quarta-feira, julho 8, 2026

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De café da manhã especial a debates; saiba como se inscrever



Está chegando a Abertura Nacional da Colheita da Soja Safra 24/25! O evento ocorrerá no dia 7 de fevereiro, em Santa Carmen (MT), região de Sinop, na Fazenda Esperança. O encontro com produtores e especialistas do setor começará com um café da manhã especial às 8h30 (horário de Brasília), com almoço, debates e show. Para se inscrever, acesse o link.

Além das máquinas em campo, haverá debates com especialistas sobre sustentabilidade, COP 30, biodiesel e a produção de alimentos. Nossa equipe conversou com o governador de Mato Grosso, estado que sediará o evento. A soja é o principal produto das exportações brasileiras, e desde os anos 90, Mato Grosso tem se destacado na produção nacional, impulsionado por avanços tecnológicos e alta demanda.

O governador Mauro Mendes destacou os investimentos essenciais do governo estadual em infraestrutura, como quase 5.000 km de rodovias asfaltadas, que garantem melhor escoamento, logística e qualidade de vida para os mato-grossenses. Esses investimentos são fundamentais para o crescimento da produção de soja e do agronegócio no estado.

Anote na agenda: dia 7 de fevereiro, a partir das 8h30 (horário de Brasília), com café da manhã, transmissão ao vivo pelo Canal Rural e redes sociais do Soja Brasil. Também teremos um almoço especial e show para celebrar a largada das máquinas e os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso. Não perca esse grande evento e uma safra com muitas informações!



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China suspende importação de soja de 5 unidades de empresas brasileiras



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou hoje (22) que recebeu duas notificações da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) suspendendo temporariamente as importações de soja de cinco unidades de cinco empresas brasileiras. Os grãos teriam apresentado inconformidades relacionadas a revestimento com defensivos e pragas quarentenárias.

Segundo o Mapa, que não divulgou o nome das empresas, estão suspensas apenas as operações das unidades citadas na notificação, enquanto investigações são realizadas.

A pasta destacou que o intercâmbio de informações sobre monitoramentos de produtos importados entre Brasil e China faz parte das rotinas de fiscalização e ressaltou “os sólidos canais de comunicação, transparência e confiança entre os dois países”.

Outras unidades das empresas notificadas seguem exportando normalmente para a China, e o volume total de negociações do Brasil com o país não deverá ser impactado pela suspensão.

O Mapa aguarda os planos de ação das empresas envolvidas, que devem detalhar os procedimentos adotados para evitar novas ocorrências. Além disso, a fiscalização dos embarques brasileiros será intensificada, com o objetivo de solicitar a revogação das suspensões.

“O tema está sendo tratado com naturalidade, considerando que não conformidades, como as indicadas pelo lado chinês, são passíveis de ocorrer na rotina das exportações. As ações para corrigir eventuais desvios são sempre fundamentais para fortalecer as relações de confiança entre os países”, conclui a nota do governo.



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Polícia prende grupo que vendeu 800 kg de carne que ficou submersa na enchente do RS



A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma ação nesta quarta-feira (22) contra uma empresa do município de Três Rios que vendeu carne que ficou submersa em Porto Alegre, durante a enchente que devastou o Rio Grande do Sul, em 2024. A Operação Carne Fraca é coordenada pela Delegacia do Consumidor do Rio de Janeiro (Decon-RJ) e tem o apoio da Decon-RS.

De acordo com as investigações, entre maio e junho de 2024, os empresários adquiriram 800 toneladas de carne bovina que ficou submersa por vários dias na capital gaúcha.

A alegação foi que o produto seria usado na fabricação de ração animal. No entanto, a carne foi comercializado como carne para consumo humano, colocando em risco consumidores em diversas regiões do país.

Prisão e apreensões

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos envolvidos e na sede da empresa.

Em um dos locais, os policiais encontraram produtos estragados, o que resultou na prisão de um dos sócios por armazenar mercadoria imprópria para o consumo.

Ao todo, quatro pessoas foram presas em flagrante.

Crimes relacionados à venda de carne estragada

Os responsáveis pela empresa podem responder pelos crimes de associação criminosa, receptação, adulteração e corrupção de alimentos.

As investigações continuam para apurar se outras empresas participaram do esquema de venda irregular da carne contaminada.



