quarta-feira, julho 8, 2026

Agro

News

desafios e tendências serão debatidos no Cana Summit 2025



A Organização das Associações de Produtores de Cana-de-Açúcar do Brasil (Orplana) reuniu, ontem (21), em Ribeirão Preto (SP), representantes de cooperativas e associações canavieiras para avaliar os resultados do 1º Cana Summit, realizado em 2024, e planejar a segunda edição do evento, marcada para os dias 2 e 3 de abril de 2025, em Brasília (DF).

Durante o encontro, foram apresentados dados e informações que ajudam a compreender a realidade dos produtores e a discutir as oportunidades e os desafios enfrentados pelo setor. O presidente da Orplana, Gustavo Rattes, destacou que o objetivo é repetir os bons resultados do primeiro evento, com foco em estratégias que defendam os interesses dos produtores de cana.

Entre as cooperativas participantes estavam Comigo, Coplana, Copercana, Coopercitrus e Coplacana. “Reunimos cinco cooperativas para ouvir seus desafios, necessidades e sugestões, e entender como podemos melhorar o cenário geral dos produtores de cana”, afirmou o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira.

Desafios e oportunidades do setor

Durante o encontro, os representantes das cooperativas apontaram os principais desafios para os próximos dois anos, incluindo:

  • Necessidade de pesquisas para controle de pragas e doenças;
  • Prevenção e combate a incêndios;
  • Estudos sobre novas variedades de cana e manejo;
  • Alta dos juros e acesso a crédito;
  • Uso de tecnologias para redução de custos;
  • Demanda por mão de obra técnica e qualificada;
  • Implementação de pacotes tecnológicos e sucessão no campo

“O encontro de hoje é um passo crucial para fortalecer a união das cooperativas e associações. A troca de experiências e o alinhamento das estratégias são fundamentais para enfrentarmos os desafios do setor com mais força e assertividade. Nosso foco é trabalhar juntos, com o objetivo comum de garantir um futuro sustentável e competitivo para os produtores de cana-de-açúcar do Brasil”, concluiu Nogueira.

Cana Summit 2025: foco no futuro do setor

Com o objetivo de envolver todos os elos da cadeia produtiva, o 2º Cana Summit abordará temas relevantes para o futuro da produção de cana-de-açúcar e do setor sucroenergético. Políticas públicas, perspectivas de crescimento e desafios do setor estarão no centro das discussões.

Nos últimos anos, o setor sucroenergético tem crescido significativamente, impulsionado pela alta demanda por fontes de energia limpa e renovável. A cana-de-açúcar tem se destacado como um dos pilares dessa transição energética global, com grande potencial para a produção de bioeletricidade e biocombustíveis.

O evento pioneiro reforça sua missão de analisar o status das políticas públicas que envolvem a produção canavieira e apresentar tendências e inovações do setor.

Com a participação de líderes políticos, especialistas e representantes do setor produtivo, o evento busca promover um diálogo eficaz, fortalecendo a cadeia canavieira e incentivando o desenvolvimento sustentável. Entre os principais temas a serem debatidos estão:

  • Mão de obra e qualificação;
  • Produtividade e sustentabilidade;
  • Uso de ativos e sistemas de informação;
  • Estratégias para enfrentar os desafios do mercado global

O Cana Summit é realizado pela Orplana e reforça o compromisso com a promoção do setor sucroenergético como protagonista da transição para uma economia de baixo carbono.



Source link

News

Bahia reduz desmatamento no Cerrado e planeja ações sustentáveis para 2025



Com o objetivo de fortalecer as ações do “Pacto Pelo Cerrado”, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) traçaram um planejamento conjunto para 2025. O pacto prevê a implementação de ações prioritárias para reduzir o desmatamento ilegal, preservar o bioma Cerrado e criar condições para a transição a um modelo de desenvolvimento sustentável na região.

Em 2024, a Bahia se destacou como o único estado do Matopiba (região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) a reduzir o desmatamento, além de registrar recordes na produção agropecuária, evidenciando os resultados efetivos do programa.

