quarta-feira, julho 8, 2026

Agro

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Empreendimentos rurais lideram contratações



O agronegócio continua como um dos principais motores socioeconômicos do Brasil. Estudo divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), aponta novamente a importância dos empreendedores rurais dentro e fora da porteira.

O número de pessoas empregadas no terceiro trimestre de 2024, nos setores compostos pelo agronegócio, chegou a 28,4 milhões. Aumento de 1,9% frente ao mesmo período do ano anterior. De acordo com o documento, apesar do aumento, a participação do setor no total de ocupações do Brasil seguiu em 26% de julho a setembro de 2024.

O número foi impulsionado pelo aumento de contratações nas agroindústrias, com avanço de 6,7% em relação ao terceiro trimestre de 2023, e nos agrosserviços, com ampliação de 6,3%.

Segundo os pesquisadores do Cepea/CNA, a expansão é “reflexo da maior complexidade operacional de algumas atividades industriais que mobilizam uma gama de serviços”.

O estudo teve como principal fonte de informações os microdados trimestrais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Micro e pequenas empresas

Pesquisa feita pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou que somente entre os meses de janeiro e setembro de 2024, os pequenos negócios foram responsáveis por gerar seis em cada dez empregos formais no Brasil. 

No acumulado de 2024, o total de postos de trabalho criados pelas micro e pequenas empresas (MPEs) foi de 1.231.276. O montante já superou o total do volume de 1.182.684 novas vagas oferecidas em 2023. 

O levantamento do Sebrae ainda apontou que em setembro de 2024 foram geradas 247 mil vagas, com destaque para as MPE, que foram responsáveis por 152 mil empregos formais, enquanto as médias e grandes empresas contabilizaram 95 mil postos de trabalho.

Décio Lima, presidente do Sebrae, declarou à Agência Sebrae de Notícias, que “o fortalecimento da economia tem estimulado as micro e pequenas empresas a crescerem, gerando mais empregos e melhorando o nível de remuneração dos trabalhadores”.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de soja devem crescer 8% em 2025



A produção de farelo de soja deverá atingir 42,7 milhões de toneladas




Foto: Pixabay

As exportações de soja do Brasil estão previstas para alcançar 107 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 8% em relação ao total de 98,813 milhões registrado em 2024. Os dados foram divulgados pela consultoria Safras & Mercado no quadro de oferta e demanda do setor.

A estimativa supera a previsão anterior, publicada em outubro de 2024, que indicava exportações de 97 milhões de toneladas para o ano passado e 107 milhões para 2025.

A produção brasileira de soja em 2025 deverá totalizar 175,45 milhões de toneladas, representando um crescimento de 11% em relação a 2024. Já a demanda total está projetada em 165,7 milhões de toneladas, aumento de 6% no mesmo período.

Com a oferta em alta, os estoques finais de soja deverão crescer 513%, passando de 1,59 milhão para 9,752 milhões de toneladas.

  • Farelo de soja: A produção deverá atingir 42,7 milhões de toneladas, alta de 1%. As exportações devem cair 3%, totalizando 22,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno pode subir 3% para 19,25 milhões de toneladas.
  • Óleo de soja: A produção deve crescer 1% para 11,13 milhões de toneladas, mas as exportações devem recuar 27%, somando 1 milhão de toneladas. O consumo interno está projetado em 10,3 milhões de toneladas, alta de 5%, com destaque para o uso em biodiesel, que deve crescer 13% para 6 milhões de toneladas. Apesar do aumento na produção, os estoques de óleo de soja devem cair 39%, ficando em 187 mil toneladas.


As importações brasileiras de soja deverão somar 150 mil toneladas em 2025, mesmo número da previsão anterior. Para 2024, a estimativa foi ajustada de 950 mil para 1 milhão de toneladas.





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Trump ameaça países do Brics



O recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na noite desta segunda-feira, 20, que os países membros do Brics estavam tentando “dar a volta” nos Estados Unidos e que, se isso ocorrer, “não vão ficar felizes”.

“Eu acho que [os países do Brics] estavam procurando prejudicar os Estados Unidos, e se fizerem isso, não ficarão felizes com o que vai acontecer”, disse Trump, que considera que os EUA não possuem “bons acordos” com a maioria dos países. “Nós não fazemos nenhum bom acordo. Temos um déficit com quase todos”, afirmou o novo chefe da Casa Branca.

