terça-feira, julho 7, 2026

Agro

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União Europeia trata os EUA de maneira injusta, diz Trump em discurso para Davos



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar como o país tem sido tratado de maneira injusta pela União Europeia, diante da dificuldade para vender produtos norte-americanos no bloco.

“Amo a Europa, mas países nos tratam de maneira injusta”, disse, em fala exibida virtualmente para líderes reunidos no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

Trump repetiu que os EUA têm um déficit gigantesco com a União Europeia.

O republicano citou, textualmente, um comentário que recebeu de um empresário dizendo que enfrentava um ambiente mais hostil na Europa do que na China para seus negócios.

‘Mundo será mais pacífico em minha gestão’, disse Trump

O presidente americano afirmou que seu país será mais forte e o mundo inteiro, mais pacífico com a sua gestão. Em comentários durante sua fala, Trump afirmou que a sua administração está agindo rapidamente para corrigir os “desastres” deixados pelo governo anterior de Joe Biden.

Para o republicano, Biden perdeu o controle de tudo, particularmente, na inflação e na fronteira.

Trump ressaltou que orientou toda a equipe para derrotar inflação e reduzir custos.

Relação entre preço do petróleo e a guerra entre Rússia e a Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos disse ainda que é preciso derrubar os preços do petróleo. “Se os preços do petróleo caírem, a guerra da Rússia contra Ucrânia acabará rapidamente”, comentou. “O petróleo, taxas de juros precisam cair”, disse.

Criptomoedas

Trump afirmou ainda que transformará os EUA na capital mundial da criptomoeda.

Convite aos empresários

O republicano disse também que a mensagem que quer dar para os empresários é para que venham produzir nos EUA e que receberão impostos mais baixos do globo.



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5º Show Tecnológico do Cerrado promove palestra sobre mercado e tendências



O município de Paraíso do Tocantins (TO), sediará na próxima quinta-feira, dia 30 de janeiro, o 5º Show Tecnológico do Cerrado, com programão de conhecimento, troca de experiências e confraternização.

Reconhecido como uma das principais vitrines de tecnologias e soluções voltadas para o agronegócio no Cerrado, o evento gratuito é promovido pela Frísia Cooperativa Agroindustrial em parceria com a Fundação ABC.

O local escolhido foi o Campo Demonstrativo e Experimental da Fundação ABC, entreposto da Cooperativa Frísia, localizado no KM 45 da TO-080..

Um dos destaques do evento, será a palestra com Matheus Pereira, marcada para às 18 horas. Analista de mercado, produtor rural e fundador da PÁTRIA AgroNegócios, Pereira tem mais de duas décadas de experiência debatendo temas estratégicos do agronegócio.

Entre as novidades desta edição, destacam-se as arenas temáticas interativas, onde especialistas abordarão temas como manejo de solos, produção de forragens, sistemas agrícolas, herbologia e fitopatologia.

As apresentações serão enriquecidas por áreas plantadas e recursos audiovisuais, proporcionando uma experiência dinâmica e imersiva para os participantes.

Entre os palestrantes confirmados estão especialistas renomados, como Gabriel Barth, Evandro Maschietto e Eliana Borsato, que contribuem com análises e soluções inovadoras para o setor.

“O objetivo é proporcionar aos produtores, pesquisadores e profissionais do setor um ambiente de aprendizado e troca de experiências, apresentando as inovações mais relevantes para o agronegócio no Cerrado”, explica Luciano Tonon, especialista em eventos e cooperativismo da Frísia.

O evento também marcará o início das comemorações do centenário da Frísia no Brasil, dos quais, 9 anos são nessa região do Matopiba, destacando sua contribuição para o avanço do setor agropecuário.

Inscrições

As inscrições para o 5º Show Tecnológico do Cerrado são gratuitas e já estão abertas. Os interessados podem garantir sua participação gratuitamente por meio da plataforma Sympla, ou clicando aqui.

Programação

13h30: receptivo, dinâmicas de campo e exposições;
18h: cerimônia de 100 anos da Frísia, e palestra com Matheus Pereira;
21h30: Encerramento;


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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de 2025 promete recuperação com clima favorável e exportações em alta



Produção de grãos ganha impulso




Foto: United Soybean Board

As projeções para 2025 indicam uma recuperação robusta no setor agrícola brasileiro, segundo dados do Itaú BBA. Com um clima mais favorável ao desenvolvimento das culturas de verão, a produção de grãos ganha impulso, enquanto a logística de exportação será testada diante do aumento esperado nos embarques, especialmente de soja e milho.

