domingo, julho 5, 2026

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Calor intenso deve persistir no Sul do Brasil


Uma onda de calor intensa deve atingir o Sul do Brasil a partir desta terça-feira (4), com temperaturas podendo ficar até 5ºC acima da média por um período de três a cinco dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para riscos potenciais à saúde em diversas regiões do Rio Grande do Sul.

As áreas mais afetadas incluem o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, região Metropolitana de Porto Alegre, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sudeste Rio-grandense. O calor excessivo pode gerar riscos à população, especialmente para grupos vulneráveis, como idosos e crianças.

Enquanto isso, outras regiões do Brasil devem enfrentar condições climáticas adversas. O Inmet alerta para tempestades no Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com chuvas que podem variar entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia. Os ventos também devem ser intensos, alcançando entre 60 km/h e 100 km/h.

Diante desse cenário, o instituto reforça a necessidade de precaução. Há risco de cortes de energia, queda de árvores e alagamentos. Recomenda-se evitar abrigo sob árvores durante as rajadas de vento, bem como estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Em caso de tempestades, também é indicado desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

No Nordeste, a previsão é de chuvas moderadas, com acumulados entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhados de ventos de 40 a 60 km/h. O risco de corte de energia, queda de galhos e alagamentos é considerado baixo.

Segundo o informativo meteorológico do Inmet, a previsão para os próximos dias também inclui pancadas de chuva intensas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste. No Sul, apesar dos volumes menores de chuva, as temperaturas devem permanecer elevadas.





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Bons negócios para a soja; veja as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja teve bons negócios nesta terça-feira (4), especialmente no setor doméstico. No entanto, os portos apresentaram menor movimento, com a janela de embarque sendo pequena. Em geral, as cotações subiram, embora ajustes negativos tenham ocorrido em alguns pontos, como no Porto de Rio Grande.

Para o mês de fevereiro, os negócios têm se concentrado mais na indústria. O recuo do dólar ajudou a conter maiores altas, mas os compradores domésticos continuam com boas ofertas no curto prazo.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço manteve-se em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 140,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,50 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 111,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 115,00 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 114,00 para R$ 115,00

Chicago

O mercado da soja também seguiu atento às questões internacionais. O foco foi na imposição de tarifas comerciais pelo novo governo Trump, com a posição de março encerrando no maior patamar desde o início de outubro.

Após um início de dia na defensiva devido a medidas de retaliação do governo chinês, o mercado se estabilizou com sinais de que ambos os lados estavam dispostos a negociar uma pausa nas tarifas, o que ajudou a acalmar os ânimos.

Além disso, o clima na América do Sul segue sendo monitorado, com preocupações na Argentina devido à seca prolongada, afetando o potencial produtivo. No Brasil, as previsões indicam pouca chuva no Sul e chuvas em excesso no Mato Grosso, prejudicando a colheita.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.



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Passarela da Soja será realizada em março no Oeste da Bahia



Dando sequência ao calendário de eventos do agronegócio, a ‘Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas’, teve data confirmada pela Fundação Bahia, entidade organizadora do evento, para o dia 8 de março, sábado, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

O evento é um dos mais aguardados pela cadeia produtiva agrícola regional e de todo o Matopiba, e acontecerá no Campo Experimental da Fundação Bahia.

Em sua última edição, realizada em 2024, a Passarela contou com público de mais de 1.500 pessoas, divididas entre produtores, técnicos de campo, agrônomos, pesquisadores, empresários, consultores, gerentes de fazenda, estudantes e outros profissionais ligados ao agro.

De acordo com a organização, para este ano, a expectativa é de superar os números da edição anterior.

“A Passarela é um marco no nosso calendário agrícola porque sempre contribui informando e levando conhecimento aos nossos produtores. Este ano não será diferente. Temas técnicos importantes no cenário nacional serão abordados, além de termos também demonstrações de inovação e tecnologia através de nossos parceiros”, conta o presidente da instituição e produtor, Ademar Marçal.

Passarela da inovação

A Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas contará com uma grande estrutura onde será ministrado o painel central e estarão presentes os estandes de empresas parceiras.

Um de seus diferenciais é a Vitrine Tecnológica, espaço dedicado à demonstração de cultivares em campo.

As culturas da soja – carro-chefe do Oeste baiano – e do milho, são os destaques do evento, seguidas por culturas de sucessão.

O nome dos palestrantes e a programação oficial do evento ainda não foram divulgados. O encontro voltado para a demonstração de tendências e inovação acontece no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), equipamento mantido pela Fundação BA.

