sábado, julho 4, 2026

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primeiro caso de Ferrugem Asiática é registrado na safra 24/25 na Bahia



Ferrugem Asiática pode causar grandes perdas de produtividade




Foto: Aline Merladete

Na Bahia, a safra 2024/25 de soja registrou o primeiro caso de Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi) neste mês de fevereiro. O foco foi identificado no núcleo produtor de Rosário, em Correntina, no dia 5, por meio do Programa Fitossanitário da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). A confirmação ocorreu após análise laboratorial com apoio da Fundação BA, em Luís Eduardo Magalhães.

O monitoramento da doença contou com o suporte do sistema Caça-Esporos, que monitora constantemente os principais núcleos produtivos da região, incluindo o Anel da Soja (Estrada do Café), Placas, Bela Vista, Paraíso e Rodovia da Soja. O registro tardio da Ferrugem Asiática nesta safra contrasta com anos anteriores, quando os primeiros focos foram detectados em novembro e dezembro. Esse atraso é atribuído ao fortalecimento das ações de monitoramento fitossanitário, ao uso de boas práticas agrícolas e à assistência técnica dos produtores.

A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), responsável pelo registro oficial da doença no estado, acompanha a situação e reforça que não há motivo para alarde. O monitoramento das lavouras baianas conta com a colaboração de Aiba, Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Embrapa e Fundação Bahia. Coletores de esporos instalados em pontos estratégicos do oeste baiano são ferramentas essenciais para detectar precocemente a Ferrugem Asiática da Soja e outras doenças, como a Ramulária do Algodão. “Nós estamos acompanhando a situação por meio do Programa Fitossanitário, em parceria com a Aiba, Abapa e Fundação Bahia. É fundamental que o produtor esteja atento às informações técnicas para monitorar sua lavoura e realizar as aplicações de fungicidas quando necessário. Não há motivo para alarde, pois a ferrugem asiática está ocorrendo em baixa pressão e de forma tardia na nossa região. A recomendação é intensificar o controle e seguir as orientações técnicas”, explica Nailton Almeida, fiscal estadual agropecuário da Adab.

A Aiba recomenda que produtores comuniquem imediatamente qualquer suspeita da doença ao Programa Fitossanitário ou à Adab para a adoção de medidas adequadas. Segundo Aloisio Junior, gerente de Agronegócios da Aiba, a identificação tardia da Ferrugem nesta safra demonstra a eficiência das estratégias de controle.

A Ferrugem Asiática pode causar grandes perdas de produtividade se não for manejada corretamente. O uso adequado de fungicidas e o cumprimento do plano de manejo são essenciais para reduzir os impactos na lavoura.





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Embarques de genética avícola caem 13,4% em janeiro, mas setor está otimista



Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações de genética avícola – incluindo ovos férteis e pintos de 1 dia – totalizaram 2.139 toneladas em janeiro, saldo 13,4% menor em relação ao mesmo período do ano passado, com 2.470.

A receita de exportações de janeiro chegou a US$ 19,233 milhões, saldo 0,8% menor em relação ao registrado no ano anterior, com US$ 19,391 milhões.

O México é o principal destino das exportações. O país importou 898 toneladas de genética avícola brasileira em janeiro, número 13% superior ao do mesmo período do ano anterior. Em seguida, vieram:

  • Senegal: 455 toneladas (-3%);
  • Paraguai: 338 toneladas (+97%);
  • Venezuela: 186 toneladas (+289%); e
  • Colômbia: 73 toneladas (+181%)

“Apesar da retração pontual no mês, vemos forte demanda de países que são tradicionais importadores da genética brasileira, como México, Paraguai e Venezuela. É esperado que o fluxo siga demandante nos próximos meses”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.



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Perdeu a Abertura Nacional da Colheita da Soja? Saiba como assistir!



quase uma semana, em Santa Carmem, região de Sinop, em Mato Grosso, aconteceu a Abertura Nacional da Colheita da Soja. O evento, que simboliza a conexão entre o trabalho no campo e a colheita de soja, teve início com uma reflexão sobre as histórias de superação que se renovam a cada safra. Foi ressaltada, também, a importância da inovação tecnológica como parceira essencial nesse processo. Para assistir é muito simples, basta acessar o link no Youtube:

Durante uma manhã intensa de aprendizado e trocas de experiências, o público teve a oportunidade de acompanhar debates sobre os obstáculos e as chances de crescimento do setor agrícola. Além disso, o evento também trouxe discussões sobre temas como sustentabilidade, biocombustíveis e a COP 30, refletindo a importância desses tópicos para o futuro da agricultura.

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Invaldo Weiss, anfitrião do evento, compartilhou sua história com os participantes. O proprietário da Fazenda Esperança falou sobre os altos e baixos de sua trajetória e como se prepara para lidar com os desafios de cultivar 2.750 hectares de soja. Embora o início da safra tenha sido marcado por pouca chuva, a colheita seguiu sem maiores prejuízos até o momento, embora os altos custos ainda sejam um dos maiores desafios do setor.

