domingo, julho 5, 2026

Agro

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URGENTE! Avião cai em avenida de São Paulo e acerta veículos e um ônibus



Uma avião de pequeno porte caiu na Avenida Marques de São Vicente, perto dos centros de treinamento do Palmeiras e do São Paulo, na Barra Funda, zona oeste da capital, na manhã de hoje (7). O Corpo de Bombeiros está no local.

As primeiras informações indicam que a aeronave decolou do Aeroporto Campo de Marte, na zona norte e tentou fazer um pouso forçado, caindo sobre diversos veículos, incluindo um ônibus; todos pegaram fogo.

Segundo a TV Globo, dois corpos foram encontrados carbonizados. A São Paulo Transporte (SPTrans), informou que o prefixo do ônibus era o 732, da Viação Santa Brígida. Não há informações se os passageiros do ônibus conseguiram sair a tempo e se há outras vítimas até o momento. A via permanece interditada.

Ainda não há informações sobre o proprietário nem sobre a aeronave.



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Inovações que fazem a diferença no agronegócio



A revolução do agronegócio brasileiro vai além da produção de alimentos, e empresas inovadoras estão cada vez mais presentes neste cenário. 

Um exemplo disso é a BioUs, startup goiana que se destaca ao transformar resíduos da produção agrícola e agroindustrial em biofertilizantes e biopolímeros. 

A empresa desenvolveu uma plataforma biotecnológica capaz de produzir biofertilizantes e biopolímeros utilizando bactérias “do bem”. Com isso, consegue criar um biopolímero 100% biodegradável.

Os biofertilizantes são substâncias naturais que ajudam no crescimento das plantas, enquanto os biopolímeros são materiais plásticos produzidos a partir de fontes renováveis. O reaproveitamento dos resíduos gera menos impacto ambiental.

 Em 2021, a empresa validou a produção do biopolímero PHA (polihidroxialcanoato), com a ajuda do programa Catalisa ICT, projeto do Sebrae, a BioUs conseguiu comprovar a capacidade de produzir o material de forma eficiente e sustentável.

O PHA é um tipo de plástico biodegradável produzido por bactérias a partir de resíduos orgânicos, como os da agroindústria. 

Esse biopolímero é uma alternativa ao plástico convencional, sendo completamente degradável no meio ambiente, o que reduz o impacto ambiental causado pelo descarte de plásticos comuns. 

A validação da produção garante que a empresa possa produzir PHA de maneira escalável e com qualidade, abrindo portas para a comercialização e o uso em diversas aplicações.

Raimundo Lima, CEO da BioUs, explica que a participação no Catalisa ICT foi essencial para a transformação da empresa, que começou em 2013 com consultoria no campo. 

“A gente fez uma transição de consultoria técnica para uma formatação de uma solução nos moldes do campo de inovação em startup”, comenta Lima, que destaca a mudança de rumos da empresa, que se estruturou como startup apenas em 2021, após o início do programa.

A empresa passou a adotar práticas e metodologias típicas de startups, o que significa que a empresa fez uma transição de um modelo de consultoria tradicional para um modelo de negócios voltado para inovação e escalabilidade, como o desenvolvimento de soluções tecnológicas sustentáveis e a busca por crescimento rápido. 

Esse novo formato permitiu que a instituição se posicionasse como uma deep tech, ou seja, uma startup com base em tecnologias avançadas e científicas, capazes de gerar grandes impactos no mercado e na sociedade.

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O impacto do Catalisa ICT

O Catalisa ICT tem sido fundamental para o crescimento e a inovação de muitas startups no Brasil, especialmente no setor agrícola. 

Com a missão de transformar pesquisas científicas em soluções de impacto para a sociedade, o programa está ajudando empresas como a BioUs a se destacarem em mercados internacionais e a promoverem o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. 

O programa, promovido pelo Sebrae, transforma pesquisas com grande potencial em soluções que podem mudar até mesmo o futuro do agronegócio.

Quer participar do programa Catalisa ICT?

Aproveite que as inscrições para o novo ciclo da jornada Catalisa ICT foram estendidas até o dia 9 de março.

Ao longo de 24 meses, os participantes contarão com capacitação, mentorias, eventos de conexão e, nas etapas subsequentes, receberão fomento para desenvolver suas pesquisas em soluções práticas.



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‘O produtor de soja precisa de cautela neste ano’, diz presidente da Aprosoja Brasil



Daqui a pouco, às 8h30 (horário de Brasília), começa a Abertura Nacional da Colheita da Soja 24/25, um evento de grande importância para o setor do agronegócio. O anfitrião desse grande evento é Invaldo Weiss, proprietário da Fazenda Esperança, localizada em Santa Carmem, Mato Grosso. É nesse espaço que acontecerão discussões, painéis e um momento simbólico, destacando a importância da soja no Brasil. Assista aqui!

