terça-feira, julho 7, 2026

Agro

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Colheita da soja avança em MT



A colheita da safra de soja 2024/25 no Mato Grosso avançou para 4,38% da área, conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), obtidos até 24 de janeiro. Na semana passada, o índice era de 1,41%. Comparado ao ano anterior, o percentual está consideravelmente abaixo, já que no mesmo período de 2024, 21,51% da área já havia sido colhida. A diferença de 11,41 pontos porcentuais reflete o impacto das condições climáticas desfavoráveis, que afetaram o ritmo de colheita.

A região médio-norte, que é a maior produtora de soja do estado, apresenta o maior avanço, com 2,15% da área já colhida, um aumento de 0,98 ponto porcentual em relação à semana passada. No entanto, essa região ainda registra um atraso de 15,93 pontos porcentuais em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 18,08% da área já havia sido colhida.

A região oeste, conhecida por iniciar a colheita mais cedo, apresenta o maior atraso na safra atual. Apenas 1,10% da área foi colhida até o momento, o que representa uma diferença de 22,35 pontos porcentuais em relação a 2024, quando 23,45% da área já havia sido colhida.

As regiões nordeste e noroeste são as que mostram os menores índices de colheita, com apenas 0,57% e 1,13% da área, respectivamente. As regiões sudeste e centro-sul, juntamente com o médio-norte, têm se destacado pelos maiores avanços semanais, com 0,98 ponto porcentual de progresso, alcançando 1,64% e 0,94% da área colhida, respectivamente. A região norte também apresentou crescimento, com um aumento de 0,63 ponto porcentual na semana, alcançando 1,33% da área colhida.



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menor taxa em mais de 12 meses



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como a prévia da inflação oficial, registrou alta de apenas 0,11% em janeiro de 2025. O número representa uma desaceleração frente ao resultado de dezembro de 2024, que foi de 0,34%. O índice divulgado nesta sexta-feira (24) pelo IBGE é o menor já registrado para um mês de janeiro desde o início do Plano Real, em 1994.

No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA-15 soma 4,5%, atingindo o teto da meta de inflação definida pelo governo. Em comparação, o acumulado anterior, em dezembro de 2024, estava em 4,71%.

Pressão de alimentos e transportes

Os alimentos e bebidas puxaram a inflação em janeiro, com alta de 1,06% no grupo, impactando o índice em 0,23 ponto percentual (p.p.). Entre os itens que mais pressionaram, destacaram-se o tomate (+17,12%), o café moído (+7,07%) e as refeições fora de casa (+0,96%).

Outro destaque de alta foi o grupo transportes, que avançou 1,01%, com destaque para passagens aéreas, que subiram 10,25%, gerando impacto de 0,08 p.p. no índice.
Alívio na energia elétrica

A queda de 15,46% na energia elétrica, impulsionada pelo Bônus de Itaipu, garantiu o alívio na inflação. O grupo habitação registrou variação negativa de 3,43%, contribuindo com um impacto de -0,52 p.p. no índice. O bônus é uma forma de redistribuir os lucros da estatal responsável pela energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu.

A inflação acumulada nos últimos 12 meses está dentro da meta de 4,5% estabelecida para 2025, mas segue no limite. O Banco Central monitora esses dados para orientar a política monetária, já que a meta para 2025 é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O IPCA completo de janeiro será divulgado no dia 11 de fevereiro. Esse indicador considera um período diferente de apuração e localidades adicionais, mas segue o mesmo objetivo de acompanhar o custo de vida de famílias com renda de até 40 salários mínimos.



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Bombeiros combatem incêndio em armazém de café no Oeste da Bahia


Um incêndio em um galpão que armazenava café, mobilizou equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar, por volta das 8 horas da manhã desta sexta-feira (24), em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o galpão, pertencente à Fazenda Johá, localizado na BR-020, era utilizado para armazenamento, processamento, ensacagem e exportação de café.

