segunda-feira, julho 6, 2026

Agro

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Fenômenos climáticos intensificam a chuva em 3 regiões do país; veja previsão para hoje



Temporais localizados em grande parte do país marcam presença nesta quinta-feira (30). Duas zonas de convergência intensificam as instabilidades, agindo, principalmente, no Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Confira as condições de hoje para chuva e tempo firme:

Sul

O tempo permanece instável, com pancadas de chuva em toda a região. As precipitações serão mais intensas entre o centro-leste de Santa Catarina e o Paraná, com possibilidade de temporais localizados. Na Campanha e no sul gaúcho, a chuva ocorre de forma isolada e com menor intensidade.

Sudeste

A atuação de uma nova Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) deve organizar áreas de instabilidades sobre o extremo norte de São Paulo, além de estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, com risco de temporais. Dia abafado e com chance de chuva forte no Espírito Santo.

Centro-Oeste

A ZCAS também influencia o tempo no Centro-Oeste, mais precisamente no sul de Goiás e de Mato Grosso, com risco alto de chuva mais regular e frequente. Pode chover a qualquer momento em Mato Grosso do Sul, mas o ar segue abafado. As pancadas são mais isoladas no norte mato-grossense.

Nordeste

Chuva ocorre a qualquer hora do dia em forma de pancadas entre o Maranhão, Piauí, interior da Bahia e Pernambuco, com intensidade de moderada a forte. Na faixa leste, desde o Rio Grande do Norte até o leste baiano, o céu terá mais nuvens, e pancadas devem ocorrer principalmente à tarde.

Norte

O tempo permanece abafado, com pancadas de chuva alternadas com períodos de abertura de sol. Há risco de temporais no Amazonas, interior do Pará e Tocantins. No Amapá e norte do Pará, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua favorecendo a formação de chuva na região.



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Após denúncias, Mapa divulga plano de combate ao assédio a fiscais federais agropecuários



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reuniu em um plano setorial as diretrizes para a prevenção e o encaminhamento de situações de assédio moral contra servidores.

A ação ocorre após articulação e denúncias do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) e foi publicada na edição desta quarta-feira (29) do Diário Oficial da União.

A portaria, instituída pela pasta, inclui também questões de discriminação e importunação sexual. Agora, a entidade pretende acompanhar a implementação das ações, que são previstas ainda para 2025.

A finalidade do plano “é atuar como uma ferramenta estratégica para consolidar um ambiente de trabalho íntegro, equitativo e respeitoso” aos profissionais da pasta, incluindo os auditores fiscais federais agropecuários.

Canal de denúncias de assédio

O documento destaca a criação de um canal para recepção das denúncias, com estratégias de sigilo para proteção das vítimas e minimização dos riscos de retaliação.

Possíveis penalidades e a nomeação de uma comissão para acolhimento e suporte aos servidores intimidados também são previstas no plano.

De acordo com o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo, as denúncias de assédio contra os auditores fiscais federais agropecuários vem crescendo nos últimos anos.

Segundo ele, além de casos de intimidação, houve registros de violência e até um ataque a tiros a um alojamento onde um funcionário do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e outro do Mapa estavam hospedados, em Mato Grosso, no início deste ano.

Macedo destaca que as situações foram denunciadas ao Ministério Público Federal (MPF) e mostram a fragilidade dos servidores públicos, além da necessidade de investimentos do governo federal na melhoria das condições de trabalho e segurança dos profissionais da carreira.

“A publicação do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação representa um avanço significativo para a valorização e o bem-estar dos auditores fiscais federais agropecuários. Esta iniciativa demonstra um compromisso sólido com a construção de um ambiente de trabalho mais seguro, respeitoso e inclusivo, promovendo a dignidade e a equidade dentro da categoria […]”, destacou Macedo.

Cronograma de ações

O documento prevê, até dezembro deste ano, a capacitação de 70% dos servidores com ao menos um curso sobre o tema assédio e discriminação. Também estabelece o treinamento de 80% das lideranças em gestão humanizada e prevenção ao assédio.