Invaldo, que chegou a Mato Grosso há 46 anos, nunca imaginou que a soja tomaria tamanho protagonismo em sua trajetória. Hoje, ele é dono de 4.600 hectares de terra, dos quais 2.750 são dedicados ao cultivo de soja. “Minha meta é sempre superar as 65 sacas por hectare que já alcançamos, utilizando as tecnologias mais avançadas e mantendo um cuidado constante com cada detalhe da produção”, afirma o produtor.

A Fazenda Esperança, escolhida para sediar a Abertura da Colheita, reflete o esforço e a dedicação de Invaldo e sua equipe, que buscam a excelência em cada safra. “É uma grande honra ser escolhido para sediar um evento tão significativo para o agronegócio. Este ano, celebramos os 20 anos da soja em Mato Grosso, e estamos ansiosos para compartilhar as conquistas de nossa produção”, declara Invaldo.

Segundo Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, 2025 será um ano desafiador para os produtores de soja. “Será necessário ter muita cautela e estratégia para equilibrar as contas e se manter na atividade. Esperamos que o clima favoreça e que a colheita seja positiva, garantindo que os produtores consigam equilibrar suas finanças”, afirma Buffon.

O evento contará com discussões importantes sobre sustentabilidade, a COP30, a produção de alimentos e biocombustíveis, temas fundamentais para o futuro do agronegócio. Não fique de fora e acompanhe!



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como dados dos EUA e declarações de Haddad influenciam o cenário


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a queda de 0,52% do dólar, cotado a R$ 5,76. O Ibovespa subiu 0,55%, impulsionado pela Vale.

Nos EUA, dados indicam desaceleração econômica, elevando apostas em cortes de juros pelo Fed. O payroll de janeiro será determinante para as expectativas.

No Brasil, Lula confia na aprovação da isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil, mas a compensação fiscal segue incerta. Hoje, destaque para a balança comercial e o IGP-DI.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Vendas diretas ganham espaço no agronegócio brasileiro


O modelo de vendas diretas, que movimenta mais de R$ 47 bilhões anuais e conta com 3,5 milhões de empreendedores no Brasil, começa a se expandir no agronegócio. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o país lidera esse mercado na América Latina, e grandes players do agro já adotam essa estratégia comercial.  

“O agronegócio é visto com grande potencial de expansão na venda direta, em destaque a Produce, que vêm desenvolvendo o modelo. A personalização e customização são características únicas que diferenciam de outros modelos de vendas e que fortalecem o negócio”, aponta a presidente da Adriana Colloca, presidente da ABEVD.

A Produce, pioneira no setor, vem se destacando com um modelo baseado no relacionamento direto com produtores rurais. Fundada em Chapecó (SC), a empresa já conta com mais de 10 mil consultores e um portfólio de mais de 600 produtos, incluindo sementes, defensivos, fertilizantes e insumos biológicos. Segundo o cofundador Guilherme Trotta, as vendas diretas da empresa cresceram mais de 100% em 2024, e a expectativa para este ano é dobrar novamente o volume comercializado.  

Além de fortalecer a conexão entre fornecedores e agricultores, esse modelo tem sido uma oportunidade para novos empreendedores. Jovens como Thiago Oliveira, de 23 anos, viram na flexibilidade das vendas diretas uma chance de ingresso no mercado agro. Já profissionais experientes, como o veterinário Evandro Neiva, de 61 anos, encontraram uma forma de diversificar a renda.  

Com a crescente adesão ao modelo, a venda direta no agronegócio promete transformar a forma como os produtos chegam ao campo, eliminando intermediários e tornando o processo mais eficiente e lucrativo para todos os envolvidos.

“Um dos detalhes que me chamou a atenção para as vendas diretas na Produce foi a linha de nutrição e biológicos, além da grande variedade de produtos para linha pecuária que também achei bem interessante. Mas também foquei na venda de sementes de sorgo e milho, e vejo que posso diversificar o nicho de mercado e aproveitar o número de contatos que passei a ter no telefone”, conta Evandro.