Segundo o gerente da fazenda, o incêndio começou no dia anterior e aparentava estar controlado.

Corpo de Bombeiros durante combate a incêndio em armazém de caféCorpo de Bombeiros durante combate a incêndio em armazém de café
Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

No entanto, ao chegarem para trabalhar na manhã de sexta-feira, os funcionários notaram intensa fumaça e perceberam que o fogo havia se alastrado para outras partes da estrutura.

Duas viaturas foram enviadas ao local: uma Auto Rápido (AR) e uma Auto Bomba Tanque (ABT). Durante a operação, os bombeiros atuaram rapidamente para resgatar diversos fardos de café, isolando-os e minimizando as perdas.

Este é o segundo incêndio em pouco mais de 48 horas, em locais de armazenagem de empresas agrícolas do Oeste da Bahia.

Corpo de Bombeiros durante combate a incêndio em armazém de caféCorpo de Bombeiros durante combate a incêndio em armazém de café
Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Apesar da destruição de grande parte do material armazenado, a atuação eficiente das equipes do Corpo de Bombeiros foi essencial para evitar danos ainda maiores e controlar o incêndio.

As causas do incidente estão sendo investigadas e o rescaldo foi concluído por volta das 10h30, garantindo a segurança da área. Além disso, não houve registro de feridos.


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Preço dos alimentos: governo descarta medidas como tabelamento e aposta no diálogo



O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (24) que o governo não adotará medidas heterodoxas para controlar os preços dos alimentos no país. “Reafirmo taxativamente: não haverá congelamento de preços, tabelamento, fiscalização, nem ‘fiscal do Lula’ em supermercados ou feiras”, declarou após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e outros ministros.

Costa garantiu que não foram discutidas propostas como a criação de uma rede estatal de alimentos ou subsídios. A reunião, que contou com os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro; do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira; e da Fazenda, Fernando Haddad, buscou alinhar estratégias para enfrentar a alta nos preços dos alimentos.

De acordo com Costa, o governo priorizará o diálogo com produtores, supermercados e frigoríficos para buscar soluções que reduzam os custos. “Queremos estabelecer uma ponte com o mercado, que é onde os preços se realizam”, afirmou.

Plano Safra e estímulo à produção

O ministro Carlos Fávaro destacou que o presidente Lula determinou ajustes no Plano Safra para estimular a produção de alimentos, com foco nos itens da cesta básica. Ele também reforçou a expectativa de um clima mais favorável em 2025, diferente do cenário climático adverso de 2024, que impactou a produção, especialmente no Rio Grande do Sul.

Rui Costa disse ainda que a expectativa do governo é positiva para produção de alimentos em 2025, em meio à esperada supersafra no ano, que deve colaborar na redução dos preços dos alimentos. A safra em geral, segundo ele, deve crescer 8,2%, e o arroz, 13%.

“(Será) Diferente do que aconteceu em 2024, quando foi ano extremamente severo do ponto de vista climático, regiões fortemente produtoras de alimentos, a exemplo do Rio Grande do Sul, sofreu muito”, disse ele, em referência à seca e às fortes chuvas que acometeram o Estado no ano passado

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou que o governo pretende aumentar a produtividade de pequenos e médios produtores, incentivando a produção de alimentos essenciais. “Queremos focar em itens que compõem a cesta básica e ampliar a oferta desses produtos para o mercado interno”, completou.

O governo aposta em um cenário otimista para 2025, confiando na combinação de incentivos à produção e condições climáticas favoráveis para reduzir os preços e assegurar o abastecimento da população.



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O tempo nas lavouras de soja na região Centro-Oeste



A temporada de colheita de soja no Centro-Oeste brasileiro enfrenta um cenário climático desafiador, com chuvas intensas que dificultam os trabalhos nos campos, especialmente em Mato Grosso, onde as precipitações não cessam. A situação é mais favorável em Goiás, embora as condições ainda tragam complicações para a produção agrícola.

