quarta-feira, julho 8, 2026

Agro

News

Novo terminal promete agilizar escoamento do agro no Nordeste



O CEO da Value Global Group, Ricardo Azevedo, anunciou que o projeto para o Porto Seco de Quixeramboim, localizado no Sertão Central do Ceará, já possui contratos assinados com setores estratégicos, como agronegócio, construção civil, energia, combustíveis, agroindústrias, mineração, logística, tecnologia, confecção e calçados. A informação foi divulgada pelo portal BE News. O empreendimento contará com um terminal dedicado ao transporte de grãos, minérios e contêineres, conectado diretamente à ferrovia Transnordestina.

Segundo Azevedo, as operações do terminal começam em 2026. Com investimento de R$ 625 milhões, o projeto busca oferecer uma área estratégica para transbordo de carga e agilidade nos processos alfandegários, apoiando a logística da Transnordestina.

O início das atividades como porto seco depende da autorização da Receita Federal. Até lá, o terminal operará como centro multimodal de carga e descarga. A primeira fase das obras já está em andamento, e a Value Global pretende solicitar o aval alfandegário assim que concluídas.

Em abril de 2024, a Value Global e a prefeitura de Quixeramboim firmaram um memorando de intenções para o projeto, que conta com investimentos privados. Azevedo revelou que o terminal terá um raio de atuação rodoviária de 250 km, otimizando o carregamento e descarregamento na ferrovia Transnordestina.

A estimativa é que o porto seco gere cerca de 1,3 mil empregos diretos e indiretos. Além disso, a redução dos custos logísticos poderá alcançar até 50% no valor do frete, comparado ao transporte rodoviário. Projeções indicam que, com a integração à Transnordestina e ao Porto do Pecém, o terminal poderá movimentar entre R$ 5 milhões e R$ 15 milhões por mês.



Source link

News

Mesmo com leilões de até US$ 2 bilhões, dólar sobe com expectativa de Trump



O dólar chegou a exibir viés de baixa nos primeiros negócios desta segunda-feira (20), mas passou a subir no mercado à vista. O ajuste é moderado diante da realização de dois leilões de linha (venda com compromisso de recompra) de até US$ 2 bilhões, às 10h20 e às 10h40. Essas operações devem amenizar a liquidez reduzida nesta segunda por incertezas com a posse de Donald Trump como presidente dos EUA e o feriado de Martin Luther King Jr., que fecha as bolsas e mercado de Treasuries no país.

Trump disse no domingo (19) que aprovará muitas ordens executivas hoje, prometeu cortar impostos, trazer milhares de fábricas de volta para os Estados Unidos, e disse que isso será feito através de tarifas. Analistas afirmam que essas políticas são inflacionárias, limitando espaço para corte de juros pelo Federal Reserve neste e nos próximos anos.

No exterior, o índice DXY, que compara o dólar ante seis moedas principais, opera em baixa. O dólar tem sinais difusos ante divisas emergentes, mas subia ante peso mexicano, lira turca e rand sul africano.

Na China, o banco central do país (PBoC) manteve inalteradas a taxa de empréstimo primário (LPR) de um ano em 3,1%, enquanto a taxa de cinco anos ficou em 3,6%. A incerteza sobre as tarifas de Trump e a volatilidade no yuan e nos títulos do governo chinês podem ter influenciado na decisão.

Investidores olham ainda a piora das expectativas de inflação em 12 meses, para 2025 e 2026, no boletim Focus. Além disso, as medianas do relatório para a cotação do dólar no longo prazo continuam subindo e se aproximando da linha de R$ 6,00.

No radar está ainda a primeira reunião ministerial do ano do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começou pouco depois das 9h. Lula deve cobrar ações concretas das pastas para mostrar à população, já com foco na disputa eleitoral de 2026. O presidente quer uma lista do que será entregue em 2025.

