segunda-feira, julho 6, 2026

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veja a previsão do tempo para fevereiro em todas as regiões


O mês de fevereiro manterá o padrão climático observado em janeiro, com chuvas frequentes em grande parte do Brasil e calor intenso em algumas áreas. De acordo com a Climatempo, a atuação do fenômeno La Niña continuará facilitando a passagem de frentes frias do Sul para o Sudeste e estimulando a formação de corredores de umidade e Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), principalmente no Norte, Centro-Oeste e Sudeste.

Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) ficará mais ativa, favorecendo chuvas no extremo norte do país e no litoral do Maranhão ao Rio Grande do Norte.

Fonte: Climatempo

Chuvas e temperaturas em fevereiro

A Climatempo lembra que fevereiro é historicamente um mês chuvoso no Brasil, com alta frequência de temporais devido ao excesso de calor e umidade. No centro-leste do Nordeste, porém, o período ainda é marcado por menor volume de precipitações.

Quanto às temperaturas, a nebulosidade e a chuva constante impedirão a formação de ondas de calor na maior parte do país.

No entanto, há previsão de temperaturas acima da média e ondas de calor no Rio Grande do Sul; na fronteira do Brasil com o Paraguai, entre o Pantanal de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná e de Santa Catarina; e no litoral do Sudeste.

Fonte: Climatempo

Previsão do tempo por região

Sul

  • O Rio Grande do Sul seguirá com baixa frequência de chuvas, concentradas principalmente no norte do estado.
  • Santa Catarina e Paraná terão volumes de chuva acima da média em algumas áreas do interior.
  • Após a passagem de frentes frias, há previsão de circulação marítima intensa, o que pode resultar em episódios de chuva forte no litoral catarinense e paranaense.

Sudeste

  • A região continuará recebendo grandes volumes de chuva ao longo de fevereiro, principalmente devido à atuação da ZCAS.
  • A chuva mais intensa ocorrerá entre São Paulo, centro-oeste e sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro.
  • Regiões como Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro e noroeste de Minas Gerais terão períodos de calor intenso e baixa precipitação no início do mês, mas podem registrar chuvas significativas ao longo das semanas.
  • As regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo permanecerão sob alerta de tempestades.
  • Áreas serranas do Sudeste, como Serra da Mantiqueira e Serra do Mar, terão risco elevado de deslizamentos.

Centro-Oeste

  • O Centro-Oeste continuará com pancadas de chuva frequentes, principalmente no centro-sul de Goiás e no norte e centro-leste de Mato Grosso.
  • Mato Grosso do Sul terá maior volume de chuvas no leste e nordeste do estado.
  • O Pantanal e o sul de Mato Grosso do Sul devem registrar menos chuva que a média histórica, com temperaturas acima do normal.
  • O Distrito Federal e o leste e norte de Goiás terão chuvas mais irregulares, sem influência marcante dos corredores de umidade.

Norte

  • A maior parte da região terá chuvas regulares ao longo do mês.
  • Amazonas, Roraima, oeste e sul do Pará e parte do Amapá terão precipitações intensificadas por corredores de umidade e episódios de ZCAS.
  • A ZCIT contribuirá para volumes elevados de chuva no Amapá e no norte do Pará.
  • No Tocantins, as pancadas de chuva continuarão, mas sem expectativa de volumes acima da média.

Nordeste

  • A atenção estará voltada para o norte da região, onde a ZCIT intensificará as chuvas no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.
  • O litoral leste nordestino terá chuvas regulares, porém com volumes reduzidos.
  • O oceano Atlântico aquecido pode favorecer episódios de chuva forte em todas as capitais, de Natal a Salvador.

A previsão indica que fevereiro manterá o padrão de chuvas intensas, com potencial para transtornos em áreas já saturadas, além de temperaturas elevadas em pontos isolados do país.



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Preço de combustíveis sobe a partir deste sábado


A partir deste sábado (1º), abastecer o veículo ficará mais caro. O reajuste do preço do diesel pela Petrobras e o aumento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, sobre a gasolina, o etanol, o diesel e o biodiesel, são os responsáveis pela alta.

No caso do diesel, a Petrobras elevou o preço nas refinarias em R$ 0,22 por litro (+6,2%), para reduzir a defasagem de 17% em relação aos preços internacionais. Além disso, a alíquota de ICMS subirá R$ 0,06, de R$ 1,06 para R$ 1,12 por litro.

