quarta-feira, julho 8, 2026

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práticas sustentáveis garantem alta produtividade



Manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental


Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, o controle integrado de pragas, doenças e plantas daninhas é uma estratégia essencial para proteger o potencial produtivo da soja, promovendo sustentabilidade e eficiência econômica. Esse método combina abordagens biológicas, químicas, culturais e físicas, reduzindo a dependência de defensivos químicos e minimizando impactos ambientais, ao mesmo tempo em que preserva a rentabilidade da lavoura.

O manejo biológico destaca-se por utilizar organismos vivos no combate a pragas e doenças, promovendo um equilíbrio ecológico. Predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitoides, auxiliam no controle de insetos nocivos, como pulgões. Além disso, o uso de microrganismos benéficos, incluindo fungos, bactérias e vírus, combate pragas específicas de maneira eficiente, diminuindo a necessidade de pesticidas.

Métodos Culturais: Rotação de culturas, uso de variedades resistentes e plantio em épocas adequadas ajudam a prevenir a disseminação de doenças e pragas.

Controle Químico: Deve ser usado de forma racional e orientada, com produtos registrados e em dosagens adequadas, evitando a resistência de pragas.

Barreiras Físicas: O uso de cercas, armadilhas e telas pode ser eficaz contra algumas espécies de insetos.

O manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental e a saúde do ecossistema agrícola, garantindo colheitas saudáveis e sustentáveis.

Pesquisas e inovações tecnológicas têm facilitado a aplicação dessas práticas. O manejo integrado de pragas é reconhecido por sua eficácia e por atender às exigências de consumidores que demandam produtos agrícolas mais sustentáveis.





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Alta do Ibovespa, recuo do dólar e componente norte-americano. Ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 2,84% do Ibovespa, puxado por Vale e mineradoras, com o dólar recuando para R$ 6,01 (-0,78%). Nos EUA, o CPI mostrou desaceleração da inflação, enquanto o Livro Bege trouxe expectativa de alta modesta nos preços em 2025. No Brasil, a PMS caiu 0,9% em novembro, refletindo ajustes no setor de serviços. Amanhã, foco no IBC-Br.



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Dólar cai para R$ 6,02





Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar à vista registrou queda frente ao real nesta quarta-feira (15), influenciado pela reação dos investidores à divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos. Os números apontaram que o núcleo dos preços ao consumidor na base anual se aproximou ainda mais da meta de 2% estipulada pelo Federal Reserve (Fed).

A moeda norte-americana encerrou o dia com baixa de 0,36%, cotada a R$ 6,0251, a menor marca de fechamento desde 12 de dezembro, quando atingiu R$ 6,0128. No acumulado de janeiro, o dólar já registra desvalorização de 2,49%.

No mercado futuro, o dólar para fevereiro, considerado o contrato mais líquido no momento, recuava 0,67% no final da tarde, sendo negociado a R$ 6,0415 na B3.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 6,041
  • Venda: R$ 6,041

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313

Especialistas destacam que a queda reflete otimismo do mercado em relação ao controle inflacionário nos EUA, o que pode levar o Fed a adotar uma postura menos agressiva em sua política monetária. Esse movimento também favorece moedas de países emergentes, como o real, que ganha espaço com o enfraquecimento global do dólar.





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Chuva se intensifica em 3 regiões brasileiras; confira a previsão de hoje



O dia que marca o início da segunda quinzena de janeiro terá chuva abrangente, com risco para temporais, em grande parte do país. Veja a previsão para as cinco regiões:

Sul

Áreas de instabilidade seguem avançando do interior do continente, provocando pancadas de chuva no centro-oeste do Rio Grande do Sul. No leste de Santa Catarina e no Paraná, dia mais nublado e com pancadas de chuva que podem vir a qualquer momento. Por outro lado, o sol vai predominar em grande parte dos territórios paranaense e catarinense, bem como na metade leste e norte gaúcha.

Sudeste

Chuva volta a se espalhar por São Paulo, onde não se descartam precipitações de forte intensidade no interior do estado, principalmente a partir da tarde. Em Minas Gerais e Espírito Santo, a chuva continua em todas as regiões, com risco para temporais isolados. No Rio de Janeiro o dia fica nublado e pode chover a partir da tarde.

Centro-Oeste

Tempo instável e com chuva a qualquer hora entre Goiás, Mato Grosso e centro-norte de Mato Grosso. Nessas áreas o sol aparece entre muitas nuvens e a chuva vem ao longo do dia com até forte intensidade e não se descartam alguns temporais. Somente no sul do território sul-matogrossense o tempo fica firme.

Nordeste

O tempo permanece instável e com pancadas de chuva a qualquer hora em grande parte dos estados. As pancadas de chuva acontecem a qualquer momento no interior da Bahia, Maranhão, Piauí e no sertão, locais onde o dia deve ser de muita nebulosidade. Em João Pessoa, Paraíba, o sol aparece entre nuvens e tem previsão para pancadas de chuva isolada.

