segunda-feira, julho 6, 2026

Agro

News

fique por dentro da previsão do tempo para hoje



Onda de calor sobre o Sul e o Centro-Oeste e continuidade da chuva no Sudeste. Veja a previsão desta terça-feira para as cinco regiões do país:

Sul

A onda de calor que afeta a área central e oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná deve continuar. Contudo, uma nova frente fria se aproxima do oceano à altura do território gaúcho e o direcionamento dos ventos sobre a costa pode causar episódios de pancadas isoladas no extremo sul do estado.

Sudeste

Mesmo com o enfraquecimento da Zona de Convergência do Atlântico Sul, a atmosfera segue instável e com disponibilidade de umidade, o que por sua vez deve contribuir para que as instabilidades continuem atuando sobre São Paulo, oeste e sul de Minas Gerais. Entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, condição para pancadas isoladas no período da tarde, mas que podem vir fortes e com raios.

Centro-Oeste

A onda de calor segue afetando o sudoeste, oeste e sul de Mato Grosso do Sul. Nessas áreas, as temperaturas podem superar os 40°C ao longo do dia. Em paralelo, o escoamento de ventos em altitude deve manter as instabilidades sobre Mato Grosso, norte e leste de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. Expectativa de temporais ganhando força na parte da tarde.

Nordeste

A aproximação do Vórtice ciclônico de altos níveis (VCAN) sobre a costa leste deve impedir a formação de nuvens bem desenvolvidas, mas a entrada de ventos marítimos pode estimular a ocorrência de chuvas isoladas ao longo do dia entre Salvador, na Bahia, e Natal, no Rio Grande do Norte. Na costa norte, o posicionamento da Zona de Convergência Intertropical deve continuar mantendo chuvas na região.

Norte

As instabilidades seguem ganhando força sobre a região, reforçadas pela atuação de sistemas meteorológicos em níveis médios da atmosfera. Temporais seguem se espalhando sobre todos os estados da região, com destaque para Amazonas, Rondônia e Acre, que podem contar com eventos mais significativos de chuva forte e volumes mais elevados.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Bactéria pode degradar “químicos eternos”



Além do PFOS, a bactéria degradou 58% do ácido carboxílico fluorotelómero 5:3



O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal
O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal – Foto: Pixabay

Uma equipe de cientistas identificou uma estirpe bacteriana capaz de degradar substâncias perfluoroalquílicas e polifluoroalquílicas (PFAS), conhecidas como “químicos eternos” devido à sua alta persistência no meio ambiente. A pesquisa, conduzida pela Universidade Católica Portuguesa em colaboração com a Universidade de Buffalo (EUA), revelou que a bactéria Labrys portucalensis F11 (F11) conseguiu metabolizar mais de 90% do ácido perfluorooctanosulfónico (PFOS) em 100 dias.  

O F11 foi isolado do solo de um local industrial contaminado em Portugal e já havia demonstrado a capacidade de remover flúor de contaminantes farmacêuticos, mas nunca havia sido testado contra PFAS. No estudo, os pesquisadores incubaram a bactéria em frascos selados contendo apenas 10.000 microgramas por litro de PFAS como fonte de carbono. Após até 194 dias, as análises indicaram a degradação das substâncias, evidenciada pelo aumento nos níveis de íons flúor, um sinal de que a bactéria separou o flúor do carbono dos compostos.  

Além do PFOS, a bactéria degradou 58% do ácido carboxílico fluorotelómero 5:3 e 21% do sulfonato fluorotelómero 6:2. Segundo a pesquisadora Diana Aga, da Universidade de Buffalo, a ligação carbono-flúor dos PFAS é extremamente forte, tornando sua degradação um desafio. No entanto, o F11 demonstrou a habilidade de romper essa estrutura e consumir o carbono liberado.  

Embora o processo ainda seja lento – levando pelo menos 100 dias –, os cientistas acreditam que a bactéria poderá, no futuro, ser utilizada para descontaminar água e solos poluídos por PFAS. Para isso, pode ser necessário criar condições específicas de crescimento, como em lamas ativadas a 100°C, permitindo sua aplicação em larga escala.

 





Source link

News

Nova tecnologia para medir permeabilidade do solo otimiza uso da água na agricultura



Pesquisadores da Embrapa Solos (RJ), em parceria com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e a empresa Falker Automação Agrícola, desenvolveram o SoloFlux, primeiro permeâmetro digital automatizado com tecnologia 100% nacional. O equipamento mede a condutividade hidráulica do solo saturado, fornecendo dados precisos sobre a infiltração e movimentação da água no solo.