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AgroNewsPolítica & Agro

Saiba como reduzir os prejuízos em caso de estiagem


A estiagem que atinge novamente o Rio Grande do Sul tem causado sérios prejuízos aos produtores rurais, especialmente nas culturas de milho e soja. Segundo informações divulgadas pela HBS Advogados, é fundamental que os agricultores tomem providências para comprovar as perdas decorrentes da seca, garantindo assim a mitigação dos prejuízos e a preservação de seus direitos.

Laudos técnicos como ferramenta essencial

De acordo com a HBS Advogados, uma das principais ações que o produtor deve adotar é a obtenção de laudos técnicos periódicos elaborados por profissionais habilitados, acompanhados da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Esses documentos são indispensáveis para quantificar as perdas e comprovar a frustração de safra antes da colheita. “Fotos, vídeos, atas notariais, decretos municipais de situação de emergência e notícias podem complementar os laudos e reforçar a comprovação”, explicam os especialistas da HBS.

Seguro agrícola: requisitos e cuidados

Os advogados da HBS também destacam a importância de comunicar a seguradora conforme as condições estabelecidas na apólice do seguro agrícola. Além disso, orientam que o produtor aguarde a vistoria antes de iniciar a colheita e esteja acompanhado de um assistente técnico durante o processo. “É fundamental revisar atentamente os termos de vistoria antes de assiná-los. Em caso de divergência, o produtor deve formalizar suas razões e, se necessário, solicitar uma nova vistoria”, alertam.

Colheita antecipada: como se proteger

Mesmo quando a colheita precisa ser iniciada antes da vistoria, devido à urgência, os advogados recomendam que o produtor arquive os laudos técnicos e demais documentos que comprovem os investimentos na lavoura. Esses registros serão cruciais para possíveis prorrogações ou renegociações de contratos.

Prorrogação de dívidas: um direito do produtor rural

Segundo a HBS Advogados, o Manual de Crédito Rural assegura ao produtor a possibilidade de prorrogar vencimentos de operações de crédito rural com base em sua capacidade de pagamento, sem a cobrança de juros adicionais, multas ou encargos. “Para acessar esse direito, é imprescindível protocolar o pedido antes do vencimento, acompanhado de documentação que comprove as perdas sofridas. Isso permitirá que o banco reestruture os prazos conforme o ciclo da lavoura e as condições financeiras do mutuário”, ressaltam. A HBS também menciona a Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece que a prorrogação de dívidas rurais não é uma faculdade dos bancos, mas um direito do produtor.

Renegociações em contratos fora do sistema financeiro

Além das operações de crédito rural, a HBS alerta que o produtor também pode buscar soluções para renegociar contratos fora do sistema financeiro. Nesse caso, é necessário avaliar, previamente, as medidas jurídicas mais adequadas para evitar inadimplências e, se possível, resolver as questões de forma extrajudicial.

Proatividade é a chave para mitigar danos

A HBS Advogados reforça que os produtores prejudicados pela estiagem devem ser proativos, adotando rapidamente as providências cabíveis, com base na documentação necessária e nas particularidades de cada caso.





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Polícia desmonta esquema de venda de carne imprópria para consumo humano



A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma ação nesta quarta-feira (22) contra uma empresa de Três Rios que vendeu carne que ficou submersa na enchente que devastou o Rio Grande do Sul, em 2024. A Operação Carne Fraca é coordenada pela Delegacia do Consumidor (Decon-RJ) e tem o apoio da Decon – RS. As informações foram publicadas no portal G1.

De acordo com as investigações, entre maio e junho de 2024, os empresários adquiriram 800 toneladas de carne bovina alegando que seriam usadas para fabricar ração animal. No entanto, o produto foi comercializado como carne para consumo humano, colocando em risco consumidores em diversas regiões do país.

Prisão e apreensões

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos envolvidos e na sede da empresa. Em um dos locais, os policiais encontraram produtos estragados, o que resultou na prisão de um dos sócios por armazenar mercadoria imprópria para o consumo.

Crimes investigados

Os responsáveis pela empresa podem responder pelos crimes de Associação Criminosa, Receptação, Adulteração e Corrupção de alimentos.

As investigações continuam para apurar se outras empresas participaram do esquema de venda irregular da carne contaminada.



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Polícia desmonta esquema de venda de carne imprópria para consumo humano


A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma ação nesta quarta-feira (22) contra uma empresa de Três Rios que vendeu carne que ficou submersa na enchente que devastou o Rio Grande do Sul, em 2024. A Operação Carne Fraca é coordenada pela Delegacia do Consumidor (Decon-RJ) e tem o apoio da Decon – RS. As informações foram publicadas no portal G1.