Em relação especificamente à China, Trump lembrou que, em seu primeiro mandato, impôs “grandes tarifas” aos produtos do país, especialmente no aço, o que ajudou a manter empresas de siderurgia funcionando nos EUA. Ele não deu mais detalhes sobre futuras tarifas contra país asiático, mas pontuou que tem reuniões e telefonemas agendados com o presidente Xi Jinping para tratar do assunto.

Trump acrescentou ainda, que, por ora, os EUA ainda “não estão prontos” para implementar novas tarifas universais.

Sobre o Brics

O grupo não é um bloco econômico ou uma associação de comércio formal. A aliança começou com quatro países, reunindo Brasil, Rússia, Índia e China, até que, em 2011, a África do Sul foi admitida no grupo. Em 2024, Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Irã aderiram ao grupo como membros plenos.



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Brasil e Singapura garantem comércio de carne suína, mesmo com PSA



Brasil e Singapura assinaram um acordo de regionalização para o comércio de carne suína, que assegura a continuidade das exportações em caso de um eventual surto de Peste Suína Africana (PSA) no Brasil.

O protocolo, firmado no dia 15 de janeiro, já está em vigor e estabelece que o comércio será mantido desde que a doença seja contida em uma zona específica e que sejam adotadas as medidas de controle recomendadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o acordo trará maior segurança e previsibilidade para o comércio entre os dois países, beneficiando as indústrias de carne suína de ambas as nações.

Reconhecimento internacional

O Brasil é reconhecido como livre de PSA desde 1988, status emitido pela OMSA, e segue com monitoramento rigoroso para garantir a segurança sanitária. Segundo Marcelo Mota, diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, o protocolo firmado com Singapura reflete a confiança do país asiático na eficiência do serviço veterinário brasileiro e na capacidade do setor produtivo nacional de garantir segurança alimentar.

Importância do acordo

O mercado de Singapura, conhecido por ser um dos mais exigentes da Ásia, representa uma importante oportunidade para as exportações brasileiras de carne suína. A regionalização como estratégia permite que apenas áreas específicas afetadas por um eventual surto sejam isoladas, minimizando impactos ao comércio internacional.

Sobre a PSA

A Peste Suína Africana é uma doença viral altamente contagiosa que atinge suínos domésticos e selvagens. Embora não apresente riscos à saúde humana, a doença pode causar severas perdas econômicas na indústria suína. Como um dos maiores exportadores globais de carne suína, o Brasil se beneficia de medidas que protejam suas exportações e ampliem sua presença em mercados estratégicos.



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Obras na BR-158 prometem impulsionar escoamento de grãos em Mato Grosso



O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e a Infra S.A. obtiveram licença ambiental do Ibama para o avanço das obras de construção e pavimentação do contorno da Terra Indígena Marãiwatsédé, pertencente à etnia Xavante, na BR-158, em Mato Grosso.

A rodovia é uma das principais rotas para o transporte de soja, milho e algodão, conectando o estado aos portos do Arco Norte, no Pará, de onde a produção é exportada para o mercado internacional. Atualmente, cerca de 2 mil carretas trafegam diariamente pela BR-158, sendo que o trecho não pavimentado, que atravessa a terra indígena, representa um gargalo logístico.

O DNIT já iniciou a construção de 12 quilômetros do novo contorno, com 2,5 quilômetros concluídos. A licença do Ibama autoriza a execução de obras em um trecho de 86 quilômetros, parte do lote A, que conecta as cidades de Porto Alegre do Norte e Alto Boa Vista.

Pavimentação em dois lotes

O projeto do novo contorno abrange 195,42 quilômetros de pavimentação, divididos em dois lotes:

  • Lote A: Com 93,99 quilômetros, vai do km 201,2, próximo ao Posto do Luizinho, até o entroncamento da BR-158 com a BR-242/MT, em Alto Boa Vista.
  • Lote B: Prevê 101,43 quilômetros de extensão, ligando Alto Boa Vista à região do distrito de Alô Brasil, em Bom Jesus do Araguaia. Este trecho ainda está na fase de elaboração do projeto.

Enquanto as obras avançam, o DNIT segue realizando manutenções no trecho já pavimentado e na estrada de chão, garantindo a trafegabilidade e a segurança dos usuários.



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preço médio do feijão preto caiu 48% em 2025



Colheita de feijão alcança 74% no estado




Foto: Canva

De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) na última quinta-feira (16), a colheita de feijão avançou para 74% da área plantada no Paraná, que totaliza 169 mil hectares.

A safra atual marca uma recuperação no estado, com produtividade superior à do mesmo período no ano passado. A área semeada na primeira safra 2024/25 cresceu 57%, saltando de 107,8 mil hectares em 2023/24 para os atuais 169 mil hectares. Esse aumento deve gerar uma produção superior a 300 mil toneladas, praticamente o dobro das 160,4 mil toneladas colhidas no verão passado.