 





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Chuva dá trégua em parte do Centro-Oeste; nas demais regiões, pancadas fortes



Dia de raios e ventanias em parte do Sul e redução da chuva no Centro-Oeste. Acompanhe a previsão do tempo para as cinco regiões do país:

Sul

A chuva continua com força no Paraná e também na região leste catarinense. As pancadas acontecem à tarde e são acompanhadas por raios, trovoadas e ventanias. Tem chuva pesada para Curitiba e Florianópolis. No Rio Grande do Sul, a previsão é de precipitação mais passageira, concentrada na região norte e também metropolitana, enquanto entre os municípios de Uruguaiana, Bagé e Chuí, o tempo é bem ensolarado e com máximas disparando à tarde.

Sudeste

A semana termina com chuva mais isolada e passageira na região de Presidente Prudente, Rio Preto e no Vale do Ribeira, em São Paulo. A capital paulista deve registrar pouca chuva e temperaturas bem altas, podendo chegar aos 32 graus. No Rio de Janeiro e também em grande parte de Minas Gerais, o dia segue ensolarado, com calor e tempo bem abafado. No Espírito Santo, a chuva retorna ao litoral, por conta da circulação de ventos que só sopram do oceano em direção ao continente, mas sem previsão para temporais.

Centro-Oeste

A semana termina com a diminuição da chuva sobre Mato Grosso e grande parte de Mato Grosso do Sul, mas as pancadas ainda acontecem com força à tarde. A capital Campo Grande ainda tem risco para temporais. Em Goiânia e no Distrito Federal, tempo ensolarado e com temperaturas altas.

Nordeste

A semana termina com muita chuva sobre o Maranhão, Piauí, Ceará e todo o litoral nordestino. Isso acontece por conta da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), e dos ventos que soltam do oceano em direção ao continente. Todas as capitais nordestinas devem registrar chuva nesta sexta-feira. O interior da Bahia e uma parte do Sertão Nordestino terão um tempo ensolarado.

Norte

Na sexta-feira, a chuva volta a ganhar intensidade sobre Tocantins e Pará, com alerta para temporais nas capitais Belém e Palmas. No Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia, a chuva continua com força a qualquer momento do dia, com alerta para todas as capitais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Adubos sustentáveis e o mercado de carbono



O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais



O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais
O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais – Foto: Divulgação

O Brasil possui um enorme potencial para liderar o mercado de carbono, impulsionado por sua biodiversidade, matriz energética renovável e práticas agrícolas sustentáveis. De acordo com João Berdu, engenheiro agrônomo e CEO da Jiantan, a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela Lei nº 15.042 em dezembro de 2024, fortalece esse cenário.

Dentro desse contexto, os adubos biológicos surgem como uma solução estratégica na agropecuária sustentável. O Brasil já demonstrou avanços significativos na recuperação de pastagens degradadas e no uso de biofertilizantes, reduzindo emissões e aumentando a produtividade de forma ecologicamente responsável. A aplicação desses insumos, aliada a técnicas como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e biodigestores, reforça o papel do país na mitigação dos impactos climáticos globais.  

A Jiantan é um exemplo de empresa que atua nesse setor, fomentando a adoção de práticas regenerativas e contribuindo para a geração de ativos ambientais. Além disso, o mercado regulado de carbono no Brasil já destina 70% dos contratos para comunidades indígenas e quilombolas..  

O mercado brasileiro se organiza em dois segmentos principais: o regulado, que exige monitoramento de emissões para empresas que ultrapassam 10 mil toneladas de CO2 por ano, e o voluntário, que permite a aquisição de créditos por empresas e indivíduos. Entre os ativos disponíveis, destacam-se a Cota Brasileira de Emissões e o Certificado de Redução ou Remoção Verificada de Emissões, fundamentais para garantir a transparência e eficácia desse mercado.

“Esses métodos, aliados à matriz energética predominantemente renovável (hidrelétrica, eólica, solar e biomassa), posicionam o país como referência em economia verde e aliado estratégico na luta contra o aquecimento global”, afirmou, na rede social LinkedIn.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Fixação de nitrogênio reduz custos da soja



A inoculação pode substituir totalmente a necessidade de adubação nitrogenada



Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais
Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais – Foto: Nadia Borges

A fixação biológica de Nitrogênio é um processo natural que ocorre com a ajuda de bactérias chamadas risóbios, que vivem em simbiose nas raízes de algumas plantas cultivadas. Segundo o Instituto BioSistêmico (IBS), essas bactérias capturam o Nitrogênio do ar e o transformam em formas aproveitáveis para a nutrição vegetal. 

Além disso, estimulam o crescimento das raízes, melhorando a absorção de nutrientes e água. Em troca, as plantas fornecem abrigo e alimento aos microrganismos, promovendo uma relação benéfica para ambas as partes.  