“Nós temos uma excelente relação com os produtores do Oeste, e isso tem facilitado para ambos os lados. Em vez de adotar apenas medidas repressivas, trabalhamos com a colaboração, inclusive na fiscalização,” afirmou o secretário do Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins.

O gestor destacou que a Bahia liderou nacionalmente a redução do desmatamento entre os biomas Cerrado e Amazônia Legal, com uma queda expressiva de 63,3% entre agosto de 2023 e julho de 2024. “Essa marca demonstra a seriedade com que tratamos o tema e a importância das parcerias com a sociedade civil,” acrescentou.

O chefe de gabinete da Sema, André Ferraro, ressaltou o papel da tecnologia no fortalecimento das iniciativas do pacto. “Nós e a Aiba estamos sempre buscando a introdução de novas tecnologias para melhorar as ações referentes ao Pacto Pelo Cerrado. Esse foi um dos temas discutidos no encontro,” afirmou.

Moisés Schmidt, presidente da Aiba, destacou a relevância da parceria inédita entre os produtores rurais e o governo estadual, especialmente no Oeste da Bahia.

“Nunca trabalhamos tão próximos como agora. Produtores e governo estão verdadeiramente unidos, somando esforços para enfrentar desafios e buscar soluções que priorizem uma produção mais sustentável, com foco no desenvolvimento econômico e social da Bahia. Esse trabalho conjunto é essencial para garantir o bem-estar da população como um todo,” concluiu Schmidt.

As informações foram divulgadas pelas assessorias de imprensa da Aiba e da Sema.



Source link

News

Renegociação da dívida dos estados pode custar R$ 105 bilhões à União



Sancionado na última semana, o programa especial de renegociação da dívida dos estados gerará, no pior cenário, impacto negativo de até R$ 105,9 bilhões de 2025 a 2029 para a dívida do governo federal. No melhor cenário, a União arrecadará até R$ 5,5 bilhões no mesmo período.

As estimativas foram divulgadas ontem (21) pelo Tesouro Nacional. No cenário negativo, o Tesouro considera que os estados não transferirão ativos (como empresas estatais locais) para a União e o saldo devedor seja corrigido por juros reais (acima da inflação) de 2% ao ano.

No cenário mais favorável, além da transferência de ativos à União, prevista no programa especial, os estados poderão amortizar a dívida nos cinco primeiros anos. Nesse caso, o Tesouro considerou que o saldo devedor poderá ser reduzido em até 20% com juros reais de 0%. Para que o impacto seja positivo, os estados deverão transferir mais que R$ 160 bilhões em ativos ao governo federal, hipótese considerada otimista pelo Tesouro.

Os dois cenários, admitiu o Tesouro em nota técnica, são extremos. Na prática, os estados devem optar por diversas combinações entre as possibilidades oferecidas pelo Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), o que torna inviável o cálculo de todas as situações possíveis.

“Para os estados que aderirem ao programa, há vantagens substanciais ao reduzir os fluxos de pagamentos e equilibrar suas contas públicas no médio e no longo prazo. Além dos ganhos mencionados, há vantagens diretas para a sociedade, no que diz respeito à criação de novos investimentos em áreas essenciais, como ensino profissionalizante articulado ao ensino médio, saneamento, habitação, políticas ambientais, transporte e segurança pública”, destacou o Tesouro no documento.

Dívida pública

Em todos os casos, esclarece o Tesouro, não haverá impacto sobre as metas de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública). O impacto sobre as contas da União será financeiro, com efeitos na dívida pública e sem interferência nos Orçamentos anuais do governo.

Ao sancionar a lei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou medidas que poderiam gerar impactos sobre o resultado primário. No entanto, governadores de oposição pressionam para a derrubada dos vetos no Congresso, que requer votos de pelo menos dois terços dos deputados e dos senadores.

