domingo, julho 5, 2026

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Dólar cai pela 12ª vez e ata do Copom mantém cautela sobre juros; ouça análise de especialista


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a 12ª queda seguida do dólar, que fechou em R$ 5,77, e o tom mais duro do Copom na ata, mantendo cautela sobre os juros.

O Ibovespa caiu 0,65%, enquanto a frustração com o adiamento da conversa entre Trump e Xi Jinping pesou nos mercados.

Hoje, o foco está na PIM no Brasil e nos dados de emprego e PMI de serviços nos EUA e Europa.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Temporais e ventania de até 70 km/h marcam previsão do tempo para hoje



Os primeiros dias de fevereiro estão sendo marcados por clima intenso em boa parte do Brasil. Recorde de calor, tempestades e ventania têm feito parte do calendário climático das regiões brasileiras. Acompanhe o clima para hoje:

Sul

A formação de um sistema de baixa pressão favorece o retorno da chuva no interior do Rio Grande do Sul. A previsão é de temporais na região de Chuí, no extremo sul do estado. A chuva se concentra entre o fim da tarde e início da noite. Além disso, os ventos associados à formação dessa baixa pressão também são intensos, com velocidade de até 70 km por hora em todo o território gaúcho. Em Santa Catarina e no Paraná, as pancadas típicas da estação continuam à tarde, com mais força na região do Vale do Itajaí e na região metropolitana de Curitiba.

Sudeste

Nesta quarta-feira, a chuva continua concentrada sobre o estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e interior do Rio de Janeiro. São pancadas bem típicas da estação e acontecem à tarde, acompanhadas por raios, trovoadas e ventania de 50 a 60 km por hora. Tem previsão de chuva na capital paulista, enquanto Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória terão um dia mais ensolarado e com temperaturas em elevação. A região oeste central paulista ainda tem risco para temporais.

Centro-Oeste

Quarta-feira com chuva em grande parte dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. A chuva acontece com até forte intensidade, mas ainda de forma isolada. Tem previsão para pancadas pontualmente fortes em Cuiabá e em Campo Grande. Em Brasília e em Goiânia, dia mais ensolarado, com chuva passageira. No extremo oeste e sul de Mato Grosso do Sul, não há previsão de chuva.

Nordeste

Uma circulação de ventos em altos níveis da atmosfera deixa o tempo estável na Bahia e também em grande parte do Piauí e interior do Maranhão, enquanto a chuva continua concentrada entre as capitais São Luís, Natal e também em Recife. É uma chuva que acontece a qualquer momento do dia e tem previsão para altos volumes acumulados. As capitais Salvador e Teresina não devem registrar chuva nesta quarta-feira.

Norte

Previsão de chuva em todos os estados da Região Norte nesta quarta-feira. As instabilidades são associadas ao calor e umidade. São pancadas que acontecem a qualquer momento do dia, mas com mais intensidade à tarde. As capitais Manaus, Porto Velho, Rio Branco e Boa Vista seguem na rota dos temporais. Grande parte do Tocantins, Pará e Amapá terão um dia mais ensolarado e abafado, com chuva passageira.



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Incertezas seguem no mercado da soja


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o que pauta são as incertezas climáticas, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços no porto: R$ 142,00 para entrega em janeiro e pagamento em 24/01. No interior, os preços seguem o balizamento de cada praça: R$ 133,00 em Cruz Alta (pagamento em 17/02 – para fábrica), R$ 133,00 em Passo Fundo (pagamento no fim de fevereiro), R$ 133,00 em Ijuí (pagamento em 17/02 – para fábrica), e R$ 133,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento no fim de fevereiro). Os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 126,00 por saca para o produtor”, comenta.

A safra 2024/2025 de soja em Santa Catarina deve crescer 12,2%, com 768,6 mil hectares plantados e produtividade média de 3.771 kg/ha, resultando em 2,91 milhões de toneladas. Apesar do aumento, as exportações catarinenses recuaram 5,7% em volume e 23% em faturamento devido à queda nos preços internacionais, que atingiram o menor nível em quatro anos. O mercado global segue pressionado pelo excesso de oferta e volatilidade. Os preços no porto de São Francisco variam de R$ 132,29/t para fevereiro a R$ 141,00/t para junho. 

