segunda-feira, julho 6, 2026

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Carinata desponta como alternativa ao biodiesel e etanol



Aviação busca soluções sustentáveis com a carinata




Foto: Divulgação

A brassica carinata está ganhando espaço como uma alternativa sustentável para a produção de combustível de aviação (SAF – Sustainable Aviation Fuel). A cultura, que já registra expansão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, teve um crescimento expressivo na safrinha de 2024, especialmente na região Centro-Sul do Mato Grosso do Sul.

Segundo o doutor em agronomia José Ubirajara Garcia Fontoura, a carinata surge como uma opção viável para o período outono-inverno, ocupando áreas antes ociosas e trazendo novas oportunidades aos produtores. Além disso, o alto teor de óleo do grão a torna uma matéria-prima promissora para biocombustíveis, contribuindo para a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na aviação.

A adoção de biocombustíveis sustentáveis pode trazer transformações na cadeia de produção agrícola e energética do Brasil. Fontoura destaca que há uma demanda crescente por novas culturas que possam ser incorporadas aos sistemas de rotação, garantindo sustentabilidade econômica, ambiental e social. “A agricultura precisa de novas alternativas para incluir no rol de opções. Há necessidade de aperfeiçoar os sistemas de rotação de culturas”, explica Fontoura.

Apesar do avanço da carinata, as pesquisas ainda estão em estágio inicial. O foco atual está na viabilidade da cultura, adaptação a diferentes regiões e integração aos sistemas agrícolas. O Instituto MS AGRO, instituição privada, já conduz testes preliminares e acompanha áreas experimentais no Mato Grosso do Sul.

De acordo com Fontoura, a possibilidade da brassica carinata substituir ou complementar o uso de biocombustíveis como etanol e biodiesel ainda exige estudos mais aprofundados. Segundo Fontoura, será essencial a participação da indústria automotiva e de aviação para avaliar a viabilidade técnica e econômica dessa transição. Com investimentos em pesquisa e infraestrutura, a carinata pode consolidar-se como uma alternativa viável e sustentável para o setor de biocombustíveis, trazendo impactos positivos para a agricultura e a aviação no Brasil.





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Queda do dólar e crescimento tímido da economia dos EUA; saiba as implicações para o mercado



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do dólar para R$ 5,85, marcando a maior sequência de baixas desde 2017. Lula adotou tom mais moderado sobre o Copom, enquanto o Caged registrou fechamento líquido de 535 mil empregos em dezembro.

Lá fora, o PIB dos EUA cresceu 2,3% no 4º tri, abaixo das expectativas. Hoje saem a taxa de desemprego no Brasil e dados de inflação nos EUA e Alemanha.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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janeiro se despede em grande estilo



O mês de janeiro se despede nesta sexta-feira (31) com alertas de temporais em estados das cinco regiões brasileiras. Confira a previsão do tempo para hoje:

Sul

A chuva continuará presente nos três estados, intercalando com alguns períodos de melhora. Destaque para a faixa norte, Serra, Região Metropolitana de Porto Alegre, centro-leste catarinense e leste do Paraná, abrangendo as três capitais, onde há alerta para temporais.

Sudeste

O tempo permanecerá instável em grande parte dos quatro estados do Sudeste. Destaque para os acumulados elevados de chuva registrados desde segunda-feira (27), que continuarão altos nesta sexta. Há risco de temporais em todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no centro-sul do Espírito Santo.

Centro-Oeste

Alerta de temporais para Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e toda a faixa norte de Mato Grosso do Sul. A única área com pancadas mais isoladas será a faixa centro-sul do território sul-matogrossense. As temperaturas continuarão elevadas em todo o Centro-Oeste.

Nordeste

A chuva avança para boa parte do interior nordestino. Alerta de temporais para o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, oeste de Pernambuco e toda a faixa centro-oeste da Bahia.

Norte

A chuva seguirá presente em grande parte da região. Há alerta para temporais em Rondônia, no Amazonas, em Roraima, no Pará, Tocantins e Amapá. O forte calor, combinado com a grande disponibilidade de umidade, favorece a permanência do tempo instável. Destaque para o Acre, onde o sol predomina de maneira mais efetiva ao longo do dia, com previsão de pancadas isoladas.