Propag

Os estados têm até 31 de dezembro para aderir ao Propag. A lei permite que os entes paguem esses débitos em até 30 anos e com juros de 0% a 2% ao ano acima da inflação. A dívida poderá ser parcialmente abatida conforme a entrega de ativos ao governo federal, compromissos com investimentos assumidos e aportes no Fundo de Equalização Federativa, por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal.

No ano passado, o governo tinha proposto que os estados que investissem em educação pagassem menos juros. O Congresso abandonou a proposta e votou o projeto de Pacheco, que permite que os estados que aderirem ao Propag deem prioridade a investimentos em educação, saneamento, infraestrutura e segurança com o dinheiro que economizarão no pagamento de juros.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Microbioma de batata é chave para desenvolvimento



A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo



A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo
A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo – Foto: Pixabay

Leandro Simões Azevedo Gonçalves, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), destacou um estudo recente publicado na Nature Microbiology, liderado por Song et al. (2025), que investiga a conexão entre o microbioma de tubérculos-semente de batata e o vigor das plantas na safra subsequente. A pesquisa revela que a composição microbiana nos olhos dos tubérculos pode prever a saúde e o crescimento das plantas, oferecendo novas possibilidades para aumentar a produtividade agrícola.

O estudo aponta que espécies como Streptomyces, Acinetobacter e Cellvibrio esempenham papéis cruciais nesse processo. O Streptomyces é associado ao aumento do vigor, pois contribui para a saúde das plantas. Por outro lado, Acinetobacter e Cellvibrio têm sido identificados como limitadores de crescimento, já que competem por recursos ou geram metabólitos inibitórios, impactando negativamente o desenvolvimento das plantas.

A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo, a genética da cultivar e o histórico de produção determinam a composição do microbioma, moldando o vigor das plantas nas safras seguintes. A interação desses fatores cria um “legado microbiano”, refletindo nas diferenças fisiológicas e microbianas dos tubérculos, o que pode alterar a disponibilidade de nutrientes e as interações com patógenos.

A partir desses dados, é possível identificar tubérculos-semente com microbiomas benéficos, permitindo recomendações personalizadas para diferentes solos e climas. O estudo sugere que a manipulação das comunidades microbianas, por meio de inoculantes customizados, pode ser uma estratégia eficaz para aumentar a resistência a patógenos e melhorar a eficiência no uso de nutrientes, contribuindo para uma agricultura mais resiliente e sustentável.

 





Source link

News

Pequenos produtores investem em tecnologia para impulsionar o agro



No Tocantins, a união entre tecnologia e sustentabilidade está transformando a realidade dos produtores no campo. Os pequenos empreendedores têm adotado inovações nos negócios para aumentar a produtividade e conquistar novos mercados, destacando-se em um setor cada vez mais exigente.

Bruno Vieira, gerente do Sebrae Tocantins, explica que a instituição desempenha um papel fundamental ao fornecer ferramentas necessárias para que os produtores compreendam como novas tecnologias podem ser aplicadas no dia a dia.

 “Nosso objetivo é apoiar os pequenos produtores na adoção de tecnologias que aumentem a produtividade e melhorem a gestão, além de promover práticas sustentáveis”, afirma Vieira.

Drones, sistemas automatizados de irrigação e equipamentos de precisão estão entre as tecnologias que têm revolucionado as propriedades. 

Além disso, práticas sustentáveis como a agricultura de baixo carbono, compostagem e rotação de culturas ajudam a reduzir o impacto ambiental e a preservar os recursos naturais.

“Estamos oferecendo as condições necessárias para que eles possam expandir seus negócios, tanto no Brasil quanto no exterior, com  produtos diferenciados e sustentáveis”, explica o gerente do Sebrae.

O Sebrae Tocantins conta com diversos projetos que podem ajudar a expandir seus negócios. Muitos especialistas atendem de forma online e gratuita. Acesse aqui para saber mais.



