sábado, julho 4, 2026

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veja a previsão para hoje



Esta quinta-feira (13) será marcada por temporais localizados em áreas das cinco regiões brasileiras. Como é verão, o calor também não poderia ficar de fora. Confira:

Sul

O tempo segue instável e com pancadas de chuva nos três estados do Sul. A chuva pode ser forte e não se descartam temporais localizados, especialmente a partir da tarde. Na metade sul gaúcha, chuva forte entre a madrugada e a manhã.

Sudeste

O dia começa com sol em grande parte da Região, porém, a partir da tarde, aumenta o risco para pancadas de chuva pelo estado de São Paulo, Triângulo mineiro e pontos isolados do sul e leste de Minas Gerais. Pelo interior paulista há risco para temporais com raios. Tempo firme no Rio de Janeiro, Espírito Santo e em boa parte de Minas Gerais, onde uma onda de calor atua garantindo temperaturas elevadas.

Centro-Oeste

Quinta-feira com mais nuvens e chuva a qualquer hora do dia pelo Mato Grosso; a tarde aumenta o risco para temporais. Em Goiás e em Mato Grosso do Sul, as pancadas acontecem a partir da tarde, podendo ser fortes. Assim, temporais localizados não estão descartados. Temperaturas altas e calor dominando todos os estados do Centro-Oeste.

Nordeste

O tempo segue instável e com chuva no Maranhão, Piauí e Ceará, onde a chuva pode vir com forte intensidade e com alguns temporais. Em Salvador, Bahia, pancadas com trovoadas, enquanto nas demais capitais da costa leste do Nordeste a chuva é mais isolada. O tempo segue abafado em todo o Nordeste.

Norte

Tempo instável e com pancadas de chuva alternadas com períodos de melhoria. Pode chover na forma de temporal pelo estado amazonense, no Acre e no centro-sul do Pará. Em Belém, capital do Pará, e no Amapá, chuva forte a qualquer hora podendo vir na forma de temporais localizados devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).



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Atleta 100% carnívoro passa a viver do esporte



Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros



Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros
Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros – Foto: Pixabay

Aos 54 anos, Alessandro Medeiros finalmente poderá se dedicar exclusivamente ao ultratriathlon em 2025, graças à renovação do patrocínio da Connan e da Fazenda Mundo Novo. Seguindo uma dieta 100% carnívora, ele se tornou referência mundial na relação entre nutrição e desempenho em provas de resistência extrema. O apoio das empresas reforça essa conexão, permitindo que Medeiros foque totalmente em sua evolução esportiva.

“Sempre trabalhei e treinei, acordando às 2h30 ou 3h da manhã para conseguir me preparar. Agora, pela primeira vez, poderei me dedicar totalmente à minha carreira como atleta profissional, algo que sempre quis desde os 18 anos”, comenta o triatleta.

Para Fernando Penteado Cardoso Neto, presidente da Connan, a parceria reforça a missão da empresa em apoiar iniciativas que valorizam a cadeia produtiva da carne bovina. O projeto “Carne Faz Bem”, desenvolvido por Medeiros e sua nutricionista Letícia Moreira, busca promover a qualidade da carne brasileira e sua importância na nutrição esportiva.  

Essa nova fase marca a realização de um sonho para Medeiros, que conciliava treinos e trabalho por décadas. Agora, com suporte total, ele amplia sua presença no cenário esportivo internacional e fortalece a divulgação dos benefícios da carne vermelha e da sustentabilidade da pecuária no Brasil.

“Essa parceria só tem a crescer. Com o apoio da Connan e da Fazenda Mundo Novo, Medeiros conquistou espaço na mídia e demonstrou que a carne faz bem. Agora, com mais empresas acreditando no projeto, ele poderá seguir como atleta em tempo integral, levando essa mensagem ainda mais longe”, conclui Cardoso Neto.

 





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Soja fecha em baixa em Chicago



O relatório do USDA trouxe poucas mudanças



O relatório do USDA trouxe poucas mudanças
O relatório do USDA trouxe poucas mudanças – Foto: Divulgação

A soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira, com poucas alterações no relatório de oferta e demanda do USDA, segundo análise da TF Agroeconômica. O contrato para março, referência para a safra brasileira, caiu 0,57%, encerrando a $ 1043,50 por bushel. O contrato para maio recuou 0,49%, cotado a $ 1060,25 por bushel. O farelo de soja para março teve queda de 1,30%, a $ 296,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,87%, fechando a $ 46,13 por libra-peso.