Os embarques de soja, que devem ganhar força a partir de março, têm potencial para superar os volumes registrados em 2024, fortalecidos pela competitividade trazida por um dólar mais forte. No caso do milho, o cenário dependerá da safra de inverno e da dinâmica dos preços locais, atualmente distantes da paridade de exportação.

No segmento de carnes, a competitividade brasileira e desafios sanitários globais, como a gripe aviária e a febre aftosa na Alemanha, favorecem um possível recorde de exportações. Entretanto, a produção doméstica de carne bovina pode registrar uma leve retração devido ao ciclo de retenção de fêmeas. O setor ainda enfrenta incertezas relacionadas à China, que avalia a imposição de tarifas de importação.

Para o café, a próxima safra de arábica deve ser menor, o que deve reduzir o volume exportado no segundo semestre. No entanto, o café robusta segue como destaque, com expectativa de safra maior e novos aumentos de exportações.

No algodão, a previsão de manutenção de uma grande produção nacional reforça o otimismo, apesar da necessidade de diversificar mercados diante do menor apetite chinês. Já no setor sucroenergético, o açúcar deve registrar aumento nos embarques no segundo semestre, enquanto o etanol deve apresentar um leve crescimento anual, impulsionado por uma base de comparação mais baixa.





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Ministro descarta alterar data de validade de alimentos para reduzir preços



O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, disse nesta quinta-feira, 23, que o governo não cogita alterar o sistema de datas de validade dos alimentos para reduzir os preços desses produtos, uma demanda do setor de supermercados. Ele falou a jornalistas depois de uma reunião no Palácio do Planalto sobre o aumento dos preços dos alimentos.

A discussão desta quinta-feira envolveu, além de Paulo Teixeira, os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro, da Casa Civil, Rui Costa, e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello.

O ministro do Desenvolvimento Agrário disse que na sexta-feira (24), as propostas levantadas na reunião de hoje serão apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E que anúncios dependem do que o chefe do governo decidir.

Segundo Paulo Teixeira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve participar do encontro da sexta-feira.

O aumento dos preços dos alimentos ganhou mais atenção da cúpula do governo nos últimos dias. Ontem (22), Rui Costa disse que o governo discutiria “intervenções” para reduzir os preços. A declaração pegou mal junto ao mercado e ao empresariado, e o ministro passou a falar em “ações” e “medidas”.

Rui Costa já havia descartado alterações no sistema de validade de alimentos em entrevista à CNN na noite da quarta-feira.

Caso fosse adotada, a medida provavelmente daria munição para opositores criticarem o governo.

Nos primeiros dias de 2025, o Planalto passou por grande desgaste causado por botados espalhados por opositores de que as transações por Pix seriam taxadas.



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Colheita de soja avança em Goiás; qual a expectativa no estado?



A colheita da soja da safra 2024/25 começou em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, com 2% da área plantada já sendo colhida. A região, que conta com cerca de 400 mil hectares dedicados à cultura, está apresentando bons resultados iniciais. De acordo com a Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), o rendimento médio das lavouras nesta fase inicial varia entre 4.200 a 4.800 quilos por hectare. As lavouras restantes, que seguem estágio de enchimento dos grãos, devem seguir esse padrão positivo de produtividade no município.

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A Comigo, que abrange uma área de 2,2 milhões de hectares, destaca que as condições climáticas seguem favoráveis. As chuvas, dentro da normalidade, têm auxiliado no bom desenvolvimento das lavouras. Para a safra 2024/25, Goiás deve plantar 4,85 milhões de hectares de soja, um aumento de 2,1% em relação aos 4,75 milhões de hectares plantados na safra anterior.

A expectativa é de que a produção total de soja no estado chegue a 18,531 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 7,1% em comparação com o número de 17,298 milhões de toneladas obtidas na safra 2023/24. O rendimento médio das lavouras também deve melhorar, alcançando 3.840 quilos por hectare, frente aos 3.660 quilos por hectare colhidos no ano passado. Com boas perspectivas de clima e produtividade, as projeções para a safra 2024/25 em Goiás são positivas.



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BNDES apoia empresa de vegetais congelados afetada por enchentes no RS



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um crédito de R$ 24,4 milhões para a Grano Alimentos, empresa do segmento de vegetais congelados. O recurso, parte do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, apoiará a recuperação da empresa após a inundação de 2024, que afetou seu centro de recebimento de produtos e armazenamento de estoque em Esteio (RS).

Durante a enchente, a água atingiu até três metros de altura em um dos armazéns logísticos da Grano, forçando o desligamento do sistema de refrigeração por 25 dias devido a danos na rede elétrica. Vegetais como brócolis, ervilha, espinafre, couve-flor e batata, além de produtos plant-based, foram comprometidos.