Em relação à gasolina e ao etanol, a Petrobras não alterou o preço nas refinarias, que está com defasagem em torno de 7% em relação aos preços internacionais. No entanto, a alíquota de ICMS subiu R$ 0,10, de R$ 1,37 para R$ 1,47 por litro.

Reajuste do ICMS sobre combustíveis

O reajuste do ICMS sobre os combustíveis em todo o Brasil foi determinado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários de Fazenda dos estados. Pelo modelo em vigor desde o ano passado, as alíquotas de ICMS dos combustíveis passam a ser reajustas anualmente, com base nos preços médios pesquisados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) entre fevereiro e setembro do ano anterior.

No caso do gás de cozinha, as alíquotas cairão R$ 0,02, de R$ 1,41 para R$ 1,39 por quilo. Segundo o Confaz, a queda ocorre porque o botijão ficou mais barato no ano passado, o que se refletiu em ICMS mais baixo.

As alíquotas de ICMS passaram para os seguintes valores:

O impacto no preço final depende do mercado. Isso porque os preços da Petrobras são fixados nas refinarias, cabendo às distribuidoras, aos postos de combustíveis e aos comerciantes, no caso do gás de cozinha, estabelecer o preço final. Geralmente, os aumentos de tributos e de preços nas refinarias são repassados aos consumidores.

Desde 2022, as alíquotas do ICMS sobre os combustíveis são estabelecidas em valores fixos por litro (ou por quilo, no caso do gás de cozinha). Antes disso, as alíquotas estaduais obedeciam a um percentual do preço final definido por cada Unidade da Federação.

Querosene de aviação

Outro combustível que ficará mais caro em fevereiro é o querosene de aviação. A Petrobras anunciou a elevação do preço em 8%, equivalente a R$ 0,31 por litro nas refinarias. Diferentemente dos demais combustíveis, o preço do querosene de aviação é definido a cada mês, por estar atrelado ao dólar e à cotação internacional do petróleo.

Com o reajuste em fevereiro, o querosene de aviação acumula alta de R$ 0,56 por litro em 2025 (+15,6%). Segundo a Petrobras, desde dezembro de 2022, o preço do querosene caiu R$ 0,93 por litro (-18,3%).



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Santa Catarina avança na colheita do milho para silagem



Milho para silagem tem boa produtividade em Santa Catarina




Foto: Divulgação

De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, a colheita do milho destinado à produção de silagem segue em ritmo acelerado em Santa Catarina, especialmente nas microrregiões de São Miguel do Oeste, Chapecó e Concórdia. Essas áreas, fortemente ligadas à pecuária leiteira, representam mais de 50% da produção estadual do insumo, essencial para a alimentação animal em períodos de escassez de pastagem.

Até 15 de janeiro de 2025, mais de 70% das lavouras estavam em fase de maturação, com colheitas registrando produtividade acima de 65 toneladas por hectare e excelente qualidade. O desenvolvimento da cultura foi favorecido pelas chuvas regulares até dezembro de 2024.

Entretanto, produtores demonstram preocupação com a safrinha de milho e soja, pois a previsão indica baixo volume de chuvas até o fim de janeiro, o que pode comprometer o potencial produtivo da segunda safra.

A silagem é um alimento volumoso fundamental para suplementar a alimentação do rebanho no inverno, quando a oferta de forragem diminui. Nos sistemas intensivos de produção, como o confinamento total ou parcial, ela é usada durante todo o ano como fonte principal de nutrição para os animais.

A Epagri/Cepa acompanha a produção de silagem no estado há mais de 10 anos, monitorando área plantada, produtividade e qualidade do alimento. O desempenho positivo da atual safra reforça a importância da cultura para a sustentabilidade da pecuária catarinense.





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Senado e Câmara elegem novos presidentes neste sábado


O Congresso Nacional terá um dia movimentado neste sábado (1º), quando serão escolhidos aqueles que comandarão Câmara dos Deputados e Senado Federal nos próximos dois anos. Será também definida a composição das mesas diretoras das duas Casas Legislativa.

A previsão é de que, no Senado, a eleição comece às 10h e, na Câmara, às 16h. O mandato dos eleitos valerá para o biênio 2025-2026. Além de elegerem seu presidente, os senadores escolherão dois vice-presidentes e oito secretários (quatro titulares e quatro suplentes).