O presidente do Canal Rural, Julio Cargnino, ressaltou a relevância do evento para o agronegócio nacional. Ele destacou que, ao lado de tantas lideranças do setor, teve a honra de participar da 13ª edição do Projeto Soja Brasil.

Durante seu discurso, Cargnino agradeceu a Invaldo Weiss por receber todos os participantes na Fazenda Esperança e fez questão de valorizar a transmissão ao vivo do evento, que levou o conhecimento a todo o Brasil. Ele também saudou Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e os 13 presidentes das Aprosojas estaduais, destacando o recorde de participação no evento.

Não fique de fora e acompanhe tudo o que foi comentado e discutido neste encontro especial!



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Estiagem agrava dívidas e Farsul pede prorrogação de prazos



“Produtores querem pagar, mas precisam de tempo”, diz Gedeão Pereira




Foto: Divulgação

A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) promoveu, na noite de quarta-feira (12), uma reunião com sua diretoria e representantes de sindicatos rurais para discutir os impactos da estiagem severa que afeta o estado e o crescimento do endividamento dos produtores rurais. A seca, que sucede um período de excesso de chuvas, tem comprometido gravemente a produção agrícola e agravado a situação financeira do setor.

O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, destacou a gravidade do cenário em vídeo divulgado nas redes sociais da entidade, alertando que os agricultores não buscam perdão de dívidas, mas sim mais tempo para quitar seus compromissos. “Sabemos e estamos a par da situação. Fizemos uma assembleia com nossos sindicatos rurais para discutir realmente aquilo que está acontecendo no Estado. Mais uma vez, o Estado de uma calamidade pública causada pelo excesso de chuvas e entrou noutra calamidade agrícola agora pela falta da mesma chuva. Isso está trazendo um pesado endividamento aos produtores que vem se estendendo no tempo e que nós não estamos enxergando uma solução de curto prazo”, comenta o presidente.

Diante do cenário de perdas, Gedeão Pereira ressaltou que a prorrogação das dívidas é essencial para garantir a sobrevivência da atividade agrícola no estado. Segundo ele, o setor produtivo precisa de um plano estruturado para lidar com os impactos climáticos, que têm sido recorrentes. “Temos que estar unidos as nossas entidades principalmente para junto com as pessoas que têm o mando nesta nação descobrirmos um caminho, uma solução não mais de curto prazo, porque curto prazo foi o que nós fizemos ano passado. Agora nós temos que alongar o prazo dessa dívida dos produtores que não querem perdão. Querem pagar as suas contas sem dúvida nenhuma, mas precisa de tempo”, continua.

A preocupação da Farsul se estende ao impacto da estiagem na safra de verão, que já apresenta perdas expressivas. De acordo com a entidade, a falta de chuvas compromete o desenvolvimento das lavouras e, consequentemente, a rentabilidade dos produtores. “Tempo é tudo aquilo que nós vamos trabalhar para que os produtores possam ter viabilidade para o futuro, porque novamente, infelizmente, nós estamos tendo mais uma importante perda nesta safra de verão”, completa o presidente.





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projeto aprova acordo sobre mercado internacional



O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 266/23 contém o Acordo Internacional do Café de 2022, assinado pelo Brasil em reunião da Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

Criada em 1963, a OIC é a depositária do acordo. A entidade atualmente reúne países responsáveis por 93% da produção mundial de café e por 63% do consumo mundial. O Brasil é o principal produtor e exportador e o segundo consumidor.

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Este acordo é o oitavo no âmbito da OIC e, em síntese, trata dos objetivos e da estrutura da entidade. Desde 1994, a organização atua como foro de discussão, cooperação e intercâmbio entre os seus filiados nos temas relacionados ao café.

Segundo o governo, com o oitavo acordo, uma nova forma de cálculo dos votos para as decisões na OIC contribuirá para uma participação mais precisa de cada país no mercado internacional de café, favorecendo a posição brasileira.

Além disso, o tratado inova em pontos como a afiliação de entidades do setor privado e da sociedade civil, a fixação das contribuições dos países-membros para a OIC e a constituição de grupo de trabalho para análise da cafeicultura.

O Brasil mantém acordos internacionais com diversos países e entidades. Pela Constituição, esses instrumentos devem ser aprovados pelo Congresso Nacional.

A proposta já foi aprovada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O projeto ainda precisa ser aprovado pelo Plenário e, depois, pelo Senado.

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Atenção! Frente Fria deve provocar fortes tempestades em SP



As condições para chuva voltam a aumentar no estado de São Paulo nesta quinta, 13 de fevereiro e também na sexta-feira, depois de um dia com sol forte e calor.