No Paraná, a colheita está avançando de forma relativamente lenta, com pancadas de chuvas constantes. “Para entregas no Porto de Paranaguá, os compradores indicavam ideia de R$ 131,00 para entrega em janeiro 31/01 e pagamento 28/02. No spot da soja em Ponta Grossa, os preços foram a 127,00 por saca CIF, mas a liquidez foi baixa, com compradores afastados e vendedores sem grãos. Em Maringá, no disponível, as indicações chegaram a R$ 123,66 por saca FOB, para retirada imediata e pagamento em janeiro, mas sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 128,00”, completa. 

Mato Grosso do Sul deve colher 13,98 milhões de toneladas de soja na safra 2024/2025, um crescimento de 13% em relação ao ciclo anterior, tornando-se a segunda maior colheita da história do estado. No entanto, 38,9% da área cultivada foi afetada por estresse hídrico, embora chuvas recentes tenham ajudado a estabilizar as lavouras. Os preços do dia variam entre R$ 115,89/t em Sidrolândia e R$ 116,86/t em Chapadão do Sul. 

No Mato Grosso, o excesso de chuvas quebram parte da safra, mas as preocupações logísticas seguem fortes. “Além disso, o mercado segue fraco, com negociações limitadas e preços em queda, dificultando ainda mais a situação para os produtores da região. Campo Verde: R$ 117,70, Lucas do Rio Verde: R$ 110,35. Nova Mutum: R$ 110,35. Primavera do Leste: R$ 117,70. Rondonópolis: R$ 117,70. Sorriso: R$ 110,35”, conclui.

  





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Milho fecha em alta nas bolsas: Confira


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em alta com atrasos no Brasil e volta da demanda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com exceção do contrato de maio, que fechou com uma leve queda, as demais cotações fecharam em alta na B3. O mercado reagiu à melhora de Chicago, mas principalmente a fatores locais. A piora nas condições climáticas na Argentina e o atraso nas duas safras de milho impulsionaram as cotações”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de março/25 foi de R$ 75,64 apresentando alta de R$ 0,08 no dia, alta de R$ 0,73 na semana; maio/25 fechou a R$ 75,37, baixa de R$ -0,03 no dia, alta e R$ 0,67 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 71,49, alta de R$ 0,37 no dia e alta de R$ 0,74 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com pausa nas tarifas com os dois principais parceiros dos EUA. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou em alta de 1,40 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 488,75. A cotação para maio, fechou em alta de 1,37 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 499,75”, indica.

“O vai e vem das tarifas americanas trará fortes emoções para o mercado de grãos até ter algo de concreto. Nesta segunda, o governo americano entrou em acordo, durante o horário do pregão com o México e após o fechamento com o Canadá, para uma pausa de 1 mês na implementação de possíveis tarifas sobre as importações dos seus principais parceiros comerciais. Com a pausa e o avanço das conversas o mercado reagiu positivamente em todo o complexo de grãos, mas ainda com grande volatilidade”, conclui.

 





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Preços sobem no RS e SC


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue com movimentação lenta, sendo fortemente pressionado pelos preços das farinhas. A situação nos moinhos locais é de um mercado “da mão para a boca”, com negociações diárias, mas as posições de fevereiro estão praticamente fechadas.

Em termos de preços, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul apresenta valores que variam entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00, dependendo da região e do tipo de trigo. O trigo importado da Argentina subiu US$ 7 por tonelada para março, passando para US$ 235 FOB Up River, enquanto o trigo uruguaio é comercializado entre US$ 265 e US$ 270 CPT moinho, dependendo da localização. Já no setor de exportação, as movimentações são esparsas, com compradores fechando posições para embarques entre fevereiro e março, com preços variando entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00.

Santa Catarina também apresenta um mercado estável, com os moinhos comprando antes de eventuais aumentos de preço. As ofertas na região de Mafra variam entre R$ 1.400,00 CIF e R$ 1.500,00 CIF em Pinhalzinho. O trigo importado chega a valores elevados, superando R$ 1.700 no porto e R$ 1.800 no interior. Os preços pagos aos triticultores na região de Santa Catarina também mantiveram-se estáveis, com variações entre R$ 69,00 e R$ 74,33 por saca, dependendo da localidade.

No Paraná, os moinhos estão focados em buscar trigo para março, com preços variando entre R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00 CIF. As condições logísticas para o mês de março também estão impactando os preços, com fretes subindo desde o início do ano devido à safra de milho e soja. O trigo importado da Argentina, por sua vez, é oferecido a preços em torno de US$ 280/290 no porto. O preço da pedra-lucro permaneceu em 6,11%, com o custo de produção recuando para R$ 68,68, o que resultou em um lucro médio de 6,11% para os triticultores no estado.

