terça-feira, julho 7, 2026

Agro

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Setor de máquinas agrícolas caiu 20% em 2024, diz Anfavea



O setor de máquinas agrícolas registrou vendas de 48,9 mil unidades no atacado em 2024. O número representa uma queda de 19,8% em comparação a 2023, mostram os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados nesta quinta-feira (23).

A queda foi mais evidente justamente no segmento de colheitadeiras, e não tanto no dos tratores, aponta a entidade que considera que em 2025 não se espera mudança nos patamares.

“Só uma política consistente de Plano Safra pode fazer o setor ter uma recuperação ao longo deste ano”, diz a Anfavea, em nota.

Já as exportações de máquinas agrícolas tiveram queda de 31%, com envios de 6 mil
unidades, e deverão crescer apenas 1% pelas projeções da Anfavea.

“O ponto de maior atenção no momento é para as importações. O crescimento acentuado dos
importados transformou o superávit em déficit na balança comercial desde o ano passado,
dobrando o déficit em 2024″, afirma o presidente da Associação, Márcio de Lima Leite.

A preocupação se justifica nos números: mais de 55% das máquinas importadas são oriundas da China e 26% da Índia. A participação da China na importação de máquinas nas Américas foi de 7,7% para 12,7%.

“Nos causa grande preocupação o aumento da participação das máquinas importadas nas compras públicas, com destaque para as empresas com menos de 20 empregados. Estamos levando ao poder público essa questão que prejudica o nível de emprego no Brasil, a competitividade das nossas empresas, a inovação e até o atendimento dos clientes, que no final do processo sofrem com falta de uma rede confiável para assistência técnica. O resumo é que todos no país saem perdendo”, avalia Leite.

Diante dos índices negativos para o setor, a Anfavea divulgou a sua agenda prioritária para 2025 com seis metas:

  • Criação de condições atrativas de financiamento do Plano Safra e do BNDES para máquinas agrícolas e de construção, além de novas fontes de crédito
  • Recomposição da alíquota do Imposto de Importação, de 14%
  • Políticas de garantia e financiamento para exportação
  • Reindustrialização da cadeia de fornecedores
  • Renovação da frota de máquinas agrícolas e de construção, e expansão da mecanização
  • Aperfeiçoamento da política de compras públicas de máquinas, sem prejuízo à indústria local, ao emprego e à inovação



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Brasil bate recorde de exportações para o Canadá; veja produtos mais vendidos



Quando se fala em América do Norte, os Estados Unidos costumam ser o primeiro país que vem à cabeça, mas as relações comerciais do Brasil também têm encontrado público em outra nação: o Canadá.

Isso porque as exportações nacionais aos canadenses voltaram a registrar recordes em 2024. Foram comercializados US$ 6,31 bilhões, aumento de 9,44% sobre os US$ 5,77 bilhões de 2023, conforme dados copilados pelo estudo Quick Trade Facts, elaborado pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC).

Para a entidade, o resultado confirma a tendência observada desde 2016, de crescimento constante no montante exportado para o país norte-americano, que estava em US$ 2,36 bilhões, um avanço de 167%.

Produtos mais exportados ao Canadá

Os quatro principais produtos exportados pelo Brasil em valores foram: ouro, alumina calcinada, açúcar de cana e aviões. Já quando considerado o porcentual de avanço em relação a 2023, transformadores dielétricos cresceram 359%, seguido de cobre (126%) e café verde (110%).

“Para se ter uma ideia, desde o ano 2000, as exportações já cresceram mais de 1.000%. O resultado reflete um trabalho intenso, realizado por instituições como nós, mas também pelos governos brasileiro e canadense. Todas as ações têm o objetivo de fomentar novos negócios”, afirma Hilton Nascimento, diretor comercial da CCBC.

O desempenho nas exportações colaborou para que a balança bilateral terminasse 2024 com um saldo positivo para o Brasil de US$ 3,53 bilhões – o maior nível da história. A cifra representa um avanço de 47,4% sobre 2023, quando o superávit havia sido de US$ 2,39 bilhão.