O SoloFlux representa um avanço em relação aos equipamentos analógicos importados, que exigem operadores altamente especializados e medições manuais a cada poucos minutos. Com essa nova tecnologia, a captura, transmissão e leitura de dados são realizadas automaticamente, permitindo o monitoramento remoto via aplicativo e sistema web, com armazenamento em nuvem e conectividade por USB e Bluetooth.

Benefícios na gestão hídrica e ambiental

A medição da permeabilidade da água no solo é essencial para o manejo agrícola eficiente e a elaboração de projetos de infraestrutura, como sistemas de irrigação, recarga de aquíferos e locais de risco de contaminação por agrotóxicos. O SoloFlux também tem aplicações em estudos ambientais, ajudando a prever impactos da escassez hídrica e períodos de chuvas intensas.

O pesquisador Wenceslau Teixeira, da Embrapa Solos, destaca que o equipamento traz maior acessibilidade e praticidade ao campo. “Com a automação da medição, o operador pode se dedicar a outras atividades, aumentando a eficiência do trabalho em campo”, afirma.

Além da agilidade operacional, o SoloFlux possibilita a análise de múltiplos pontos em um curto período, tornando viável o estudo detalhado de áreas com grande variabilidade de solo. O pesquisador Geraldo Cernicchiaro, do CBPF, ressalta que essa eficiência torna a ferramenta essencial para projetos agrícolas e ambientais que dependem da dinâmica da água no solo.

Tecnologia nacional e potencial de mercado

O SoloFlux surgiu a partir de um projeto de recarga de aquíferos em São Luís (MA). A equipe de pesquisadores identificou a necessidade de um equipamento mais prático e preciso, levando ao desenvolvimento do protótipo inicial, que passou por testes em canaviais de São Paulo. A tecnologia chamou a atenção da Falker Automação Agrícola, que firmou a parceria para viabilizar a produção e comercialização do equipamento.

Marcio Albuquerque, CEO da Falker, destaca a importância da parceria entre pesquisa e mercado para a inovação tecnológica. “A colaboração entre o setor público e privado permitiu a criação de um equipamento acessível e funcional, beneficiando toda a cadeia produtiva”, afirma.

O SoloFlux já está disponível para compra no site da Falker e inclui uma mochila portátil, facilitando o transporte e o uso no campo.

Expansão no Brasil e no exterior

O potencial de uso do SoloFlux se estende para diversos setores agrícolas e ambientais. Entre suas aplicações, estão estudos de lixiviação de nutrientes e agrotóxicos, modelagem de ciclos biogeoquímicos, previsão meteorológica e análise da recarga de aquíferos e drenagem urbana.

A tecnologia também atende à crescente demanda da agricultura de precisão, auxiliando no dimensionamento de sistemas de irrigação e drenagem, além da escolha de locais para instalação de lagoas, aterros sanitários e depósitos de resíduos. O equipamento já possui licenciamento para comercialização em 16 países, especialmente em regiões que praticam agricultura irrigada.

Desafios do desenvolvimento e impacto na inovação

O desenvolvimento do SoloFlux exigiu a integração de conhecimentos em física, engenharia e agronomia, além da adaptação da tecnologia para um produto viável comercialmente. O sucesso do projeto foi possível graças à parceria entre a Embrapa Solos, CBPF e Falker, que possibilitou a transferência da inovação para o mercado.

Para os pesquisadores, a criação do SoloFlux reforça a importância do investimento em pesquisa aplicada e inovação tecnológica, garantindo soluções eficientes para o manejo da água no solo e ampliando as oportunidades para o agronegócio brasileiro e global.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

União Europeia perde 5,3 milhões de explorações agrícolas


A União Europeia perdeu 5,3 milhões de explorações agrícolas entre 2005 e 2020, segundo dados do Eurostat. Em 2020, o bloco contava com pouco mais de 9 milhões de explorações, refletindo um processo de concentração de terras. A Romênia liderou essa redução, perdendo cerca de 1,4 milhão de propriedades no período, mas ainda mantém o maior número de explorações agrícolas na UE, com 2,9 milhões, mais que o dobro das 1,3 milhões registradas na Polônia.  