O campo possui 140 hectares voltados para o desenvolvimento da agricultura regional e abriga áreas experimentais das mais diversas culturas.


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Rio Grande do Sul registra a maior temperatura desde o começo do século 20



A onda de calor que atua no Rio Grande do Sul – e também no Paraguai, norte e leste da Argentina e Uruguai – elevou ainda mais as temperaturas no estado nesta terça-feira (4).

No município de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, a temperatura chegou a 43,8 °C. Pelos registros históricos, essa é a maior temperatura já registrada no território gaúcho desde o começo do século 20, quando começaram as medições regulares pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O recorde anterior de maior temperatura no Rio Grande do Sul era de 42,9 °C, em Uruguaiana, no dia 27 de fevereiro de 2022. O novo recorde ainda precisa ser oficialmente validado pelo Inmet.

Calor também na capital

A tarde desta terça-feira também foi a mais quente do ano até agora em Porto Alegre, na capital do estado. A temperatura máxima atingiu 37,3 °C.

A sensação térmica às 16 horas, quando ocorreu a maior alta dos termômetros, era de 38 graus. O recorde anterior havia sido em 17 de janeiro, com 35,7 °C.



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Demanda interna por milho cresce e exportações diminuem quase 30%



Em 2023, o Brasil foi o país que mais exportou milho no mundo, com 55,9 milhões de toneladas, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Naquele ano, a produção nacional foi de, aproximadamente, 125 milhões de toneladas.

Já em 2024, foram 39,8 milhões de toneladas embarcadas, queda de 28,8% nas vendas em comparação ao ano anterior, em uma safra de 115 milhões de toneladas.

No entanto, conforme o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o decréscimo de comercialização internacional do cereal não se deve ao ciclo menor, mas à demanda interna.

De acordo com ele, o aumento de produção e embarques do complexo carne brasileiro (bovina, suína e de aves) aumentou a necessidade interna de milho, o que fez o Brasil racionalizar as vendas.

A respeito da proteína bovina, por exemplo, o país registrou recordes sucessivos mês a mês em 2024. Com isso, foram 2,89 milhões de toneladas vendidas internacionalmente, incremento de 26% ante 2023.

“Outro fator são as usinas de etanol, que já demandam cerca de 25 milhões de toneladas de milho para esmagamento para a produção de biocombustível”.



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Milho cai, trigo sobe e soja oscila


A soja apresentou leve oscilação nos mercados internacionais nesta segunda-feira, com o contrato de março na CBOT registrando uma queda de US$ 1,25, sendo negociado a US$ 1.057,00. O mercado reflete o adiamento, por pelo menos um mês, da imposição de tarifas de 25% sobre as importações do México e Canadá, decisão tomada pelos EUA. 

Entretanto, o impacto da medida foi atenuado pela queda no valor do óleo de soja, devido à possibilidade de o óleo de canola canadense continuar a ser importado. Além disso, a tensão entre EUA e China, com a ameaça de tarifas de até 15% sobre produtos norte-americanos, segue gerando pressão. No Brasil, a colheita da soja avança lentamente, com 8% da área já concluída, um progresso superior aos 3,2% da semana anterior, mas ainda abaixo dos 14% do ano passado, com Mato Grosso apresentando os maiores atrasos.

No milho, o cenário é de leve alta, com o contrato de março da CBOT subindo US$ 1,25, alcançando US$ 490,00. A expectativa positiva vem do adiamento das tarifas de 25% sobre as importações do México, principal comprador mundial de milho. Além disso, as condições climáticas adversas na Argentina e o atraso na safra de milho safrinha no Brasil influenciam o preço. A Conab reportou um avanço de 5,3% na semeadura da safrinha, um progresso inferior aos 19,8% registrados no ano passado. A primeira colheita da safra também está atrás, com 10,5% da área já colhida, comparado aos 13,8% em 2024.

No trigo, os preços caem nos mercados internacionais, com o contrato de março na CBOT registrando uma queda de US$ 3,75, negociado a US$ 563,00. A situação do trigo nos EUA melhora, com 50% da safra de inverno do Kansas sendo classificada como boa a excelente, superando as expectativas após os danos causados pela onda de frio recente. No entanto, os acordos comerciais com México e Canadá, principais compradores de trigo dos EUA, ajudam a limitar as perdas.





