneamento de Risco Climático para a cultura da canola pode ser acessado no aplicativo móvel Zarc Plantio Certo (Android e iOS), desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital (SP) e disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos.

Os resultados do Zarc também podem ser consultados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”.



Source link

News

Em 30 minutos, chuva provoca estragos e deixa famílias desalojadas em Itambé


Em apenas 30 minutos na tarde desta terça-feira (14), o município de Itambé, na região Sudoeste da Bahia, acumulou 70 milímetros de chuva. De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente da cidade, o volume de água provocou inúmeros estragos, deixando muitas famílias desabrigadas e desalojadas.

A região do Riacho do Barro, no bairro Valdomiro Santos, foi uma das mais afetadas, com diversas casas submersas.

A Secretaria de Assistência Social informou, que até o momento, 52 famílias estão sendo atendidas.

Os moradores foram forçados a evacuar suas casas rapidamente, deixando para trás móveis, eletrodomésticos, roupas e documentos pessoais.

Além disso, a prefeitura informou que está cadastrando as famílias atingidas para o recebimento de cestas básicas, vestimentas, cobertores, colchões e outros itens essenciais.

chuva, Itambé, estragos, famílias desalojadas, desabrigadaschuva, Itambé, estragos, famílias desalojadas, desabrigadas
Foto: Ascom/Prefeitura Municipal de Itambé

A administração municipal também montou um abrigo provisório e começou a receber as famílias atingidas e que vai declarar Situação de Emergência por conta das áreas afetadas pelas chuvas, especialmente na zona urbana.

A Defesa Civil Municipal está acompanhando de perto as famílias atingidas, isolando as áreas de maior risco e monitorando a situação.

Desde a última semana, equipes da Defesa Civil estão percorrendo áreas de risco e monitorando as margens dos rios Pardo e Verruga, tanto na zona rural quanto na urbana.

Chuvas no estado

De acordo com o último boletim da Defesa Civil do Estado (Sudec), divulgado às 09h desta terça (14), 66 municípios foram afetados pelas chuvas e 5 estão em Situação de Emergência:

  1. Jaguaquara, Decreto Nº 152, 11/01
  2. Maiquinique, Decreto Nº 28, 12/01
  3. Itajuípe, Decreto Nº 148, 13/01
  4. Floresta Azul, Decreto Nº 39, 13/01
  5. Coaraci, Decreto Nº 8090, 13/01

Além disso, 271 pessoas estão desabrigadas, 957 desalojadas, 2 feridas e um total de 2.211 pessoas foram afetadas.


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

News

preços caem no Brasil; confira as cotações



O mercado brasileiro de soja teve pouco movimento nesta terça-feira. Houve registro de negócios nos portos, mas poucos volumes tiveram pagamentos imediatos, pois a colheita está no início. Os vendedores com soja disponível para embarque rápido aproveitaram os preços mais altos. Produtores do Mato Grosso seguem apreensivos quanto à safra no estado e, por isso, estão fora do mercado. O viés dos preços foi de baixa, acompanhando os movimentos de Chicago e do dólar.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00 a saca
  • Região das Missões (RS): recuou de R$ 135,00 para R$ 134,00 a saca
  • Porto de Rio Grande (RS): baixou de R$ 143,00 para R$ 141,50
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 133,00 para R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): estabilizou em R$ 121,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 125,00 para R$ 122,00 a saca
  • Rio Verde (GO): se manteve em R$ 124,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços mais baixos. Após dois dias de ganhos acentuados, com os contratos atingindo o maior patamar desde outubro, o dia foi de realização de lucros. O relatório do USDA apontou estoques e produção norte-americanos abaixo do esperado, o que deflagrou os ganhos anteriores.

No entanto, o cenário de ampla oferta mundial de soja garantiu a correção dos preços. As atenções seguem voltadas para o desenvolvimento das lavouras sul-americanas, com as perspectivas ainda favoráveis, apesar das preocupações no sul do Brasil e na Argentina.