Além de campanhas educativas, até agosto deverá ser criado um espaço para atendimento e acolhimento das vítimas. Já em dezembro, também são previstas parcerias com instituições públicas e privadas para o tratamento adequado e humanizado das pessoas assediadas ou discriminadas.

Com relação às denúncias, a divulgação dos canais para as informações, que poderão ser prestadas pelas próprias vítimas, identificadas ou não, está prevista para julho. Pessoas que tenham conhecimento dos fatos também poderão relatá-los ao canal Fala.Br, selecionando a opção “Ouvidoria Interna” e o respectivo assunto, como “assédio sexual”, “assédio moral” ou “discriminação”.



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Importação de fertilizantes cresce 8,3% e bate recorde de 5 anos



As importações brasileiras de fertilizantes bateram o recorde dos últimos cinco anos em 2024, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em boletim logístico divulgado nesta quarta-feira (29).

Foram desembarcadas nos portos brasileiros 44,3 milhões de toneladas dos insumos, crescimento de 8,3% em comparação a 40,9 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior.

Pelo porto de Paranaguá, chegaram ao país 11 milhões de toneladas de fertilizantes de janeiro a dezembro de 2024, contra 10,3 milhões de toneladas no mesmo período de 2023.

Já pelos portos do Arco Norte foram 7,52 milhões de toneladas em 2024 em comparação a 5,97 milhões de toneladas do ano anterior.

Pelo Porto de Santos entrou um total de 8,88 milhões de toneladas no ano passado, ante 8,56 milhões de toneladas em igual período de 2023.



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Banco Central cumpre expectativa do mercado e eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano



A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros.

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro.

Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.

Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.

Controle da inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou em 0,52%.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da bandeira verde nas contas de luz, o preço dos alimentos, principalmente da carne e de algumas frutas, continuou a subir.

Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,83% em 2024, acima do teto da meta do ano passado. Pelo novo sistema de meta contínua em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

Previsão do IPCA pode ser revista

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,5%, 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,96%.

Crédito mais caro

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 2,1% a projeção de crescimento para a economia em 2025.

O mercado projeta crescimento um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,06% do PIB em 2025.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.



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Leilão para financiar recuperação de pastagens acontecerá nos próximos meses, diz Fávaro



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, afirmou que o leilão para captação de recursos internacionais para financiar a recuperação de pastagens degradadas por produtores rurais vai ocorrer nos próximos meses.

“A captação internacional de recursos com ações vinculadas às boas práticas agropecuárias está indo bem. Nos próximos meses, vai ter um leilão para colocarmos recursos no programa de recuperação de pastagens degradadas sem pesar ao Tesouro, sem pesar no orçamento”, disse.

O certame citado pelo ministro deve ser feito em chamada do Eco Invest Brasil, programa de hedge cambial da Secretaria do Tesouro Nacional para atrair investimentos externos voltados à transformação ecológica.

Conversão de pastagens

A ideia do governo é levantar recursos para a recuperação e conversão de 1 milhão de hectares de pastagens degradadas para a produção sustentável.

A equipe econômica e do Ministério da Agricultura prepara um regramento específico para anunciar o edital para a recuperação de pastagens dentro da linha de “blended finance” do Eco Invest.

A linha blended finance combina recursos públicos, provenientes do Fundo Clima gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e privados.

Segundo o ministro, as pastas avaliam se há possibilidade de captar recursos internacionais vinculados às boas práticas agropecuárias também para o custeio.

“Nossos produtores são, reconhecidamente, a imensa maioria, adeptos às boas práticas de sustentabilidade. Então, [queremos] levar a eles esses benefícios na captação de recursos internacionais”, observou.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores rurais terão bonificação nas operações de custeio de práticas sustentáveis



A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.15




Foto: Divulgação

Médios e grandes produtores rurais que comprovarem a adoção de práticas produtivas sustentáveis, por meio de certificações válidas e ativas, poderão obter uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.152, publicada em 2 de julho de 2024, e tem como objetivo estimular a sustentabilidade no setor agropecuário.