A estrutura fundiária europeia evidencia uma grande desigualdade. Quase dois terços das explorações possuem até 5 hectares, enquanto propriedades com 50 hectares ou mais representam apenas 7,5% do total, mas ocupam 68,2% da superfície agrícola utilizada (SAU). Na Romênia, 90% das explorações são pequenas, mas apenas 0,9% das propriedades maiores cultivam mais da metade da SAU do país. Portugal segue um padrão semelhante, com 73,4% das suas explorações abaixo de 5 hectares, enquanto países como França, Alemanha e Dinamarca possuem mais propriedades acima de 50 hectares.  

A produção agrícola da União Europeia também se concentra em poucos países. Em 2020, mais de 60% da produção padrão do bloco veio de Itália (18,1%), França (17,2%), Alemanha (12,6%) e Espanha (12,2%). Apesar de possuir um terço das explorações agrícolas da UE, a Romênia responde por apenas 3,3% da produção total, demonstrando o impacto da fragmentação das suas propriedades no desempenho do setor.  

A tendência de concentração de terras e redução do número de pequenas explorações levanta desafios para a sustentabilidade da agricultura europeia, reforçando a necessidade de políticas que equilibrem eficiência produtiva e preservação das atividades rurais tradicionais.

 





Source link

News

Decreto dá à Funai poder de polícia para proteger terras indígenas



A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) passa, agora, a ter poder policial para proteger as terras indígenas. Em decreto publicado nesta segunda-feira (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva regulamenta o uso dessa força pela instituição.

A publicação atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado.

Em 2020, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) havia entrado com uma ação contra o poder público, por causa da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia. Na ação, foram propostas medidas de proteção às comunidades e aos territórios.

Agora, segundo o decreto, a Funai deve usar o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras.

Os agentes da Fundação devem combater ataques ao patrimônio cultural, material e imaterial, além de coibir construções ilegais e atividades de exploração exercidas por outras pessoas dentro das terras indígenas e em desacordo com a lei.

Os alvos da força policial da Funai incluem:

  • Quem tentar remover indevidamente os indígenas de suas próprias terras;
  • Quem usar de forma inadequada a imagem dos indígenas ou das comunidades, sem a devida autorização; e
  • Quem atacar ou descaracterizar as placas e marcos que delimitam os territórios

Retirada obrigatória de ocupantes

A Funai pode restringir o acesso às terras indígenas, expedir certificado de medida cautelar e determinar a retirada obrigatória de ocupantes, além de destruir, inutilizar, apreender bens ou instalações usadas nas infrações.

A instituição também pode solicitar aos órgãos de segurança pública, especialmente à Polícia Federal (PF) e às Forças Armadas, cooperação para proteger as comunidades.

A execução de todas essas medidas depende agora das atribuições das carreiras dentro da Funai.



Source link

News

Projeção para PIB de 2024 é de alta de 3,5%, diz governo



O deputado federal e primeiro-secretário da Câmara, Carlos Veras (PT-PE), fez no período da tarde desta segunda-feira (3), a leitura da mensagem do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao Congresso na abertura dos trabalhos legislativos durante sessão solene. Na carta, o chefe do Executivo ressaltou o crescimento do Brasil desde 2023 e destacou que a projeção atual aponta para um PIB de 3,5% em 2024.

“A economia cresce mais, com mais investimentos, consumo, exportações e inovação. A indústria e o agronegócio estão mais fortes. A produtividade aumentou e o desemprego caiu”, diz a mensagem.

Crescimento em dobro do PIB

Lula destaca ainda que, em 2023, o PIB aumentou 3,2% e em 2024 a projeção aponta para 3,5%. “Em média, o Brasil terá crescido, nesses dois anos, mais do que o dobro da média do período 2019-2022”, completa a mensagem.

Em relação ao mercado de trabalho, o chefe do Executivo reiterou que o mercado formal tem crescimento em todos os setores e estados. Em 2023 e 2024, disse, o saldo irá superar três milhões de novos empregos. Segundo Lula, o salário mínimo voltou a ter ganhos reais e continuará subindo acima da inflação.

Lula destacou ainda que nos últimos dois anos o país conquistou os melhores resultados no comércio exterior na história, com um fluxo de entrada de investimentos estrangeiros em US$ 133 bilhões no biênio.

O presidente também citou que, em 2024, o programa Bolsa Família fez a maior transferência da história, de R$ 170,4 bilhões. Ele disse ainda que nos últimos dois anos 24,4 milhões de brasileiros ficaram “livres da fome”.