Norte

Tempo firme com sol aparecendo entre nuvens no Acre, norte e oeste do Amazonas, enquanto em Roraima e noroeste do Pará o sol é mais presente. Em Rondônia, leste e sudeste amazonense, centro-leste e oeste paraense e Tocantins, o tempo permanece mais nublado e com pancadas de chuva com até forte intensidade ao longo do dia.



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Peru autoriza que mais 9 frigoríficos brasileiros lhe vendam carne suína e de aves



O governo do Peru, por meio do “Servicio Nacional de Sanidad Agraria” (Senasa), autorizou nesta terça-feira (14), que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.

Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.

Já para a carne de aves, houve a inclusão de planta produtiva no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em 2024, o Brasil exportou mais US$ 755 milhões em produtos agropecuários para o mercado peruano. Esse valor inclui, além das proteínas, produtos como soja, fibras têxteis, frutas, nozes e lácteos.

Já os embarques de carnes do Brasil para o país ultrapassaram US$ 141 milhões no ano passado. “Com a habilitação das novas plantas frigoríficas, projeta-se incremento expressivo nas exportações de carne suína e de aves, com benefício para toda a cadeia produtiva”, diz o Mapa, em nota.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o Peru possui consumo per capita de carne suína relativamente baixo, em torno de 8,5 quilos anuais, o que indica potencial para crescimento do setor.

“Com mais plantas habilitadas, temos uma excelente oportunidade para expandir nossa presença neste importante mercado”, disse.

O Peru produz mais de 220 mil toneladas anuais de carne de porco e importou 14,8 mil toneladas da proteína em 2023. A maior parte provém do Chile (57% do total), seguida pelos Estados Unidos (13% do total) e Brasil (12% do total), cuja participação deve aumentar com as novas habilitações.



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Instituto de Zootecnia desenvolve projeto para aproveitamento de resíduos orgânicos no Vale do Ribeira



Pesquisa viabilizará a sustentabilidade ambiental, social e econômia


Foto: Divulgação

Na busca incansável por soluções sustentáveis aos problemas ambientais encontrados, o Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP está desenvolvendo um estudo para destino e aproveitamento adequados de resíduos orgânicos. O projeto “Sistema de produção de leite de búfalas integrado à compostagem de resíduos orgânicos”, apoiado pela Fundação AgriSus está sendo desenvolvido no Núcleo Regional de Pesquisa de Registro do IZ.

A geração de resíduos orgânicos tem aumentado exponencialmente tanto no meio rural quanto urbano e seu destino incorreto é fonte de contaminação de solo, água e ar.

No Vale do Ribeira, o aumento na produção de búfalos tem contribuído para aumento na geração de resíduos orgânicos. “O objetivo do estudo é viabilizar um sistema de produção de leite de búfalas que integre as produções de forragem, de leite e de resíduos orgânicos de forma sustentável”, afirma o pesquisador do IZ, Nelcio Antonio Tonizza de Carvalho.

A transformação destes resíduos em compostos orgânicos possibilita a incorporação de carbono ao solo, a manutenção da saúde populacional e a preservação do bioma regional. A aplicação de adubação orgânica, além de fornecer nutrientes, ajuda a melhorar as características físicas do solo, mantendo a umidade, bem como auxiliando no aumento da diversidade biológica o que melhora a produtividade das plantas. O sistema torna-se mais econômico, aumenta a rentabilidade do produtor e diminui os impactos ambientais.

Segundo Nélcio, na pecuária, os principais resíduos orgânicos são as fezes e urina produzidas pelos animais, enquanto na área urbana são produzidos os resíduos verdes compostos por galhos, cascas de árvores, gramas, folhas verdes e secas, flores e outros materiais provenientes da arborização. “São materiais ricos em nutrientes e que podem ser submetidos à compostagem, disponibilizando nutrientes para aplicação na agricultura, em substituição ou complementação à adubação química, diminuindo o custo de produção de alimentos”.





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Procon orienta consumidores a denunciar cobrança extra sobre Pix



A Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) fez uma alerta nesta quarta-feira (15) para que os consumidores tomem cuidado com cobranças ilegais em pagamentos com Pix.

Segundo o órgão, não podem ser cobradas taxas extras nos pagamentos feitos nessa modalidade de transferência bancária.

“Nada mudou, nem deve mudar, para o consumidor. E, mesmo que mudasse, os fornecedores não poderiam cobrar qualquer taxa extra para receber pagamentos por qualquer modalidade – Pix, cartão de crédito, de débito ou boleto”, afirmou Patrícia Dias, assessora técnica do Procon-SP.

Segundo ela, a lei veda o repasse ao consumidor de taxas eventualmente cobradas pelas instituições financeiras ou empresas de meios de pagamento, uma vez que estes encargos compõem os custos do negócio e não podem ser cobrados à parte em função da modalidade escolhida pelo comprador.

