terça-feira, julho 7, 2026

Agro

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Mercado de café deve encerrar semana com baixa movimentação e preços estáveis



O mercado físico brasileiro de café deve finalizar a semana com menor intensidade nos negócios. A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) apresenta preços mistos, enquanto o dólar registra queda em relação ao real. Nesse cenário, os produtores optam por uma postura cautelosa, limitando-se a negócios pontuais.

Na quinta-feira (23), o mercado brasileiro de café registrou preços estáveis. Apesar de ampla volatilidade para o arábica na Bolsa de Nova York, que chegou a apresentar as cotações mais elevadas em 50 anos, os ganhos se reduziram ao final do dia. A baixa do dólar acabou compensando a alta das bolsas, mantendo os preços sem grandes alterações no mercado interno, embora o dia tenha sido mais movimentado para negócios.

No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa com 15% de catação ficou entre R$ 2.390 e R$ 2.400 a saca, estável. No cerrado mineiro, o arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 2.420 a R$ 2.430 a saca, também sem alterações.

Na Zona da Mata de Minas Gerais, o café arábica “rio” tipo 7 com 20% de catação registrou preços de R$ 2.230 a R$ 2.240 a saca, mantendo os valores do dia anterior. Já o conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, foi cotado entre R$ 2.115 e R$ 2.125 a saca, enquanto o tipo 7/8 variou de R$ 2.110 a R$ 2.120 ambos estáveis.

Estoques Certificados

Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados pela Bolsa de Nova York (ICE Futures), na posição de 23 de janeiro de 2025, estão em 948.749 sacas de 60 quilos, com uma redução de 7.460 sacas em relação ao dia anterior, segundo informações da ICE Futures.

Nova York

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York, os contratos com entrega em março/2025 registraram leve baixa de 0,04%, cotados a 343,80 centavos de dólar por libra-peso. Na quinta-feira, a posição de março/2025 havia fechado em 343,95 centavos de dólar por libra-peso, alta de 2,10 centavos ou 0,6%.



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Comissão aprova combate a incêndios como atividade da segurança pública



A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, a inclusão do combate a queimadas descontroladas e incêndios florestais entre as atividades-fim da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP). O texto também permite o uso de servidores de órgãos estaduais de controle ambiental na atuação da FNSP.

A proposta foi aprovada no parecer do relator, deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), que analisou o Projeto de Lei 4228/20, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), e o PL 2889/22, que tramitava apensado.

“O projeto amplia a possibilidade de efetiva proteção dos biomas nacionais contra incêndios florestais, que se tornam mais frequentes com as mudanças climáticas,” avaliou Medeiros. Ele realizou ajustes de redação e técnica legislativa, substituindo a expressão “combate a queimadas e incêndios” por “combate a queimadas descontroladas e incêndios florestais”.
Cooperação e convênios

O texto aprovado altera a Lei 11.473/07, que atualmente autoriza a União a firmar convênios com estados e o Distrito Federal para a preservação da ordem pública e do patrimônio. Com a mudança, será possível estabelecer cooperação federativa para a proteção ambiental, incluindo o uso de militares e servidores especializados em defesa do meio ambiente.

Próximos passos

Embora tenha sido aprovado na Comissão de Segurança Pública, o projeto foi rejeitado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Agora, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) antes de seguir para votação no Plenário da Câmara.

Para virar lei, a proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.



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Programas emergenciais atendem agricultores afetados por fortes chuvas em SC



As fortes chuvas registradas na semana passada em Santa Catarina também tiveram impactos no meio rural. Os prejuízos estão sendo levantados pela equipe técnica da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Os produtores que registraram perdas em estruturas produtivas podem acessar os programas emergenciais: Reconstrói SC e Pronampe Agro SC Emergencial, voltados às famílias rurais, pesqueiras e aquícolas.

Os agricultores que tiveram as propriedades afetadas pelas chuvas podem ir aos escritórios da Epagri para receber orientações e acessar os programas de apoio aos processos produtivos. As equipes da Secretaria da Agricultura e Pecuária (SAR), Cidasc, Ceasa e da Epagri estão atentas e mobilizadas para atender os agricultores.