De acordo com as investigações, entre maio e junho de 2024, os empresários adquiriram 800 toneladas de carne bovina alegando que seriam usadas para fabricar ração animal. No entanto, o produto foi comercializado como carne para consumo humano, colocando em risco consumidores em diversas regiões do país.

Prisão e apreensões

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos envolvidos e na sede da empresa. Em um dos locais, os policiais encontraram produtos estragados, o que resultou na prisão de um dos sócios por armazenar mercadoria imprópria para o consumo.

Crimes investigados

Os responsáveis pela empresa podem responder pelos crimes de Associação Criminosa, Receptação, Adulteração e Corrupção de alimentos.

As investigações continuam para apurar se outras empresas participaram do esquema de venda irregular da carne contaminada.



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Aprosoja Maranhão vai à Justiça contra taxa sobre exportação de grãos



O governo do Maranhão sancionou uma norma que não agradou os produtores de grãos do estado: a Contribuição Especial de Grãos (CEG), Lei 12.428, que entrou em vigor em novembro de 2024, e taxa o produtor em de 1,8 % sobre o valor da tonelada de grãos.

De acordo com o texto, o contribuinte da CEG é a pessoa, física ou jurídica, que realize saídas ou promova a entrada interestadual, com destino à exportação ou à formação de lote para fins de exportação, de soja, milho, milheto e sorgo em grãos no Maranhão. Quem não pagar a CEG está sujeito a multa.

O que for arrecadado será destinado para o Fundo de Desenvolvimento Industrial do Maranhão, com o fim específico de promover investimentos e custeio da infraestrutura rodoviária estadual.

Houve mobilização no estado, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Maranhão (Aprosoja – MA), por exemplo, realizou uma assembleia para discutir o assunto. A entidade decidiu, com os demais membros, entrar com uma ação na Justiça para impedir o pagamento da taxa.

Segundo o presidente da Aprosoja – MA, José Carlos Oliveira de Paula, o governo não ouviu os produtores.

“Hoje, o agricultor e o associado estão sendo penalizados! A ação (na Justiça) é uma precaução para que não sejamos penalizados com uma taxa onde agro não foi chamado para conversar e, simplesmente, foi delegada para nós”, afirmou.

José Carlos também disse que todos estão apreensivos, também expressou preocupação com o impacto da taxa na formação de preços, uma vez que as empresas de trading podem repassar o custo aos produtores. Confira o vídeo com o depoimento do presidente da Aprosoja -MA.

O texto sancionado pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), prevê que a Lei seja extinta em 31 de dezembro de 2043.

Governo defende a medida

Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) afirmou que o agronegócio será beneficiado pela arrecadação, estimada em R$ 80 milhões anuais, destinados à construção e manutenção de rodovias estaduais. A secretaria destacou que a medida reduzirá os custos de escoamento para os produtores.

A Sefaz justificou que a taxa está alinhada à Reforma Tributária sobre o Consumo, fundamentada no artigo 136 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, introduzido pela Emenda Constitucional 123/23. Além disso, afirmou que a Taxa de Fiscalização de Transporte de Grãos (TFTG), cobrada anteriormente, foi extinta com a nova legislação.

“A produção de grãos destinada à exportação é amplamente desonerada de impostos, e a nova taxa contribuirá para a manutenção da infraestrutura viária, essencial para garantir a competitividade do setor”, concluiu a secretaria.



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Qual é o estado mais quente do Brasil em 2025?



Neste início de ano, a impressão de boa parte dos brasileiros é que eles estão vivendo no lugar mais quente do país, já que os termômetros têm mostrado índices altos por todo lado. Mas o estado que mais tem sentido o calor é o Rio de Janeiro, que lidera o ranking das temperaturas mais altas do Brasil em 2025.

Nesta terça-feira (21) a capital fluminense igualou seu recorde de maior temperatura do ano, com 38,7 °C, valor também registrado na segunda-feira (20).

Além disso, outras cidades do Rio de Janeiro também se destacaram nessa realidade, consolidando o estado como o mais quente do país neste início de verão.

Rio de Janeiro domina ranking das cidades mais quentes

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), algumas das maiores temperaturas registradas no Brasil até as 17h desta terça-feira ocorreram, em sua maioria, no estado do Rio de Janeiro.

Seropédica, com impressionantes 39,7 °C, marcou o recorde de calor do ano e do verão 2024/25 por enquanto

Duque de Caxias, Cambuci e Niterói dividiram a segunda posição, com 39,5 °C, também estabelecendo máximas para o período. Outras cidades fluminenses, como Silva Jardim (38,8°C), reafirmaram o domínio do estado no ranking.