O primeiro passo para a escolha do presidente do Senado será dado em reunião preparatória na qual os pretendentes ao cargo formalizam, por escrito, a candidatura na Secretaria-Geral da Mesa.

Na sequência, o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comunica as candidaturas formalizadas ao plenário. Então, em ordem alfabética, os candidatos discursam e apresentam suas propostas.

De acordo com as regras da Casa, podem ocorrer renúncias de candidatos durante o período estipulado para os discursos. Apenas os candidatos à presidência do Senado discursam.

Terminados os discursos, inicia-se a votação, que é secreta, em cabines e em cédulas contendo os nomes dos candidatos, além de rubricas dos atuais presidente e vice-presidente do Senado. O voto, então, é depositado em uma urna instalada na Mesa e, por fim, o parlamentar assina a lista de votação.

Caberá ao atual presidente e auxiliares fazer a apuração, iniciada com a confirmação do número de cédulas, para, então, fazer a contagem de votos para cada candidato. Terminada a contagem, os votos serão triturados. Vence o candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos.

Candidatos

Até o fechamento desta reportagem, quatro senadores estavam na corrida para ocupar a presidência da Casa no biênio 2025-2026: Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), Marcos Pontes (PL-SP), Marcos do Val (Podemos-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE).

O novo presidente tomará posse logo após o anúncio de sua vitória, finalizando a primeira reunião preparatória e dando início à convocação da segunda reunião, prevista para as 11h. Nesta reunião, serão formalizados, apresentados e escolhidos, também em votação secreta, os demais integrantes da mesa (dois vice-presidentes, quatro secretários titulares e quatro secretários suplentes).

No caso de cargos em que haja apenas um candidato inscrito, a votação será por meio eletrônico.

Para a eleição dos integrantes da mesa, é exigida maioria de votos e presença da maioria dos senadores. “Deve ser assegurada, tanto quanto possível, a participação proporcional das representações partidárias ou dos blocos parlamentares com atuação na Casa”, informa o Senado.

Câmara

A um dia da eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, três candidatos tinham oficializado a intenção de disputar a presidência da Casa: Hugo Motta (Republicanos-PB), Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Marcel van Hattem (Novo-RS).

O prazo para formalização das candidaturas termina às 13h30 deste sábado. Para a formalização dos blocos parlamentares, o prazo vai até as 9h do mesmo dia. Duas horas depois, às 11h, está prevista uma reunião de líderes, para a escolha dos membros da Mesa Diretora.

A inauguração da nova sessão legislativa será em sessão conjunta do Congresso Nacional, prevista para as 15h. Já a primeira sessão preparatória, em que se elegerá o novo presidente, será no plenário e deve começar às 16h.

Assim como no Senado, na Câmara, o vencedor precisará obter maioria absoluta dos votos (257) para ser eleito em primeiro turno. Caso haja necessidade de segundo turno, bastará que o candidato seja o mais votado para, enfim, definir quem ocupará a cadeira da presidência pelos próximos dois anos.

Os partidos poderão formar blocos, caso pretendam aumentar sua representatividade e participação na distribuição das presidências de comissões e da Mesa Diretora. O mandato terá duração de quatro anos para as comissões e de dois anos para a Mesa Diretora.



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Calor e seca impactam produção de brássicas



A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas




Foto: Pixabay

A produção de brássicas – como couve-flor, repolho verde, repolho roxo e brócolis – está sendo afetada pela falta de chuvas e pelo calor excessivo nas últimas semanas na região de Linha Nova, Lajeado (RS). De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o clima adverso reduziu o tamanho e a qualidade dos produtos, além de aumentar a incidência de pragas como pulgões e lagartas, ameaçando ainda mais a produtividade.

A seca comprometeu especialmente as mudas recém-transplantadas, com muitos agricultores relatando perdas significativas. Para amenizar os impactos, especialistas recomendam a irrigação localizada e o manejo adequado do solo para reter a umidade. No entanto, a regularização das chuvas nas próximas semanas será essencial para a recuperação das lavouras.

Apesar das dificuldades no campo, o abastecimento de brássicas na Ceasa segue relativamente estável. No entanto, há relatos de redução nos preços e no volume comercializado de alguns produtos, refletindo os desafios enfrentados pelos produtores. A expectativa do setor é de que as condições climáticas melhorem nas próximas semanas para evitar novas perdas e garantir a retomada da produtividade.





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afinal, qual o nome correto?