 





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JBS vai investir US$ 200 milhões em plantas de carne bovina nos Estados Unidos



A JBS, maior processadora de carne do mundo, anunciou que está investindo US$ 200 milhões em duas de suas maiores plantas de carne bovina nos Estados Unidos.

A empresa informou que US$ 150 milhões serão destinados à planta de Cactus, no Texas, para melhorar a parte da instalação onde as carcaças são processadas em cortes primários e expandir a área de carne moída.

Além disso, US$ 50 milhões serão investidos na planta de Greeley, no Colorado, para construir um novo centro de distribuição.

A companhia afirmou que os investimentos vão melhorar a eficiência e poderão aumentar a capacidade de produção nas unidades, que têm capacidade de abater cerca de 6 mil cabeças de gado por dia.

“Acreditamos que agora é o momento de investir nos Estados Unidos”, disse Wesley Batista Filho, CEO da JBS nos EUA.



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derramamento de sangue à vista



O decreto 12.373, de 31 de janeiro de 2025, assinado na segunda-feira (3) pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva que confere à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) o poder de polícia para proteger as terras indígenas está sendo criticado pela bancada do agronegócio no Congresso.

A publicação atendeu a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado por conta de ação no poder público da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em 2020, a respeito da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro na Câmara, porém, entrou com um projeto de decreto legislativo para anular a decisão. Segundo ele, a nova lei possibilitará à Funai atuar sobre áreas cujo processo de demarcação ainda está sob análise, fator que pode causar “derramamento de sangue no campo”, nas palavras do parlamentar.

“A grande maioria dos processos de demarcação têm vícios de origem ou são fraudulentos para atender a interesses velados e que em nada beneficiam as comunidades indígenas. Isso é pano de fundo para que a Funai tenha o direito ao abuso de autoridade e reprima proprietários que compraram a sua terra com o suor do rosto”, afirma.

Moreira afirmou, ainda, que espera contar com a ajuda do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, para derrubar o decreto assinado pelo presidente Lula. “Temos votos para aprovar e derrubar esse absurdo”, conclui o deputado.

Entretanto, para o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud, a lei é clara ao se referir às terras indígenas já formalizadas e não as que estão em processo de concessão. “Acho que o produtor rural não tem que se preocupar com isso porque ele não invade terra, ele cuida da sua área e respeita [as áreas alheias]. O produtor rural é uma categoria que cumpre a lei”

Segundo Daoud, o decreto é uma resposta às regiões indígenas na Amazonia cuja população está sendo dizimada por garimpeiros, traficantes e bandidos que praticam, entre outros crimes, a pesca ilegal.

“Nesse sentido, acho que precisa realmente ter uma resposta aos crimes cometidos em terras indígenas. Mas a eficácia do decreto me parece nula porque quase 14% de nosso território é terra indígena e a Funai tem cerca de 1.400 funcionários, mas se contarmos os que realmente atuam [na linha de frente], ela vai continuar inoperante como sempre foi”.

O que diz o decreto?

O decreto assinado conforme exigência do STF permite que a Funai use o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras.

Assim, os agentes da Fundação devem combater ataques ao patrimônio cultural, material e imaterial, além de coibir construções ilegais e atividades de exploração exercidas por outras pessoas dentro das terras indígenas e em desacordo com a lei.

Desta forma, os alvos da força policial da Funai incluem:

  • Quem tentar remover indevidamente os indígenas de suas próprias terras;
  • Quem usar de forma inadequada a imagem dos indígenas ou das comunidades, sem a devida autorização; e
  • Quem atacar ou descaracterizar as placas e marcos que delimitam os territórios
    Retirada obrigatória de ocupantes

A instituição também passa a ter legitimidade em restringir o acesso às terras indígenas, expedir certificado de medida cautelar e determinar a retirada obrigatória de ocupantes, além de destruir, inutilizar, apreender bens ou instalações usadas nas infrações.

Além disso, a Funai passa a ser autorizada a solicitar aos órgãos de segurança pública, especialmente à Polícia Federal (PF) e às Forças Armadas, cooperação para proteger as comunidades.



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Preços do boi gordo tiveram recuperação; confira as cotações


O mercado físico do boi gordo apresentou alguma recuperação em seus preços nesta terça-feira (4). A alta nos preços da arroba foi mais consistente em São Paulo, onde a dificuldade na aquisição de boiadas levou os frigoríficos a atuarem de maneira mais contundente no mercado.

