quarta-feira, julho 8, 2026

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Frente fria e chuva de até 100 mm estão na previsão do tempo para regiões nesta semana; confira



A semana de 20 a 24 de janeiro será marcada por condições climáticas diversas em todas as regiões do Brasil, com destaque para a formação de uma nova frente fria no Sul, pancadas de verão no Sudeste e excesso de chuvas no Centro-Oeste e Norte.

Já no Nordeste, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém bons níveis de umidade em partes da região, enquanto outras áreas enfrentam tempo mais seco.

Confira os detalhes da previsão para cada região, com informações da Climatempo e análise do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller.

Sul

Uma nova frente fria se forma na região, ajudando a organizar novas áreas de instabilidades no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. No Paraná, são esperadas pancadas de chuva com intensidade entre moderada e forte, além de tempo abafado. Não chove apenas no oeste gaúcho.

A chuva se distribui na semana em todas as áreas produtoras dos três estados, com acumulados de até 70 mm em cinco dias.

Atenção para temporais nos próximos dias, com possibilidade de granizo e rajadas de vento acima de 70 km/h, devido ao avanço da frente fria com um cavado meteorológico associado.

No geral, a semana traz otimismo para os produtores da região, com o retorno da umidade. Porém, trata-se de uma chuva que já chega tarde para muitas lavouras no Rio Grande do Sul, especialmente as da porção sul do estado.

Sudeste

Pancadas verão devem ser registradas no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo no começo da semana. A segunda-feira (20) será marcada por sol, temperaturas elevadas e chuva ocorrendo de maneira irregular à tarde e à noite.

O sol aparece em São Paulo e as temperaturas sobem, podendo chover no inicio da tarde no interior do estado. O litoral e a capital paulista iniciam a semana em atenção.

Um bom volume de chuva, na casa de 50 mm, deve ser registrado na semana em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas, ajudando a manter a boa umidade do solo. Nas demais áreas mineiras e no Espírito Santo, o período será mais quente e seco, ajudando a fazer avançar os trabalhos em campo, após uma primeira quinzena de janeiro chuvosa.

Centro-Oeste

O sol aparece um pouco mais em Mato Grosso e Goiás. Já Mato Grosso do Sul inicia a semana com predomínio de nebulosidade e pancadas de chuva que podem ocorrer a
qualquer momento do dia. Há chance de chuva forte e temporais nesse estado e no Distrito Federal.

A semana terá bom volume de chuvas no centro-sul de Mato Grosso de Sul, variando de 50 a 70 mm. Isso ajuda a aliviar o calorão na região e a eliminar o estresse hídrico nas lavouras. Nas demais áreas do estado, a tendência é de uma semana mais quente e seca, com acumulados de chuva girando em torno de 30 mm.

No oeste de Mato Grosso, os acumulados do período podem passar de 100 mm, atrasando ainda mais o avanço da colheita de soja. Na porção leste do estado e em Goiás, a semana será mais quente e seca, com o acumulado de chuva ficando na casa de até 30 mm.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula a umidade na costa norte da região. A segunda-feira terá sol, tempo abafado e pancadas moderadas a fortes no litoral do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Chove em forma de pancadas mais rápidas na costa leste e no interior da Bahia.

A semana será mais quente e seca na Bahia, com acumulados na casa de 40 mm nas faixas oeste e norte. No restante do estado, a tendência é que a chuva não ultrapasse 10 mm no período.

Em Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Pará e Rio Grande do Norte, as chuvas intercaladas com períodos de sol devem predominar nos próximos dias, com acumulados na casa de
30 mm aliviando a estiagem na porção leste da região.

Maranhão, Piauí e Ceará devem registrar acumulados de 70 a 80 mm, o que ajuda a manter a boa umidade do solo, sem atrasar as operações em campo.

Norte

Não chove no começo da semana em Roraima e no noroeste do Pará. O tempo mais fechado com pancadas em vários momentos desta segunda-feira no litoral paraense. Faz sol com pancadas fortes de chuva e risco de raios e trovoadas no Tocantins e no sul do Pará. Chove a qualquer momento no Amazonas e em Roraima.

Durante a semana, a chuva devem atingir a casa de 100 mm em Rondônia e Pará, o que é uma boa notícia para os pecuaristas locais, pois isso ajudará na recuperação de pastagens e de cultivos de verão.