A corrente comercial em 2024 contabilizou US$ 9,1 bilhões, estável quando comparado aos US$ 9,14 bilhões do ano anterior. O resultado foi impactado pelas importações, que passaram de US$ 3,37 bilhões em 2023, para US$ 2,78 bilhões no ano passado.

“Se por um lado a alta da moeda norte-americana é positiva para as empresas exportadoras, por outro, atrapalha as companhias importadoras. Vale ressaltar que no ano passado o dólar manteve tendência de alta, gerando forte desvalorização do real. O que pode explicar, em parte, o recuo das importações”, avalia Nascimento.

Os produtos mais importados no período foram: cloreto de potássio (fertilizantes), turborreatores, plásticos e aviões.

Já os que apresentaram maior crescimento foram: outras turbinas a gás de potência superior a 5.000 Kw (378%), helicópteros (195%); e nióbio (191%).

Perspectivas para 2025

“Acreditamos que 2025 será ainda mais promissor. Para isso, a CCBC tem contribuído com uma extensa agenda de encontros e iniciativas para fortalecer e ampliar os negócios entre Brasil e Canadá”, revela o executivo.

Nascimento lembra que a CCBC realiza diferentes missões comerciais do Brasil para o Canadá a cada ano, relacionadas a temas como: inteligência artificial, alimentos e bebidas, mineração, Indústria 4.0, inovação em saúde e sistema médico-hospitalar, tecnologias limpas, transição energética, educação executiva e até economia criativa.



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Saiba as cotações da soja em dia de mercado volátil



O mercado brasileiro de soja apresentou volatilidade nos preços nesta sexta-feira, influenciado pela queda do dólar. Nos portos e interior, a movimentação foi boa, com as melhores ofertas para pagamento e entrega ainda em janeiro. No entanto, para negócios mais longos, algumas indicações de preços chegaram a cair, já que os compradores aguardam a entrada da safra nova.

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Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 137,00
  • Missões (RS): preço manteve-se em R$ 138,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 125,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 116,50
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 117,00 para R$ 117,50
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 119,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços mais altos, impulsionados por fatores como o clima seco na Argentina e a revisão das projeções da safra do país. A desvalorização do dólar e o tom moderado da política comercial de Donald Trump também contribuíram para a alta nos preços.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja com vencimento em março registraram alta de 9,50 centavos, ou 0,89%, fechando a US$ 10,65 1/2 por bushel. Já os contratos para maio aumentaram 9,50 centavos, ou 0,88%, com cotação de US$ 10,77 3/4 por bushel.

O farelo de soja para março apresentou queda de US$ 0,50, ou 0,15%, fechando a US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo de soja para março subiu 0,62 centavo, ou 1,39%, fechando a 45,04 centavos de dólar.

Câmbio

Em relação ao câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,36%, negociado a R$ 5,9250 para venda e a R$ 5,9230 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8740 e a máxima de R$ 5,9705.



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Aiba reforça parcerias com o governo baiano em primeira agenda oficial do ano


O novo presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, realizou uma série de reuniões no início desta semana (20 e 21/01), em Salvador, com as secretarias estaduais de Relações Institucionais (Serin), Agricultura (Seagri) e Meio Ambiente (Sema), em sua primeira agenda oficial.

De acordo com a Aiba, os encontros tiveram como foco o fortalecimento das relações institucionais e a busca por parcerias estratégicas para o desenvolvimento do agronegócio baiano.

Schmidt, que assumiu a presidência da AIBA em 1º de janeiro deste ano, inicia sua gestão com um cronograma de eventos importantes, incluindo a 19ª edição da Bahia Farm Show, maior feira de negócios agrícolas do Norte e Nordeste do Brasil, que acontecerá em junho.

“As visitas foram uma oportunidade de aproximação com as principais secretarias do estado, visando consolidar uma relação de parceria e diálogo contínuo. Também aproveitamos para apresentar detalhes de ações estratégicas previstas para 2025, como a Missão Técnica em Nebraska, que será realizada em abril, a Bahia Farm Show, em junho, e a COP 30, em novembro. Discutimos, ainda, a possibilidade de promover uma pré-COP Cerrado em outubro, no município de Luís Eduardo Magalhães”, destacou Schmidt.