O relatório do USDA trouxe poucas mudanças nos números de oferta e demanda, frustrando expectativas de cortes mais expressivos na safra da América do Sul. A quebra da produção argentina já parecia precificada, e a manutenção do saldo exportável do país não ajudou a sustentar os preços. Para Brasil e Estados Unidos, os dados permaneceram iguais aos do relatório de janeiro. Após uma breve tentativa de alta, o mercado voltou a operar no vermelho, sem forças para reverter as perdas.

Entre os fatores de atenção para fevereiro, estão os atrasos na colheita brasileira e as incertezas sobre uma possível guerra tarifária. A Conab informou que a colheita da soja no Brasil avançou para 14,8% da área apta, contra 8% no levantamento anterior e 20,9% no mesmo período de 2024. Em Mato Grosso, o avanço foi de 27,5%, bem abaixo dos 45,4% registrados no ano passado, reflexo do excesso de umidade.

O cenário indica que o mercado seguirá atento ao ritmo da colheita no Brasil e às movimentações comerciais globais. A expectativa de novas atualizações sobre a produção sul-americana e possíveis mudanças no fluxo exportador podem influenciar os preços nas próximas semanas.

 





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USDA reduz projeções para soja e milho em fevereiro


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou suas estimativas de oferta e demanda para fevereiro, indicando cortes na produção e nos estoques finais de soja e milho em escala global. A produção mundial de soja foi reduzida para 420,76 milhões de toneladas, ante os 424,26 milhões de janeiro, enquanto os estoques finais caíram para 124,34 milhões de toneladas. No milho, a produção global foi revisada para 1,212 bilhão de toneladas, e os estoques finais, para 290,31 milhões de toneladas, ambos abaixo das projeções anteriores.

No Brasil, a produção de soja foi mantida em 169 milhões de toneladas, mas os estoques finais recuaram para 31,52 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 32,52 milhões previstos no mês passado. As exportações seguem estimadas em 105,5 milhões de toneladas. Nos EUA, a produção ficou estável em 118,84 milhões de toneladas, com estoques finais de 10,34 milhões. 

A Argentina teve um corte significativo na produção, agora estimada em 49 milhões de toneladas, ante os 52 milhões de janeiro, e nos estoques finais, reduzidos de 28,95 para 25,95 milhões. Na China, a produção foi mantida em 20,65 milhões de toneladas, com importações projetadas em 109 milhões e estoques finais de 45,96 milhões de toneladas.

No mercado de milho, o USDA revisou para baixo a safra brasileira, agora estimada em 126 milhões de toneladas, ante os 127 milhões projetados no mês anterior. Os estoques finais recuaram para 2,84 milhões de toneladas, enquanto as exportações foram ajustadas para 46 milhões de toneladas. Nos EUA, a produção foi mantida em 377,63 milhões de toneladas, com produtividade de 187,56 sacas por hectare. Os estoques finais ficaram em 39,12 milhões de toneladas, enquanto o consumo para etanol foi mantido em 139,71 milhões. 

A Argentina também teve sua produção reduzida, de 51 para 50 milhões de toneladas, com estoques finais em 2,79 milhões e exportações projetadas em 36 milhões de toneladas. A Ucrânia manteve sua produção em 26,5 milhões de toneladas, mas as exportações foram revisadas para 22 milhões, ante os 23 milhões estimados em janeiro.

 





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Acordo com BNDES permitirá à Conab expandir capacidade operacional sem novos aportes



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram, nesta quarta-feira (12), um acordo para a desmobilização de imóveis não utilizados pela estatal, com o objetivo de ampliar a capacidade de armazenamento de grãos no país.

A iniciativa permitirá um incremento de 33% na capacidade operacional da Conab, elevando a capacidade de estocagem de 900 mil para 1,2 milhão de toneladas.

O acordo prevê a venda de nove imóveis, incluindo oito armazéns desativados e um pavimento comercial, que atualmente geram custos de manutenção sem atender às necessidades logísticas da companhia, segundo a Conab. Os bens estão avaliados em aproximadamente R$ 175 milhões.

Os recursos obtidos com a negociação serão reinvestidos na modernização das estruturas de armazenamento da Conab em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Distrito Federal.

Melhoria operacional e redução de custos

O presidente da Conab, Edegar Pretto, destacou que a parceria oferece uma solução mais rápida e financeiramente segura para fortalecer a infraestrutura da estatal.