O benefício vale para certificações válidas em programas oficiais, como o Produção Integrada (PI Brasil), mediante certificação de conformidade emitida por instituição certificadora acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); o Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA), mediante certificação emitida por instituição certificadora com programa reconhecido pelo Mapa; e os sistemas de produção orgânica, mediante certificação realizada por instituições certificadoras credenciadas pelo Mapa ou certificação realizada por organismos participativos avaliação da conformidade orgânica, no âmbito do Sistema Participativo de Garantia (SPG).

Também tem direito ao desconto o produtor que houver, nos últimos cinco anos agrícolas, contratado crédito de investimento em um dos subprogramas do RenovAgro (antigo Programa ABC), desde que o crédito de custeio seja destinado a atividades desenvolvidas em área total ou parcialmente coincidente com a área objeto do financiamento do RenovAgro e o custeio seja relacionado à atividade financiada. Nesse caso, basta que o produtor autorize a instituição financeira o acesso à informação de seus financiamentos obtidos em outros bancos.

As instituições financeiras deverão validar as informações na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. Os passos a serem seguidos estão disponíveis na página do Serpro: página do produto Consulta Práticas Agropecuárias Sustentáveis.

Já o produtor rural, para se habilitar ao benefício, deverá considerar os seguintes requisitos: prévia qualificação socioambiental do estabelecimento rural na Plataforma AB+S; conter pelo menos um certificado válido de prática sustentável emitido para o produtor que solicitou a habilitação ao Plano Safra e cadastrado pela respectiva instituição na Plataforma AB+S; e número do CAR do estabelecimento rural certificado para as práticas sustentáveis. O acesso à Plataforma AB+S, pelo produtor rural, deverá ser realizado por meio do link.





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Confira os preços médios da arroba do boi gordo no Brasil hoje



O mercado físico do boi gordo mais uma vez teve tentativas de compra abaixo da referência média, com frigoríficos da Região Norte sinalizando para boa oferta de fêmeas.

“Também em Goiás, no Centro-Oeste, novamente foram evidenciadas algumas tentativas de compra em patamares mais baixos”, alerta o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, no restante do país, o que se percebe é um mercado um pouco mais acomodado, com indústrias ainda trabalhando com escalas relativamente apertadas, entre cinco e seis dias úteis.

“Resta saber se a pressão de oferta da Região Norte será suficiente para alterar a dinâmica do restante do país”, diz.

  • São Paulo: R$ 331,58
  • Goiás: R$ 314,64
  • Minas Gerais: R$ 320,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,52
  • Mato Grosso: R$ 320,42

Mercado atacadista

O mercado atacadista voltou a se deparar com preços firmes. Para Iglesias, a expectativa em torno da entrada dos salários na economia é grande, podendo motivar alguma recuperação dos preços no atacado.

“Importante mencionar que o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre ainda aponta para a preferência de consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial carne de frango, embutidos e ovo”, pontuou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,8671 para venda e a R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8431 e a máxima de R$ 5,8881.



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Preços da soja sobem no Brasil; veja cotações



O mercado de soja no Brasil registrou aumento nos preços nesta quarta-feira (29), mas com pressão para quedas a partir de fevereiro, alinhando-se à paridade de exportação. A movimentação nos portos foi mais restrita, e o mês de fevereiro já apresenta um cenário de pressões baixistas. A melhor janela de vendas foi observada para pagamentos e entregas em janeiro.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 138,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 122,00 para R$ 124,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 113,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): preço subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 117,00 para R$ 118,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a terça-feira com preços entre estáveis e levemente mais altos, apesar de um dia de volatilidade. O movimento foi impulsionado por fatores técnicos, enquanto os agentes do mercado buscam posicionar suas carteiras segundo as possíveis mudanças nas tarifas comerciais com o novo governo dos EUA.