O secretário estadual de Agricultura, Wallison Tum, ressaltou a importância da interação com a Aiba.

“É sempre produtivo dialogar com o presidente da associação. Essa proximidade reforça a parceria entre o governo e as entidades do setor agropecuário. Durante o encontro, recebemos com entusiasmo os convites para os eventos programados para 2025, que certamente contribuirão para o avanço do agronegócio baiano. Estamos comprometidos em trabalhar juntos para promover o crescimento sustentável e a competitividade da agricultura no estado”, afirmou.

Na Secretaria de Meio Ambiente, foi destacada a importância do Pacto pelo Cerrado, iniciativa voltada para a redução do desmatamento ilegal e a preservação do bioma Cerrado.

pacto pelo cerrado; aiba estreita relações com instituições do governo do estado na primeira gestão de Moisés Schmidtpacto pelo cerrado; aiba estreita relações com instituições do governo do estado na primeira gestão de Moisés Schmidt
Foto: Ascom/Serin

“Temos construído uma excelente relação com os produtores do Oeste, o que tem facilitado a criação de soluções conjuntas. Nosso objetivo é substituir a repressão por um trabalho de cooperação, inclusive no campo da fiscalização”, explicou o secretário estadual de Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins.

Durante o encontro com o secretário Adolpho Loyola, responsável pela Secretaria de Relações Institucionais do Estado da Bahia, a conversa foi focada no diálogo aberto entre as instituições e em parcerias estratégicas, reforçando o compromisso de ambas com o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio baiano.

Além disso, ainda na capital baiana, Moisés Schmidt, que também é diretor regional da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) no Oeste, reuniu-se com a diretoria do Sistema Faeb/Senar.

O presidente do Sistema, Humberto Miranda, parabenizou Schmidt pela posse e reforçou o compromisso de integração entre as instituições.

O encontro abordou estratégias para promover o fortalecimento do setor agropecuário, incluindo ações de capacitação técnica, inovação tecnológica e práticas sustentáveis, essenciais para consolidar a Bahia como um dos maiores polos agrícolas do país.

Na ocasião, Schmidt apresentou parte da nova equipe técnica da Aiba, composta por Lizane Ferreira, diretora executiva; Cristina Gross, diretora financeira; e Karen Machado, diretora institucional.


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PIB do agro reage no 3º trimestre e recuo esperado para 2024 diminui



Depois de recuar por dois trimestres consecutivos, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro reagiu no terceiro trimestre de 2024, registrando avanço de 1,26%.

O cálculo provém do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Diante da retomada, a taxa de queda no acumulado de 2024 diminuiu para 2,49%. Agora, considerando-se também o desempenho da economia brasileira como um todo até o momento, o PIB do setor pode corresponder por 22% de tudo o que o país produziu em 2024, abaixo dos 23,5% registrados em 2023.

Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, a reação observada no terceiro trimestre de 2024 se deve aos resultados positivos verificados tanto para o ramo agrícola (com alta de 1,27%) quanto para o pecuário (elevação de 1,31%).

“Ressalta-se que todos os segmentos apresentavam avanços no terceiro trimestre de 2024, devido ao aumento do valor bruto da produção, o que, por sua vez, foi influenciado sobretudo pelos preços reais mais altos no período”, diz os órgãos, em nota.

Baixa agrícola e alta pecuária no PIB

Já o desempenho negativo no acumulado do ano (até setembro) está atrelado à pressão vinda do ramo agrícola, que registra baixa de pouco mais de 4%, enquanto o pecuário apresenta alta, de 1,6%.

Pesquisadores do Cepea indicam que o resultado negativo do agronegócio no acumulado de 2024 foi impactado principalmente pela queda nos preços e pela redução da produção de importantes produtos do setor, com destaque para a agricultura “dentro da porteira”.