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Falta de chuvas afeta produção de girassol



Colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

A colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul, mas a produtividade média está abaixo do esperado. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), 76% das lavouras já foram colhidas, enquanto 23% estão em maturação e apenas 1% segue na fase de enchimento de grãos.

Na região administrativa de Santa Rosa, a produtividade média alcançou 1.722 kg/ha, um resultado inferior às projeções iniciais. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a falta de chuvas durante o enchimento de grãos comprometeu o desenvolvimento dos aquênios, impactando diretamente na produção.

O preço pago ao produtor pelo saco de 60 kg de girassol está em R$ 118,00, conforme apontam os dados da Emater. A oscilação dos preços e a baixa produtividade reforçam o desafio dos agricultores gaúchos diante das condições climáticas adversas.

Com a conclusão da colheita se aproximando, o setor segue monitorando os impactos da estiagem e buscando estratégias para minimizar perdas e garantir a sustentabilidade da cultura no estado.





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produção de vinhos cresce, mas qualidade varia


A colheita de uvas iniciou em diferentes regiões do Rio Grande do Sul com variações nos preços e condições climáticas que impactaram a qualidade da fruta. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), a produção da uva tem avançado em municípios como Bagé, Quaraí, Santa Margarida do Sul, Caxias do Sul e Frederico Westphalen.

Em Bagé, no assentamento de Hulha Negra, a colheita começou e a comercialização foi iniciada em 14 de janeiro. As famílias da região têm se revezado para manter a oferta constante em pontos de venda, inclusive em Bagé, Hulha Negra e nas margens da BR 153. A uva Niágara Rosada está sendo vendida por R$ 8,00/kg, enquanto as variedades Isabel e Bordô, mais indicadas para sucos e vinhos, também são comercializadas. Parte da produção será vendida para a prefeitura, que destinará os recursos ao PNAE, além de supermercados das cidades vizinhas. O clima seco e ensolarado contribuiu para a excelente qualidade da fruta, que apresenta alta concentração de açúcar.

Em Quaraí, 20% da área cultivada com uvas de 75 hectares foi colhida, com predominância de variedades brancas para vinhos finos. As demais áreas estão na fase de maturação. Em Santa Margarida do Sul, 22 hectares de parreirais estão em fase de maturação e início de colheita, mas uma quebra de 40% na safra é esperada devido à falta de umidade desde meados de dezembro, o que resultou em cachos menores e desidratados.

Na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul, as condições climáticas têm favorecido a maturação das uvas, com o surgimento de míldio em folhas mais novas devido às breves pancadas de chuva. A safra está avançando, especialmente da cultivar Bordô, que apresenta ótima coloração e teor de açúcar. A estimativa é que serão colhidas 860 mil toneladas em 40 mil hectares cultivados, representando um aumento de 55% em relação à safra anterior. Contudo, os preços das uvas de mesa diminuíram, com a Niágara Rosada sendo comercializada por cerca de R$ 4,50/kg e as uvas finas variando entre R$ 7,00 e R$ 10,00/kg.

Em Frederico Westphalen, a comercialização da Niágara Rosada está ocorrendo entre R$ 3,00 e R$ 5,00/kg, com 60% da colheita concluída. Já a variedade Bordô está sendo vendida de R$ 2,20 a R$ 2,40/kg, com 70% da produção colhida.





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Brasil busca reduzir dependência internacional de fertilizantes ao atrair investidores globais


A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o Programa de Atração de Investimentos do Setor de Fertilizantes – Invest in Brazil Fertilizers, durante o Fertilizer Latino Americano 2025, realizado de 26 a 29 de janeiro no Rio de Janeiro.

O programa visa reduzir a dependência estrangeira de fertilizantes, identificando projetos estratégicos em estados brasileiros para atrair investimentos internacionais.

Durante o evento, a entidade, em parceria com o Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e o Sindicato Nacional das Indústrias de Matérias-Primas para Fertilizantes (Sinprifert), realizou atendimentos a potenciais investidores internacionais e articulou novos negócios para impulsionar a produção nacional.

Estratégia global para o setor de fertilizantes

O coordenador da gerência de Investimentos da ApexBrasil, Carlos Padilla, destacou a mudança na abordagem da Agência, que agora lidera um trabalho estratégico global e de longo prazo no setor.

Segundo ele, a atuação da ApexBrasil passou de eventos pontuais para um modelo integrado, consolidando sua posição como facilitadora de investimentos internacionais.