As atenções continuam voltadas para a América do Sul, onde a previsão de chuvas para a Argentina nos próximos dias pode evitar perdas mais severas na produtividade. No Brasil, a expectativa é de uma safra ampla, com projeções em torno de 170 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam estáveis a US$ 10,45 por bushel. A posição de maio teve cotação de US$ 10,59 1/2 por bushel, com um pequeno ganho de 1,00 centavo, ou 0,09%.

Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março teve alta de US$ 0,80, fechando a US$ 301,60 por tonelada, o que representa uma valorização de 0,26%. No mercado do óleo de soja, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,13 centavos de dólar, com uma alta de 0,13 centavo, ou 0,28%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,01%, cotado a R$ 5,8671 para venda e R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,8431 e R$ 5,8881.



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AgroNewsPolítica & Agro

Pastagens melhoram com chuvas, mas açudes seguem baixos



Calor e chuvas irregulares impactam pecuária de corte




Foto: Alexandre Teixeira

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), as altas temperaturas das últimas semanas trouxeram desafios para a bovinocultura de corte no Rio Grande do Sul. O calor intenso afetou o conforto térmico dos animais, mas, em algumas regiões, as chuvas recentes aliviaram parcialmente a situação, permitindo a retomada da adubação em cobertura e amenizando os impactos nas pastagens.

Situação por regiões administrativas

  • Bagé: As chuvas interromperam a estagnação no crescimento das pastagens nativas e cultivadas. Entretanto, na Fronteira Oeste, os açudes e fontes de água continuam baixos em muitas localidades. Apesar disso, o estado corporal do rebanho é satisfatório.
  • Caxias do Sul: A integração lavoura-pecuária tem substituído áreas de pastagens por cultivos de soja e milho. Os rebanhos estão sendo mantidos em campos nativos e pastagens de milheto, capim sudão, tifton e jiggs.
  • Erechim: A baixa oferta de massa verde tem levado ao aumento do uso de volumosos conservados e rações.
  • Frederico Westphalen: O mercado segue aquecido, com valorização nos preços de abate e reposição.
  • Passo Fundo: A estiagem prejudicou o desempenho das pastagens, exigindo ajustes no manejo alimentar e maior atenção à suplementação.
  • Pelotas: O calor acima de 30°C e a alta umidade impactaram negativamente os animais de origem europeia. O manejo está focado no controle de bicheiras e carrapatos.
  • Porto Alegre: Apesar da estiagem, os rebanhos mantêm boas condições, com reforço na suplementação para compensar a escassez de pastagens de verão.
  • Santa Rosa e Soledade: Os rebanhos estão em período reprodutivo, com entouramento das matrizes. Métodos como monta natural, inseminação artificial e inseminação artificial em tempo fixo (IATF) são amplamente utilizados.


O levantamento semanal de preços apontou um aumento de 1,21% no preço médio do boi, passando de R$ 10,74 para R$ 10,87/kg vivo. Já o preço da vaca para abate subiu 0,42%, de R$ 9,57 para R$ 9,61/kg vivo.





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Se necessária, redução da alíquota de importação de alimentos será pontual, diz Fávaro



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que eventuais reduções no imposto de importação de alimentos, se forem feitas, acontecerão pontualmente sem “afrontar” o mercado brasileiro.

A medida foi citada na semana passada entre possíveis ações de combate à inflação de alimentos.

Ele citou que o governo no passado já tomou atitude nesta linha quando aprovou uma cota adicional de 250 mil toneladas para importação de trigo isento de imposto de importação para países de fora do Mercosul.

“Uma medida pontual – se tiver necessidade, sem afetar a produção interna, e se tiver alguma coisa que lá fora está um pouquinho mais competitiva – pode ser estudada. Mas é com muita tranquilidade, com muito equilíbrio que a gente está estudando, sem pirotecnia”, Favaro disse a jornalistas.

Segundo ele, não há definição sobre a redução de alíquota de importação de qualquer alimento.

Na semana passada, o ministro chegou a citar o milho como um dos produtos que poderiam ter o imposto reduzido. No entanto, nesta quarta-feira ele afirmou que não há nada definido.



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