E perto do fim do recesso, três das maiores frentes parlamentares do Congresso agora articulam derrubar no plenário as mudanças feitas pelo petista no texto final da lei que regulamenta a reforma tributária.

Às 9h46, o dólar à vista subia 0,31%, a R$ 6,0849. O dólar futuro para fevereiro ganhava 0,19%, a R$ 6,0985.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Empresa reforça legalidade em disputa sobre arresto de milho



“A retomada do arresto reafirma que a AMAGGI vem agindo com o respeito à lei”



O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR)
O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR) – Foto: USDA

A Amaggi esclareceu, em nota divulgada no dia 15 de janeiro de 2025, que o arresto de milho objeto da disputa judicial com a Ramax Exportação e Importação foi retomado por decisão da Quarta Vara Cível de Cuiabá. A empresa destacou que a medida reafirma a atuação em conformidade com a lei.

“A retomada do arresto reafirma que a Amaggi vem agindo com o respeito à lei, às ordens judiciais e defendendo de maneira regular seu direito sobre o milho, bem como que o Poder Judiciário Mato-grossense vem garantindo a segurança jurídica ao agronegócio”, disse.

O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR) emitida por um produtor rural, com o registro formalizado em cartório. A Amaggi salientou que o penhor agrícola é um instrumento jurídico amplamente utilizado no agronegócio para garantir transações, sendo público e oponível contra terceiros. A empresa apontou que compradores de produtos agrícolas têm a responsabilidade de realizar a devida diligência antes da aquisição, verificando a existência de ônus sobre a mercadoria, como o penhor.

“No caso em questão, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi assertivo ao determinar que eventual boa-fé da empresa Ramax não se sobrepõe ao penhor agrícola devidamente registrado em favor da Amaggi. Ademais, o caso vem sendo discutido desde a safra de milho de 2024, sendo que desde o início da disputa o juízo da Quarta Vara Cível de Cuiabá já havia determinado que a Ramax mantivesse a quantidade de milho armazenada e à disposição. Eventuais prejuízos alegados pela Ramax devem ser por ela gerenciados e reclamados diretamente junto ao produtor que vendeu o milho de forma indevida”, indica.

Tenha mais informações sobre o caso clicando aqui.

 





Source link

News

Relatório aponta queda de 26% na moagem de cana na safra 2024/25



A Raízen divulgou sua prévia operacional do terceiro trimestre – safra 2024/25 (abril de 2024 a março de 2025), com um valor total de 13,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processados, queda 26,6% em relação ao mesmo período da safra anterior, que foi de 18,8 milhões de toneladas. Segundo o comunicado, o resultado reflete a sazonalidade de cana.

A moagem acumulada na safra 24/25 atingiu 77,5 milhões de toneladas. O nível de açúcares totais recuperáveis (ATR) foi de 137 quilogramas por tonelada de cana, alta de 4,6% em relação ao terceiro trimestre da safra 2023/24. O rendimento agrícola foi de 67 toneladas de cana por hectare (t/ha), recuo de 13% em relação às 77 t/ha da safra anterior.

A companhia afirmou que esses resultados são consequência do déficit hídrico e queimadas ao longo da safra, que afetaram negativamente a produtividade e a capacidade de conversão industrial de ATR em açúcar.

Sobre a matéria-prima, 44% foi destinada ao açúcar e 56% ao etanol. No mesmo período da safra anterior, esses índices chegaram a 50% e 50%, respectivamente.

A produção de açúcar equivalente ficou entre 1,8 milhão e 1,9 milhão de toneladas, ante 2,430 milhões de toneladas um ano antes. As vendas de açúcar próprio chegaram a 1,168 milhão de toneladas no trimestre, queda de 10% em comparação ao mesmo período da safra anterior.

O preço médio entre R$ 2.400 e R$ 2.550 por tonelada. A Raízen apontou que o volume reflete a redução no ritmo de embarques, alinhada com as fixações do trimestre e menor disponibilidade de produto na comparação anual.

