sábado, julho 4, 2026

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Projeções para a soja atualizadas; confira os números para 2025



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou suas novas projeções para o balanço de oferta e demanda do complexo da soja em 2025, apresentando números recordes.

Segundo as informações fornecidas, a produção do grão se manteve em 171,7 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento teve um leve aumento de 0,7%, projetando-se um total de 57,5 milhões de toneladas. A produção de farelo e óleo de soja também permaneceu estável, devendo alcançar, respectivamente, 44,1 milhões de toneladas e 11,4 milhões de toneladas.

Em relação às exportações, as projeções mantiveram-se estáveis, com a expectativa de novos patamares históricos. A previsão é de que o Brasil exporte 106,1 milhões de toneladas de grãos, mantendo a liderança mundial.

O farelo de soja deve registrar exportações de 23,6 milhões de toneladas, um aumento de 3,1%, enquanto o óleo de soja deverá exportar cerca de 1,1 milhão de toneladas, com um crescimento de 4,8%. A previsão também aponta para um aumento nas importações de óleo de soja, que deverão atingir 200 mil toneladas, e nas importações de soja, que devem somar 500 mil toneladas para atender ao mercado interno.

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Dados da soja até o fim de 2024

Os dados consolidados até dezembro de 2024 indicam resultados positivos para o setor, com a produção de soja mantendo-se estável em 153,5 milhões de toneladas. Já o esmagamento foi revisado positivamente para 55,4 milhões de toneladas, marcando um aumento de 0,7%, impulsionado pela crescente demanda por biodiesel, que elevou a oferta de óleo no mercado.

O aumento no esmagamento também reflete na produção de farelo de soja, essencial para a cadeia de proteína animal, tanto para exportação quanto para o consumo interno. A produção de farelo de soja seguiu a tendência de crescimento do esmagamento, com aumento de 0,7%, totalizando 42,8 milhões de toneladas. A produção de óleo de soja, por sua vez, deverá crescer 0,5%, atingindo 11,1 milhões de toneladas. Esse aumento na oferta de farelo de soja tem se mostrado fundamental para atender à crescente demanda por alimentos.

No processamento mensal, em dezembro de 2024, o volume processado foi de 4,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,8% em relação a novembro, e 8,2% superior ao registrado em dezembro de 2023, ajustado pelo percentual amostral de 90,6%. No acumulado de 2024, o processamento cresceu 2,3% em relação ao mesmo período de 2023, considerando os ajustes realizados.



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Preço dos alimentos cai em entrepostos de MG e SP em janeiro



Os entrepostos de São Paulo e Minas Gerais registraram queda nos preços dos alimentos em janeiro de 2025, conforme levantamento da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e das Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas).

O Índice de Preços Ceagesp encerrou o mês com variação de -5,52%, acelerando a queda em relação a dezembro (-3,26%). No mesmo período do ano passado, o índice variou -0,31%. Com esse resultado, o acumulado do ano ficou em -5,52%, enquanto o índice de 12 meses registrou +3,66%.

Segundo Thiago de Oliveira, chefe da Seção de Economia da Ceagesp, fatores como sazonalidade e condições climáticas impactam os preços. “Vários aspectos influenciam os preços dos produtos, como a sazonalidade, que faz com que a oferta de produtos comercializados varie ao longo do ano, dependendo das épocas de plantio e colheita”, explica.

Em Minas Gerais, frutas puxam queda de preços

Na CeasaMinas, o preço do grupo de hortigranjeiros caiu 2% em janeiro, na comparação com dezembro. A retração foi impulsionada por queda nos preços dos ovos (-5,5%) e das frutas (-5,4%). Por outro lado, as hortaliças registraram alta de 4,2%, devido à entressafra de alguns produtos e às chuvas.

“O mês de janeiro costuma ter menor demanda por frutas devido às férias escolares. Além disso, produtos como limão tahiti, banana nanica e mamão estavam em safra, garantindo boa oferta e preços mais baixos ao consumidor”, explica Ricardo Martins, chefe da Seção de Informações de Mercado da CeasaMinas.

Dentre as frutas, os maiores recuos foram:

  • Morango: -33,5% (de R$ 18,54 para R$ 12,32/kg no atacado)
  • Banana nanica: -10,4% (de R$ 3,07 para R$ 2,75/kg)
  • Limão tahiti: -28,1% (de R$ 3,13 para R$ 2,25/kg)

A tendência, segundo especialistas, é de estabilidade nos preços à medida que a colheita avança e a oferta se normaliza.