Assessor do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) José Polidoro, ressaltou a importância da ApexBrasil na reestruturação do setor.

“Estamos falando de um setor que exige investimentos muito altos. O Brasil tem ótimos projetos que precisam de visibilidade, e este evento atraiu grandes companhias globais para conferir de perto o momento do país”, afirmou.

Já o presidente do Sinprifert, Bernardo Silva, destacou a necessidade de quintuplicar a produção nacional de fertilizantes até 2050, conforme o Plano Nacional dos Fertilizantes (PNF). O setor demandará R$ 200 bilhões em investimentos para ampliar a capacidade produtiva.

Amazonas e Norte: polos estratégicos

O evento também contou com a participação de especialistas de Amazonas, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que apresentaram oportunidades de investimento regionais.

  • Amazonas: Ronney Peixoto, secretário de Estado de Energia, Mineração e Gás, destacou o potencial de fosfato no sul do estado, reforçando que o momento é ideal para atrair investidores internacionais.
  • Minas Gerais: Adriano Espeschit, presidente da Potássio do Brasil, subsidiária da Brazil Potash, destacou o projeto Potássio Autazes, na bacia do Amazonas. Com investimento estimado em US$ 2,5 bilhões, a empresa pode produzir até 2,2 milhões de toneladas de potássio por ano, reduzindo em 20% a importação do insumo.

Fábrica de fertilizantes israelense no Brasil

Haifa fábrica israelense de fertilizantesHaifa fábrica israelense de fertilizantes
Foto: Divulgação

A Haifa, multinacional israelense especializada em nitrato de potássio, escolheu Uberlândia, em Minas Gerais, para instalar sua primeira fábrica no Brasil. A cidade foi selecionada por sua posição estratégica entre os estados com maior consumo de fertilizantes.

A diretora-geral da companhia para a América do Sul, Giuliana Feldman, explicou que a empresa busca consolidar sua presença no Brasil.

“Não seremos apenas um estabelecimento exportador e importador, mas sim fabricantes no Brasil”, afirmou. A empresa também foi convidada pela ApexBrasil e pelo Mapa para patrocinar o projeto do Centro Nacional de Excelência em Fertilizantes, que será sediado no Rio de Janeiro.



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Brasil terá aumento na área de café, mas produtividade cai


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta terça-feira (28) as primeiras estimativas para a safra 2025 de café no Brasil, com variações tanto na área cultivada quanto na produtividade. Para o café arábica, a previsão é de um crescimento de 0,7% na área total, que deverá alcançar 1,84 milhão de hectares. No entanto, a área em produção sofreu uma redução de 1,6%, totalizando 1,48 milhão de hectares, enquanto a área em formação teve um crescimento significativo de 11,7%, chegando a 351,4 mil hectares.

O café arábica representa 82% da área total de cafeicultura no Brasil, com Minas Gerais liderando a produção com 1,38 milhão de hectares, correspondente a 75% da área ocupada por arábica no país. São Paulo é o segundo maior produtor de café arábica, com 198,3 mil hectares, o que corresponde a 10,8% do total.

Para o café conilon, a área estimada para a safra 2025 deverá ser de 409,7 mil hectares, com uma redução de 0,5% em relação à safra anterior. A área de produção de café conilon está prevista em 369,7 mil hectares, com redução de 0,7%, enquanto a área em formação deve crescer 2,4%, totalizando 40 mil hectares. O Espírito Santo continua sendo o maior produtor de café conilon, com 286,7 mil hectares, seguido pela Bahia, com 48,5 mil hectares, e Rondônia, com 46,3 mil hectares.

Em relação à produtividade, a previsão nacional para o café é de 28 sacas por hectare, representando uma queda de 3% em relação à safra passada. O café arábica deve ter uma produtividade de 23,4 sacas por hectare, o que implica uma redução de 11% sobre a safra de 2024. Já a produtividade do café conilon deve alcançar 46,3 sacas por hectare, um aumento de 18,1% em comparação ao ano anterior.





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Operação apreende 33 animais exóticos em posse de traficantes



Uma ação deflagrada nesta quinta-feira (30), envolvendo a Polícia Federal e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, encontrou ao menos 33 animais que eram criados para tráfico. Os agentes do Ibama já lavraram multas no valor de R$ 61,4 mil.