Durante uma edição do programa É de Casa, na Rede Globo, o nome da castanha gerou um debate que repercutiu nas redes sociais. O ator manauara Adanilo, ao preparar uma tradicional tapioca caboquinha, prato típico da região, referiu-se ao ingrediente como “castanha-da-amazônia”. A apresentadora Talitha Morete, por sua vez, mencionou que, no Sudeste, ela é conhecida como “castanha-do-pará”. A discussão se intensificou com a participação de internautas e figuras públicas, como a ex-BBB paraense Alane Dias, que defendeu a denominação “castanha-do-pará”. Mas, afinal, quem está certo nessa história?

Um artigo publicado por três pesquisadoras da Embrapa ajuda a entender melhor o porquê de tantas deminações. Patricia da Costa, da Embrapa Meio Ambiente, Lúcia Helena de Oliveira Wadt, da Embrapa Rondônia, e Kátia Emídio da Silva, da Embrapa Amazônia Ocidental afirmam que o fruto da castanheira (Bertholletia excelsa Bonpl.) carrega uma diversidade de nomes que reflete questões históricas, culturais e econômicas. Portanto, não existe um termo “correto”.

No entanto, no mercado internacional e em normativas comerciais, como o decreto federal nº 51.209/1961, prevalece o nome “castanha-do-brasil” – alinhado ao termo inglês Brazil nut.

Historicamente, a denominação “castanha-do-pará” remonta ao período colonial, quando o porto de Belém, no Pará, era o principal centro de exportação do produto. Já a adoção de “castanha-do-brasil” na década de 1960 buscou padronizar a nomenclatura para reforçar a origem brasileira e facilitar a comercialização no exterior.

Por outro lado, o termo “castanha-da-amazônia” vem sendo defendido por pesquisadores e produtores para destacar sua ampla ocorrência na Amazônia brasileira e em países vizinhos como Bolívia, Peru e Colômbia. Segundo a pesquisadora Patricia da Costa, o estado do Amazonas lidera a produção nacional, mas desde 1998 a Bolívia superou o Brasil como maior exportador do produto.

A pesquisadora Kátia Emídio, da Embrapa Amazônia Ocidental, argumenta que o nome “castanha-da-amazônia” reflete melhor a origem e abrangência do fruto. Anteriormente, já houve iniciativas de alteração e padronização do nome “castanha-da-amazônia”. Durante a Terceira Convenção Mundial de Frutos Secos comercial, promovida em Manaus, em 1992, com a participação de mais de 300 empresários, convencionou-se adotar o nome que reforça a origem amazônica do produto. No entanto, a força do nome “castanha-do-brasil” no mercado internacional impediu a mudança de se consolidar.

Iniciativas para adotar essa denominação ganharam força em eventos como a Convenção Mundial de Frutos Secos, em 1992, e no projeto de lei nº 913/2024, apresentado na Assembleia Legislativa do Amazonas.

A pesquisadora Lúcia Wadt da Embrapa Rondônia (Porto Velho, RO), em parceria com o Observatório da Castanha-da-Amazônia (OCA) e com o apoio do projeto NewCast – Novas soluções tecnológicas e ferramentas para agregação de valor à cadeia produtiva da castanha-da-amazônia, está conduzindo uma revisão das normativas relacionadas à nomenclatura e aos padrões de qualidade da castanha.

Em consulta recente com agentes da cadeia produtiva, o nome “castanha-do-brasil” foi o mais votado para a padronização comercial. “Essa discussão foi difícil e complexa porque existe um sentimento e uma percepção de que ‘castanha-da-amazônia’ é o nome mais inclusivo. No entanto, quando se analisa mundialmente a identidade da nossa castanha, o nome ‘castanha-do-brasil’ se destaca por estar consolidado internacionalmente como Brazil nut. Há um receio de que a mudança para ‘castanha-da-amazônia’ – que no inglês seria Amazon nut – possa gerar confusão entre os consumidores. De fato, essa questão permanece sem resolução”, afirma Lúcia Wadt.

Independentemente da nomenclatura, a castanha produzida na Amazônia é um patrimônio da sociobiodiversidade. Além de ser uma importante fonte de renda para comunidades amazônicas, ela carrega significados culturais, históricos e econômicos. E é isso que realmente importa, seja lá o nome pelo qual a castanha for chamada.