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AgroNewsPolítica & Agro

por que o caruru preocupa o produtor?


A rápida disseminação do caruru nas lavouras do Rio Grande do Sul tem preocupado os produtores rurais. A planta daninha, que já apresenta resistência a herbicidas como o glifosato, compromete a produtividade da soja ao competir por luz, água e nutrientes

Segundo João Tomás, gerente de marketing regional da Ihara, o problema se agrava quando medidas preventivas não são adotadas. “Um dos principais motivos para a disseminação do caruru é a falta de herbicidas eficazes. Com a resistência ao glifosato, o controle se torna ineficiente, e essa planta tem um alto poder de propagação. Basta que uma ou duas fiquem na lavoura para que, na safra seguinte, formem um banco de sementes prejudicial ao agricultor”, alerta Tomás.

Além das dificuldades no controle, as perdas são expressivas. A presença da planta daninha reduz significativamente o rendimento das lavouras, já que a competição com a soja se inicia logo na germinação. O especialista reforça que a estratégia de controle deve começar antes do plantio, com o uso de herbicidas pré-emergentes.

“Deixar para controlar o caruru apenas na fase pós-emergente já coloca o produtor em desvantagem. Quando a soja germina junto com a planta daninha, começa a disputa por água, luz e fertilizantes. O produtor investiu no adubo para a soja, mas, se não fizer o manejo adequado, quem aproveita é o caruru”, explica.

Uma alternativa eficiente é o uso de herbicidas pré-emergentes que eliminem o caruru antes mesmo do plantio da soja. Dessa forma, a cultura principal cresce sem competição e pode expressar seu máximo potencial produtivo.

“Quando utilizamos um bom pré-emergente,, garantimos que a soja se desenvolva sem interferências. Isso impacta diretamente na produtividade e, no final, significa mais rentabilidade para o produtor”, enfatiza Tomás.

Diante do avanço da resistência das plantas daninhas, o manejo preventivo se torna indispensável. Além da escolha do herbicida adequado, o monitoramento constante e a rotação de culturas são práticas essenciais para conter a disseminação do caruru e evitar prejuízos ainda maiores nas próximas safras.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall St sobe com impulso de ações de tecnologia e novo governo de Trump em foco


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(Reuters) – Os principais índices de Wall Street subiam nesta sexta-feira, com as ações de tecnologia se recuperando de uma série de perdas, enquanto os investidores se preparavam para possíveis mudanças políticas do novo governo de Donald Trump nos Estados Unidos.

O Dow Jones subia 0,53%, a 42.615,51 pontos. O S&P 500 tinha alta de 0,75%, a 5.912,53 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançava 1,00%, a 19.473,50 pontos.

Todos os 11 setores do S&P 500 estavam sendo negociados em território positivo, com o setor de tecnologia da informação subindo 1,3% após cair nas últimas quatro sessões. A Nvidia impulsionava os ganhos em todos os três índices.

Wall Street teve um início de ano ruim, com o S&P 500 e o Nasdaq fechando em baixa pela quinta sessão consecutiva na quinta-feira, contrariando uma tendência histórica em que os mercados obtêm ganhos nas últimas cinco sessões de dezembro e nas duas primeiras de janeiro.

Todos os três principais índices estavam no caminho certo para registrar quedas semanais de cerca de 1% cada.

Analistas destacaram a incerteza em torno das medidas que o governo de Trump poderá implementar, especialmente com seu Partido Republicano dominando o Congresso.

As propostas de Trump, que vão desde a redução dos impostos corporativos e a flexibilização das regulações até a imposição de tarifas e a contenção da imigração ilegal, podem aumentar os lucros das empresas e impulsionar a economia. Entretanto, elas também apresentam certos riscos.

“A principal questão na qual as pessoas começarão a se concentrar é se as decisões (de Trump) serão inflacionárias e, se forem, isso sinaliza que o Fed fará uma mudança abrupta de curso e começará a aumentar os juros”, disse Peter Andersen, fundador da Andersen Capital Management.

Os operadores agora esperam que o Federal Reserve reduza a taxa de juros em cerca de 50 pontos-base este ano, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

No entanto, o que dificulta a justificativa para a redução dos juros é que os dados continuam sugerindo a resiliência da economia. Nesta sexta-feira, uma pesquisa mostrou que o setor industrial se aproximou da expansão em dezembro, com a produção subindo e o volume de novos pedidos crescendo ainda mais.