As vendas de etanol próprio somaram 895 mil metros cúbicos (m3), ante 737 mil m3 em igual trimestre da safra passada, com preço médio entre R$ 2.800 e R$ 2.950 por m2. No segmento de mobilidade no Brasil, o volume ficou entre 6,8 milhões e 6,9 milhões de m2, em comparação a 7,132 milhões de m2 um ano antes, diante da cenário oportunístico de preços e a maior competitividade.

Projeções

A Raízen ressaltou que decidiu descontinuar a divulgação das projeções financeiras referentes à safra 2024/25 em razão da performance observada até o momento e das mudanças em curso na companhia.

Por fim, a companhia lembrou que divulgará seus resultados auditados referentes ao terceiro trimestre do ano-safra 2024’25 no dia 14 de fevereiro de 2025, após o fechamento do mercado. A teleconferência de resultados acontecerá no dia 17 de fevereiro de 2025.



Source link

News

inflação de 2025 sobe pela 14ª semana; PIB avança 2,04%



A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 subiu pela 14ª semana consecutiva, de 5,0% para 5,08% – mais de 0,5 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Um mês antes, era de 4,84%. Considerando apenas as 45 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária passou de 5,14% para 5,11%.

A partir deste ano, a meta começa a ser apurada de forma contínua, com base na inflação acumulada em 12 meses. O centro continua em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo.

A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 subiu pela quarta semana seguida, de 4,05% para 4,10%. Um mês antes, estava em 4,0%. Considerando apenas as 43 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção aumentou de 4,0% para 4,10%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) considera o segundo trimestre de 2026 como horizonte relevante da política monetária. O colegiado espera um IPCA de 4,0% nos quatro trimestres fechados nesse período, no cenário com a taxa Selic do Focus (de 6 de dezembro) e dólar começando em R$ 5,95 e evoluindo conforme a paridade do poder de compra (PPC).

Também no cenário de referência, o Banco Central espera que o IPCA termine 2025 em 4,50% e desacelere a 3,60% em 2026.

Taxa Selic

A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 ficou estável em 15,0%. Um mês atrás, estava em 14,75%. Na sua última reunião, de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa básica para 12,25% ao ano e sinalizou mais duas elevações de 1 ponto porcentual cada, que levariam os juros a 14,25% em março.

Considerando apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa intermediária para a taxa básica de juros no fim de 2025 continuou em 15,0%.

A mediana para os juros no fim de 2026 aumentou de 12,0% para 12,25%. Um mês antes, era de 11,0%. Levando em conta apenas as 39 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 12,0% para 12,50%.

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro do Banco Central reforçou o cenário de deterioração da inflação e firmou a percepção do mercado de que será preciso uma taxa de juros rodando acima de 13,75% – estimativa adotada como pico do juro básico no cenário de referência do RTI – para a convergência da inflação à meta de 3%.

PIB

A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 aumentou de 2,02% para 2,04%. Um mês antes, estava em 2,02%. Considerando apenas as 28 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 2,06% para 2,10%.

A estimativa intermediária para 2026 caiu de 1,80% para 1,77%. Um mês atrás, era de 1,90%. Levando em conta apenas as 25 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, recuou de 1,80% para 1,74%.

A mediana para o crescimento do PIB de 2027 se manteve em 2,0%, como já está há 78 semanas. A estimativa intermediária para 2028 continuou indicando alta de 2,0% para a atividade econômica, estável há 45 semanas.

O Banco Central (BC) espera que a economia brasileira cresça 3,50% em 2024 e 2,10% este ano, conforme o mais recente Relatório Trimestral de Inflação (RTI).



Source link

News

MDA destaca recordes na agricultura familiar e reforma agrária



O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) divulgou um balanço das ações realizadas desde sua recriação, em 2023, destacando recordes de investimentos na agricultura familiar. Os dados estão disponíveis em relatório publicado no site da pasta na última sexta-feira (17).