Nos últimos 30 dias, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou chuvas em várias regiões, com destaque para Rio Verde, em Goiás, que acumulou 400 mm, praticamente o dobro do esperado para o período. A maior parte dessa precipitação ocorreu no final de dezembro e início de janeiro, aliviando a situação temporariamente, mas agora, com a chegada de uma nova frente fria, os produtores devem se preparar para mais chuvas.

Em Mato Grosso, as chuvas excessivas nos últimos 10 a 15 dias nas lavouras de soja, com acumulados de até 370 mm, têm atrasado a colheita, especialmente no município de Sorriso. Já em Maracaju, no Centro-Sul de Mato Grosso do Sul, a falta de chuva é ainda mais crítica, com apenas 2 mm registrados em um período em que eram esperados pelo menos 150 mm. Essa disparidade entre regiões impacta diretamente a produtividade, com áreas mais úmidas apresentando boas perspectivas, enquanto o déficit hídrico afeta negativamente as lavouras em outras.

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O panorama de umidade do solo tem contrastes, com Mato Grosso e Goiás apresentando boa umidade, o que favorece o crescimento das lavouras, enquanto o Centro-Sul de Mato Grosso do Sul ainda sofre com a seca. No entanto, a previsão indica que a situação pode melhorar em breve. A partir do final de janeiro e início de fevereiro, a chegada de chuvas de 50 mm em cinco dias ajudará a equilibrar o cenário, beneficiando tanto Mato Grosso quanto Goiás e trazendo alívio para o Centro-Sul de Mato Grosso do Sul.

Para os produtores de soja de Goiás, a previsão é de que as chuvas se intensifiquem entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, dificultando o início da colheita, mas com uma trégua prevista para o início de fevereiro, quando as condições para o trabalho no campo devem melhorar. O estado de Mato Grosso, por outro lado, deverá continuar com chuvas mais volumosas até o início de fevereiro, o que dificulta ainda mais as operações de colheita. Já Maracaju começa a apresentar chuvas nos próximos 10 dias, o que deve ajudar a reverter o quadro de déficit hídrico.

Com a chegada de fevereiro, a previsão aponta para um alívio nas chuvas para a maioria das áreas, permitindo que a colheita avance de forma mais tranquila. Entre 3 e 7 de fevereiro, Mato Grosso e Goiás devem viver uma fase de chuvas mais distribuídas, o que deve equilibrar as condições para a colheita. Para os produtores que ainda enfrentam problemas de umidade do solo, como é o caso do Centro-Sul de Mato Grosso do Sul, a previsão de chuvas é animadora.

Além disso, as regiões Sul e Sudeste do Brasil, que enfrentam temperaturas elevadas e risco de temporais, devem se preparar para chuvas fortes até a virada do mês, especialmente no interior de São Paulo e sul de Minas Gerais, com possibilidade de granizo e ventos intensos. Já o Nordeste tem chuvas mais concentradas na Bahia, com previsão de um volume maior a partir do fim de janeiro.



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Al Gore e CEO Global da JBS defendem agricultura regenerativa no combate às mudanças climáticas



A agricultura tem o potencial de capturar de 10% a 20% das emissões globais de CO2. “Se quisermos enfrentar as mudanças climáticas, precisamos investir na agricultura”, defendeu Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

A fala do executivo foi feita durante a sessão ‘Um novo trilema: clima, desenvolvimento e a classe média’, no Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial, realizada nesta quinta-feira (23), em Davos, na Suíça.

Na mesma sessão, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore – uma das maiores lideranças climáticas do mundo – disse concordar com Tomazoni sobre a necessidade de aportes no setor.

Gore afirmou, inclusive, que novos avanços na medição e teste do sequestro de carbono através da agricultura regenerativa permitem usar muitas abordagens para enfrentar as mudanças climáticas.