Recursos do PAC

Na mensagem, Lula deu destaque também ao novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que destinou recursos para investimento em infraestrutura cultura, e ao lançamento do Programa Nova Indústria Brasil (NIB), que reafirmou o compromisso do governo com a revitalização da indústria naval.

“A NIB impulsiona o desenvolvimento do país com medidas direcionadas a setores estratégicos, promovendo a inovação, a sustentabilidade e a competitividade, em uma parceria entre o Governo Federal e o setor produtivo. Ao mesmo tempo em que investe em produtividade e na transformação digital, o Programa redefine o papel do Brasil no comércio global”, diz a carta.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Esperar não é a solução


De acordo com a TF Agroeconômica, a melhor estratégia para os produtores de soja é vender gradualmente, evitando acumular estoques e pressionar ainda mais os preços. A recomendação é não apostar toda a produção em um único momento, pois isso representa um risco elevado. Em um cenário de baixa previsibilidade para altas futuras, especular com apenas 10% da safra pode ser uma alternativa. Além disso, é fundamental evitar vendas na colheita ou em momentos de grande necessidade financeira, pois essas são as piores ocasiões para negociar.  

No mercado internacional, tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Canadá e à China estão derrubando os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT), sinalizando quedas no curto, médio e longo prazo. No Brasil, o preço da saca caiu R$ 15,59 nos últimos 30 dias, refletindo as projeções de safra acima de 170 milhões de toneladas feitas por consultorias. Mesmo com revisões da Conab (166 MT) e do USDA (169 MT), a produção ainda será 12,4% e 14,4% maior que a safra anterior, garantindo oferta suficiente para atender ao aumento da demanda por esmagamento e exportação.  

Entre os fatores de alta, destaca-se o aumento no preço do óleo de soja, impulsionado pela imposição de tarifas ao óleo de canola canadense nos EUA, tornando a soja uma alternativa viável. Além disso, condições climáticas adversas na Argentina e atrasos na colheita no Brasil contribuem para incertezas no mercado. No entanto, entre os fatores de baixa, estão as tarifas sobre importações de soja de México e Canadá pelos EUA, além das estimativas de produção brasileira ainda elevadas, que podem manter a oferta abundante e dificultar a recuperação dos preços.  

“Se quiser especular, esperando altas significativas lá na frente (que, sinceramente não vemos nenhuma chance neste ano, a menos que haja algum fator totalmente imprevisível hoje) use apenas 10% do que produzir. E nunca, jamais, venda na colheita ou, pior ainda, na semana em que tiver que pagar compromissos: são os piores momentos”, conclui a TF.

 





Source link

News

Saiba as cotações da soja neste início de semana



Conforme informações da Safras & Mercado desta segunda-feira (3), a semana iniciou com volatilidade no mercado da soja, especialmente na Bolsa de Chicago. No fechamento, o dólar caiu e a CBOT subiu. Isso trouxe suporte positivo a algumas praças de comercialização do Brasil, especialmente nos portos.

Houve registro de negócios para a indústria e para exportação. Nos portos, pequenos volumes no spot, uma vez que a janela de embarque é curta e grande parte do que é embarcado agora faz parte de negócios realizados anteriormente.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Missões (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 138,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 121,50 para R$ 124,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 130,50 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 113,00 para R$ 111,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos, revertendo as perdas iniciais. O mercado iniciou o dia sob pressão, após o governo Trump ter confirmado tarifas de 25% ao México e ao Canadá e de 10% para a China.

A mudança de direção se deu após os governos dos Estados Unidos e do México terem acertado o adiamento em um mês para o início da cobrança da taxa. O anúncio mudou o humor do mercado. Ainda sobre as tarifas, o fato da China não ter anunciado retaliações de forma imediata ajudou a sustentar as cotações.

O clima na América do Sul foi outro fator de sustentação. Os boletins indicam a continuidade das temperaturas elevadas e de poucas chuvas na Argentina e no Rio Grande do Sul, com prejuízo ao potencial produtivo. Já no Mato Grosso, a preocupação é com o excesso de precipitações, atrasando a colheita.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar ou 1,55% a US$ 10,58 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,72 3/4 por bushel, com ganho de 15,25 centavos, ou 1,44%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 2,60 ou 0,86% a US$ 303,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,51 centavos de dólar, com alta de 0,40 centavo ou 0,86%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,34%, sendo negociado a R$ 5,8154 para venda e a R$ 5,8134 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8109 e a máxima de R$ 5,9044.