No Brasil, a inoculação de sementes pode substituir totalmente a necessidade de adubação nitrogenada na cultura da soja, fornecendo até 300 quilos de nitrogênio por hectare a um custo reduzido para o agricultor. Na safra 2021/22, por exemplo, o investimento médio na inoculação foi de apenas R$ 25 por hectare. Além do aspecto econômico, a tecnologia tem um impacto ambiental positivo, pois evita a poluição dos recursos hídricos associada ao uso excessivo de fertilizantes nitrogenados.  

Para garantir bons resultados com a inoculação, alguns cuidados são essenciais. Primeiramente, deve-se escolher produtos registrados no MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) e verificar sua compatibilidade com defensivos químicos. O armazenamento também é fundamental: o inoculante deve ser mantido em local fresco e bem ventilado, longe de agrotóxicos e fertilizantes.  

Na aplicação, o produtor pode optar por diferentes métodos, como tratamento de sementes, aplicação no sulco ou em área total nos primeiros dias de crescimento da soja. Para maximizar a eficiência, é essencial seguir a dose recomendada pelo fabricante, evitar a exposição das sementes inoculadas ao calor e realizar a aplicação no dia do plantio. 

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Reutilização de sementes é sustentável para jardinagem



É essencial armazenar as sementes de forma adequada



Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas
Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas – Foto: Seane Lennon

A reutilização de sementes é uma prática excelente para promover a sustentabilidade e reduzir os custos em projetos de jardinagem ou agricultura. Essa abordagem não só contribui para a preservação ambiental, como também oferece uma forma de economia ao criar um ciclo contínuo de produção, sem a necessidade de compra constante de sementes.  

Uma das maneiras mais eficazes de reutilizar sementes é coletando-as de suas próprias plantas. Guarde as sementes de vegetais, frutas ou flores que você cultivou, como tomates, pepinos, pimentões e até flores decorativas. Ao fazer isso, você cria um ciclo sustentável de cultivo e garante uma produção contínua ao longo das safras.  

Para garantir o sucesso no reaproveitamento, é essencial armazenar as sementes de forma adequada. Mantenha-as em potes ou envelopes, em um local fresco e seco, até que estejam prontas para o próximo plantio. Esse cuidado no armazenamento prolonga a viabilidade das sementes, evitando que percam suas propriedades ao longo do tempo.  

Além disso, a seleção das melhores sementes é crucial. Escolha aquelas que vêm de plantas saudáveis e produtivas, com boa adaptação ao seu ambiente, para garantir o máximo aproveitamento na próxima colheita. Ao aplicar essas práticas, você não só promove um cultivo mais eficiente, mas também apoia um sistema de agricultura mais sustentável e consciente. “Reutilizar sementes é uma excelente forma de promover a sustentabilidade e a economia em seus projetos de jardinagem ou agricultura”, comenta, em uma publicação na rede social LinkedIn.

 





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Agrobom é convertida em Sociedade Anônima após união com a Cooxupé



A parceria estratégica com a Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) foi concluída e transformou a Agrobom, empresa de Bom Jesus da Penha, Minas Gerais, em uma Sociedade Anônima (SA) de capital fechado para atender tanto produtores independentes quanto os cooperados.

“Nesta nova configuração, a Cooxupé terá participação majoritária, porém, a gestão e a operação da Agrobom seguirão o modelo atual, mantendo o compromisso com a transparência, simplicidade e respeito – valores que sempre guiaram nossa trajetória”, afirma Marco Castelli, diretor da Agrobom.

Segundo ele, será instituído um conselho de administração com caráter deliberativo para assegurar uma administração alinhada aos objetivos estratégicos da companhia.

Assim, Mario Nelson Castelli, fundador da Agrobom, continuará sua atuação como membro do conselho de administração, enquanto Marco A. Castelli, Greziela Castelli e Karoline Castelli permanecem nas funções diretivas.

Com essa aliança, a Agrobom e a Cooxupé pretendem expandir suas operações de forma ainda mais robusta.

“A parceria permitirá a união de conhecimentos e expertises para fortalecer o acesso ao mercado internacional, além de criar novas oportunidades no mercado interno por meio de parcerias estratégicas. No futuro, a verticalização das operações será um passo importante para agregar ainda mais valor ao negócio e ampliar sua competitividade”, diz a empresa, em nota.

Castelli ressaltou que a Agrobom continuará atendendo normalmente os 400 produtores que já forneciam grãos para a empresa comercializar. Em relação à produção de soja e milho dos cooperados, o repasse para a companhia não será obrigatória. “O produtor da Cooxupé fica livre para escolher vender onde achar conveniente para ele. E a gente pode negociar com qualquer produtor”, afirmou.



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