A SAR também está acompanhando a falta de chuva principalmente na região Oeste Catarinense e solicitou relatório à Epagri sobre as perdas estimadas, que afetam principalmente as culturas de soja, milho, feijão e a fruticultura, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto.

Programas

O Reconstrói SC, tem como foco o financiamento de recursos para a recuperação de estruturas, máquinas ou equipamentos, destruídos ou danificados por evento climático. Atende às propriedades que se enquadram no Pronaf, o limite é de até R$ 12 mil por família, com prazo de pagamento de até 5 anos, com 50% de desconto para pagamento das parcelas em dia, sem juros.

O Pronampe Agro SC Emergencial apoia a recuperação de sistemas produtivos, incluindo benfeitorias, embarcações, máquinas e equipamentos danificados. O programa oferece a subvenção dos juros de 3% ao ano, de operação de crédito contratada pelos agricultores, com prazo de até oito anos. Atende os produtores que se enquadram no Pronaf e Pronamp com enquadramento de até R$ 100 mil por família.

Safra garantida

Para potencializar a produção catarinense e garantir renda ao pequeno produtor que sofre com as intercorrências climáticas, o governo e o SAR lançaram em dezembro de 2024 o Programa Safra Garantida SC Garantindo a renda do agricultor Catarinense.

O programa inédito traz um novo fôlego aos agricultores que acessam o Pronaf Custeio Agrícola e aderem ao Proagro Mais, seguro compulsório do governo federal que protege a safra em casos de perda. O Safra Garantida irá oferecer um subsídio de até R$ 1.500,00 aos agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 100 mil, para custear a taxa de adesão ao Proagro Mais. O Safra Garantida está em fase de regulamentação com bancos e cooperativas que operam o Pronaf. A estimativa é que entre em operação em março deste ano, com enquadramento desde janeiro de 2025.

No ano passado, o governo destinou mais de R$ 27,5 milhões em financiamento e subvenção de juros para atender as demandas emergenciais, em decorrência das enxurradas e enchentes ocorridas em 2023. Nesse sentido, os agricultores foram atendidos pelos programas Reconstrói SC e Pronampe Agro SC Custeio Emergencial. A estimativa é que foram alavancados R$ 333 milhões na economia do ano.

As informações partem da assessoria de comunicação Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina.



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DNIT finaliza retirada de veículos da ponte que desabou entre MA e TO



O consórcio responsável pela construção da nova ponte no local deu início à perfuração para a colocação dos explosivos para demolição da estrutura que sobrou. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, a implosão está prevista para acontecer no dia 2 de fevereiro e a construção e a entrega de uma nova ponte será realizada ainda neste ano.

Sobre o acidente

O desabamento aconteceu no dia 22 de dezembro do ano passado. Caíram no rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões carregados com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas. Quatorze pessoas morreram e três estão desaparecidas.



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Em 9 meses, assinatura digital em certificados sanitários atinge 80 mil emissões



Com o objetivo de agilizar, rastrear e aumentar a segurança no processo de certificação de produtos de origem animal, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) implementou a assinatura digital no Certificado Sanitário Nacional (CSN) em abril de 2024.

O trânsito desses produtos no Brasil é intenso e, para exportação aos mais de 150 países que importam do Brasil, muitos deles precisam ser acompanhados pelo CSN.

Menos de um ano após o início da iniciativa, o sistema alcançou o marco de 80 mil certificados emitidos digitalmente. “Esse número é resultado do investimento em inovação tecnológica. Agora, o Mapa está fornecendo uma estrutura digital moderna, permitindo que a produção brasileira seja mais eficiente e tenha um custo menor”, afirmou o ministro Carlos Fávaro.

Fim da burocracia e redução de custos

Antes da digitalização, o CSN era emitido em papel, em um processo lento, que envolvia impressão, carimbo, assinatura por Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFA) e transporte físico até o destinatário. Com a assinatura digital, o tempo de espera foi eliminado, e os custos logísticos foram reduzidos.

O novo sistema permite acesso imediato ao certificado, que pode ser impresso pela pessoa jurídica para apresentação aos órgãos de fiscalização do Brasil. Além disso, o CSN agora conta com código de autenticidade e QR Code, garantindo maior segurança na validação do documento.