Source link

News

confira os preços neste início de semana



O mercado físico do boi gordo abriu a semana apresentando acomodação em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por tentativas de compra abaixo da referência média, com expectativa em torno da entrada dos salários na economia que pode reaquecer o mercado.

“As escalas de abate no geral estão apertadas, entre cinco e sete dias úteis na média nacional. As exportações seguem no radar, com imposições tarifárias dos Estados Unidos em relação a outros países, podendo gerar efeito positivo sobre as vendas brasileiras”, considera.

Preços médios do boi gordo (a prazo)

  • São Paulo: R$ 324,83
  • Goiás: R$ 306,25
  • Minas Gerais: R$ 314,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,39
  • Mato Grosso: R$ 322,01

Mercado atacadista

O mercado atacadista abre a semana com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, a entrada dos salários na economia é uma variável importante a ser considerada, podendo resultar em alguma elevação dos preços, em especial dos cortes do dianteiro e da ponta de agulha, mais demandados nessa época do ano.

“Grande parcela da população prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis durante o primeiro bimestre, considerando despesas tradicionais inerentes ao período, como IPTU, IPVA, compra de material escolar, entre outros”, disse o analista.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,34%, sendo negociado a R$ 5,8154 para venda e a R$ 5,8134 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8109 e a máxima de R$ 5,9044.



Source link

News

Nova raça de ovinos pesa até 70kg e não perde peso na seca: conheça o soinga



O registro de uma nova raça de ovinos foi autorizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) após 15 anos de solicitações de homologação.

Predominantemente criados no Nordeste brasileiro, os animais eram considerados um ecotipo, ou seja, variante genética de uma espécie adaptada a determinada região geográfica. Contudo, agora são oficialmente ovinos soinga.

Conforme o relatório gerado para o processo de homologação da raça, publicado no Diário Oficial da União em janeiro, ao todo, são 40 criadores no Rio Grande do Norte que gerenciam um rebanho de mais de quatro mil cabeças entre machos e fêmeas, jovens e adultos.

A região do estado que registra o número mais expressivo de criadores e de ovinos soinga é a oeste. A a superintendente de Registro Genealógico da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Magali Moura, relata que a raça está difundida, também, pela Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco.

De acordo com ela, foi em Pernambuco que a raça soinga foi originada, mais especificamente na Fazenda Xique-Xique, na cidade de Ingazeira, partindo do cruzamento das raças somalis brasileiro, morada nova e bergamácia brasileira.

De acordo com Magali, até a homologação pelo Mapa, diversas etapas foram cumpridas. Todo o processo começou em 2008, quando a primeira solicitação à pasta foi feita e indeferida.

“Em 2018 nós tentamos novamente, mas também não conseguimos. Eles pediram mais dados e agora, com mapeamento genético e o trabalho com genômica, se conseguiu mais estudos em cima desse grupo e com esses novos dados de produção e também a genômica a gente conseguiu que eles verificassem quem são estes indivíduos e com esse volume de animais que já temos dentro da raça, o ministério aceitou”, relata.

Ovinos adaptáveis

Uma das responsáveis pelos dados encaminhados ao Mapa é a inspetora técnica da Arco e criadora de Soingas em Lagoa D´Anta (RN), Karoline Lopes. Ela conta que se apaixonou pela raça ao realizar o trabalho de campo e que agora pode ‘encher a boca’ e falar que soinga é uma raça.

Também criadora de Santa Inês e Morada Nova, Karoline destaca a aptidão da soinga de se adaptar a regiões com seca e também onde há maior incidência de chuvas.

“A gente teve uma seca bem ‘braba’ agora na fazenda e por incrível que pareça só quem não perdeu peso, quem pariu bem, quem criou os borreguinhos, foi a raça soinga. É uma raça muito apta para a região e ao longo do tempo a gente conseguiu formar um padrão. É um animal branco com a cabecinha preta e uma entradinha na área dos olhos, de médio porte”, relata a criadora.

Além de rústicos e adaptados à região semiárida do Nordeste brasileiro, os ovinos soinga possuem aptidão carniceira e de couro, além de alta habilidade materna.

Os machos adultos podem pesar de 40 a 70 quilos e as fêmeas de 40 a 60 quilos de peso vivo. Com a entrada da soinga, a Arco passa a ser detentora do registro genealógico de 32 raças.



Source link