domingo, julho 5, 2026

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Baixas do açúcar perdem força e preços ficam próximos da estabilidade no…


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Os futuros do açúcar abriram com baixas próximas de 1% nas bolsas de Nova York e Londres nesta sexta-feira (03). Porém, a redução perdeu força ao longo do dia e as cotações estavam próximas da estabilidade no início da tarde, com as variações chegando a testar valores positivos em alguns momentos na ICE US.

Próximo às 12h (horário de Brasília), em Nova York, o contrato março/25 era negociado a 19,68 cents/lbp, uma redução de 0,05 cents em relação ao fechamento anterior. O maio/25 recuava 0,05 cents, sendo cotado a 18,32 cents/lbp, enquanto o julho/25 caía 0,07 cents, para 17,86 cents/lbp. O outubro/25 seguia a mesma tendência, com queda de 0,06 cents, negociado a 17,81 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 estava em US$ 512,10 por tonelada, uma queda de US$ 0,90. O maio/25 recuava US$ 2,30, para US$ 513,70 por tonelada, e o agosto/25 tinha redução de US$ 3,10, cotado a US$ 503,60 por tonelada. O outubro/25 perdia US$ 2,40, sendo negociado a US$ 497,50 por tonelada.

Com isso movimento, os preços do açúcar perdem parte dos ganhos contabilizados na última quinta-feira (02), que ultrapassaram 2% em NY e 1% em Londres. Conforme destacou o Barchart, sinais de menor produção de açúcar na Índia, o segundo maior produtor de açúcar do mundo, desencadearam cobertura curta em futuros de açúcar na quinta-feira, depois que a Indian Sugar and Bio-energy Manufacturers Association (ISM) relatou que a produção de açúcar da Índia de 2024/25 de 1º de outubro a 31 de dezembro caiu -15,5% a/a para 9,54 MMT.





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Domingo será de calor com termômetros acima dos 30 graus



De acordo com o instituto Climatempo, o calor será predominante neste domingo (9). Veja os detalhes da previsão do tempo nas cinco regiões brasileiras:

Região Sul

No domingo, as instabilidades se afastam um pouco da Região Sul do Brasil. A previsão é de chuva passageira, bem rápida, sem altos volumes, entre o norte gaúcho, o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná. Não há previsão de chuva em Porto Alegre e em grande parte do estado do gaúcho. As temperaturas continuam em elevação.

Região Sudeste

Pouca chuva prevista na Região Sudeste neste domingo. As pancadas acontecem na região centro-sul de Minas Gerais, oeste e norte paulista. É uma chuva rápida, sem previsão para altos volumes. Nas capitais, a previsão é de pancadas à tarde, tempo abafado e temperaturas acima dos 32 graus.

Região Centro-Oeste

Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso neste domingo. O calor e a alta umidade formam pancadas de chuva principalmente à tarde, e temporais não são descartados na região metropolitana de Cuiabá. Entre o leste de Mato Grosso, Goiás, e norte de Mato Grosso do Sul, a chuva acontece de forma passageira e rápida, sem previsão para altos volumes. Não chove na capital federal.

Região Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical, o calor, a umidade e a circulação de ventos continuam formando nuvens bem carregadas no Maranhão e entre as capitais Natal e Salvador. Também pode chover forte no norte do Piauí e no litoral do Ceará. É uma chuva que acontece a qualquer momento do dia, mas mesmo assim as temperaturas são altas e a sensação será de tempo abafado. Tempo ensolarado no sertão.

Região Norte

Chove neste domingo em todos os estados da Região Norte. É uma chuva associada ao calor, umidade e também à Zona de Convergência Intertropical. Chove a qualquer momento do dia, com risco para temporais em todas as capitais. Os maiores volumes de chuva devem cair sobre Belém e Macapá.



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Mercado do milho começa 2025 com incertezas



As cotações futuras indicam uma possível desvalorização




Foto: Divulgação

Segundo informações do Cepea, o mercado de milho inicia 2025 com comportamentos distintos no cenário interno e externo. No Brasil, os preços do cereal no mercado spot registram patamares superiores aos do início de 2024. No entanto, as cotações futuras indicam uma possível desvalorização nos próximos meses.

Enquanto isso, na Bolsa de Chicago (CME Group), os contratos do milho operam em níveis mais baixos do que há um ano e não apresentam sinais de recuperação para 2025. Esse movimento reflete a conjuntura global do setor, com oferta ajustada e demanda ainda moderada.

Diante desse cenário, produtores e investidores acompanham de perto os desdobramentos do mercado, avaliando estratégias para comercialização diante das incertezas do ano.





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Brasil supera 800 mil t de embalagens recicladas


O Brasil acaba de atingir um marco inédito na destinação sustentável de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Desde 2002, o Sistema Campo Limpo já encaminhou mais de 800 mil toneladas para destinação ambientalmente adequada, consolidando o país como referência global em logística reversa no agronegócio.