Por outro lado, o ramo pecuário conseguiu atenuar parte desse impacto negativo, impulsionado pelo bom desempenho dos segmentos agroindustriais, de agrosserviços e de insumos.



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Dr. Agro aborda temas relevantes durante o encontro; saiba os tópicos dos painéis


No dia 7 de fevereiro, Santa Carmem (MT), localizada na região de Sinop, será o palco da Abertura Nacional da Colheita da Soja Safra 24/25, na Fazenda Esperança. Entre os palestrantes, destaca-se Marcos Fava Neves, que abordará a macroeconomia e falará sobre a importância estratégica da soja para o Brasil e o mercado global. Fava Neves, também conhecido como Dr. Agro, é fundador da Harven Agribusiness School.

“A soja é um pilar fundamental para a economia brasileira e para o mercado global. O Brasil está em uma posição privilegiada para liderar a produção sustentável, principalmente com o crescimento da demanda mundial”, explica Fava Neves.

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Ele também comenta sobre a pressão enfrentada pela produção brasileira, especialmente na Europa, onde a questão ambiental é frequentemente distorcida. “Eles são poluídos lá de informações inverídicas e isso atrapalha muito a nossa imagem, aumentando a pressão sobre o agro brasileiro.

Confirmados no evento

Palestrantes do event em MT

Vale dizer que o evento reunirá produtores, especialistas e autoridades do setor agropecuário para celebrar o início da colheita da soja e debater temas como a COP 30, sustentabilidade, biocombustíveis, alimentos e a importância das regulamentações ambientais. Além disso, será uma oportunidade para celebrar os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como o dólar vai se comportar?



Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais



Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista
Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista – Foto: Pixabay

De acordo com a análise da Casa de Análise de Mercado Levante, a taxa de câmbio entre o real e o dólar é um espelho das expectativas dos investidores e da confiança no cenário econômico brasileiro. O Brasil, não sendo um emissor de dólares, depende de exportações e do investimento externo para obter a moeda norte-americana. Quando esse otimismo diminui, há uma tendência de aumento da procura por dólares, elevando sua cotação em reais devido à simples dinâmica de oferta e demanda.

Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais, representando uma queda de 1,4%. Este foi o menor valor desde novembro de 2024, marcando também o primeiro fechamento abaixo de 6 reais desde 11 de dezembro do ano passado. A taxa de câmbio havia ultrapassado os 6,20 reais no início do ano, mas agora apresenta uma trajetória descendente, abaixo do que muitos consideram um “nível psicológico” importante.

Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista. A taxa de câmbio é influenciada por uma miríade de fatores: desde as políticas internas brasileiras, como a busca por equilíbrio fiscal e credibilidade governamental, até as decisões do Federal Reserve dos EUA e as políticas comerciais de Donald Trump. 

Trump, até o momento, tem administrado uma abordagem mais cautelosa em relação a tarifas comerciais do que prometeu durante sua campanha, potencialmente facilitando o comércio internacional para o Brasil. No entanto, a economia global é imprevisível e as expectativas do mercado podem mudar rapidamente. Mesmo com a recente queda do dólar, nada garante que isso será uma tendência duradoura.

 





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Inmet prevê temporais com granizo em áreas de três regiões



As altas temperaturas e umidade elevada devem potencializar a ocorrência de tempestades, que podem ser acompanhadas de raios e queda de granizo em áreas das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país nesta quinta-feira (23), alerta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Por conta deste cenário, o órgão emitiu avisos amarelo (perigo potencial) e laranja (perigo) para essas localidades.

Mesmo com a ocorrência das chuvas, as temperaturas permanecerão elevadas em áreas das regiões Sul e Sudeste no dia de hoje.

Já no norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, não há previsão de chuva significativa, e as temperaturas podem alcançar até 38°C, segundo o Instituto.

Destaque, também, para as temperaturas máximas previstas em Porto Alegre (RS), de 34°C; em Florianópolis (SC), de 31°C; e Curitiba (PR), de 27°C.