“Essa modernização resolve antigas queixas, como a limitação de retirada dos certificados em papel apenas no horário comercial. Agora, a digitalização eliminou esse obstáculo”, explicou o subsecretário de Tecnologia da Informação (STI), Camilo Mussi.

Certificação e segurança

O Certificado Sanitário é essencial para exportações de produtos de origem animal, atestando o cumprimento de requisitos sanitários brasileiros e dos países importadores. Ele assegura rastreabilidade, inocuidade e segurança do produto.

O CSN, por sua vez, é o documento usado para acompanhar esses produtos no transporte dentro do território nacional.

A certificação é realizada por Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFA), formados em medicina veterinária, no âmbito do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) e da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). A missão é garantir segurança à saúde animal, prevenir doenças e assegurar que alimentos de origem animal sejam seguros para consumidores no Brasil e no exterior.

“Desde o início, nosso objetivo foi aumentar a eficiência do processo de certificação sanitária, eliminando burocracias sem comprometer a segurança técnica. Esse resultado consolida nosso compromisso”, destacou o secretário adjunto de Defesa Agropecuária, Allan Alvarenga.



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AgroNewsPolítica & Agro

Embarques de milho brasileiro registraram queda de 29%



Milho brasileiro perde competitividade, mas vendas para África dobram




Foto: Divulgação

Os embarques de milho brasileiro registraram queda de 29% em 2024 em relação ao ano anterior, reflexo de uma menor demanda asiática, especialmente da Coreia do Sul, China e Japão. Segundo informações do Itaú BBA, o volume exportado ao longo do ano totalizou 40 milhões de toneladas, resultado influenciado pelos preços do cereal brasileiro, que ficaram acima da paridade de exportação em boa parte do período, tornando o milho americano mais competitivo.

Apesar da retração no mercado asiático, os embarques para o continente africano dobraram, com destaque para o Egito, que se consolidou como o principal destino do milho brasileiro, adquirindo 14% do volume exportado. Esse número representa um aumento expressivo de 240% em relação ao ano anterior.

O relatório do Itaú BBA também revela uma queda de 16% nos preços do milho, que ficaram em média a USD 202,6 por tonelada, refletindo os desafios enfrentados pelo setor em 2024.

 





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Inflação no Brasil comanda expectativas do mercado hoje; ouça análise e projeções


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a queda do dólar para R$ 5,92 e o Ibovespa recuando 0,4%. Destaques foram as falas de Trump sobre relações com a China e pedido à Opep para reduzir custos do petróleo, com Brent a US$ 77.

No Brasil, o mercado reage ao IPCA-15, que deve registrar deflação de 0,09%, influenciado por energia elétrica e passagens aéreas. Alimentos seguem pressionando.

No exterior, foco nos PMIs dos EUA e na fala de Christine Lagarde.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio preciso para uma safrinha produtiva



A semente é muito importante



Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias
Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias – Foto: Divulgação

A safrinha de milho de 2025 traz grandes oportunidades para o setor agrícola, mas também ressalta a importância de investir no essencial: a qualidade do plantio. Segundo Leonardo Plixo, Coordenador de Marketing de Produto Plantadeiras e Tecnologia da Massey Ferguson, esse é o ponto de partida para alcançar altos níveis de produtividade e eficiência no campo.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Agricultural Science, a uniformidade no espaçamento entre sementes pode aumentar a produtividade em até 10%, evitando competição desnecessária entre plantas e promovendo o desenvolvimento uniforme da lavoura. Além disso, a profundidade adequada de plantio desempenha um papel crucial na germinação das sementes e no estabelecimento inicial da planta, como destacado por pesquisas da American Society of Agronomy.

Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias que garantam um espaçamento regular e uniforme, precisão na profundidade de plantio e a redução de falhas e sobreposições. Esses fatores impactam positivamente o stand final da lavoura, ajudando a potencializar os resultados da safra.

No campo, onde cada detalhe importa, adaptar as soluções às realidades do produtor é essencial. Seja em operações de pequeno, médio ou grande porte, equipamentos que priorizem eficiência e qualidade são fundamentais para superar os desafios da safra e garantir um futuro promissor para a produção de milho. “No campo, onde cada detalhe importa, investir em plantio de qualidade é garantir um futuro promissor para a produção”, comenta.