De acordo com o MDA, os avanços foram alcançados por meio de estratégias inovadoras na reforma agrária, incluindo mais decretos de reconhecimento de territórios quilombolas, políticas para fortalecer o abastecimento de alimentos básicos e iniciativas para fomentar a transição agroecológica.

O ministério também enfatizou ações para promover a autonomia econômica das mulheres rurais e incentivar a sucessão rural. Além disso, destacou esforços na ampliação do crédito rural e articulação com diversas organizações, sindicatos e movimentos sociais.

O relatório completo está disponível no site oficial do MDA.



Source link

News

Apicultor investe em capacitação para empreender no mercado de mel


Foi durante a pandemia que Galdino Avelino Cruz percebeu que era hora de se reinventar e decidiu investir na criação de abelhas Apis Mellifera. Ele deixou o trabalho como enfermeiro e professor universitário, para se capacitar e se dedicar à apicultura. 

“Me apaixonei pelas abelhas, mas percebi que não bastava gostar, era necessário conhecimento técnico para estruturar o negócio. Fiz cursos de empreendedorismo com o Sebrae, que me ajudou a entender a gestão, desde a separação das finanças pessoais até os custos de produção. Além de outros cursos de qualificação”, explica Cruz.

Depois que aprendeu tudo sobre abelhas Apis mellifera, começou a fazer iscas em sua propriedade em Itu, no interior de São Paulo, para atrair os insetos locais e logo conseguiu montar o ‘Apiário Lua Mel’. 

“A produção, apesar de modesta, me ensina muito. Tenho nove caixas de abelhas e consigo envasar cerca de 40 kg de mel por mês. Já enfrentei dificuldades, como a perda de enxames devido a incêndios, mas continuo firme no meu objetivo. A chave do meu sucesso tem sido a capacitação e  planejamento financeiro”, diz Cruz. 

Entretanto, a certificação necessária para comercializar o mel ainda é um desafio. Galdino não possui o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), mas encontrou uma solução através de uma parceria com uma cooperativa de Sorocaba, que cuida de todo o processo de envase, rotulagem, testes de qualidade e, o mais importante, fornece o selo SIF.

 “A cooperativa a que sou associado tem uma grande responsabilidade na parte do envase, rotulagem e nas certificações, o que facilita a regularização do produto. Se eu tivesse que fazer tudo isso sozinho, seria praticamente inviável devido às complexidades e custos que envolvem o processo de certificação e fiscalização”, afirma o apicultor.

colmeia com abelhas colmeia com abelhas
Foto: Colmeia do apiário ‘Lua Mel’

O produtor vende o mel em hotéis e pequenos comércios locais, uma forma de ampliar o negócio. O Celeiro Itu é um dos lugares que o apicultor expõe seu produto. O local fica em uma rota dos ciclistas trilheiros, que geralmente param para descansar e comer algo, antes de colocar de novo o pé no pedal. 

“Quando abrimos o Celeiro, vimos uma oportunidade de ajudar quem produz artesanalmente e que não tinha onde vender. É uma alegria ver o trabalho dos produtores rurais ganhando reconhecimento”, afirma Jaquelina Pristmitz, proprietária do Celeiro Itu. 

Capacitação é essencial 

Painel ao fundo com uma mulher à frentePainel ao fundo com uma mulher à frente
Simone Goldman, consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural. Foto: Arquivo Sebrae-SP

Na colmeia, tirar o mel é só o começo do empreendedorismo. Início este, que exige capacitação, disciplina e persistência. 

“A capacitação de produtores rurais é essencial para que os profissionais se atualizem quanto às novas tecnologias, para que aprimorem técnicas e maneiras de gerir seus negócios. Em alguns casos, a capacitação permite que os produtores aprendam uma nova atividade como, por exemplo, a apicultura”, explica Simone Goldman, consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural. 