No Tocantins, Acre, Amazonas, Roraima e Amapá, a chuva varia entre 40 e 60 mm no período, contribuindo para manutenção de umidade do solo, sem prejudicar as operações em campo.

O tráfego de embarcações pela bacia amazônica deve voltar ao normal. Em Manaus (AM), o nível do Rio Negro alcançou 21 metros na última sexta-feira (17), cerca de 50
centímetros a mais do que no mesmo dia em janeiro de 2024. No ano passado, inclusive, o nível do curso d’água chegou a atingir 12,11 metros, o ponto mais baixo já registrado em mais de 120 anos de medições.



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Com valores que chegam a R$ 40 milhões, fazendas históricas atraem investidores


As fazendas do período colonial brasileiro estão ganhando destaque no mercado imobiliário, atraindo investidores interessados não só em sua rica arquitetura e história, mas também no vasto potencial agrícola, pecuário e turístico que essas propriedades oferecem.

Com preços que variam entre R$ 3 milhões e R$ 40 milhões, essas fazendas apresentam estruturas preservadas que podem ser transformadas em hotéis, museus ou espaços de eventos, além de manterem aptidão para produção de café, gado de corte e outras culturas.

Potencial turístico e econômico

Segundo Renata Apolinário, diretora operacional do portal Chaozão, essas propriedades têm se tornado uma oportunidade lucrativa, especialmente no segmento turístico.

“O turismo em fazendas históricas é uma forma de revitalizar essas propriedades, oferecendo experiências imersivas e ajudando a preservar o patrimônio cultural. Muitas delas já se destacam como destinos para eventos como casamentos e retiros”, afirma.

A valorização histórica e a possibilidade de exploração econômica atraem olhares de investidores, como aponta Geórgia Oliveira, CEO do Chaozão: “Essas fazendas combinam beleza arquitetônica com funcionalidade, sendo ideais para pecuária e produção agrícola, especialmente café, uma cultura de alto valor agregado.”

Fazendas em destaque

Entre os exemplos mais notáveis estão propriedades como a Fazenda em Rio de Janeiro, avaliada em R$ 35 milhões, com estrutura luxuosa e uma rica história que inclui gravações de novelas icônicas; e a Fazenda Borba Gato, em Pindamonhangaba (SP), que une charme histórico a um moderno espaço de lazer.

Fazenda Borba Gato PindamonhangabaFazenda Borba Gato Pindamonhangaba
Fazenda Borba Gato, em Pindamonhangaba (SP), apresenta estrutura colonial preservada

Outras propriedades, como a Fazenda em Lagoinha (SP), avaliada em R$ 12,8 milhões, e a Fazenda em Joanópolis (SP), por R$ 3,3 milhões, se destacam por oferecer potencial turístico e agrícola, com áreas preservadas de Mata Atlântica e estruturas adequadas para lavouras e hotéis rurais.

Fazenda Joanópolis (SP)Fazenda Joanópolis (SP)
Propriedade em Joanópolis (SP) possui área preservada de Mata Atlântica

Preservação e investimento sustentável

Além de seu valor cultural, essas fazendas apresentam soluções sustentáveis, como restauração de áreas degradadas e utilização de recursos naturais, tornando-se atrativas para investidores que buscam unir lucratividade e preservação ambiental.

O mercado de fazendas históricas no Brasil reflete um modelo de investimento que equilibra história, sustentabilidade e exploração econômica, consolidando-se como uma oportunidade única para investidores que desejam unir tradição e inovação no agronegócio e no turismo.



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sabor que impulsiona o turismo rural



O interior paulista, além das paisagens exuberantes, esconde um tesouro gastronômico: os queijos artesanais. Com sabores únicos e texturas irresistíveis, esses produtos têm conquistado paladares exigentes no Brasil e no mundo, impulsionando o turismo rural e transformando a experiência de viagem no estado de São Paulo.

Experiência única

Mais do que um alimento, o queijo artesanal paulista é uma experiência. As queijarias, verdadeiros santuários do sabor, convidam os visitantes a uma jornada sensorial, desde a ordenha até a degustação. Piqueniques em meio à natureza, cafés coloniais e almoços harmonizados com vinhos e cervejas artesanais completam a experiência, tornando a visita inesquecível.

Queijarias Premiadas

A qualidade dos queijos paulistas é reconhecida internacionalmente. A Fazenda Atalaia, em Amparo, dona do aromático queijo Tulha, ganhou medalha de ouro no World Cheese Award. Já a Pardinho Artesanal, em Pardinho, autora do macio e adocicado Cuestinha, foi reconhecida entre os maiores especialistas de queijos do mundo.