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Aprosoja Mato Grosso completa 20 anos; confira a trajetória



Nesta terça-feira (4), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) comemora 20 anos de atuação em defesa dos interesses dos produtores rurais do estado e do Brasil. A celebração será realizada nesta sexta-feira (7), na Abertura Nacional da Colheita da Soja, em Santa Carmem (MT). Para participar, acesse o link.

Com 32 núcleos regionais e mais de 8.900 associados, a associação tem se expandido e se fortalecido ao longo das duas décadas, sempre focando nas necessidades de seus membros e no crescimento do agronegócio mato-grossense.

O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destaca a importância da entidade para o setor. “Ao longo desses 20 anos, a Aprosoja MT se consolidou como uma referência no Brasil, promovendo avanços em áreas como logística, sustentabilidade e segurança jurídica. Nosso papel de defender os produtores, investir em inovação e contribuir para políticas públicas estratégicas tem sido essencial para o fortalecimento do agronegócio”, afirmou Beber.

A Aprosoja MT, criada com o objetivo de representar e defender os produtores de soja e milho de Mato Grosso, iniciou sua trajetória com desafios. O primeiro presidente da entidade, José Rogério Salles, relembra a importância da adesão dos produtores nas reuniões iniciais para formar uma associação forte, que logo se tornaria a principal voz do setor. Ao longo dos anos, a associação expandiu sua atuação e se tornou referência nacional, com influência política, contribuindo para o avanço do setor agrícola mato-grossense no Brasil e no exterior.

A associação também se destaca por sua atuação em sustentabilidade, tecnologia e inovação. O programa Soja Legal, por exemplo, foi criado para promover boas práticas agrícolas e preservar o meio ambiente, consolidando Mato Grosso como referência em produção sustentável.

A Aprosoja MT também criou os Centros Tecnológicos Aprosoja (CTECNO), que têm sido essenciais para melhorar a produtividade e rentabilidade das lavouras de soja e milho, oferecendo aos produtores oportunidades de capacitação e troca de experiências.

Além das questões agrícolas, a Aprosoja MT tem se empenhado em ações sociais que impactam a comunidade. Programas como o Agrosolidário já beneficiaram mais de 80 instituições, com doações de alimentos e apoio a projetos culturais e esportivos. O projeto Futuro em Campo, por sua vez, aproxima crianças e professores da realidade rural, conscientizando sobre a importância do agronegócio no Brasil.

Por fim, a associação também promove a campanha Armazém para Todos, que tem o compromisso de aumentar a capacidade de armazenagem nas propriedades rurais, é um exemplo do comprometimento da entidade com o fortalecimento da produção e a garantia de segurança alimentar.



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Cooxupé entra no mercado de soja e milho em sociedade com Agrobom



A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) anunciou oficialmente sua entrada no mercado de cereais, firmando sociedade com a Agrobom, empresa especializada na comercialização de grãos no Sul de Minas Gerais. Desta forma, a cooperativa amplia seus negócios para o recebimento, comercialização e exportação de soja e milho, fortalecendo sua presença no agronegócio brasileiro e global.

Com mais de 90 anos de história no cooperativismo e 67 anos atuando no setor cafeeiro, a Cooxupé já exporta café para 50 países em cinco continentes.

O jornalista Antônio Pétrin esteve em Guaxupé, no Sul de Minas, onde entrevistou produtores cooperados, o sócio-fundador da Agrobom, Paulo Castelli, e o vice-presidente da Cooxupé, Osvaldo Bachião, sobre essa novidade.

Sobre a Cooxupé

Com mais de 20 mil cooperados em 340 municípios, a cooperativa é a maior exportadora brasileira de café arábica – em 2023, comercializou 4,5 milhões de sacas, sendo 3,6 milhões exportadas – e atua no Sul e Cerrado de Minas, Média Mogiana (SP) e Matas de Minas. A Cooxupé possui o protocolo Gerações, alinhado às práticas sustentáveis da agenda ESG.

Sobre a Agrobom

Fundada em 2006, a Agrobom nasceu da necessidade de atender a crescente demanda de produtores da região Sul de Minas. A empresa expandiu sua atuação para exportação de cereais em 2007 e, hoje, atende mais de 60 municípios. Sua história está ligada à família Castelli, referência na produção de soja no Brasil.



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Com cinco mortes confirmadas, SP intensifica vacinação contra a febre amarela



Desde o ano passado, o governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Saúde, intensifica as ações de vigilância contra a febre amarela diante do aumento de casos da doença no estado de São Paulo.