Goldman explica ainda, que o Sebrae recebe espontaneamente, produtores rurais com dúvidas específicas como a Nota Fiscal Eletrônica, associativismo e cooperativismo e até mesmo como iniciar a produção de determinada atividade rural.

“Estas demandas são atendidas por meio de consultorias especializadas, como cursos e palestras. Tem também o programa ALI Rural, em que um bolsista com formação em agrárias, acompanha o produtor rural durante um ano, gratuitamente, oferecendo orientações de gestão, mercado e novas tecnologias”, explica Goldman.

Já para quem deseja fazer um curso técnico, como fez Galdino Avelino Cruz, os empreendedores rurais também podem procurar auxílio do Sebrae.

“Para realizar os cursos técnicos como de apicultura, o Sebrae contrata o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Esses cursos são executados por meio de parceria com cada município”, conta a consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural.

Além disso, o Sebrae oferece cursos gratuitos e online que podem ser úteis para o negócio rural e muitos podem ser feitos direto do celular. São vídeos, podcasts, infográficos e PDFs que podem ser baixados para consulta a qualquer momento para facilitar a vida do produtor. 

“A certificação é o passo crucial para isso, pois abrirá portas para mercados mais exigentes como a exportação, e quem sabe, até para países como a China. Esse é o meu projeto: levar o melhor da apicultura brasileira para o mundo”, finaliza Galdino Avelino Cruz. 

Confira aqui os cursos disponíveis pelo Sebrae. 

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Quer conhecer mais histórias como a do apicultor Galdino Cruz? 

Assista aqui ao Porteira Aberta Empreender, entre os temas estão Crédito Consciente e Indicação Geográfica. 

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

Siga o Porteira Aberta Empreender nas redes sociais, participe com perguntas e compartilhe sua história de sucesso. 

Confira onde assistir ao programa

Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Escolha da soja deve considerar resistência a herbicidas


A soja, principal cultura agrícola do Brasil, exige decisões estratégicas para garantir alta produtividade e rentabilidade. A escolha da cultivar, uma das mais importantes, deve considerar resistência a herbicidas, doenças e pragas, além de adaptação ao solo, clima e ciclo da planta. Segundo Gustavo Zimmer, consultor da TMG – Tropical Melhoramento & Genética, o avanço das biotecnologias oferece aos agricultores mais opções, mas exige análise detalhada.  

Zimmer destaca que a adoção inicial de cultivares resistentes ao glifosato priorizou o manejo simples, mas a produtividade tornou-se o principal critério ao longo do tempo. Ele também alerta sobre a rotação de culturas, já que plantas voluntárias podem surgir em cultivos subsequentes, como no algodão, exigindo ajustes no manejo.  

“No início, por exemplo, a introdução de cultivares de soja resistentes ao glifosato levou muitos produtores a priorizarem a facilidade de manejo, mesmo que isso não garantisse a máxima produtividade. No entanto, com o tempo, o foco mudou e o desempenho produtivo se tornou fator determinante na decisão de quais variedades utilizar”, diz.

Fatores como solo e clima são determinantes. A Conab projeta para 2023/2024 uma produção de 147,6 milhões de toneladas de soja, queda de 4,5% em relação ao ciclo anterior, devido a enchentes no Rio Grande do Sul. Cultivares adaptadas a solos e condições regionais podem mitigar perdas. Altitude e pluviosidade também influenciam o desempenho das plantas.  

Além disso, a escolha do ciclo da planta deve considerar a sucessão de culturas. Variedades de ciclo curto são ideais para garantir a janela de plantio do algodão, mas podem ser mais vulneráveis a adversidades. Por fim, a resistência a doenças como ferrugem asiática e nematoides é crucial, especialmente em áreas infestadas, reforçando a importância do suporte técnico especializado.