“Temos a necessidade de ampliar nossa capacidade operacional e encontramos uma alternativa que valoriza os ativos da companhia. A ampliação da capacidade de armazenamento garantirá melhores condições para a gestão dos estoques reguladores e para o suporte ao setor agropecuário”, afirmou.

A modelagem de negócios será conduzida pelo BNDES, que buscará viabilizar parcerias público-privadas para a desmobilização dos ativos.

“É um projeto de valorização de ativos e aumento de investimentos da Conab”, ressaltou o diretor de Planejamento e Relações Institucionais do banco, Nelson Barbosa.

O contrato entre as instituições terá validade de 36 meses, podendo ser prorrogado até o limite de 60 meses. Além da ampliação da capacidade de armazenamento, o acordo visa reduzir custos operacionais, otimizar a logística da estatal e garantir a continuidade das ações públicas desempenhadas pela Conab.

Durante a cerimônia de assinatura, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, disse que a parceria representa um avanço na estruturação financeira da Conab sem necessidade de recursos orçamentários.

“Estamos promovendo um fortalecimento da Conab por meio de um modelo que equaciona as finanças da estatal e permite a expansão dos serviços prestados ao setor agrícola”, destacou.

Além do presidente da Conab e do ministro do MDA, participaram do evento diretores da estatal, executivos do BNDES e representantes da Embrapa. O plano de modernização dos armazéns integra uma estratégia mais ampla de aprimoramento da logística de armazenamento no país, garantindo maior eficiência na regulação dos estoques e no suporte ao escoamento da produção agropecuária.



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Paraná e Mato Grosso do Sul anunciam parceria em infraestrutura logística para o agro



Uma parceria para investimentos no agronegócio entre os governos do Paraná e de Mato Grosso do Sul, estados que fazem divisa, foi anunciada nesta quarta-feira (12) durante o Show Rural Coopavel 2025, em Cascavel, município do oeste paranaense.

A aliança estratégica de investimentos no setor visa a infraestrutura e as alternativas logísticas entre os territórios. Agora, junto com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Sistema Ocepar), as duas unidades federativas devem alinhar o pacote orçamentário para essa demanda.

De acordo com o secretário do Planejamento do Paraná, Guto Silva, a parceria ultrapassa a questão logística, sendo também direcionada à educação de crédito das cooperativas.

“Isso significa menos custo na produção e esse recurso significa dinheiro no bolso do produtor. Estamos muito felizes em poder avançar com esse tipo de parceria, de diálogo para que a gente consiga acompanhar com os governos estaduais essa evolução produtiva que ambos os estados têm vivenciado”.

Segundo ele, o aumento da produção agropecuária e da atividade econômica como um todo naturalmente aumentam a demanda por mais infraestrutura. “Quando a gente fala de infraestrutura, não estamos pensando apenas em rodovia; tem a ferroviária, tem gás, tem a questão da eletrificação […]”

Já o consultor de empresas Valter Campagnolo ressaltou que o Brasil precisa desse tipo de parceria. “O nosso estado do Paraná e também os vizinhos, como Mato Grosso do Sul, nós precisamos nos unir em torno dessas causas, tanto para o fluxo dos produtos, das safras, quanto para toda a logística e todo o desenvolvimento. As divisas entre os estados não deveriam ser empecilho para qualquer desenvolvimento”.



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veja os preços médios da arroba pelo Brasil


O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos nas principais regiões do país. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o surpreendente avanço da oferta de fêmeas pode ser atribuído como principal justificativa para o movimento.

“Até mesmo em Mato Grosso, um mercado que até então contava com certa acomodação dos preços, já são evidenciadas tentativas de compra em patamares mais baixos. Ao mesmo tempo, os frigoríficos se deparam com avanço de suas escalas de abate e devem continuar exercendo pressão sobre o mercado”, disse.

  • São Paulo: R$ 318,98
  • Goiás: R$ 300,36
  • Minas Gerais: R$ 310,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 311,14
  • Mato Grosso: R$ 319,96

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados. No entanto, o viés ainda é de alguma alta dos preços durante a primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Vale destacar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, disse Iglesias.

O quarto traseiro segue precificado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,7627 para venda e a R$ 5,7607 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7432 e a máxima de R$ 5,7877.