A produção brasileira de soja deverá totalizar 166,33 milhões de toneladas na temporada 2024/25, com um aumento de 12,6% em relação à temporada anterior. A expectativa para a Argentina é de uma produção de 54,05 milhões de toneladas para a safra 2024/25, com um ajuste de 1 milhão de toneladas em relação à previsão anterior. O USDA anunciou mais uma venda de 198 mil toneladas de soja para a China por parte de exportadores privados.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,85%, sendo negociado a R$ 6,0459 para venda e a R$ 6,0439 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0408 e a máxima de R$ 6,0923.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Importância da adubação na cultura da soja


De acordo com dados do artigo da engenheira agrônoma Gressa Chinelato publicado no Blog da Aegro, a adubação é um dos fatores essenciais para o desenvolvimento saudável da soja, influenciando diretamente a produtividade das lavouras. Para que as plantas cresçam de forma adequada, elas necessitam de diversos nutrientes, muitos dos quais são absorvidos diretamente do solo. No Brasil, principalmente em regiões tropicais, a fertilidade do solo é um desafio, exigindo o uso de técnicas de manejo que incluam a aplicação de adubos químicos.

Os solos tropicais brasileiros, embora favorecidos por altos índices de temperatura e precipitação, sofrem um processo natural conhecido como intemperismo. Esse fenômeno é responsável pela transformação e desgaste das rochas e solos, por meio de processos físicos, químicos e biológicos. Embora a precipitação intensa contribua para a formação do solo, ela também pode levar a uma alta taxa de intemperismo, o que resulta em solos com baixa fertilidade.

Como consequência, muitos solos do Brasil não são capazes de fornecer sozinhos todos os nutrientes necessários para o crescimento das plantas, tornando-se pouco férteis. Para superar essa limitação e garantir a alta produtividade das lavouras de soja, é essencial o manejo adequado do solo. A calagem (processo que aumenta o pH do solo), a gessagem e, principalmente, a adubação, são práticas fundamentais para melhorar as condições de fertilidade.

A escolha do tipo de adubo químico utilizado na cultura da soja é determinante para a absorção eficiente de nutrientes e para a manutenção da fertilidade do solo. Cada tipo de adubo tem uma composição e dinâmica distintas no solo, afetando a disponibilidade de nutrientes de maneira variável. A relação entre a fertilidade do solo e a produtividade da soja é clara: solos bem nutridos resultam em maiores colheitas e melhor qualidade dos grãos.

A adubação deve levar em consideração diversos fatores, como as condições climáticas, especialmente a temperatura e a quantidade de chuva, que influenciam a disponibilidade de nutrientes no solo. Além disso, as diferenças genéticas entre as cultivares de soja, o teor de nutrientes presente no solo e os tratos culturais adotados também afetam as necessidades nutricionais das plantas.

 





Source link

News

Preço médio da arroba do boi gordo segue em alta; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve menor fluidez nos negócios no decorrer desta terça-feira (14), mas manteve o tom de alta nas cotações, de acordo com a consultoria Safras & Mercado.

Segundo o consultor da empresa Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate no geral permanecem encurtadas, o que sinaliza para a continuidade do movimento de alta no curto prazo.

“A oferta é restrita, e não há sinais de avanços consistentes no curto prazo. Exportações seguem em bom nível neste início de ano, algo compreensível uma vez que o Brasil ainda figura como principal alternativa para o fornecimento de carne bovina”, destaca.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 332,33 (R$ 331,83 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 319,71 (R$ 318,82 anteriormente)
  • Goiás: R$ 319,82 (R$ 319,29 na segunda)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 324,20, estável
  • Mato Grosso: R$ 316,82 (R$ 316,69 ontem)

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta acomodação em seus preços no decorrer da semana. Iglesias destaca que a demanda é tipicamente enfraquecida neste período do ano, com a população descapitalizada e priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17,00, por quilo. Quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18,00, por quilo.



Source link

News

Produção de soja deve aumentar 15,4% em 2025, projeta IBGE



A expectativa de uma nova safra recorde de soja tem ajudado a turbinar a projeção para a produção agrícola brasileira de 2025. A colheita da oleaginosa deve totalizar um ápice de 167,3 milhões de toneladas neste ano, aumento de 15,4% em relação a 2024, 22,348 milhões de toneladas a mais.

Os dados são do terceiro Prognóstico para a Produção Agrícola de 2025, divulgado nesta terça-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além da soja, são esperados aumentos em 2025 para as seguintes culturas:

  • Milho 1ª safra (alta de 9,3% ou 2,124 milhões de toneladas a mais);
  • Milho 2ª safra (alta de 4,1% ou 3,736 milhões de toneladas a mais);
  • Arroz (8,1% ou 856,1 mil toneladas a mais);
  • Trigo (4,8% ou 360,7 mil toneladas a mais); e
  • Feijão 1ª safra (30,9% ou 276, 1 mil toneladas a mais)

Já o algodão herbáceo em caroço deve ter safra praticamente estável em relação à de 2024, apenas 2,354 mil toneladas a mais.