 





Source link

News

Colheita da safra de verão 2024/25 atinge 7% no Brasil



A colheita da safra de verão 2024/25 de milho atingia 7% da área estimada de 3,512 milhões de hectares até sexta-feira (17), segundo levantamento de Safras & Mercado.

Nos três estados da região Sul do Brasil, os trabalhos de colheita atingem 20,8% da área cultivada de 886 mil hectares no Rio Grande do Sul, 10,3% dos 583 mil hectares plantados em Santa Catarina e 0,1% da área cultivada de 532 mil hectares no Paraná. Nos demais estados, os trabalhos ainda não tiveram início.

Diferença

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 3,7% da área estimada de 3,972 milhões de hectares da safra verão 2023/24. A média de colheita nos últimos cinco anos para o período é de 5,5%.

Plantio da safrinha 2025 atinge 1,7% no Centro-Sul

Popularmente conhecida por safrinha, o plantio da segunda safra de milho 2025 no Centro-Sul do Brasil atingiu 1,7% da área estimada de 15,367 milhões de hectares, de acordo com levantamento de Safras & Mercado, com dados até 17 de janeiro.

Os trabalhos atingem 2,8% da área no Paraná, de 2,293 milhões de hectares. Em Mato Grosso do Sul o plantio chegou a 0,3% dos 2,212 milhões de hectares previstos. Em Mato Grosso o cultivo foi concluído em 2,7% dos 7,156 milhões de hectares previstos.

Nos demais estados, o plantio ainda não teve início. No mesmo período do ano passado o cultivo atingia 6,7% da área de 14,711 milhões de hectares da safrinha 2024, enquanto a média de plantio para o período nos últimos cinco anos é de 1,2%.

Na região do Matopiba, os trabalhos de plantio da safrinha 2025 ainda não começaram na área prevista de 1,28 milhão de hectares. No mesmo período do ano passado, o plantio também não havia iniciado.



Source link

News

Bolsas da Ásia fecham em leve alta, com posse de Trump no radar



A maior parte das bolsas da Ásia encerrou esta segunda-feira (20) com viés positivo, em meio a certo otimismo e antecipação pela posse de Donald Trump como presidente dos EUA. Segundo analistas, declarações recentes do republicano sinalizam postura mais suave em relação à China, o que pode ser bom para os ativos asiáticos em geral.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,08%, a 3.244,38 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,00% a 1.934,79 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 1,75%, a 19.925,81 pontos, impulsionado por ações ligadas a tecnologia e comércio eletrônico.

Analistas da Wedbush avaliam que o futuro das operações do TikTok nos EUA deverá ter efeitos em cadeia sobre outras negociações importantes sino-americanas nos próximos meses, a depender do cumprimento da promessa de Trump sobre adiar o banimento do aplicativo.

Já o analista da Mizuho Securities Ásia Ken Cheung destaca a ligação feita pelo republicano com o presidente da China, Xi Jinping, como sinal de que ambos os líderes querem reduzir as tensões nas relações bilaterais. Segundo ele, isso reduz temores de uma alta imediata nas tarifas dos EUA sobre a China. Para o Swissquote, este otimismo sobre Trump impulsionou os mercados acionários chineses e colocou em segundo plano a manutenção dos juros do Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) pelo terceiro mês consecutivo.

Em outras partes da Ásia, o índice Nikkei teve alta de 1,17%, a 38.902,50 pontos, em Tóquio, monitorando ainda possível alta de juros pelo Banco do Japão (BoJ, em inglês) e impulsionado pelo salto de 8,2% a Daiichi Sankyo – que teve medicamento para tratar câncer das mamas aprovado nos EUA. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,51%, a 23.266,82 pontos.

Na Coreia do Sul, a prisão do presidente afastado Yoon Suk Yeol pesou sobre as negociações e o índice Kospi fechou em queda de 0,14%, a 2.520,05 pontos, em Seul.

Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 teve alta de 0,45% em Sydney, a 8.347,40 pontos.



Source link