Em 2024, foram destinadas 68,5 mil toneladas de embalagens, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. Esse avanço reflete o trabalho conjunto entre produtores rurais, distribuidores, cooperativas, indústrias e órgãos reguladores, garantindo que as embalagens recebam o tratamento correto e contribuam para a economia circular.

Para Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV, a conquista reforça o protagonismo brasileiro no setor. “O Sistema Campo Limpo é um dos maiores casos de sucesso em sustentabilidade no mundo, com impactos ambientais, sociais e econômicos expressivos. Esse marco é motivo de grande orgulho para todos os envolvidos”, afirma.

O Brasil possui um dos sistemas mais eficientes de logística reversa do mundo, impulsionado pela Lei nº 14.785/00, que regulamenta o descarte adequado das embalagens de defensivos agrícolas. Atualmente, 100% das embalagens recebidas pelo Sistema Campo Limpo têm destinação correta, seja por reciclagem ou incineração ambientalmente segura.

Além disso, o inpEV foi reconhecido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol, promovido pela Fundação Getúlio Vargas, e conquistou o Selo Prata, avançando na medição e redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Com 411 unidades de recebimento ativas e milhares de operações itinerantes, o Sistema Campo Limpo garante acesso à destinação correta em todo o território nacional, atendendo desde grandes até pequenos produtores.

Para 2025, o objetivo é ampliar a cobertura para novas regiões, elevar os índices de reciclagem e buscar certificações adicionais em sustentabilidade. “Seguimos evoluindo, impulsionando a inovação e fortalecendo o compromisso com um agronegócio cada vez mais sustentável”, conclui Okamura.

 





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Produção de tomate mantém qualidade



Alta oferta mantém preços estáveis e pouco vantajosos




Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado nesta quinta-feira (6), a produção de tomate na região de Caxias do Sul (RS) segue com boa sanidade, frutos de qualidade e produtividade satisfatória, mesmo com os desafios climáticos.

Apesar da sequência de dias chuvosos, menor incidência de radiação solar e temperaturas moderadas, os tomates apresentam bom calibre e coloração adequada, garantindo a qualidade dos frutos.

As lavouras precoces já estão em fase final de colheita, enquanto os cultivos de ciclo intermediário iniciam essa etapa. Já as lavouras de ciclo tardio entraram no estágio de frutificação.

O mercado segue com alta oferta, o que tem mantido a precificação estável e pouco atrativa para os produtores, que enfrentam custos elevados de mão de obra e insumos. O tomate do grupo longa vida está sendo comercializado, em média, a R$ 40,00 por caixa de 22 kg na propriedade.

Com a produtividade elevada, os agricultores aguardam possíveis mudanças no mercado que possam equilibrar os custos e melhorar a rentabilidade da cultura.





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Mercado do açúcar tem variações





Foto: Pixabay

De acordo com os dados divulgados pela a União Nacional da Bioenergia (Udop) nesta sexta-feira (7), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) de forma mista nas bolsas internacionais, enquanto o etanol hidratado registrou sua terceira alta consecutiva no mercado nacional.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato março/25, de maior liquidez, subiu 10 pontos, fechando a 19,76 centavos de dólar por libra-peso. Já o contrato maio/25 recuou 2 pontos, sendo comercializado a 18,13 cts/lb. Os demais contratos apresentaram quedas de 3 a 4 pontos.

Na ICE Futures de Londres, todos os lotes do açúcar branco registraram ganhos. O contrato de maior liquidez, março/25, subiu 1,50 dólar, sendo vendido a US$ 528,30 por tonelada. O contrato maio/25 também teve leve valorização de 50 cents de dólar, fechando a US$ 512,10/t.

No Brasil, o açúcar cristal, conforme o Indicador Cepea/Esalq, teve uma leve alta de 0,18%, com as usinas negociando o adoçante a R$ 148,54 por saca, contra R$ 148,28 do dia anterior. O etanol hidratado também manteve trajetória de valorização pelo terceiro dia consecutivo, sendo negociado pelas usinas a R$ 2.959,00/m³, uma alta de 0,15% em relação à véspera.





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oferta cresce e garante alívio ao consumidor



Em um cenário de alta nos preços dos alimentos, o feijão vai na contramão da inflação. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a saca dos melhores lotes de feijão carioca caiu de R$ 331 em janeiro de 2024 para R$ 220 no mesmo período de 2025 – uma redução de 33,5%. Esse movimento reflete o aumento da oferta do grão, impactando tanto a segurança alimentar quanto o mercado de commodities.

Para Mauro Bortolanza, diretor-presidente da Kicaldo e presidente da Associação brasileira das indústrias de feijão (Abifeijão), essa queda nos preços amplia o acesso ao feijão sem comprometer sua importância econômica. “O feijão é mais do que um alimento básico. Ele é uma fonte acessível de proteína vegetal de qualidade, essencial para a dieta dos brasileiros”, destacou.

Potencial do mercado

A queda nos preços favorece o consumo e reforça seu papel estratégico no agronegócio. Apesar da diminuição na demanda nos últimos anos, o Brasil continua sendo um dos maiores produtores e consumidores globais.