O guia virtual da Rota Turística do Queijo Artesanal Paulista traz as melhores experiências para quem é fã deste produto milenar, valorizando os produtores artesanais e a agricultura familiar.

Parte dos produtores de queijos artesanais destacados no guia integram as 11 rotas gastronômicas lançadas pelo Turismo paulista, ao lado de produtores de vinhos, azeites, entre outros produtos. A publicação é uma parceria da Setur-SP com a Associação Paulista do Queijo Artesanal e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Turismo rural

O turismo rural tem se mostrado uma das atividades mais promissoras em São Paulo, com um crescimento de quase 30% ao ano. Os queijos artesanais, como atrativo gastronômico, têm sido um dos principais motores desse crescimento. Afinal, quem resiste a uma viagem que une natureza, cultura e sabores autênticos?

A gastronomia, especialmente a regional, tem se consolidado como um dos principais motivos para viajar. No caso de São Paulo, os queijos artesanais são um dos grandes protagonistas dessa história, atraindo turistas em busca de experiências únicas e autênticas.



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Tecnologia e sustentabilidade na Festa do Tomate



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença
A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença – Foto: Pixabay

A 38ª edição da Festa do Tomate acontecerá de 24 a 26 de janeiro em Alto Caxixe, Venda Nova do Imigrante (ES), no Centro de Eventos Zaudino Gagno, conhecido como “Tomatão”. Este evento é um dos mais importantes do agronegócio capixaba, destacando a relevância da cultura do tomate para a economia local. A festa contará com uma programação variada, incluindo shows, concursos, premiações e uma feira de negócios, reunindo grandes marcas do setor agrícola.

O foco deste ano será o cultivo sustentável e produtivo do tomate, tema abordado em estandes e palestras. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer inovações tecnológicas que buscam aumentar a produtividade e a rentabilidade da cultura do tomate, beneficiando especialmente os agricultores da região.

A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença na feira com um portfólio diversificado de soluções para o setor agrícola. A empresa apresentará tecnologias biológicas e tradicionais em fertilizantes, defensivos e outros insumos, buscando contribuir para a produtividade dos produtores de tomate. Durante o evento, sua equipe técnica estará disponível para fornecer orientações personalizadas, com foco em soluções que ajudem a melhorar a rentabilidade dos cultivos.

André Ceotto, gerente de vendas da filial Casa do Adubo no Ceasa capixaba, ressalta que a participação na Festa do Tomate é uma excelente oportunidade para se conectar diretamente com os produtores e entender suas necessidades. Ele destaca que as soluções apresentadas são voltadas para a sustentabilidade e o crescimento do setor agrícola capixaba. “A Festa do Tomate é uma oportunidade estratégica para nos conectarmos com os produtores, entender suas necessidades e oferecer soluções que combinam inovação, eficiência e sustentabilidade”, acrescenta Ceotto.

 





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Chuva com possibilidade de granizo: domingo será de tempestades



A chuva permanece em boa parte do país neste domingo (19). Santa Catarina permanece em estado de atenção e Mato Grosso, também castigado por fortes precipitações, ainda não terá folga. Confira a precisão para as cinco regiões do país:

Sul

Novas áreas de instabilidades espalham chuva nos três estados da Região Sul. Assim, dia de tempo mais fechado e com risco de temporais no sul do Rio Grande do Sul e norte do Paraná. Chove em forma de pancadas em Santa Catarina e o estado permanece em atenção. Precipitações também no norte e noroeste gaúcho.

Sudeste

Pancadas mais isoladas no norte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Neste último, calorão e pancadas típicas de verão na capital. Já em São Paulo, risco maior para temporais no interior. A capital paulista fica com tempo mais encoberto e com pancadas de níveis moderados a fortes.

Centro-Oeste

Dia marcado por sol e muito calor, especialmente em Mato Grosso do Sul. Pancadas de chuva moderada a forte em grande parte do centro-sul e interior do estado, com risco para granizo isolado. Chove em vários momentos no nordeste sul-matogrossense e no estado de Mato Grosso. Dia abafado com sol e pancadas fortes em Goiás e no Distrito Federal.

Nordeste

O risco de temporais diminui na Bahia, mas ainda pode chover com moderada a forte intensidade no oeste do estado. Alerta no Maranhão e pancadas de chuva forte no Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, interior de Pernambuco e da Paraíba.