O grande volume de produção tem pressionado os preços do feijão, especialmente do tipo preto, predominante no Paraná. Em janeiro de 2025, o preço médio do feijão preto caiu 48%, de R$ 329,53 para R$ 170,82 por saca, em comparação ao mesmo mês de 2024.

Essa redução deverá refletir nos preços ao consumidor final, com dados detalhados previstos para serem divulgados pelo Deral/Seab-PR na próxima semana, conforme os dados do boletim.





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Oeste da Bahia lidera irrigação agrícola no Brasil


O Oeste da Bahia assumiu a liderança como maior polo de agricultura irrigada do Brasil, segundo levantamento da Embrapa milho e sorgo. A região superou o tradicional Noroeste de Minas Gerais, graças ao avanço expressivo na adoção de tecnologias e práticas sustentáveis. De 2002 a outubro de 2024, a área irrigada passou de 232,8 mil hectares para 332,5 mil hectares, consolidando o protagonismo da Bahia no cenário agrícola nacional.

Os municípios de São Desidério e Barreiras são os principais destaques. São Desidério lidera o ranking nacional com 91,6 mil hectares irrigados, enquanto Barreiras ocupa o segundo lugar com 60,9 mil hectares. Os dados foram obtidos por meio de imagens de satélites Sentinel, cruzados com informações da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Sustentabilidade no agronegócio baiano

Moisés Schmidt, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), celebrou o crescimento da área irrigada com ênfase na sustentabilidade. Segundo ele, o avanço foi alcançado com responsabilidade ambiental, refletindo os valores do agronegócio baiano.

“A sustentabilidade é um dos pilares do agronegócio da Bahia. Estamos comprometidos com o uso eficiente dos recursos hídricos, monitorando o Aquífero Urucuia e as águas superficiais. Além disso, adotamos práticas que promovem a infiltração e o abastecimento do lençol freático”, destacou Schmidt.

O dirigente também reforçou o compromisso com o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental. “Queremos consolidar a Bahia como um modelo de inovação e desenvolvimento sustentável no agronegócio, garantindo recursos para as futuras gerações”, afirmou.

Reconhecimento do governo estadual

O governo da Bahia comemorou os resultados divulgados pela Embrapa. O secretário de Agricultura do Estado, Wallison Tum, destacou a importância estratégica do Oeste baiano no agronegócio sustentável.

“O uso eficiente da irrigação permite a produção agrícola durante todo o ano, assegurando alimentos de qualidade, emprego e renda. A Bahia se torna uma referência não apenas em produtividade, mas também em práticas responsáveis”, disse Tum. Ele ressaltou ainda que a experiência da região pode inspirar outras áreas do Brasil a combinar tecnologia e sustentabilidade.

 

 





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Dia será marcado por pancadas de chuva de moderada a forte intensidade



O tempo típico de verão não dá trégua: pancadas de chuva e calorão. A diferença é que as condições climáticas têm estado mais intensas neste janeiro de 2025. Confira:

Sul

A chuva continua em forma de pancadas e pode vir com força no Paraná. Chove de maneira mais irregular no centro-norte de Santa Catarina e o tempo fica firme no litoral do estado. Dia de sol, temperaturas em elevação à tarde no Rio Grande do Sul e pancadas mais isoladas no sul, litoral e na Serra gaúcha.

Sudeste

Dia abafado, mais instável ainda em grande parte do Sudeste. Haverá variação de nuvens em São Paulo e pancadas de moderada a forte intensidade; divisa com o Paraná tem risco de temporais. Chove à tarde com raios no sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Tempo firme em parte do Espírito Santo e pouca chuva no leste e norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia de sol e calor no Distrito Federal e temperaturas em elevação em Goiás e Mato Grosso. Contudo, há condições de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade com risco de raios nessas áreas. Chove a qualquer momento no sul e no oeste de Mato Grosso do Sul; a chuva no norte do estado cai em forma de pancadas.

Nordeste

Muita umidade estimulando nuvens carregadas sobre Maranhão e Piauí. Pancadas a qualquer momento do dia com chance de temporais isolados nesses estados. Chove com moderada a forte intensidade na costa leste da Região. Boa parte do oeste e norte da Bahia voltam a ficar em atenção.