Source link

News

Incêndios no Brasil devastam área maior que a Itália em 2024



O Brasil enfrentou um aumento alarmante de 79% nas áreas atingidas pelo fogo entre janeiro e dezembro de 2024, em comparação com o ano anterior. De acordo com o Monitor do Fogo do MapBiomas, 30,8 milhões de hectares foram consumidos, o equivalente a uma área maior que o território da Itália. Esse é o maior registro desde 2019.

Impactos Climáticos e Humanos

O aumento das queimadas foi impulsionado pelo El Niño, fenômeno climático que causa secas prolongadas, além da ação humana, como desmatamentos e queimadas ilegais. Segundo Ane Alencar, coordenadora do MapBiomas Fogo, os dados refletem uma crise ambiental grave que exige ações coordenadas e engajamento para conter os danos ambientais.

Biomas mais Atingidos

Amazônia: Foram 17,9 milhões de hectares queimados, o que representa 58% do total nacional. Cerca de 6,8 milhões de hectares eram de floresta, superando as áreas de pastagem atingidas. Felipe Martenexen, pesquisador do MapBiomas, reforça que o fogo na Amazônia é um elemento introduzido por ações humanas e não faz parte de sua dinâmica ecológica.

Cerrado: Registrou 9,7 milhões de hectares queimados, sendo 85% de vegetação nativa, principalmente formações savânicas. O aumento de 91% em relação a 2023 é o maior desde 2019. Vera Arruda, também pesquisadora do MapBiomas, alerta que, embora o Cerrado seja adaptado ao fogo natural, o aumento atual é intensificado por atividades humanas e mudanças climáticas.

Estados e outros Biomas

Os estados mais impactados foram Pará (7,3 milhões de hectares), Mato Grosso (6,8 milhões de hectares) e Tocantins (2,7 milhões de hectares).

  • Pantanal: 1,9 milhão de hectares queimados.
  • Mata Atlântica: 1 milhão de hectares.
  • Caatinga: 330 mil hectares.
  • Pampa: Apenas 3,4 mil hectares, a menor área desde 2019, atribuída ao excesso de chuvas causado pelo El Niño.

Urgência de Ações

O MapBiomas destaca a necessidade urgente de políticas públicas e ações globais coordenadas para mitigar os impactos das queimadas, especialmente nos biomas mais sensíveis, como a Amazônia e o Cerrado, que sofrem com o avanço de atividades humanas e as mudanças climáticas.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Evite perdas na batata com a limpeza de máquinas



A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto



A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto
A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto – Foto: Pixabay

A limpeza das máquinas e implementos agrícolas é uma ação essencial no controle de nematoides na bataticultura, como aponta João Pedro Elias Gondim, engenheiro agrônomo. Os nematoides, como os nematoides-das-galhas-radiculares (‘Meloidogyne’ spp.) e os nematoides-das-lesões-radiculares (‘Pratylenchus’ spp.), causam grandes danos às lavouras de batata, afetando diretamente a absorção de água e nutrientes pelas raízes. Isso resulta em sintomas de amarelecimento, raquitismo e murcha, comprometendo tanto a quantidade quanto a qualidade dos tubérculos. Em alguns casos, as perdas podem chegar a 100% da produção.

O Brasil enfrenta sérios desafios no controle desses patógenos, que têm ampla distribuição geográfica nas regiões produtoras. O manejo integrado de nematoides, incluindo a limpeza e descontaminação de máquinas, é crucial para evitar a propagação dos patógenos. Máquinas contaminadas podem transferir nematoides de áreas infestadas para áreas limpas, agravando o problema. Além disso, o controle eficaz deve envolver o uso de cultivares menos suscetíveis, a rotação de culturas, a destruição de restos culturais e a aplicação de nematicidas.

A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto, que deve ser combinada com outras práticas de manejo para reduzir a densidade populacional de nematoides e garantir a saúde das lavouras. O controle adequado desses patógenos não só reduz as perdas, mas também contribui para a produção de batatas de melhor qualidade, fundamentais para o abastecimento nacional. Portanto, adotar práticas integradas e a higiene das máquinas é essencial para a sustentabilidade da bataticultura.