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Boi gordo cai R$2,00/@ em São Paulo





Foto: Sheila Flores

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta sexta-feira (31), o mercado do boi gordo registrou queda nos preços em São Paulo, enquanto outras regiões, como Rio Grande do Sul e Maranhão, mantiveram estabilidade. Segundo levantamento do setor, a oferta de gado está razoável, com maior disponibilidade de fêmeas, mas o escoamento da carne segue fraco.

Nas praças paulistas, a arroba do boi gordo recuou R$2,00, sendo negociada a R$325,00. A vaca teve a maior desvalorização, com queda de R$5,00/@, cotada a R$298,00. Já a novilha caiu R$3,00/@, ficando em R$312,00.

O “boi China”, categoria de animais aptos à exportação para o país asiático, também registrou queda de R$3,00/@, sendo negociado a R$322,00/@, com um ágio de R$7,00/@.

  • Noroeste do Paraná: Oferta de gado segue baixa, com a arroba do boi gordo a R$320,00, a vaca a R$290,00 e a novilha a R$312,00. O “boi China” subiu R$2,00/@, cotado a R$322,00/@.
  • Rio Grande do Sul: A exportação de carne e bovinos vivos sustenta os preços. No Oeste, o boi gordo é negociado a R$11,00/kg, a vaca a R$10,65/kg e a novilha a R$11,15/kg. Em Pelotas, os preços variam entre R$10,06 e R$11,05/kg.
  • Maranhão (Oeste): O mercado segue estável, com o boi gordo a R$295,00/@, a vaca a R$270,00/@ e a novilha a R$272,00/@.


A expectativa é que os preços variem nos próximos dias conforme a demanda e as condições do mercado internacional.





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fevereiro inicia com clima intenso; veja previsão



Fevereiro dá às boas-vindas com pancadas de chuva quase generalizadas. Risco de temporais no Centro-Oeste e no Sudeste trazem alerta. Confira:

Sul

Não chove no centro-sul e oeste do Rio Grande do Sul, com o calor sendo destaque na região das Missões. Sol e pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em Santa Catarina e no Paraná. A temperatura fica mais amena no leste e litoral paranaense.

Sudeste

Primeiro dia do novo mês com alerta em todo o Sudeste. Pancadas fortes em São Paulo, o que traz temperaturas mais amenas para a capital. Chuva a qualquer hora no Rio de Janeiro, no centro-sul e Triângulo de Minas Gerais e no Espírito Santo. Risco de temporais localizados.

Centro-Oeste

Tempo instável em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. Chove a qualquer momento com risco alto de temporais. Chuva em forma de pancadas mais isoladas no oeste e sul de Mato Grosso do Sul. Chance de temporais com raios em Campo Grande.

Nordeste

Tempo continua instável entre Maranhão, Piauí e oeste da Bahia com risco alto de pancadas fortes de chuva. Sábado com mais sol e pouca chuva na costa leste da Região.

Norte

Tempo firme no norte de Roraima e chuva forte nas demais áreas. A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul ainda mantém o tempo mais fechado e chuvoso no Tocantins, sul do Pará e do Amazonas.



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Comercialização de arroz enfrenta dificuldades, indústrias reajustam ofertas



Produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024




Foto: Divulgação

Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul continuam apresentando oscilações dentro de uma faixa estreita, conforme apontam os mais recentes levantamentos do Cepea. A instabilidade no mercado tem gerado uma espécie de “queda de braço” entre produtores e compradores, resultando em baixa liquidez nas transações realizadas na semana passada.

De acordo com o boletim informativo do Cepea, muitos produtores têm buscado vender os estoques da safra de 2024, na tentativa de aliviar a pressão sobre os volumes produzidos. No entanto, compradores estão adotando uma postura mais cautelosa, preferindo adquirir apenas pequenos lotes, com foco na reposição de estoques. Esses compradores, além disso, têm tentado negociar condições mais flexíveis, com prazos de pagamento mais alongados.

A restrição de vendedores, no entanto, levou algumas indústrias a ajustar suas ofertas de compra para garantir o cereal necessário para a produção. Esses movimentos no mercado revelam um cenário de tensões entre as partes envolvidas, que ainda buscam estabilizar o comércio do produto no Estado.