Norte

Pouca chuva em Roraima tempo mais aberto no oeste do Acre. Dia de sol com pancadas entre tarde/noite no Amazonas e no Tocantins. Tempo mais fechado e chuvoso no Amapá e litoral do Pará devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).



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Piauí receberá auxilio de 5,5 toneladas de alimentos



Conab antecipará entrega de alimentos no Piauí após chuvas”




Foto: Divulgação

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participará das ações emergenciais do Governo Federal para apoiar as famílias desabrigadas pelas fortes chuvas que afetaram o Piauí nesta semana. A Conab antecipará a entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para as cozinhas comunitárias de Picos, além de priorizar o abastecimento de milho do Programa de Venda em Balcão (ProVB) nas unidades de Picos e Parnaíba.

As medidas foram definidas durante uma reunião na sede da Conab, realizada nesta quinta-feira (16), com a presença de representantes da Companhia, incluindo a diretora Administrativa, Financeira e de Fiscalização, Rosa Neide, o chefe de gabinete da presidência da Conab, Benhur Freitas, a superintendente de Abastecimento Social, Ana Rita da Costa Pinto, o gerente de Programação e Acompanhamento da Agricultura Familiar, Enio Carlos Moura de Souza, a assessora da Diretoria de Política Agrícola e Informações, Maria Kazé, e o superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Piauí, Alysson Pêgo.

As entregas começarão na próxima terça-feira (21). Os alimentos do PAA serão fornecidos por agricultores familiares da Cooperativa de Pequenos Produtores Rurais de Assunção do Piauí (COOPPRAS) e da Cooperativa Mista de Produção, Comercialização e Serviços do Campo (COCAMPO), e destinados às cozinhas Raízes do Brasil (ligada ao Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA) e ao Centro Espírita São Francisco de Assis, com gestão da Cáritas.

A ação contemplará a entrega de 5.504 kg de alimentos (como arroz, feijão, carne caprina, farinha de mandioca e raiz de mandioca), atendendo cerca de 1.300 pessoas cadastradas. O investimento total nos projetos é de R$ 250.852,93, repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).





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BNDES aprova R$ 52,3 bilhões para o agronegócio em 2024


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, de janeiro a dezembro de 2024, R$ 52,3 bilhões em financiamentos para o setor agropecuário brasileiro, o que representa um aumento de 26% em relação aos R$ 41,5 bilhões aprovados no ano anterior e 92% a mais do que os R$ 27,2 bilhões registrados em 2022. Os recursos foram destinados a produtores rurais, cooperativas, agricultores familiares e agroindústrias, com foco em custeio e investimentos voltados à ampliação da produção, aquisição de máquinas, equipamentos, armazenagem e inovação.

Em 2024, o banco realizou 191.231 operações, aumento de 27,9% sobre as 149.430 operações de 2023 e 60% a mais que em 2022, quando foram realizadas 119.304 operações. O montante inclui operações feitas diretamente pelo BNDES e aquelas realizadas por meio de instituições financeiras credenciadas, abrangendo também os empréstimos dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs), que oferecem juros mais baixos e recursos do Fundo Social.

Dos R$ 52,3 bilhões aprovados, R$ 38,2 bilhões foram destinados a 183.822 operações no âmbito dos PAGFs. Deste total, R$ 10,25 bilhões (57.001 operações) correspondem ao segundo semestre do Plano Safra 2023-2024 (janeiro a junho de 2024), e R$ 27,9 bilhões (126.821 operações) referem-se ao primeiro semestre do Plano Safra 2024-2025 (julho a dezembro de 2024). Além disso, R$ 7,9 bilhões foram liberados através de soluções próprias do BNDES, por meio de 7.328 operações da linha BNDES Crédito Rural.

Em Rio Grande do Sul, o BNDES aprovou R$ 5,9 bilhões em 3.523 operações por meio do programa BNDES Emergencial RS, voltado para mitigação e adaptação às mudanças climáticas e para a retomada das atividades econômicas no estado.





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MST faz ato em resposta ao ataque ao assentamento do interior de SP



O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) fez, na manhã deste sábado (18), um ato em resposta ao ataque ao Assentamento Olga Benário, em Tremembé, no interior de São Paulo, no último dia 10, que deixou dois trabalhadores sem-terra mortos e seis feridos.

Na ocasião, pelo menos 20 homens em cinco carros e motos invadiram o assentamento e atiraram nas famílias que estavam reunidas.

