segunda-feira, julho 6, 2026

Agro

News

Festa junina supera carnaval e é o evento mais popular do Brasil



A festa junina foi o evento mais citado entre os brasileiros das capitais que afirmaram ter frequentado festas populares no último ano. Segundo o levantamento Cultura nas Capitais, realizado pela JLeiva Cultura & Esporte com patrocínio do Itaú e do Instituto Cultural Vale, 78% dos participantes de eventos populares estiveram em festas juninas, enquanto 48% compareceram a blocos ou desfiles de carnaval.

A pesquisa constatou que, em nenhuma capital, o carnaval superou as festas juninas em popularidade. No Recife, a diferença ficou dentro da margem de erro (74% para festas juninas contra 71% para o carnaval), mas nas demais cidades a diferença ultrapassou 10 pontos percentuais.

Segundo João Leiva, diretor da JLeiva Cultura & Esporte, a descentralização das festas juninas é um fator determinante para sua popularidade, já que são realizadas em diversos espaços, como escolas, igrejas e comunidades, atingindo um público mais amplo e diverso. Além disso, os festejos se estendem por um período maior do que o carnaval, favorecendo a alta adesão.

“As festas juninas de grande porte, em grandes espaços, não chegam a ter tanto alcance midiático quanto os grandes blocos e desfiles de carnaval. Ou seja: as festas juninas, somadas, têm mais gente, mas menos fama”, explica Leiva.

Sertanejo domina preferência musical no Brasil

O estudo também revelou que o sertanejo é o gênero musical preferido em 15 das 27 capitais, sendo citado por 34% dos entrevistados entre seus três estilos favoritos. O ritmo superou a soma do samba (11%) e do pagode (18%).

Outros gêneros bem posicionados foram MPB (27%), gospel (24%), rock (21%) e pop (17%), enquanto o funk (11%) e o forró (16%) ficaram atrás.

Embora o gosto musical varie com a idade, o sertanejo se mantém forte em todas as faixas etárias, liderando entre os públicos de 25 a 60 anos. A única exceção é a faixa 16 a 24 anos, na qual o funk, o pop e o rap superam o sertanejo.

A pesquisa foi realizada entre 19 de fevereiro e 22 de maio de 2024, com 19,5 mil entrevistados acima de 16 anos, abrangendo as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal.



Source link

News

Café arábica recua em NY com realização de lucros e dólar forte



O café arábica opera em baixa na sessão eletrônica da Bolsa de Nova York (ICE) nesta sexta-feira (31), com queda de mais de 1%. A desvalorização reflete a realização de lucros, o desempenho negativo do café robusta na Bolsa de Londres, a queda do petróleo e o dólar fortalecido, que pressiona as cotações.

Apesar do recuo, a redução dos estoques certificados da ICE e o avanço das bolsas de valores na Europa ajudam a limitar as perdas. Os estoques certificados de café arábica nos armazéns credenciados da ICE Futures US caíram para 885.886 sacas de 60 kg em 30 de janeiro, uma redução de 17.109 sacas em relação ao dia anterior.

Semana de ganhos e máximas históricas

No acumulado da semana, o contrato março/25 ainda registra uma valorização de 6,18%. No momento, os contratos para março operam a 369,05 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 4,35 centavos (-1,16%).

Na quinta-feira (30), o arábica encerrou em alta, com março/25 negociado a 373,40 centavos de dólar por libra-peso (+1,86%), enquanto maio/25 fechou a 368,15 centavos (+1,88%). Durante a sessão, os preços renovaram máximas históricas, aproximando-se da marca de 400 centavos, impulsionados pela oferta global restrita e expectativas desfavoráveis para a safra brasileira.

Escassez de oferta e incertezas climáticas

Os estoques globais de café seguem apertados, especialmente no Brasil, que responde por quase 50% da produção mundial de arábica. A seca severa de 2024 comprometeu a previsão da nova safra, intensificando a preocupação no mercado.

Grandes torrefadoras globais, como Nestlé e JDE Peet’s, ainda não garantiram todo o suprimento necessário, enquanto especuladores continuam ampliando suas posições compradas, apostando em novas altas.