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Quebra de safra de noz-pecã no RS pode chegar a 40% em 2025



A safra de noz-pecã do Rio Grande do Sul pode ter quebra de 40% da safra, estima o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan).

A projeção é de que sejam colhidos entre quatro a cinco mil toneladas. “Após perdas devido às enchentes de maio, logo após a abertura oficial da colheita, os produtores de pecã enfrentam outro desafio: forte calor e chuvas insuficientes”, diz a entidade em nota.

No comunicado, o presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, conta que a entidade busca um regime tributário diferenciado para a pecã, “a exemplo do que foi conquistado pelos produtores de oliveiras e azeites de oliva e que passou a valer a partir de janeiro deste ano, com redução de 12% para 4% no ICMS”.

“O argumento do instituto é de que este tratamento tributário incentivaria os produtores a ingressarem na formalidade e traria mais competitividade à pecã frente a outras nozes e castanhas, bem como maior ingresso de receitas, com o aumento do consumo”, disse o IBPecan.

Maior produtor de noz-pecã do Brasil

Conforme a entidade, durante a reunião, Wallauer teria defendido a adoção de sistemas de irrigação, lembrando que é o quarto ano com estiagem no território gaúcho. A demanda será levada à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento Rural e Irrigação (Seapi).

O Rio Grande do Sul é o maior produtor de pecã do Brasil, com mais de 80% da produção nacional. O estado sedia mais de 90% da indústria de beneficiamento, recebendo a produção gaúcha, catarinense e paranaense.

“A estimativa é de 10,5 mil hectares plantados por pouco mais de 2 mil produtores, a maioria composta por agricultores familiares. Além de abastecerem o mercado interno, o excedente da produção é exportado para Ásia, Oriente Médio, Europa, Canadá e Estados Unidos”, informa a entidade.



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Poucos negócios; confira onde os preços da soja caíram no Brasil



O mercado brasileiro de soja movimentou lotes pequenos nesta quarta-feira (12). Além disso, de acordo com a Safras & Mercado, houve indicação de negócios nos portos, mas com entrega e pagamentos alongados.

Na indústria, da mesma forma, os volumes foram pouco expressivos. Os preços, neste caso, ficaram firmes. Informações da consultoria afirmam que quem tem necessidade de originar acaba pagando mais caro, acima da paridade de exportação.

No geral, os preços caíram no dia, porém, ficaram nominais. A Bolsa de Chicago caiu, o que contribuiu com a retração doméstica. Os prêmios um pouco melhores impediram quedas mais expressivas no mercado físico.

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A Safras explica que há muitos contratos em execução. Os produtores estão focados na colheita. Assim, a comercialização deve ser em menores volumes em fevereiro.

Confira os preços da soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 132,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 132,00 para R$ 131,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 112,00 para R$ 111,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo retorno das chuvas na Argentina, aliviando o estresse hídrico e, ao menos, estancando a perda no potencial produtivo.

USDA

Os agentes também se mostraram decepcionados com o relatório divulgado na terça pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), sem grandes alterações e confirmando uma ampla oferta mundial da oleaginosa.

Os dados também informam que os estoques finais dos Estados Unidos em 2024/25 estão projetados pelo USDA em 380 milhões de bushels ou 10,34 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 382 milhões de bushels ou 10,39 milhões de toneladas. O USDA manteve a projeção de janeiro.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2024/25 de 420,76 milhões de toneladas. Em janeiro, o número era de 424,26 milhões. Para 2023/24, a previsão é de 394,97 milhões de toneladas.

Além disso, os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 124,34 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 128,5 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 128,4 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2023/24 estão estimados em 112,5 milhões de toneladas.

Para a produção brasileira, o USDA manteve as estimativas em 153 milhões de toneladas para 2023/24 e em 169 milhões para 2024/25. O mercado esperava um aumento na atual temporada para 170 milhões de toneladas.

Argentina

Para a Argentina, a previsão para 2023/24 foi mantida em 48,21 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi reduzida de 52 milhões de toneladas para 49 milhões de toneladas. O mercado apostava em 50,6 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 15,75 centavos de dólar ou 1,5% a US$ 10,27 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,45 3/4 por bushel, perda de 14,50 centavos ou 1,36%.

Subprodutos

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,84% a US$ 294,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,66 centavos de dólar, com baixa de 0,47 centavo ou 1,01%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, negociado a R$ 5,7627 para venda e a R$ 5,7607 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7432 e a máxima de R$ 5,7877.



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