“Se compensássemos os agricultores com base nisso, isso os ajudaria a superar o período de transição de dois a três anos [necessário para um novo modelo de produção]. Os agricultores querem isso porque os eventos climáticos extremos estão tornando suas fazendas mais vulneráveis à erosão hídrica e eólica”, afirmou.

Falta de investimento nos sistemas alimentares

Tomazoni mencionou os dados do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Ifad, na sigla em inglês), da ONU, que apontam que somente 4% do investimento em mudanças climáticas vai para os sistemas alimentares, sendo que os pequenos agricultores recebem apenas 1%.

Nesse cenário, 67% das pessoas em situação de pobreza vivem em regiões rurais. “Se apoiarmos a agricultura, podemos tirar milhões de pessoas da pobreza e, ao mesmo tempo, impulsionar o desenvolvimento econômico e avançar no enfrentamento do desafio climático”, afirmou.

Na JBS, 60% dos fornecedores são pequenos agricultores. Nessa situação, Tomazoni relatou o foco da companhia em atuar pelo apoio financeiro e tecnológico para a agricultura regenerativa.

“Os pequenos produtores precisam de apoio, não apenas financeiro, mas também assistência técnica sobre como fazer isso. Precisamos fazer isso, porque eles são uma grande força para a transformação”, disse.

A sessão foi mediada pela âncora da Bloomberg em Cingapura Haslinda Amin e contou ainda com a participação de Dani Rodrik, professor na Harvard Kennedy School, e Teresa Ribera, vice-presidente da Comissão Europeia.



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nova ferramenta do MAPA mapeia oportunidades de exportação



A Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura apresentou, na quinta-feira, 23, uma nova ferramenta para apoiar o cenário das exportações de produtos do setor agropecuário, o AgroInsight.

Segundo nota da pasta, a iniciativa visa identificar oportunidades de negócios e fortalecer a posição do Brasil como protagonista no mercado internacional de produtos agropecuários.

O ministério explica ainda que o AgroInsight divulgará 912 relatórios estratégicos ao longo deste ano, sendo 76 a cada mês, “elaborados pelos adidos agrícolas lotados no exterior”.

Em relação aos temas, serão abordados produtos de origem animal e vegetal, sendo 38 relatórios para cada um deles, “que incluem, no mínimo, duas oportunidades de negócios específicas para cada mercado-alvo”, diz a nota, acrescentando que a nova ferramenta servirá como um elo entre produtores e exportadores brasileiros e as demandas internacionais.

“Ela vai facilitar o acesso a informações relevantes sobre consumo, regulamentações e tendências globais”, diz o ministério.

“O AgroInsight não é apenas uma ferramenta, é um compilado de oportunidades na integração do Brasil com o mercado global”, reforça, na nota, o ministro Carlos Fávaro. “Ele demonstra o compromisso do Ministério da Agricultura em impulsionar o setor agropecuário exportador.”

Inicialmente, os relatórios estarão disponíveis para todas as associações setoriais ligadas ao setor agropecuário.



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Crédito fortalece pequenos negócios



Cerca de 46 mil empreendimentos em 2024 tiveram crédito facilitado. O Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, Fampe, gerenciado pelo Sebrae, viabilizou R$ 3 bilhões em crédito, um aumento de 73% em relação a 2023.

“O programa oportuniza soluções significativas, com o crédito assistido e orientado. Os fundos de aval como o Fampe são essenciais para ampliar as chances de obtenção de crédito, uma vez que a comprovação de garantias reais é uma das principais barreiras que inviabilizam a contração do crédito. Com o Acredita, os empreendedores e empreendedoras poderão sair com uma estratégia de crescimento e de expansão da empresa, para gerar mais empregos e melhorar seu faturamento”, afirma Décio Lima, presidente do Sebrae.

O Sebrae tem atuado junto ao governo federal por meio do programa Acredita para ampliar o acesso das micro e pequenas empresas a financiamento.