“Resta saber se com o recente reajuste haverá avanço das escalas de abate. Na Região Norte o quadro geral ainda é de boa disponibilidade de animais e escalas alongadas, e esse é outro elemento que precisa ser considerado, pois pode limitar altas mais consistentes em outras regiões produtoras”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, por outro lado, as exportações permanecem em bom nível, com perspectiva de recorde para a atual temporada.

Preços médios do boi gordo (a prazo)

  • São Paulo: R$ 328,08 (R$ 324,83 ontem)
  • Goiás: R$ 306,25 (estável)
  • Minas Gerais: R$ 314,41 (sem variação)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,95 (R$ 312,39 anteriormente)
  • Mato Grosso: R$ 323,49 (R$ 322,01 na segunda)

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista apresenta alta em seus preços para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há expectativa de continuidade do movimento durante a primeira quinzena de fevereiro, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição ao longo da cadeia produtiva.

“Importante destacar que os cortes do dianteiro e da ponta de agulha apresentam maior propensão a reajustes, algo normal para o perfil de consumo delimitado para este período do ano”, pontuou.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. A ponta de agulha atingiu o patamar de R$ 17,80 por quilo, alta de R$ 0,30. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 17,80, por quilo, alta de R$ 0,30.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, sendo negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.



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Semana terá chuva de 150 mm e calor de 40ºC; confira e prepare-se


Semana de muita chuva em quase todo o país. Veja a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) entre os dias 3 e 10 de fevereiro:

Sul

A combinação de calor e umidade favorecerá a formação de instabilidades, com acumulados de chuva acima de 50 mm no Paraná e em Santa Catarina. Em algumas áreas do norte paranaense e oeste catarinense, o volume pode ultrapassar 150 mm (tons em vermelho no mapa abaixo). No sul do Rio Grande do Sul, os acumulados terão menores volume, contudo, as temperaturas estarão elevadas.

Sudeste

A combinação de calor, umidade e instabilidade atmosférica favorecerá as chuvas ao longo da semana em São Paulo e no centro-oeste de Minas Gerais, com acumulados entre 30 e 60 mm, ultrapassando os 80 mm em áreas do leste paulista. No estado e no Triângulo Mineiro, a previsão indica risco de chuva intensa no início dessa semana, com pancadas de chuva que podem ser localmente fortes.

Centro-Oeste

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Foto: Reprodução Inmet

A combinação de calor, umidade e convergência de umidade favorecerá a persistência de áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no centrooeste de Goiás, com acumulados acima de 60 mm. Em algumas localidades do sudeste e nordeste mato-grossense e norte sul-matogrossense, as chuvas poderão ser mais intensas, ultrapassando os 80 mm.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) em sua posição mais ao sul favorecerá a precipitação no norte do Nordeste, com acumulados acima de 100 mm previsto para o norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará. Durante os próximos dias, o deslocamento do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) para o continente influenciará a precipitação na região, provocando chuvas em suas bordas, atuando principalmente em algumas áreas do litoral, interior e oeste da região, podendo provocar localmente tempestades com chuvas intensas e ventos fortes.

Norte

As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva ao longo da semana no Norte do país, com acumulados acima de 50 mm (tons de verde) em grande parte da região. As chuvas podem superar 80 mm (tons de vermelho a rosa) em áreas pontuais do norte e sudoeste do Amazonas. O posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul provocará acumulados acima de 100 mm no nordeste do Pará e em áreas pontuais do Amapá. Por outro lado, em grande parte de Roraima e noroeste do Pará, os acumulados de chuva deverão ficar abaixo de 10 mm (áreas em azul).

Altas temperaturas

Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte das Região Norte e Nordeste com valores entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em
algumas localidades do interior do Nordeste.

No Centro-Oeste, a semana inicia com temperaturas máximas mais amenas, variando entre 26°C e 30°C em grande parte da região. No decorrer da semana, as temperaturas devem elevar-se, variando entre 28°C e 34°C, com maiores valores sobre o oeste de Mato Grosso do Sul.

Já no Sudeste, os valores estarão entre 24°C e 34°C, enquanto na Região Sul, uma onda de calor deixará as temperaturas elevadas no Rio Grande do Sul, com valores previstos entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar 40°C em algumas localidades. Nas demais áreas da região, as máximas irão oscilar entre 22°C e 30°C.

Em grande parte da Região Centro-Oeste, está previsto temperatura máxima entre 26°C e 30°C, com maiores temperaturas previstas para o oeste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso, onde as máximas podem superar os 34°C.



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