Embora as chuvas recentes tenham trazido algum alívio, novas previsões meteorológicas acenderam o alerta. A expectativa de períodos secos prolongados e temperaturas elevadas nas principais regiões produtoras do Brasil pode voltar a impactar a produtividade, mantendo a volatilidade nos preços do café.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

SC registra queda no preço do milho em janeiro


De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o preço médio do milho pago ao produtor em Santa Catarina registrou queda de 1,79% em dezembro em relação ao mês anterior. Nos primeiros 20 dias de janeiro de 2025, a cotação estadual manteve uma leve retração, divergindo da alta esperada no mercado internacional para março, segundo a Bolsa de Chicago.

Nos últimos seis anos, os preços apresentaram variações significativas. Em 2024, os valores ficaram acima apenas dos registrados em 2019 e 2023 (após maio), mas abaixo dos níveis de 2020, 2021 e 2022 – períodos impactados por fatores como a pandemia de Covid-19 e a guerra entre Rússia e Ucrânia.

Apesar da instabilidade, o cenário para 2025 indica possibilidade de recuperação dos preços, impulsionado pela demanda externa e sinais positivos no mercado futuro.

A área de cultivo da primeira safra foi reduzida em 11,3%, reflexo dos altos custos de produção, insegurança causada pela cigarrinha e os baixos preços de 2024. No entanto, espera-se um aumento na produtividade de aproximadamente 25%, alcançando 8.594 kg/ha.

As condições das lavouras seguem favoráveis, apesar do calor e das chuvas irregulares. Em algumas regiões, como Curitibanos, Campos Novos e Lages, chuvas adicionais poderiam maximizar a produtividade.

Com a menor safra estadual em 2024, Santa Catarina importou 472 mil toneladas de milho, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. O Paraguai segue como principal fornecedor devido ao menor custo de frete em comparação ao Centro-Oeste brasileiro.

O déficit de milho no estado chegou a 5,01 milhões de toneladas em 2023 e deve superar 6 milhões em 2024, suprido em grande parte por importações interestaduais, especialmente do Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás. Com expectativas de alta nos preços e maior produtividade, 2025 pode trazer um cenário mais equilibrado para os produtores catarinenses.





Source link

News

Membros do MST chamam ritmo da reforma agrária do governo de ‘ridículo’



‘Ridículo’, esse foi o termo usado por representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) sobre o ritmo da reforma agrária do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois de uma reunião com o presidente no Palácio do Planalto, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira e o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), César Aldrighi. Membros do MST conversaram com jornalistas após o encontro.

“Não queremos discutir formas de como será o processo de reforma agrária, nós queremos que resolva o problema da terra. Nós não aceitamos na próxima reunião ou ao final deste ano ter um número tão ridículo como esse, 1.500 famílias por ano”, disse João Paulo Rodrigues, um dos coordenadores nacionais do MST.

Na reunião, Paulo Teixeira apresentou um compromisso de 20 mil famílias assentadas para 2025. “Nós achamos pouco. Queremos o compromisso de 65 mil famílias para 2025”, declarou Rodrigues. Meses atrás, o MST pediu a demissão de Teixeira, porém, de acordo com Rodrigues, mudanças no ministério não foram discutidas.

Ceres Hadich, outra integrante da coordenação nacional do MST, disse que Lula provavelmente fará uma vista em algum acampamento de reforma agrária em Minas Gerais ou Pernambuco. O Palácio do Planalto não confirmou a viagem.



Source link

News

Governo realizará reuniões semanais sobre produção de alimentos



Os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dario Carnevalli, e o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, realizaram uma reunião sobre o acompanhamento de preços, em Brasília.

No encontro, o ministro Paulo Teixeira informou que serão realizadas reuniões semanais e regulares para o acompanhamento e monitoramento do preço da produção, assim como da cesta básica e que o governo não irá tomar nenhuma medida heterodoxa.

“Nossa preocupação é como aumentar a produção de alimentos, tendo em vista que aumentou o consumo, isso é muito bom. No Brasil, no mundo, e o Brasil não só atende ao seu mercado interno, que está aquecido, como atende também ao mercado mundial”, disse Teixeira.