 





Source link

News

medidas de Trump seguem em foco nos mercados; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa fechou em alta com fluxo positivo na bolsa, enquanto o dólar caiu para R$ 6,09 e DIs ficaram estáveis.

No cenário global, o mercado reagiu às primeiras ações de Trump, com impacto no petróleo e commodities.

Destaques incluíram Davos, inflação no Brasil e nova campanha contra fake news sobre Pix.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

News

Pancadas fortes de chuva se espalham pelo Brasil no dia de hoje



Quarta-feira marcarda por pancadas de chuva em grande parte do país. Risco de temporais na Região Norte e precipitações volumosas no Nordeste. Confira:

Sul

Pancadas isoladas concentradas sobre o Paraná, sem previsão de temporais. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, previsão de tempo ensolarado e temperaturas altas.

Sudeste

Pancadas pontualmente fortes à tarde no litoral de São Paulo e entre o Rio de Janeiro, Zona da Mata Mineira e sul de Minas Gerais, sem temporais. Nas demais áreas, o sol predomina e as temperaturas sobem rapidamente.

Centro-Oeste

Pancadas típicas de verão no sul de Mato Grosso do Sul, norte de Mato Grosso e no Distrito Federal. As capitais Cuiabá (MT), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS) terão um dia de sol, tempo abafado e chuva rápidas no fim do dia.

Nordeste

A chuva mais volumosa continua concentrada sobre os estados do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com risco para temporais. Em grande parte do Sertão e entre as capitais Salvador (BA) e Natal (RN), tempo abafado e possibilidade de chuvas rápidas durante a manhã.

Norte

Risco para temporais no Pará, Tocantins, Amapá, oeste de Rondônia, Acre e na metade sul do Amazonas. O calor e a alta umidade formam as instabilidades. Tem previsão de chuva em todas as capitais.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Déficit hídrico preocupa mercado da soja


A falta de chuvas no Rio Grande do Sul já causa perdas irreversíveis de produtividade em algumas regiões, mesmo com o retorno das precipitações, segundo a TF Agroeconômica. As áreas semeadas em outubro foram as mais prejudicadas, destacando-se Alto Uruguai, Fronteira Oeste e Missões. No mercado, os preços no porto alcançaram R$ 140,00 para entrega em novembro, com pagamento previsto para 24 de janeiro. No interior, as cotações variaram entre R$ 136,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí, com pagamentos para fevereiro, e R$ 135,00 em Santa Rosa e São Luiz. Já em Panambi, o preço de pedra permaneceu em R$ 126,00 por saca.

Em Santa Catarina, o estresse hídrico é irregular, com algumas áreas enfrentando falta de umidade e outras sofrendo com excesso. No porto de São Francisco, os preços oscilaram entre R$ 137,53 para entrega em fevereiro e pagamento em março, e R$ 141,00 para entrega em junho, com pagamento em julho. A situação climática adversa também impacta o Paraná, onde o tempo seco e as altas temperaturas ameaçam o desenvolvimento das lavouras em fase de enchimento de grãos. Os preços no porto de Paranaguá chegaram a R$ 139,00 para entrega em janeiro, com pagamento em fevereiro. No mercado interno, Ponta Grossa registrou R$ 136,00 CIF, embora a liquidez tenha sido baixa. Em Maringá, os preços disponíveis atingiram R$ 130,75 FOB, sem negócios relevantes reportados.

Em Mato Grosso do Sul, o déficit hídrico preocupa principalmente na região sul, onde as lavouras apresentam sinais de estresse devido à falta de umidade. Apesar disso, ainda não há perdas irreversíveis, embora se espere menor produtividade em algumas áreas. Os preços na região variaram entre R$ 122,41 e R$ 129,30, dependendo da localidade. Em Mato Grosso, o excesso de chuvas tem atrasado a colheita e prejudicado a qualidade dos grãos, além de comprometer a implantação da segunda safra. Os preços no estado oscilaram entre R$ 112,69 em Lucas do Rio Verde e R$ 123,77 em Sorriso.

 





Source link