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Balanço da Conab aponta crescimento de 70% nas vendas do ProVB em 2024


As vendas de milho para pequenos criadores por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB) da Conab chegaram a 111,9 mil de toneladas no último ano, um crescimento de 70% se comparado com o volume registrado em 2023, quando foram comercializadas 65,9 mil toneladas. É o melhor resultado dos últimos quatro anos. Os dados estão no balanço do Programa elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O crescimento nas vendas se deu principalmente pelo aumento no número de clientes do Programa. Em 2024, foram atendidos pelo ProVB 11.886 criadores e criadoras, em um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior.

“O ProVB fornece alimentação animal para pequenos criadores da agricultura familiar inseridos nas cadeias de produção de carnes, leite e ovos. Para alcançar estes resultados, buscamos nos aproximar mais dos criadores, realizando parcerias com os municípios para ampliar os pontos de venda e facilitar o acesso”, reforça o diretor de Operações e Abastecimento da Conab, Arnoldo de Campos. O diretor destaca a importância do ProVB como um programa que fortalece a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, contribui com a produção de alimentos estratégicos para a cesta básica dos brasileiros. 

Para este ano, a tendência é que os atendimentos continuem crescendo. A expectativa da Companhia é que sejam comercializadas 131,4 mil toneladas de milho. Se confirmado o resultado, a elevação será de 17%. “A compra do milho no Programa possibilita para os criadores o acesso ao milho a preços competitivos e de forma regular. Isso contribui para o desenvolvimento de um dos mais representativos segmentos da economia nacional, além de gerar renda e empregos, sobretudo nas áreas rurais. Em 2025 devemos promover novos aperfeiçoamentos no ProVB. Estamos trabalhando para ampliar ainda mais a cobertura, com mais pontos de venda, o número de clientes e também os produtos vendidos”, pondera o diretor da Companhia.

Bons resultados – Dentre os estados, destaque para o crescimento de vendas no Piauí, saindo de 9,85 mil toneladas para 19,46 mil toneladas, uma alta de 98%. Com este resultado, o estado é o que registra o maior volume comercializado no último ano, passando o Ceará. “Em 2024, a Companhia buscou se aproximar de criadores de importantes regiões com a abertura de novos pontos de venda. Uma delas foi em São Raimundo Nonato, região do semiárido piauiense, onde tivemos recorde de venda já nas primeiras semanas de implantação. Outra cidade que recebeu um novo ponto foi Piripiri. Essas iniciativas, além de intensificarem a atuação da Conab no interior do estado, contribuíram para ampliar o atendimento com mais de 700 novos clientes cadastrados”, ressalta o superintendente da Companhia no Piauí, Danilo Viana.

As vendas no Rio Grande do Norte também apresentaram uma elevação expressiva saindo de 9,72 mil toneladas para 17,42 mil toneladas, alta de 79%. O desempenho coloca o estado potiguar como o segundo maior em volume vendido no país. Esse aumento é reflexo do Projeto Conab Itinerante, desenvolvido pela Superintendência da estatal no Rio Grande do Norte. “Em 2024 participamos em quase todas as feiras agropecuárias e a Conab inovou levando o milho para ser comercializado. Então, os agricultores e as agricultoras que participavam do evento tinham a oportunidade de se cadastrar no Programa e já na feira adquirir o cereal e levar o produto para sua propriedade”, explica o superintendente da Companhia no Rio Grande do Norte, Sebastião José de Arruda. “Isso contribuiu para ampliar nossas vendas em 2024. São medidas como essa, de desburocratização do serviço público, que nos aproximam do nosso público, levando o que a gente tem de melhor no atendimento e na execução das políticas públicas”, avalia Arruda.

Outros dois estados que se destacaram nas vendas no ano passado, com a maior elevação em percentual, foram Bahia e São Paulo. Os criadores baianos compraram cerca de 11,54 mil toneladas de milho na Conab, acréscimo de 393% na comparação com a comercialização registrada em 2023. Já no estado paulista a alta foi de 232%, saindo de 37,19 toneladas vendidas em 2023 para 123,34 toneladas no ano passado.

ProVB em 2025 – Nesta sexta-feira (3) foi publicada a Portaria Interministerial MAPA/MF/MDA nº 21/2024, que estabelece os limites orçamentários para a comercialização do cereal por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que permite a retomada das vendas do produto pela estatal. O documento autoriza a Conab a comprar até 50 mil toneladas do grão, por meio de leilão público, para atender o Programa, e estipula o limite de até R$ 144,2 milhões para a equalização de preços na venda do milho, nas operações do ProVB.





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