Norte

Calorão e tempo firme em Roraima. Pancadas de chuva a qualquer hora no Amazonas, em Rondônia, no Pará e norte do Tocantins com risco alto de temporal. Pode chover forte no leste do Acre. Perigo de chuva volumosa no Amapá devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).



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AgroNewsPolítica & Agro

Defensivos no algodão movimentam R$ 7,4 bi na safra 2023/24


A Kynetec Brasil divulgou o mais recente estudo FarmTrak algodão. O levantamento revela que os defensivos agrícolas usados na cultura do algodão movimentaram R$ 7,4 bilhões na safra 2023-24, um crescimento de 9% em comparação com os R$ 6,8 bilhões registrados na temporada 2022/23.

O analista de inteligência de mercado da Kynetec, Felipe Lopes Abelha, explicou que o aumento está relacionado principalmente à ampliação da área plantada, que alcançou um recorde de 2 milhões de hectares, uma alta de 18% em relação à safra anterior (1,64 milhão de hectares), e ao maior uso de aplicações específicas.“Destacamos da pesquisa o acréscimo de duas aplicações pelo produtor, em média, que por sua vez resultaram numa alta de nove tratamentos frente ao ciclo 2022/23. Isso apesar da redução de 11% no preço médio da arroba da pluma no período, para US$ 23 a arroba”, comenta.

Segundo o analista, os inseticidas continuam sendo os agroquímicos mais utilizados no cultivo do algodão, movimentando R$ 3,7 bilhões, um crescimento de 21% em relação à safra anterior. “A principal praga da cultura, o bicudo, demandou aumento de 13 para 15 tratamentos. A mosca-branca também exigiu atenção, fazendo subir a adoção dos defensivos. As lagartas puxaram, em média, 1,5 entrada a mais para aplicações em lavouras. Somadas, as três pragas equivaleram a R$ 700 milhões em negócios” explica Lopes Abelha.

Já os fungicidas registraram avanço de 10% comparativamente a 2022/23, atingindo R$ 150 milhões, com o número médio de tratamentos por hectare passando de 11,8 para 13,3. Esse aumento reflete as preocupações dos produtores com doenças como a ramulária, principal ameaça à cultura, e a mancha-alvo, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “A safra 2023/24 mostrou-se desafiadora do planejamento à colheita. No princípio, caminhava para um período com menores índices pluviométricos nas grandes regiões produtoras, como Bahia e Mato Grosso. Contudo, entre janeiro e fevereiro de 2024 as chuvas ocorreram de maneira recorrente e potencializaram a incidência dessas doenças”, complementa Felipe Abelha.

Por outro lado, os herbicidas apresentaram retração de 22%, movimentando R$ 1,148 bilhão em 2023/24, uma queda de R$ 300 milhões em relação ao ciclo anterior. 

O estudo destaca ainda que o algodão ocupa o sexto lugar em importância para a indústria de defensivos agrícolas no Brasil, consolidando sua relevância no cenário agroindustrial.





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AgroNewsPolítica & Agro

fertilizante organomineral impulsiona produção de cebola



Santa Catarina lidera produção nacional de cebola




Foto: Pixabay

Santa Catarina, líder nacional na produção de cebola com 33% do volume total, continua apostando em tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para otimizar sua produção e manter a posição de destaque no setor.

A principal área produtora do estado está localizada no Vale do Itajaí, mais especificamente na microrregião de Ituporanga. Lá, o uso de fertilizantes organominerais, como o Minerplant, tem se destacado como uma solução eficiente para aumentar a produtividade e melhorar a qualidade do solo.

O produtor Salésio Horst, de Ituporanga, vem adotando o Minerplant em sua propriedade de forma gradual e já percebe os resultados. Desenvolvido pela empresa Terraplant, de Chapecó (SC), o produto combina matéria orgânica e mineral para proporcionar maior eficiência no fornecimento de nutrientes e melhorias no solo. “Comecei usando em 2 ha e fazendo testes, e observei que nestas áreas obtive os melhores resultados da lavoura. Com isso, fui aumentando a área e hoje uso a tecnologia da Terraplant nos 40 hectares de cultivo da cebola”, conta Horst.

O fertilizante foi desenvolvido com uma porção orgânica e outra mineral, fornecendo quantidade adequada de macro e micronutrientes ao solo. Com isso, proporciona às culturas uma alta concentração de N-P-K de forma imediata, potencializada pela ação mineral, e o equilíbrio nutricional da porção orgânica, com liberação gradual. A tecnologia embarcada ao produto melhora a estrutura física, química e biológica do solo, contribuindo para melhor resiliência da planta, resultando em solos e grãos mais saudáveis.





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