O financiamento será usado para despesas de capital de giro, cobrindo os prejuízos com a perda de alimentos estocados, mudas e colheitas, além de auxiliar na retomada das operações após a queda no faturamento decorrente de pedidos não atendidos.

“O crédito à Grano, que conta com a agricultura familiar em boa parte de sua cadeia produtiva, reforça nosso compromisso com a manutenção de empresas gaúchas, promovendo renda e unindo indústria à produção de alimentos, duas áreas prioritárias para o governo do presidente Lula”, destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Programa Emergencial no RS

O programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul oferece suporte financeiro para cobrir perdas de receita e atender necessidades imediatas de liquidez, com foco na mitigação dos impactos climáticos e na retomada econômica do estado.

Até agora, já foram aprovados R$ 17,5 bilhões para capital de giro de empresas gaúchas, além de R$ 3,2 bilhões para aquisição de máquinas e equipamentos e R$ 1,5 bilhão para investimentos e reconstrução. Como contrapartida, as empresas apoiadas precisam manter os empregos nas unidades beneficiadas pelo crédito.



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Conab aponta alta nos preços da cebola, cenoura e tomate



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (23) que, em dezembro, houve alta de preços da cebola, cenoura e tomate e baixa da batata. Os dados são do Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort).

Ao monitorar os itens de consumo das famílias, a exemplo do que faz quando forma estoques de grãos, a Conab cumpre uma de suas funções básicas, que é a de garantir preços que, ao mesmo tempo, garantam a lucratividade dos produtores e sejam acessíveis aos consumidores.

De acordo com o boletim, a batata vinha apresentando reduções constantes de preço desde julho de 2024. Em novembro, chegou a reagir, apresentando aumento devido à menor oferta, mas em dezembro os preços praticados voltaram a cair “de maneira significativa”.

“A média ponderada de preço dentre as Ceasas caiu 27,33% em relação à média de novembro. A maior oferta paranaense em dezembro foi a razão da baixa nos preços”, justificou a companhia.

No caso da cebola, a transição da safra no mercado fez com que o produto voltasse a subir após longo período de queda. “Em dezembro, configurou-se a nova distribuição da produção de cebola no país. A partir de então, a Região Sul passou a ser o principal ofertante dos mercados”, explica a Conab.

Pelo segundo mês consecutivo, a cenoura apresentou alta de preços na maioria das Ceasas. Essa alta se deve, segundo a Conab, a “certa concentração de oferta em Minas Gerais, pois Bahia e Goiás enviaram menores quantidades ao mercado”.

Já o tomate registrou aumento ligeiramente acima de 18% em dezembro, na comparação com novembro, na média ponderada. Segundo a Conab, isso se deve à “oferta abundante” registrada no segundo semestre do ano passado, o que provocou redução de preços, o que, mais recentemente, acabou sendo revertido.

Frutas

Entre as frutas, a Conab observou alta nos preços da banana, da maçã e da melancia e queda na laranja e mamão.

A banana apresentou cotações elevadas pela queda da oferta, enquanto a maçã apresentou alta de preços e queda de comercialização. Os estoques estão praticamente finalizados, e as cotações acabaram por pressionar alta, apesar da demanda estável e da concorrência com as frutas de fim de ano.

No caso da melancia, foram observadas oscilações das cotações e queda da comercialização, “em parte por causa da demanda estagnada em alguns centros consumidores devido à presença de chuvas e queda das temperaturas”.

O preço cobrado pela laranja apresentou queda, mas ainda encontra-se elevado. No caso do mamão, foi verificada queda da comercialização nas Ceasas e elevação das cotações. O resultado decorre, segundo a Conab, de uma queda na colheita das variedades papaia e formosa.



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Joesley Batista destaca liderança do Brasil e da JBS na transição energética



O acionista do Grupo J&F Joesley Batista está na Suíça onde acompanha as discussões do Fórum Econômico Mundial. O evento, que segue até sexta-feira (24), está no quarto dia. Na avaliação do empresário, foi um período de reuniões e discussões bastante proveitosas.

Segundo Joesley, todos estão engajados com o desafio climático e de uma agenda de energia limpa.

“Eu participei de diversos fóruns e, invariavelmente, todos eles, cada um à sua forma, estavam discutindo como produzir mais com menos e como estar preparado para os próximos anos, com o crescimento populacional, produção de energia, produção de alimentos. Todos reconhecem que nós temos um grande desafio, reconhecendo a necessidade de melhorar a eficiência”, disse o empresário.