Outro assunto discutido foi a tendência de produção. “Foi uma reunião de acompanhamento. Nós vamos estar acompanhando o que está acontecendo no mundo dos alimentos, perspectivas, o que tem alguma carência, para que isso, então, possa ser desdobrado por técnicos em ações, por exemplo, o planejamento no Plano Safra”, afirmou o ministro Carlos Fávaro.

Plano Safra

Sobre o Plano Safra 25/26, Fávaro destacou que o Plano é uma prioridade do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para que seja cada vez mais estimulante aos produtores.

“Mesmo com a dificuldade do aumento da Selic, foi determinação do presidente Lula para que a gente construa um novo Plano Safra, tanto para a agricultura de médios e grandes produtores, mas principalmente para pequenos produtores, cada vez mais estimulante na produção de alimentos. Vamos estudar medidas, vamos trabalhar para que eles estejam em um plano de ação mais efetivo”, informou o ministro.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Carinata desponta como alternativa ao biodiesel e etanol



Aviação busca soluções sustentáveis com a carinata




Foto: Divulgação

A brassica carinata está ganhando espaço como uma alternativa sustentável para a produção de combustível de aviação (SAF – Sustainable Aviation Fuel). A cultura, que já registra expansão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, teve um crescimento expressivo na safrinha de 2024, especialmente na região Centro-Sul do Mato Grosso do Sul.

Segundo o doutor em agronomia José Ubirajara Garcia Fontoura, a carinata surge como uma opção viável para o período outono-inverno, ocupando áreas antes ociosas e trazendo novas oportunidades aos produtores. Além disso, o alto teor de óleo do grão a torna uma matéria-prima promissora para biocombustíveis, contribuindo para a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na aviação.

A adoção de biocombustíveis sustentáveis pode trazer transformações na cadeia de produção agrícola e energética do Brasil. Fontoura destaca que há uma demanda crescente por novas culturas que possam ser incorporadas aos sistemas de rotação, garantindo sustentabilidade econômica, ambiental e social. “A agricultura precisa de novas alternativas para incluir no rol de opções. Há necessidade de aperfeiçoar os sistemas de rotação de culturas”, explica Fontoura.

Apesar do avanço da carinata, as pesquisas ainda estão em estágio inicial. O foco atual está na viabilidade da cultura, adaptação a diferentes regiões e integração aos sistemas agrícolas. O Instituto MS AGRO, instituição privada, já conduz testes preliminares e acompanha áreas experimentais no Mato Grosso do Sul.

De acordo com Fontoura, a possibilidade da brassica carinata substituir ou complementar o uso de biocombustíveis como etanol e biodiesel ainda exige estudos mais aprofundados. Segundo Fontoura, será essencial a participação da indústria automotiva e de aviação para avaliar a viabilidade técnica e econômica dessa transição. Com investimentos em pesquisa e infraestrutura, a carinata pode consolidar-se como uma alternativa viável e sustentável para o setor de biocombustíveis, trazendo impactos positivos para a agricultura e a aviação no Brasil.





Source link

News

Queda do dólar e crescimento tímido da economia dos EUA; saiba as implicações para o mercado



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda do dólar para R$ 5,85, marcando a maior sequência de baixas desde 2017. Lula adotou tom mais moderado sobre o Copom, enquanto o Caged registrou fechamento líquido de 535 mil empregos em dezembro.

Lá fora, o PIB dos EUA cresceu 2,3% no 4º tri, abaixo das expectativas. Hoje saem a taxa de desemprego no Brasil e dados de inflação nos EUA e Alemanha.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



Source link

News

janeiro se despede em grande estilo



O mês de janeiro se despede nesta sexta-feira (31) com alertas de temporais em estados das cinco regiões brasileiras. Confira a previsão do tempo para hoje:

Sul

A chuva continuará presente nos três estados, intercalando com alguns períodos de melhora. Destaque para a faixa norte, Serra, Região Metropolitana de Porto Alegre, centro-leste catarinense e leste do Paraná, abrangendo as três capitais, onde há alerta para temporais.

Sudeste

O tempo permanecerá instável em grande parte dos quatro estados do Sudeste. Destaque para os acumulados elevados de chuva registrados desde segunda-feira (27), que continuarão altos nesta sexta. Há risco de temporais em todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no centro-sul do Espírito Santo.