Em contrapartida, está prevista redução para a produção de sorgo, queda de 3,2% ou 127,668 mil toneladas a menos.

Produção agrícola do país

A produção agrícola brasileira deve somar 322,6 milhões de toneladas em 2025, 29,9 milhões de toneladas a mais que o desempenho de 2024, um aumento de 10,2%.

Se confirmada, a safra 2025 marcará novo volume recorde, superando o ápice de 315,386 milhões de toneladas visto em 2023.

“Esse crescimento se deve à recuperação da safra de soja, que passou por muitos problemas em 2024. Isso se soma às condições climáticas favoráveis às lavouras na maior parte do Brasil, mesmo com atraso no início do plantio”, diz o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Carlos Guedes, em nota.

Segundo ele, os produtores conseguiram recuperar este atraso, utilizando-se de alta tecnologia. “Tem chovido de forma satisfatória na maioria das regiões produtoras, o que beneficia as lavouras que estão em campo”.



Source link

News

Excesso de chuvas paralisa colheita de soja e traz risco de perdas



O excesso de chuvas tem causado transtornos e paralisações nas atividades agrícolas em Mato Grosso, colocando em risco a produtividade da soja neste início de colheita da safra 2024/2025. Os produtores enfrentam desafios com a alta umidade do solo, dificultando a entrada das máquinas e aumentando os custos de operação.

A primeira área colhida pela equipe do gerente de produção no município de Campos de Julho teve uma produtividade média de 76 sacas por hectare. O excesso de chuvas, segundo ele, está comprometendo o andamento da colheita. O grande desafio, de acordo com o gerente, será o clima, especialmente agora, em janeiro e fevereiro, períodos críticos para a colheita. As máquinas precisam estar preparadas para trabalhar com alta performance e na hora certa, para evitar perdas na lavoura.

Em outras propriedades de soja, a umidade excessiva tem gerado dificuldades semelhantes. Naquelas áreas de sequeiro, a constante chuva tem impedido o rendimento esperado das máquinas, dificultando o trabalho de colheita. A situação exige agilidade, já que qualquer janela de sol precisa ser aproveitada ao máximo para evitar a perda de produção.

Nos municípios onde a produção é mais concentrada, como Sorriso, o problema também se repete. Lá, a colheita está sendo escalonada nas áreas irrigadas, com as máquinas funcionando apenas em períodos intercalados para evitar danos. A chuva constante tem feito com que as máquinas fiquem paradas por dias, gerando preocupação entre os produtores.

Além disso, a situação nas áreas de sequeiro, onde a concentração de produção é maior, também é preocupante. A falta de chuva até meados de outubro atrasou o plantio, mas, com o ritmo acelerado de semeadura depois disso, muitas áreas ficaram prontas para a colheita em um curto espaço de tempo. A preocupação com o risco de perdas devido à chuva intensa é crescente, já que a janela para a colheita é estreita e o clima tem dificultado o trabalho no campo.



Source link

News

Agronegócio representou 23,5% do PIB da Bahia até o terceiro trimestre de 2024



O agronegócio representou 23,5% do PIB total da Bahia até o terceiro trimestre de 2024, de acordo com a base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Os dados foram divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), compartilhados também pela Seagri.

Este desempenho é ainda mais notável no terceiro trimestre, onde a participação alcançou 26,5%, a maior já registrada para o período, superando os 19,8% do mesmo trimestre em 2023.

Comparando os números parciais de 2024 com os do ano anterior, observa-se um crescimento expressivo. Em 2023, a participação da agropecuária baiana no PIB nacional foi de 5,5%, enquanto em 2024, até o terceiro trimestre, essa participação subiu para 7,1%.

De acordo com a pasta, esses dados preliminares indicam uma recuperação significativa em 2024, após uma queda observada em 2023.

A estimativa do PIB da Bahia até o terceiro trimestre de 2024 é de R$ 349 bilhões, com o agronegócio contribuindo com aproximadamente R$ 83 bilhões, equivalente a 23,8% do total.

Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP)

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da Bahia em 2024, calculado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), acumulou receitas de R$ 54 milhões.

O segmento de “Lavouras” foi o mais expressivo, contribuindo com 81% do VBP total, seguido pela produção animal com 19%.

Dentro do segmento de “Lavouras”, os grãos lideraram com 57%, seguidos pelo cacau (12%), frutas (11%) e outras lavouras (20%). Na produção animal, os bovinos de corte foram a principal atividade, representando 57%, seguidos por aves (22%), leite (13%) e suínos e ovos (8%).


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link