(Por Johann M Cherian e Pranav Kashyap em Bengaluru)





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Valor do frete para o transporte de milho e soja oscila nas principais rotas do país



Uma pesquisa elaborada pela Safras & Mercado indica que os preços dos fretes da soja e do milho oscilaram nas principais rotas de escoamento do Brasil na semana terminada em 12 de fevereiro.

Onde caiu

O frete entre Cascavel e Paranaguá caiu de R$ 165,00 para R$ 160,00 por tonelada. Entre Sorriso (MT) e Paranaguá, o preço por tonelada teve estabilidade em R$ 490,00. De Rondonópolis (MT) a Paranaguá, os preços continuaram em R$ 380,00.

Aumentou

O preço subiu no trajeto entre Rio Verde (GO) e o Porto de Santos, de R$ 300,00 para R$ 355,00. Entre Uberlândia (MG) e o cais santista, os preços tiveram elevação de R$ 200,00 para R$ 235,00.

O Rio Grande do Sul também sofreu com altas; entre Passo Fundo e Rio Grande, o frete subiu de R$ 135,00 para R$ 145,00 por tonelada.



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AgroNewsPolítica & Agro

economizar na lavoura pode sair caro?


A alta nos custos de produção tem levado muitos produtores rurais a buscarem formas de economizar. No entanto, cortar investimentos em defensivos, fertilizantes e outros insumos essenciais pode comprometer seriamente a produtividade da lavoura.

“Hoje, quando olhamos para os preços de defensivos, fertilizantes e sementes, percebemos que houve uma queda em relação às últimas safras. No entanto, outros custos, como mão de obra, diesel e captação de crédito, aumentaram significativamente”, explica João Tomás, gerente de marketing regional da Ihara.

Com a pressão financeira, alguns produtores tentam reduzir despesas eliminando aplicações de inseticidas, fungicidas ou fertilizantes, o que pode resultar em um impacto negativo na produção. O especialista alerta que a produtividade deve ser a prioridade para garantir a viabilidade econômica da lavoura.

“Muitas vezes, o produtor economiza onde não deveria. Se ele corta defensivos ou não faz o controle adequado de pragas, doenças e plantas daninhas, o prejuízo pode ser muito maior do que a economia inicial”, destaca.

O uso de produtos com ação rápida e residual é um fator-chave para garantir o controle efetivo de pragas e doenças na lavoura. Tomás cita o exemplo do percevejo, uma praga comum na soja, que pode causar grandes danos caso não seja controlada de maneira eficiente.

“Se um inseticida demora três dias para agir, nesse período a praga continua atacando a lavoura e colocando ovos, o que gera uma nova infestação”. 

O especialista reforça que, mesmo diante da alta dos custos, é fundamental que o produtor mantenha o foco na produção e adote estratégias eficientes para proteger sua lavoura. Investir em tecnologias de manejo e controle de pragas pode ser a melhor forma de garantir uma safra produtiva e rentável.

“No final das contas, o que realmente importa para o produtor é o retorno financeiro. E esse retorno só vem com produtividade. Reduzir custos de forma errada pode parecer vantajoso no curto prazo, mas pode comprometer a rentabilidade da lavoura no final da safra”, conclui Tomás.





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inflação nos EUA e serviços no Brasil são destaques do mercado hoje; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 0,76% do Ibovespa, impulsionado pelo varejo, enquanto o dólar caiu 0,31%, a R$ 5,76.

O IPCA de janeiro subiu 0,16%, com pressão de alimentos e transportes, mas a queda na energia elétrica aliviou o índice.

Nos EUA, Trump confirmou tarifas sobre aço e alumínio, elevando os Treasuries.

Hoje, atenção ao CPI americano e à PMS no Brasil, que deve indicar alta de 3,2% no setor de serviços em 2024.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Vetos aos Fiagros serão derrubados no Congresso Nacional, diz FPA



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) realizou, nesta terça-feira (11), a primeira reunião-almoço de 2025 com parlamentares e representantes do setor produtivo para discutir temas que impactam diretamente a agropecuária brasileira.

Entre os assuntos em pauta estavam o veto do presidente da República aos Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros), no âmbito da Reforma Tributária, e a inflação dos alimentos.

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) defendeu a importância desses fundos para o agronegócio, destacando que mais de 600 mil brasileiros já investem nos Fiagros, com um ticket médio de R$ 15 mil.