 





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Semana termina com chuva forte generalizada no Sul e pancadas em outras regiões



A semana termina com tempo severo em grande parte do país. Acompanhe a previsão do tempo para esta sexta-feira (24):

Sul

Tempo instável com previsão de chuva forte no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul e leste do Paraná. Assim, a semana termina com risco de temporais localizados. Só não há previsão de chuva no extremo norte e noroeste paranaenses.

Sudeste

Semana termina com pancadas de moderadas a fortes no estado de São Paulo. Há risco de alguns temporais isolados. Enquanto isso, o tempo fica mais aberto e ensolarado no Rio de Janeiro, centro-norte e leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Nessas localidades, pancadas típicas de verão entre tarde e noite. Dia mais fechado e chuvoso no Triângulo e sul mineiros.

Centro-Oeste

Semana termina abafada e com pancadas de chuva nos três estados da Região. Contudo, não chove no Distrito Federal. Dia de sol, aumento de nuvens e pancadas a qualquer hora no noroeste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Chove em forma de pancadas no centro-leste de Mato Grosso e no interior goiano.

Nordeste

Dia de sol, temperaturas em elevação e chuva forte entre Maranhão e Pará. Chove em forma de pancadas no Piauí e Ceará. Porém, há pouca chuva no sertão do Nordeste. Pancadas moderadas no leste e litoral da Bahia, no leste de Pernambuco e no litoral do Rio Grande do Norte.

Norte

Pancadas a qualquer momento no Amazonas, Acre, Pará, Tocantins e Amapá com risco alto de temporais. A chuva acontece de forma frequente no sul de Roraima e pode vir acompanhada por trovoadas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Região Norte lidera inadimplência no agro; Sul tem melhor desempenho


De acordo com um levantamento da Serasa Experian, 7,7% da população rural brasileira estava inadimplente no terceiro trimestre de 2024, considerando dívidas vencidas há mais de 180 dias e contraídas junto a empresas relacionadas às principais atividades do agronegócio. Em comparação ao segundo trimestre do mesmo ano, houve um aumento de 0,3 pontos percentuais na taxa.

Para Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, o quadro ainda é considerado estável, mesmo diante de adversidades como acesso ao crédito limitado, rolagem de dívidas, preços das commodities e impactos climáticos. “Apesar do leve aumento, o fato de a maioria dos proprietários rurais se manter adimplente é um reflexo positivo, considerando os desafios enfrentados no campo”, destacou.

Pequenos produtores lideram adimplência no setor

O estudo revelou que os pequenos proprietários rurais apresentam o menor índice de inadimplência, com 6,9%. Na sequência estão os produtores de médio porte (7,4%) e aqueles sem registro de cadastro rural – como arrendatários e participantes de grupos familiares – com 9,9%. Já os grandes proprietários registraram a maior taxa, atingindo 10,2%.

Região Norte Agro tem maior índice de inadimplência

Entre as regiões analisadas, a “Norte Agro” – que inclui o Norte do Brasil (com exceção de Rondônia e Tocantins) e parte do Maranhão – liderou a inadimplência no terceiro trimestre de 2024, com um índice de 11,1%. Em contraste, a região Sul se destacou com o menor percentual de inadimplentes, marcando apenas 5%.

Proprietários experientes têm maior estabilidade financeira

O levantamento apontou que a idade dos proprietários rurais influencia na capacidade de honrar dívidas. Os mais experientes registraram os menores índices de inadimplência, enquanto aqueles com idades entre 18 e 29 anos formaram a parcela mais inadimplente da população rural.

Setores do agronegócio apresentam otimismo na inadimplência

Dentre os setores onde as dívidas foram contraídas, as instituições financeiras tiveram maior participação, com 6,8% de inadimplentes. Por outro lado, setores diretamente ligados ao agronegócio, como agroindústrias, serviços de apoio, e revendas de insumos e máquinas, apresentaram taxas baixíssimas, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.

“Os dados mostram que a cadeia agro permanece resiliente em termos de inadimplência. Se, no geral, 7,7% dos proprietários rurais estão inadimplentes, em setores diretamente relacionados ao agronegócio, os percentuais são ainda menores, o que reforça a solidez do setor”, concluiu Marcelo Pimenta.





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