Fora do território fluminense, mas ainda no Sudeste, as cidades de Coronel Pacheco, em Minas Gerais (38,9 °C), e Marilândia, no Espírito Santo (38,8 °C), figuram entre as mais quentes.

Na segunda-feira, o calor já havia sido destaque no RJ, com Niterói registrando 38,9 °C, seguida por Cambuci e Silva Jardim, com 38,4 °C, e Campos dos Goytacazes, com 37,6 °C.

Previsão: calor e temporais no horizonte

A previsão para os próximos dias no estado do Rio de Janeiro indica continuidade das altas temperaturas. De acordo com a Climatempo, as máximas previstas para a capital são:

  • Quarta-feira (22): 37 °C
  • Quinta-feira (23): 34 °C
  • Sexta-feira (24): 33 °C
  • Sábado (25): 37 °C
  • Domingo (26): 34 °C

Além disso, o aumento das chuvas, com alerta para temporais na faixa norte do estado, deve marcar o restante da semana.



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confira as estimativas de exportações de soja para 2025



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) revisou as estimativas de safra e exportações de soja para o Brasil em 2025. A nova projeção indica que a produção no país ultrapassará os 171 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 11% em relação à temporada anterior. Caso esse volume se concretize, o Brasil atingirá um novo recorde no mercado internacional.

Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, destacou que a demanda global por óleo de soja tem apresentado uma tendência de crescimento, principalmente devido à sua utilização em combustíveis renováveis. “O óleo de soja é uma matéria-prima essencial para a produção de biodiesel, o que impulsiona tanto a demanda por ele quanto pelos seus derivados, como o farelo de soja”, explicou Silveira.

Com o aumento da produção de óleo de soja, o farelo de soja, um subproduto para a alimentação animal, também experimentará uma alta na sua produção. Embora a demanda por farelo no Brasil não seja equivalente à de óleo, ela cresce devido ao consumo no setor agropecuário. A expansão da produção de óleo acaba resultando em uma oferta maior de farelo, o que, por sua vez, deve gerar uma pressão para a queda de preços deste produto no mercado.

Silveira apontou que a expectativa de aumento na produção e no processamento para a produção de óleo também refletirá em preços mais baixos para o farelo de soja, favorecendo o mercado interno. “O crescimento da demanda por óleo no cenário global impulsiona diretamente a produção de farelo, o que deve resultar em um cenário de preços mais competitivos”, concluiu.



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Governo poderá intervir nos preços dos alimentos, diz Rui Costa



O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse hoje (22), que o Governo Federal buscará intervenções para baratear os alimentos. Segundo ele, haverá reuniões com os ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda sobre o assunto. Ele deu a declaração em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov, o veículo institucional do governo.

A inflação é uma das grandes preocupações do governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teme que o aumento nos preços dos alimentos afete sua popularidade.

Rui Costa afirmou que haverá conversas com os outros ministérios ligados ao tema dos alimentos “para buscar um conjunto de intervenções que sinalizem para o barateamento dos alimentos”. Ele também afirmou que haverá, no primeiro bimestre do ano, implementação de medidas sugeridas pelos supermercados para tentar conter os preços.

O ministro da Casa Civil afirmou que o clima atrapalhou a safra no ano passado, e que isso contribuiu para a inflação dos alimentos. Segundo ele, a expectativa é de um aumento das principais safras neste ano, o que contribuiria para uma baixa nesses valores.

“Não adianta o salário subir se os preços sobem na mesma proporção”, declarou Rui Costa. Ele afirmou que Lula tem dois compromissos principais, com a inclusão social – o que inclui programas de assistência, obras e outras ações – e o equilíbrio fiscal. “Se você não tem equilíbrio fiscal, quem paga a conta mais cara são as pessoas mais pobres”, afirmou.

“A qualquer tempo, a qualquer momento que se faça necessário, faremos o ajuste que precisar fazer para o compromisso fiscal. O governo só pode gastar aquilo que arrecada, se não gera inflação, gera expectativas ruins para o País”, disse o ministro da Casa Civil.

O chefe da Casa Civil também mencionou cortes feitos pelo governo no passado. Rui Costa já havia dado declarações semelhantes sobre a política fiscal na segunda-feira, 20, depois de uma reunião ministerial promovida por Lula em Brasília. O Executivo tenta manter sob controle as expectativas do mercado financeiro sobre sua dívida. Deteriorações nas expectativas fazem a cotação do dólar subir, por exemplo.



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