Segundo o governo, nove casos foram confirmados em humanos, sendo um importado, além de cinco mortes. Quatro ocorrências têm como local provável de infecção o município de Socorro, dois ocorreram em Joanópolis, um em Tuiuti, um outro segue em investigação e, no caso importado, a contaminação aconteceu em Minas Gerais. Todos os pacientes não estavam vacinados.

“Estamos ampliando as ações para reforçar a importância da imunização, que é a principal forma de prevenção. A doença tem um comportamento sazonal e as ações de vigilância já vinham sendo intensificadas desde o final do ano passado”, explica Regiane de Paula, coordenadora da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD/SES).

Casos pelo país

O Ministério da Saúde emitiu um alerta recente informando que a febre amarela já foi detectada em quinze cidades brasileiras, provenientes em outros três estados: Minas Gerais, Roraima e Tocantins.

Tudo sobre a febre amarela:

Quais os sintomas da febre amarela?

  • Os sintomas iniciais da febre amarela são: início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga, e fraqueza.

Como a febre amarela é transmitida?

  • A febre amarela é transmitida por mosquitos infectados pelo vírus e apresenta dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, os principais vetores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes.
  • Os primatas não humanos atuam como hospedeiros amplificadores do vírus e também são vítimas da doença, assim como os seres humanos, que, nesse ciclo, são considerados hospedeiros acidentais. No ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo Aedes aegypti, caso esteja infectado. No entanto, não há registros de febre amarela urbana no Brasil desde 1940.

Onde tomar a vacina da febre amarela?

  • A vacina contra a febre amarela integra o calendário de vacinação e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado. A conscientização da população sobre a importância da imunização de rotina é uma medida essencial para prevenir casos graves e proteger a saúde.

Quem pode tomar a vacina da febre amarela?

  • Atualmente, a Secretaria de Estado da Saúde recomenda que todas as pessoas não imunizadas em São Paulo recebam a vacina. Vale lembrar que, desde 2020, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a febre amarela para crianças menores de 5 anos de idade em duas doses: a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos. Para pessoas a partir dos 5 anos, a vacina é dose única.

A vacina causa reações?

  • Assim como outros imunizantes, a vacina pode causar reações leves, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e dor muscular.

Quem tem alergia a ovo pode se imunizar?

  • Apenas os indivíduos com formas graves de alergia ao ovo, como urticária e reações anafiláticas, não devem receber as vacinas que possuem esse componente. É importante consultar um médico, pois só ele pode definir se há contraindicação à vacinação.

A vacina de febre amarela tem validade?

  • A vacina contra a febre amarela protege por toda a vida! Se tiver dúvidas sobre sua imunização ou não encontrar registro da vacinação, procure uma UBS para orientação.

Qual o tratamento da febre amarela?

  • O tratamento da febre amarela é apenas sintomático, com assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso. Nas formas graves da doença, o paciente deve ser atendido em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para reduzir as complicações e o risco de óbito. A automedicação deve ser evitada, já que o uso de medicamentos sem prescrição médica pode agravar a doença.

Para que serve o Certificado Internacional de febre amarela?

  • O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é o documento que comprova a vacina da febre amarela. Ele é necessário porque alguns países exigem a vacinação e comprovação para a entrada em seu território.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualiza regularmente em seu portal os países que exigem o documento. A validade do CIVP de febre amarela inicia-se 10 dias após a data de vacinação e se estende por toda a vida. Você só precisa tirá-lo apenas uma vez.

*Com informações da Agência de Notícias do Governo de São Paulo



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Trump e presidente da China devem conversar hoje, mas suspensão de tarifas não está confirmada



Assessor de comércio da Casa Branca, Peter Navarro confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá uma conversa telefônica com o presidente da China, Xi Jinping, nesta terça-feira (3). Questionado se os dois podem acertar uma pausa nas tarifas anunciadas no final de semana, como ocorreu com México e Canadá, Navarro se esquivou.: “Cabe ao chefe decidir”, respondeu, durante evento organizado pelo politico.

Navarro reforçou a mensagem do governo de que o país “não está em guerra comercial”, e sim em “guerra às drogas”.

Segundo ele, o objetivo é garantir a segurança das fronteiras e parar o fluxo de fentanil em direção aos EUA. “Estamos estudando os danos causados pelo déficit comercial de US$ 1 trilhão”, ressaltou.

O assessor disse ainda que os cartéis mexicanos estão avançando rapidamente no Canadá. De acordo com ele, tanto Canadá quanto México concordaram em “começar um diálogo” sobre a questão.

Sobre a possibilidade de uma tarifa universal a importações, Navarro disse que a opção ainda está na mesa.



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