Joesley também afirmou que a questão do meio ambiente está totalmente inserida nas discussões econômicas citando que muitas companhias estão atentas à questão climática e a favor da transição energética.

“Eu saio daqui muito orgulhoso, porque eu percebo que a JBS está liderando esse movimento, por perceber que o Brasil está à frente, em vários aspectos, liderando esse movimento de produção com energia limpa de produção de alimentos de forma mais sustentável”, disse.



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Cracóvia de Prudentópolis conquista Indicação Geográfica



A Cracóvia de Prudentópolis (PR) foi reconhecida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como uma Indicação de Procedência. 

Fabricada artesanalmente no município que virou o seu “sobrenome”, a iguaria é típica da cidade paranaense conhecida pela maior comunidade ucraniana do Brasil.

O pedido de registro da Cracóvia como uma Indicação Geográfica (IG) foi feito pela Associação dos Produtores de Embutidos de Prudentópolis (Apep), em 2023, a partir da sensibilização do Sebrae/PR e apoio da Prefeitura Municipal e Sicredi. 

O processo de concessão de IG inclui, entre outros requisitos, a apresentação de um caderno de especificações técnicas que registra os padrões de produção e o mecanismo de controle da qualidade.

“O registro da Indicação Geográfica pelo Inpi assegura um reconhecimento nacional para regiões com produtos e serviços únicos. É um ativo que além de proteger e preservar a tradição e a reputação da região, também promove a competitividade desses pequenos negócios ali instalados”, explicou Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras de Futuro do Sebrae.

Conquista histórica

Produzida desde a década de 1960 por descendentes de imigrantes ucranianos de Prudentópolis, a Cracóvia é feita com carne suína nobre, magra e selecionada, que não pode ser congelada, alho, sal, pimenta e especiarias. 

Após embalada, passa por um processo de defumação moderada, seguido de resfriamento por um período mínimo de 12 horas.

Para o presidente da Associação dos Produtores de Embutidos de Prudentópolis (Apep), Marcos Machulek, o registro como IG também evidencia a força do associativismo na valorização da cultura local e no fortalecimento da economia regional.

“A união dos produtores foi fundamental para alcançarmos esse marco, garantindo que a Cracóvia de Prudentópolis seja reconhecida e apreciada em todo o país, com a chancela de sua origem e excelência”, disse Machulek.

Próximos passos

Segundo a consultora do Sebrae/PR, Mariana Santana Scheibel, a obtenção da IG vai impulsionar o desenvolvimento territorial, beneficiando setores indiretos como o turismo e o comércio, com impactos positivos na geração de emprego e renda. 

“Vamos trabalhar em conjunto com o grupo de produtores para expandir o mercado, fortalecer a IG e incentivar o associativismo”, acrescenta.

Indicação de Procedência

Conforme define o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), Indicação de Procedência é o nome geográfico de um país, cidade, região ou uma localidade de seu território que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto ou prestação de determinado serviço.



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Coopavel registra faturamento de R$ 5,32 bilhões em 2024



A Coopavel, cooperativa de Cascavel (PR), obteve faturamento de R$ 5,32 bilhões em 2024, um aumento de 1,5% em relação aos R$ 5,24 bilhões registrados em 2023.

O lucro atingiu R$ 122,6 milhões, superando as sobras de R$ 66 milhões do ano anterior, informou a cooperativa durante assembleia geral ordinária realizada nesta quarta-feira.

Os investimentos somaram R$ 250 milhões em 2024, ante R$ 264,3 milhões em 2023. O quadro social cresceu para 7.661 cooperados (eram 7.408) e 7.295 funcionários (eram 6.924).

Para 2025, o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, projetou faturamento de R$ 6,2 bilhões. “Esse faturamento é alicerçado nas suas agroindústrias e também em novos negócios que entrarão em atividade em 2025. A Coopavel está trabalhando para ter um crescimento muito robusto, entre 15% e 20% no faturamento”, disse em entrevista no mês de dezembro.

Na mesma entrevista, Grolli destacou os investimentos em logística e a tendência dos produtores da região. “A Coopavel está ampliando em torno de 20% a sua capacidade de armazenagem para receber uma produção maior”, afirmou.

Durante a assembleia desta quarta-feira (220, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ressaltou que 64% das safras paranaenses são recebidas pelas 143 agroindústrias cooperativas do estado. O setor projeta alcançar R$ 300 bilhões em faturamento nos próximos três anos.

A Coopavel mantém 33 filiais em 21 municípios do oeste e sudoeste do Paraná. Para 2025, a cooperativa planeja melhorar filiais e construir novas indústrias de insumos, incluindo a Biocoop, voltada para defensivos biológicos.



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