Apenas via Fampe, 29 instituições bancárias estão aptas a ofertar os recursos que foram possibilitados com o aporte de R$ 2 bilhões do Sebrae e que vão viabilizar R$ 30 bilhões em crédito nos próximos três anos.

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“A nossa carteira é diversificada. Em um ano, o Sebrae atendeu 200 mil empreendedores interessados em crédito, foram realizadas 68 mil horas de consultoria e 431 mil horas de capacitação para que esses empreendedores conseguissem crédito”, ressalta Décio Lima.

O volume de crédito do Fampe foi distribuído para 49,3% das empresas de pequeno porte, 25,1% microempresas e 25,6% de microempreendedores individuais (MEI). Entre as atividades, os financiamentos foram endereçados a Comércio (52,6%), Serviço (28,7%) e Indústria (18,5%).

No site Sebrae, estão disponíveis todas as informações iniciais para a tomada de crédito, incluindo uma calculadora financeira. 



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Ibama abre concurso com 460 vagas e salários atrativos para nível superior



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou a abertura de inscrições para seu concurso público, conforme o edital nº 1/2025, publicado nesta sexta-feira (24). Ao todo, são oferecidas 460 vagas, sendo 330 para analista ambiental e 130 para analista administrativo, ambos os cargos destinados a profissionais com nível superior.

A seleção será realizada pelo Cebraspe, e as vagas estão distribuídas em diversas localidades do país. As inscrições começam no dia 30 de janeiro e vão até 18 de fevereiro, com provas objetivas e discursivas previstas para 6 de abril de 2025.

Requisitos e funções dos cargos

Para participar, os candidatos devem possuir diploma de graduação em qualquer área, emitido por uma instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

  • Analista Administrativo: O profissional será responsável por atividades administrativas e logísticas relacionadas às competências do Ibama, conforme a Lei nº 10.410/2002.
  • Analista Ambiental: Envolvido em políticas nacionais de meio ambiente, o cargo abrange planejamento ambiental, fiscalização, licenciamento, gestão de recursos naturais, conservação de ecossistemas, além de educação e tecnologia ambientais (Lei nº 10.410/2022).

O edital completo, com a lista de vagas por estado e todas as informações do processo seletivo, está disponível na página oficial do Cebraspe.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja e milho em baixa no mercado


A soja abriu em leve baixa na CBOT, com os contratos de março sendo negociados a US$ 1054,50, uma queda de US$ 1,50, segundo informações da TF Agroeconômica. No Brasil, o preço médio reportado pelo CEPEA foi de R$ 133,52, com uma diminuição diária de 0,68% e mensal de 4,22%. As preocupações com o clima na América do Sul continuam a influenciar o mercado, com a Argentina enfrentando déficit de umidade e o Brasil lidando com excesso de umidade no centro-norte, atrasando a colheita. 

Para o milho, a CBOT também registrou uma leve queda para os contratos de março, a US$ 483,75, uma redução de US$ 0,50. No Brasil, os preços na B3 caíram 1,93% para R$ 76,06, enquanto o CEPEA reportou um aumento de 0,11% no dia e de 1,94% no mês, fechando em R$ 74,10. A entrada de grãos no mercado físico dos EUA pressiona os preços para baixo, mas a demora na semeadura da safrinha no Brasil e o clima adverso na Argentina puxam os preços para cima.

O trigo apresentou quedas leves nos contratos de março na CBOT, negociando a US$ 552,25, uma queda de US$ 1,75. No Brasil, o CEPEA registrou altas tanto no Paraná quanto no Rio Grande do Sul, com aumentos diários de 0,18% e 0,78%, respectivamente, e mensais de 1,48% e 2,16%. A tomada de lucros após as recentes altas, juntamente com a desvalorização do dólar e possíveis danos causados pelo frio nas Grandes Planícies dos EUA, são os principais fatores a serem observados. O mercado agrícola continua a ser influenciado por um mix de fatores climáticos e geopolíticos, com a nova administração de Donald Trump adicionando camadas de incerteza ao cenário.

 





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