Centro-Oeste

Alerta de temporais para Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e toda a faixa norte de Mato Grosso do Sul. A única área com pancadas mais isoladas será a faixa centro-sul do território sul-matogrossense. As temperaturas continuarão elevadas em todo o Centro-Oeste.

Nordeste

A chuva avança para boa parte do interior nordestino. Alerta de temporais para o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, oeste de Pernambuco e toda a faixa centro-oeste da Bahia.

Norte

A chuva seguirá presente em grande parte da região. Há alerta para temporais em Rondônia, no Amazonas, em Roraima, no Pará, Tocantins e Amapá. O forte calor, combinado com a grande disponibilidade de umidade, favorece a permanência do tempo instável. Destaque para o Acre, onde o sol predomina de maneira mais efetiva ao longo do dia, com previsão de pancadas isoladas.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Falta de chuvas afeta produção de girassol



Colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

A colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul, mas a produtividade média está abaixo do esperado. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), 76% das lavouras já foram colhidas, enquanto 23% estão em maturação e apenas 1% segue na fase de enchimento de grãos.

Na região administrativa de Santa Rosa, a produtividade média alcançou 1.722 kg/ha, um resultado inferior às projeções iniciais. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a falta de chuvas durante o enchimento de grãos comprometeu o desenvolvimento dos aquênios, impactando diretamente na produção.

O preço pago ao produtor pelo saco de 60 kg de girassol está em R$ 118,00, conforme apontam os dados da Emater. A oscilação dos preços e a baixa produtividade reforçam o desafio dos agricultores gaúchos diante das condições climáticas adversas.

Com a conclusão da colheita se aproximando, o setor segue monitorando os impactos da estiagem e buscando estratégias para minimizar perdas e garantir a sustentabilidade da cultura no estado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

produção de vinhos cresce, mas qualidade varia


A colheita de uvas iniciou em diferentes regiões do Rio Grande do Sul com variações nos preços e condições climáticas que impactaram a qualidade da fruta. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), a produção da uva tem avançado em municípios como Bagé, Quaraí, Santa Margarida do Sul, Caxias do Sul e Frederico Westphalen.

Em Bagé, no assentamento de Hulha Negra, a colheita começou e a comercialização foi iniciada em 14 de janeiro. As famílias da região têm se revezado para manter a oferta constante em pontos de venda, inclusive em Bagé, Hulha Negra e nas margens da BR 153. A uva Niágara Rosada está sendo vendida por R$ 8,00/kg, enquanto as variedades Isabel e Bordô, mais indicadas para sucos e vinhos, também são comercializadas. Parte da produção será vendida para a prefeitura, que destinará os recursos ao PNAE, além de supermercados das cidades vizinhas. O clima seco e ensolarado contribuiu para a excelente qualidade da fruta, que apresenta alta concentração de açúcar.

Em Quaraí, 20% da área cultivada com uvas de 75 hectares foi colhida, com predominância de variedades brancas para vinhos finos. As demais áreas estão na fase de maturação. Em Santa Margarida do Sul, 22 hectares de parreirais estão em fase de maturação e início de colheita, mas uma quebra de 40% na safra é esperada devido à falta de umidade desde meados de dezembro, o que resultou em cachos menores e desidratados.

Na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul, as condições climáticas têm favorecido a maturação das uvas, com o surgimento de míldio em folhas mais novas devido às breves pancadas de chuva. A safra está avançando, especialmente da cultivar Bordô, que apresenta ótima coloração e teor de açúcar. A estimativa é que serão colhidas 860 mil toneladas em 40 mil hectares cultivados, representando um aumento de 55% em relação à safra anterior. Contudo, os preços das uvas de mesa diminuíram, com a Niágara Rosada sendo comercializada por cerca de R$ 4,50/kg e as uvas finas variando entre R$ 7,00 e R$ 10,00/kg.

Em Frederico Westphalen, a comercialização da Niágara Rosada está ocorrendo entre R$ 3,00 e R$ 5,00/kg, com 60% da colheita concluída. Já a variedade Bordô está sendo vendida de R$ 2,20 a R$ 2,40/kg, com 70% da produção colhida.





Source link