A mobilização teve ainda o objetivo de defender a reforma agrária popular, a proteção da vida nas áreas rurais e a justiça para as famílias afetadas.

“Este é um ato por vida e por justiça, mas também um ato por reforma agrária, porque ela é o cerne e a principal questão que precisa ser resolvida em nosso país para que a paz no campo seja uma realidade, para que a luta dos trabalhadores e trabalhadoras não seja criminalizada e que suas vidas não sejam ceifadas”, disse Renata Menezes, da direção nacional do movimento.

Participaram do ato o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Cesar Aldrighi, a superintendente do Incra/SP, Sabrina Diniz, e o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.

História do assentamento

O Assentamento Olga Benário foi criado em 2006 e cerca de 50 famílias trabalham com agricultura familiar diversificada, produzindo mandioca, frutas, café, cana-de-açúcar, hortaliças, pecuária e alimentos para o mercado local e para subsistência.

A produção agroecológica é destaque, com Sistemas Agroflorestais (SAFs) que integram hortaliças, árvores frutíferas e práticas como coleta de sementes florestais e adubação verde.

“Este foi o primeiro atentado registrado no assentamento Olga Benário, mas há outros casos com registros de boletins de ocorrência por ameaças e episódios de violência, como disparos contra um assentado que estava de moto em outro momento e incêndios de casas no Assentamento Luís Carlos Prestes, em Taubaté”, denuncia o movimento.



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Brasil conquista mercado de feijão para Costa Rica”



Nova conquista marca a quarta abertura de mercado do Brasil em 2025




Foto: Divulgação

O governo brasileiro recebeu com satisfação o anúncio feito pelo governo da Costa Rica, que aceitou a certificação fitossanitária brasileira para a exportação de feijão comum (Phaseolus vulgaris) ao país centro-americano. Esse avanço abre novas oportunidades para o Brasil no mercado costarriquenho.

Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 272 milhões em produtos agropecuários para a Costa Rica, com destaque para cereais, farinhas, preparações, complexo soja e produtos florestais.

Essa nova conquista marca a quarta abertura de mercado do Brasil em 2025, totalizando 304 novas oportunidades de negócios em 64 destinos desde o início de 2023. A abertura de mercados é resultado de um esforço conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que vêm trabalhando para expandir as exportações brasileiras.





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Boi gordo teve valorização generalizada na semana; mas alta vai continuar?


O mercado brasileiro de boi gordo registrou alta de preços no decorrer da semana passada.

Conforme o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, os frigoríficos ainda encontram grande dificuldade na composição de suas escalas de abate, que permanecem posicionadas entre três e seis dias úteis na média nacional.

“A demanda por carne bovina permanece aquecida na exportação, uma vez que o Brasil segue como melhor alternativa global para o fornecimento da proteína, com grandes predicados na comparação aos concorrentes”, salienta.

Preços médios da arroba do boi na semana

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 16 de janeiro:

  • São Paulo (Capital): R$ 335, alta de 1,52% frente aos R$ 330 registrados na semana passada
  • Goiás (Goiânia): R$ 325, avanço de 3,17% perante os R$ 315 do período anterior
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 320, aumento de 1,59% frente ao fechamento de 10 de janeiro, de R$ 315
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 330, aumento de 3,13% frente aos R$ 320 da última semana
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320 a arroba, 1,59% acima dos R$ 315,00 registrados no encerramento da semana anterior
  • Rondônia (Vilhena): R$ 295, avanço de 1,72% em relação aos R$ 290 praticados no último período

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista apresentou preços mais altos na semana. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere reajustes no curto prazo, uma vez que as exportações permanecem em ótimo nível, enxugando o mercado doméstico.

“Essa dinâmica será essencial para justificar reajustes dos preços da carne bovina no mercado interno. Por outro lado, o baixo poder de compra da população tende a dificultar altas muito contundentes nos preços dos cortes bovinos”, aponta o analista.

O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 18,50 o quilo, alta de 8,82% frente ao valor praticado na semana passada, de R$ 17. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 26,50 o quilo, baixa de 1,12% frente aos R$ 26,80 por quilo registrados anteriormente.

Exportações de carne

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 335,83 milhões em janeiro (7 dias úteis), com média diária de US$ 47,975 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 66,397 mil toneladas, com média diária de 9,485 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.057,90.

Em relação a janeiro de 2024, houve alta de 28,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 14,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 11,8% no preço médio.



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