“O valor investido já ultrapassa os R$ 40 bilhões, e a taxação comprometeria o funcionamento desses fundos, afetando diretamente o financiamento da produção agropecuária”, afirmou.

O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion, também se posicionou contra o veto presidencial e garantiu que a FPA trabalhará para derrubá-lo no Congresso Nacional.

“Não podemos permitir que a taxação prejudique fundos essenciais para o financiamento do setor. O governo precisa dar um sinal claro de que não pretende tributar os Fiagros”, ressaltou.

Segundo o deputado, a manutenção do veto compromete um instrumento financeiro estratégico para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil. “Estamos falando de uma nova forma de financiamento do setor agropecuário. Esse veto não era necessário, e um acordo sem mudanças significativas seria apenas ‘chover no molhado’. Na próxima sessão do Congresso, vamos atuar para derrubar os vetos aos fundos”, afirmou.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) também criticou a decisão do governo: “O Fiagro foi criado de forma muito inteligente e para ajudar. Colocar qualquer tipo de tributação nisso significa que o cidadão terá que pagar imposto para participar. Não faz sentido tributar uma transação desse tipo”.

Seguro rural

A FPA também abordou a situação do Seguro Rural. Lupion alertou que o corte no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), que oferece seguro para o setor agrícola, afetou cerca de 40% dos beneficiários na cadeia produtiva do país.

“O governo federal ainda não encontrou uma solução eficaz para garantir a continuidade do crédito e do seguro para os produtores, que precisam de alternativas para financiar a próxima safra”, afirmou.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, também demonstrou preocupação com a situação e defendeu a necessidade de mudanças legislativas a médio prazo. “Precisamos garantir que o produtor tenha acesso ao crédito e ao seguro, pois, sem isso, não será possível manter a produção e a competitividade do Brasil no mercado global”, concluiu Lupion.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha misto na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou de forma mista com relatório norte-americano com pouca variação, segundo informações da TF Agroeconômica. “As cotações da B3 caíram para as posições mais curtas e subiram levemente para as mais longas. A queda acompanhou Chicago e as poucas alterações no relatório americano de oferta e demanda”, comenta.

“Para o Brasil o USDA reduziu a colheita e as exportações de 127 para 126 e de 47 para 46 milhões de toneladas, respectivamente. A Conab trabalha com números menores desde janeiro e lança o seu novo relatório nesta quinta-feira. As cotações mais longas subiram levemente apenas para ajustes na perspectiva de preço pós-colheita”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 78,57 apresentando baixa de R$ -0,70 no dia, alta de R$ 1,95 na semana; maio/25 fechou a R$ 77,50, baixa de R$ -0,60 no dia, alta e R$ 0,97 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 72,78, baixa de R$ -0,07 no dia e alta de R$ 0,94 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho acabou fechando em baixa. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,53 % ou $ -7,50 cents/bushel a $ 484,00. A cotação para maio, fechou em baixa de -1,29 % ou $ -6,50 cents/bushel a $ 498,00”, informa.

“Assim como na soja, o milho não conseguiu sustentar os pequenos ganhos logo após o relatório de oferta e demanda do USDA. Os cortes para o Brasil e a Argentina foram considerados modestos, quase não alterando o saldo exportável do ano. Já a Importação por parte da China caiu de 13 para 10 milhões de toneladas segundo o relatório WASDE. O Ministério da Agricultura da China manteve suas estimativas para a produção de milho do país em 2024/25, em 294.907.000 de toneladas”, conclui.

 





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oferta de fêmeas impacta mercado; veja cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos nas principais regiões do país.

“A oferta de fêmeas, em especial no Norte, é surpreendente e sem dúvida é um dos principais elementos de pressão neste momento”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, em São Paulo, os frigoríficos seguem testando patamares de preços mais baixos, encontrando alguma relutância dos produtores.

“Por outro lado, a boa demanda por exportação ainda é um ponto importante de suporte, com o Brasil ainda exportando volumes expressivos de carne bovina”.

  • São Paulo: R$ 319,25 (R$ 325,25 ontem)
  • Goiás: R$ 301,25 (R$ 303,57 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 312,94 (R$ 313,53 na segunda)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,16 (R$ 312,95 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 320,82 (R$ 320,74)

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados, mas o viés ainda é de alguma alta dos preços durante a primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Vale destacar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,7672 para venda e a R$ 5,7652 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7574 e a máxima de R$ 5,8064.



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