A Operação Arca de Noé 2 mirava uma rede de criação e comercialização de animais exóticos. Entre as espécies encontradas, haviam:

  • Um escorpião-imperador (Pandinus imperator);
  • Um réptil da espécie Eublepharis macularius (Gecko Leopardo);
  • Dez aranhas caranguejeiras;
  • 18 serpentes;
  • Três lagartos de espécies ainda não identificadas

Também foram encontradas centenas de insetos usados na alimentação dos animais silvestres mantidos em cativeiro.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Federal em Campinas, em cidades dos estados de São Paulo (Campinas, Guarulhos, São Paulo, Sorocaba, Votorantim e Rio Claro) e Rio de Janeiro (Duque de Caxias).

Segundo a delegacia da Polícia Federal em Campinas, a investigação iniciou a partir de dados obtidos após a prisão em flagrante de um homem no ano passado por criar e manter ilegalmente em cativeiro dezenas de cobras, aranhas, lagartos e tartarugas, além de comercializá-los por meio de redes sociais.

“Entre as informações apuradas após a prisão foi identificada uma extensa rede de contatos de pessoas”, diz a PF.

Segundo o Ibama, em 2024 o órgão lavrou mais de 350 autos de infração com valor superior a R$ 25 milhões somente no estado de São Paulo.



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São Paulo confirma morte de primata por febre amarela 



O estado de São Paulo confirmou a notificação de uma morte de primata com febre amarela em um trecho de mata na cidade de Osasco, região metropolitana da capital, e está em negociação com o Ministério da Saúde para receber seis milhões de doses da vacina contra a doença.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o ministério enviou para São Paulo trezentas mil doses do imunizante esta semana e informou que, até a próxima semana, remeterá mais um milhão de doses.

Casos de febre amarela em humanos

No estado, foram confirmados oito casos da doença em humanos. Sete pessoas contraíram a doença em território paulista. Em todos os casos os pacientes não tinham se vacinado contra a febre amarela.

A meta é vacinar 95% da população, mas a cobertura atual é de 80%. Segundo o painel de vacinação do Ministério da Saúde, foram distribuídos 11 milhões de doses do imunizante nos últimos seis meses, dos quais 3,5 milhões em janeiro deste ano. São Paulo foi o destino de um milhão de doses em janeiro.

Em primatas, que não transmitem diretamente a doença, houve 25 casos de febre amarela confirmados, dos quais 20 em Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho, um em Socorro, um em Colina, um em Campinas e um em Osasco.

A vacinação é realizada em dose única para maiores de cinco anos. Crianças menores recebem uma dose aos nove meses e reforço aos quatro anos. Desde 2017, o país adota esquema vacinal com uma dose para toda a vida.



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desafios na colheita e impacto das enchentes em 2024



Emater projeta safra de figo afetada por enchentes em 2024




Foto: Pixabay

A Emater/RS-Ascar divulgou na última quinta-feira (23) o Informativo Conjuntural sobre a safra de figo 2024/2025, que apresenta expectativas mistas para a cultura. Na região de Caxias do Sul, os produtores enfrentam uma colheita menor em comparação aos valores históricos devido aos danos causados pela enchente de abril e maio de 2024, que afetou alguns figueirais. Apesar disso, a área de cultivo permanece estável, com os produtores seguindo o processo habitual de renovação dos pomares.

O ciclo da cultura segue normalmente, sem grandes antecipações ou atrasos nas colheitas. No Vale do Rio Caí, a colheita começou em meados de dezembro e segue em andamento. Já em Caxias do Sul, Nova Petrópolis e Gramado, a colheita iniciou nas primeiras áreas por volta de meados de janeiro. De maneira geral, a qualidade dos frutos tem sido considerada satisfatória.

Os preços recebidos pelos produtores variam conforme o tipo de comercialização: a fruta madura destinada a grandes indústrias é comercializada por cerca de R$ 3,50/kg, enquanto a destinada ao consumo de mesa tem valores que variam entre R$ 9,00 e R$ 15,00/kg. Alguns agricultores, que vendem diretamente aos consumidores em pequenas quantidades, praticam preços entre R$ 6,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Santa Rosa, a falta de umidade está afetando a maturação dos frutos, que estão ocorrendo de forma precoce. Esse fenômeno pode impactar a qualidade e o tempo de colheita, exigindo atenção especial dos produtores.





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