De acordo com o Procon-SP, os consumidores que se depararem com a cobrança de taxas extras para pagamentos, devem recusar, ou registrar, de alguma forma, a cobrança extra e fazer uma reclamação ou denúncia no site da instituição.



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Boi gordo segue em alta amparado por demanda de exportação; veja cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar alta em seus preços no decorrer desta quarta-feira (15).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda encontram grande dificuldade na composição de suas escalas de abate, que permanecem posicionadas entre três e seis dias úteis na média nacional.

“A demanda permanece aquecida, em especial a relacionada à exportação. O Brasil segue como melhor alternativa global para o fornecimento de carne bovina, com grandes predicados na comparação aos concorrentes”, destaca.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 332,75 (R$ 332,33 ontem)
  • Minas Gerais: R$ 319,71, estável
  • Goiás: R$ 321,43 (R$ 319,82 anteriormente)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 324,89 (R$ 324,20 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 316,22 (R$ 316,82)

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços mais altos nesta quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo.

“Importante mencionar que as exportações permanecem em ótimo nível, enxugando o mercado doméstico. Esta dinâmica será essencial para justificar reajustes dos preços da carne bovina no mercado interno. De maneira lógica, há limitações, como o baixo poder de compra da população, que tende a dificultar altas muito contundentes”. comenta.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,75, por quilo. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 18,50. Quarto dianteiro apresentou alta de R$ 0,50 e atingiu o patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,36%, sendo negociado a R$ 6,0240 para venda e a R$ 6,0220 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0108 e a máxima de R$ 6,0693.



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agronegócio registra crescimento nas exportações



Exportações do setor alcançam quase US$ 6,1 bilhões




Foto: Divulgação

Segundo dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri Ba), o agronegócio da Bahia teve um desempenho notável em 2024, com as exportações do setor alcançando quase US$ 6,1 bilhões, o que representa 52% do total exportado pelo estado. Este resultado reforça a relevância da agropecuária na economia baiana, contribuindo para um saldo comercial positivo de quase US$ 5,5 bilhões, conforme dados da plataforma Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Em comparação com o ano anterior, quando as exportações do agronegócio totalizaram US$ 5,8 bilhões, houve um aumento em 2024. Esse crescimento se manteve sólido, mesmo diante dos desafios climáticos e econômicos enfrentados pelo setor ao longo do ano. A agropecuária baiana segue com destaque na produção de alimentos e energia, reafirmando seu papel fundamental na economia nacional.

Os principais produtos exportados pela Bahia foram o complexo soja (45,33%), produtos florestais (22,44%), fibras e produtos têxteis (13,81%), cacau e seus derivados (6,49%), café (4,10%) e frutas (3,39%). As principais rotas de exportação incluem mercados tradicionais como Estados Unidos, Reino Unido, Coreia do Sul, Argentina, Chile e Canadá, além da expansão para novos destinos como China, Japão e Índia.





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Tá caindo o mundo em Mato Grosso! Veja se a chuva continuará nos próximos dias


O início de janeiro de 2025 tem sido marcado por chuva volumosa em diversas regiões de Mato Grosso, como Cuiabá, São José do Rio Claro, Nova Canaã do Norte e Sorriso.

Nos primeiros 15 dias do mês, acumulados próximos e até superiores a 300 mm foram registrados em algumas dessas localidades, superando, em muitos casos, a média climatológica mensal.

De acordo com a Climatempo, o principal fator que favorece as chuvas volumosas no estado é a formação de canais de umidade entre o Norte e o Sudeste do Brasil. Assim, a combinação do calor intenso em solo mato-grossense com a alta umidade da região Norte intensifica as precipitações.

Desde o início do verão, ocorreram três episódios de Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), sendo a última a mais duradoura e presente sobre Mato Grosso. Nos próximos dias, a ZCAS deve perder força, mas a chuva continuará devido ao direcionamento do fluxo de umidade.

Mais chuva nos próximos dias?

mapa chuva Mato Grossomapa chuva Mato Grosso
Foto: Climatempo

De acordo com o mapa de previsão de acumulados de chuva (acima) para o período entre 15 e 25 de janeiro, os volumes continuarão elevados em todo o estado.

Em diversas áreas, os acumulados devem variar entre 100 mm e 200 mm, com regiões pontuais podendo registrar ainda mais.

O excesso de umidade tem prejudicado os produtores, como Pablo Felipetto, de Sorriso. Ele está precisando escalonar a entrada das colheitadeiras no pivô para não perder soja.

“Desde quinta-feira passada não conseguimos entrar com as máquinas. Não estou nem ligando elas. Está tudo parado porque a chuva não tem dado trégua”.

O presidente do Sindicato Rural do município, Diogo Damiani, reforça que o excesso de precipitação tem impedido os trabalhos em campo. “praticamente tá invernado né que a gente fala chove é o dia todo então isso nos preocupa “Tem muitas áreas de pivô prontas para serem colhidas e há mais ou menos quatro dias recebemos chuva praticamente o dia inteiro”.



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