O Inmet alerta, ainda, para os temporais previstos a partir da noite de hoje (23), que se estenderão até a sexta-feira (24), principalmente no Rio Grande do Sul.



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Porca dá à luz 45 leitões de uma vez em Minas Gerais e pode entrar para o Guiness Book


O dia 22 de janeiro de 2025 marcou um feito inédito no agronegócio brasileiro. Na Granja Santa Inês, de propriedade da produtora integrada Gilda de Oliveira Santos Silva, localizada em Luz (MG), uma porca do plantel da Pif Paf Alimentos deu à luz 45 leitões.

A empresa estuda registrar o acontecimento no Guinness Book, já que o recorde mundial atual, de 1993, é de 37 leitões nascidos de uma só vez.

“Resultados como esse só podem ser alcançados com a combinação de uma excelente qualidade genética, nutrição adequada e manejo cuidadoso, com destaque para a atenção da equipe de campo no trato dos animais. Embora isso não garanta o sucesso, oferece as melhores condições para que os animais expressem todo o seu potencial reprodutivo”, afirma Airton Martins, gerente-executivo de Agropecuária da Pif Paf.

Foto: Pif Paf Alimentos/divulgação

A empresa já havia registrado números expressivos em sua Granja Dourados, em Patrocínio (MG), onde porcas deram à luz 38 leitões em 2023 e 2024, reforçando a consistência no aprimoramento genético e manejo.

Bem-estar animal e cuidados na maternidade

Gisele Dela Ricci, especialista em Bem-estar Animal da Pif Paf, enfatizou o compromisso da empresa com práticas éticas e eficientes. “Trabalhamos para assegurar a saúde, o conforto e a segurança dos animais. Isso inclui capacitações, monitoramentos diários e um compromisso com a melhoria contínua. Cada etapa do processo é guiada por princípios que visam práticas mais éticas e eficientes”, disse.

Nas primeiras 24 horas após o nascimento, os leitões recebem colostro, leite rico em anticorpos essenciais para fortalecer o sistema imunológico. Para garantir que todos tenham ingerido colostro, os animais são marcados com tinta atóxica. Quando o número de leitões excede a capacidade da porca, é comum transferi-los para outras fêmeas para assegurar que todos sejam alimentados adequadamente.

Durante a fase de maternidade, as fêmeas são mantidas em gaiolas de parição, conforme permitido pela legislação, com cuidados para oferecer conforto, controle de temperatura e alimentação de qualidade.



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BNDES disponibiliza mais R$ 4,8 bilhões para programas do Plano Safra 2024/25



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibiliza, nesta quinta-feira (23), mais R$ 4,8 bilhões em recursos para operações de crédito rural no âmbito de programas do Plano Safra 2024/25.

Deste montante, R$ 2,7 bilhões serão destinados às linhas voltadas para agricultura empresarial e R$ 2,1 bilhão para a familiar.

Com a medida, o total de recursos ainda disponível nos diferentes Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF) a serem repassados pelo Banco é de R$ 11 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2025.

Utilização de recursos

Os recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimento em diversas finalidades, incluindo ampliação da produção, aquisição de máquinas e equipamentos, armazenagem e inovação.

“Essa nova liberação de recursos demonstra o papel estratégico do BNDES no governo do presidente Lula no apoio ao agro brasileiro, promovendo tanto o crescimento da agricultura familiar quanto o desenvolvimento da agricultura empresarial”, observou o presidente da instituição, Aloizio Mercadante.

Segundo ele, o objetivo é garantir que pequenos e médios produtores tenham acesso ao crédito necessário para investir em inovação, modernização e práticas sustentáveis, fortalecendo a cadeia produtiva e contribuindo para a transição a uma economia mais verde.

No Plano Safra 2024/25, o Banco já aprovou R$ 27,9 bilhões e atendeu a solicitações de mais de 126 mil operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados.

Além dos PAGFs, o BNDES também oferece soluções próprias para garantir a oferta de crédito ao setor agropecuário durante todo o ano, como o BNDES Crédito Rural – na atual safra, o produto já soma R$ 3,7 bilhões em operações aprovadas.



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