O recuo nos preços pode impulsionar as vendas no varejo, na indústria e no food service, tornando o feijão um protagonista ainda mais forte na alimentação brasileira.

Sobre a Kicaldo

Fundada no ano 2000, a empresa conta com uma distribuição superior a 20 mil toneladas de feijão por mês, em todo o território nacional, buscando as melhores safras do Brasil e do mundo. Seu portfólio inclui farináceos, grãos, açúcar mascavo e agora o feijão orgânico, uma nova aposta para atender à demanda crescente por alimentos sustentáveis.



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Tecnologia com drones otimiza manejo de pastagens



A tecnologia permite redução no desperdício de insumos


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de drones de pulverização vem se consolidando como uma alternativa eficiente para o manejo de áreas de pastagem, oferecendo maior precisão na aplicação de defensivos e fertilizantes.

A tecnologia permite redução no desperdício de insumos, menor impacto ambiental e maior cobertura em locais de difícil acesso. Além disso, a pulverização com drones diminui a compactação do solo e reduz os custos operacionais quando comparada a métodos tradicionais, como tratores e aviões agrícolas.

Especialistas destacam que a adoção desse sistema vem crescendo entre pecuaristas, que buscam melhorar a qualidade das pastagens e otimizar o desempenho do rebanho. O investimento inicial pode ser alto, mas os benefícios a longo prazo, como aumento da produtividade e redução de perdas, tornam a tecnologia atrativa para o setor.

O avanço da regulamentação e a ampliação do acesso a treinamentos para operação de drones também têm impulsionado a expansão dessa prática no Brasil.





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Tecnologia com drones otimiza manejo de pastagens



A tecnologia permite redução no desperdício de insumos


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de drones de pulverização vem se consolidando como uma alternativa eficiente para o manejo de áreas de pastagem, oferecendo maior precisão na aplicação de defensivos e fertilizantes.

A tecnologia permite redução no desperdício de insumos, menor impacto ambiental e maior cobertura em locais de difícil acesso. Além disso, a pulverização com drones diminui a compactação do solo e reduz os custos operacionais quando comparada a métodos tradicionais, como tratores e aviões agrícolas.

Especialistas destacam que a adoção desse sistema vem crescendo entre pecuaristas, que buscam melhorar a qualidade das pastagens e otimizar o desempenho do rebanho. O investimento inicial pode ser alto, mas os benefícios a longo prazo, como aumento da produtividade e redução de perdas, tornam a tecnologia atrativa para o setor.

O avanço da regulamentação e a ampliação do acesso a treinamentos para operação de drones também têm impulsionado a expansão dessa prática no Brasil.





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Arroba do boi gordo teve queda na semana mesmo com avanço das exportações de carne


O mercado físico do boi gordo apresentou cenários distintos de preços para a arroba ao longo da semana de acordo com a região do país.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, Mato Grosso, São Paulo e Mato Grosso do Sul conviveram com algumas negociações realizadas acima da referência média e as escalas apresentaram algum avanço no decorrer da semana após a elevação dos preços.

“Em Goiás e na Região Norte o que se observou foi uma relativa acomodação da oferta. Houve relatos de boa quantidade de fêmeas ofertadas, em especial nos estados de Tocantins e Rondônia, o que contribuiu para pressionar as cotações da arroba”, destacou.

De acordo com Iglesias, o bom desempenho das exportações, ao longo de janeiro e neste início de fevereiro, também atua como um fator de sustentação para a arroba.

Variação da arroba na semana

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 7 de fevereiro:

  • São Paulo (Capital): R$ 330, inalterado frente ao fechamento da última semana
  • Goiás (Goiânia): R$ 305, queda de 3,17% perante os R$ 315 registrados anteriormente
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 315, retração de 1,56% frente aos R$ 320 do período anterior
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 315, retração de 3,08% frente aos R$ 325 registrados na última semana
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 325, aumento de 1,56% frente aos R$ 320 da semana passada
  • Rondônia (Vilhena): R$ 282, desvalorização de 2,76% frente aos R$ 290

Mercado atacadista

carne bovina - exportaçõescarne bovina - exportações
Foto: Wenderson Araujo/CNA
O mercado atacadista reagiu um pouco e chegou ao final da semana conseguindo reduzir as perdas observadas nos últimos dias. Conforme o analista de Safras & Mercado, a entrada dos salários na economia foi um fator positivo para este movimento.

Porém, Iglesias ressalta que o perfil de consumo traçado para o período ainda leva a população a consumir proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, do ovo e dos embutidos.

“Desta forma, haverá maior espaço para alta dos cortes do dianteiro bovino e da ponta de agulha em comparação aos cortes do traseiro bovino”.

O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 17,80 o quilo, queda de 1,11% frente ao valor praticado no fechamento da semana passada, de R$ 18,00 o quilo. Já o quarto do traseiro do boi foi vendido por R$ 24,50 o quilo, queda de 3,92% frente aos R$ 25,50 por quilo registrados na semana anterior.



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