Hoje, o calor que está armazenado sobre o estado e a aproximação de uma frente fria, que avança devagar pela costa da Região Sul, vão facilitar a formação de nuvens carregadas sobre todo o estado. As pancadas de chuva com raios poderão ser fortes à tarde e à noite, incluindo a Grande São Paulo.

Apesar da previsão de chuva forte, antes de chover, todas as regiões paulistas terão várias horas com sol forte e a sensação de calor será sentida o dia todo. As temperaturas seguem elevadas e devem variar de 30°C a 36°C, no interior e litoral, alcançando até 33°C na Grande São Paulo e 26°C na Mantiqueira

Ontem (12), a chuva atingiu principalmente o norte do estado, onde choveu quase 54 mm em Cafelândia e cerca de 41 mm em São José do Rio Preto, pela medição do Centro de Alertas e Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden).

Já no fim da noite da quarta e começo da madrugada desta quinta-feira, o mesmo órgão registrou chuva forte na região de Cajati, cerca de 32 mm em 1 hora, e quase 31 mm em Amparo.

Na Grande São Paulo, algumas pancadas fortes ocorreram na região do Grande ABC e na zona sul capital, mas que não se prolongaram por muito tempo e nem se expandiram para outras regiões.

O risco de chuva forte no estado de São Paulo persiste na sexta-feira quando, além do calor, a frente fria que vem do Sul estará passando em em alto-mar, na costa paulista.

A passagem desta frente fria vai causar uma ligeira mudança na circulação dos ventos em níveis médios da atmosfera e isso vai facilitar o crescimento de nuvens carregadas sobre o estado de São Paulo na quinta e na sexta-feira, 14 de fevereiro. Por isso, as condições para chuva aumentam e há risco de temporal também na Grande São Paulo.

Calor continua

O ar fresco desta frente fria não vai conseguir efetivamente entrar pelo interior paulista. O predomínio é do ar quente nos próximos dias. A temperatura pode ter uma ligeira queda, em alguns locais, porque teremos mais nuvens e a volta das pancadas de chuva, mas a sensação de calor será grande. O ar deve ficar mais abafado.

Fim de semana

No fim de semana, a chance de chuva volta a diminuir e o calor vai aumentar novamente. As praias terão sol e calor. A cidade de São Paulo pode ter novo recorde de calor para 2025 no domingo e na segunda, com temperatura em torno dos 34°C.



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preços do animal vivo e da carne sobem



As cotações do suíno vivo e da carne estão em tendência de alta em fevereiro em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem das aquecidas demandas interna e internacional. 

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No front externo, depois de as exportações brasileiras de carne suína (in natura e processados) terem se enfraquecido em janeiro frente ao mês anterior, os embarques estão intensos neste começo de fevereiro. 

De acordo com os dados da Secex, as exportações da carne suína in natura apresentam média diária recorde em fevereiro, de 6,3 mil toneladas, significativos 57,8% acima da de janeiro e 42% maior que a de fevereiro do ano passado. 



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Brasil e Rússia discutem acordo de cooperação no setor de fertilizantes



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu nesta quarta-feira (12) o deputado federal Hugo Leal (PSD – RJ), que intermediou um encontro com uma delegação da Rússia na sede do ministério. Um dos temas de interesse entre os países é a cooperação no setor de fertilizantes, com foco em novas tecnologias russas.

Durante a reunião, o vice-chefe do Departamento de Relações Econômicas Externas e Internacionais de Moscou, Vyacheslav Manuylov, apresentou ao ministro o Fórum Internacional dos Municípios Brics’ 25, conhecido como IMBRICS, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

A delegação ressaltou que a Rússia é o principal fornecedor de fertilizantes para o Brasil e demonstrou interesse em realizar o IMBRICS no país antes da Cúpula dos Líderes do Brics, prevista para julho, no Brasil.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o evento representa uma oportunidade para apresentar programas voltados à segurança alimentar e à sustentabilidade.

“No contexto do Fórum, a discussão sobre agropecuária, segurança alimentar e fertilizantes assume papel estratégico, considerando os desafios compartilhados pelos países do Brics e sua importância para o desenvolvimento sustentável e a soberania alimentar global”, informou o Mapa.

Fórum Internacional Municipal do Brics

Criado em 2019, o IMBRICS é uma plataforma de cooperação entre municípios dos países do Brics e tem o objetivo de discutir políticas públicas inovadoras, facilitando o intercâmbio de conhecimentos, experiências e melhores práticas em áreas como desenvolvimento urbano sustentável, inovação, segurança alimentar, e governança municipal.



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Mato Grosso bate recorde histórico na exportação de algodão



MT exporta volume histórico de algodão em janeiro




Foto: Canva

Segundo análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Mato Grosso registrou, em janeiro de 2025, o maior volume mensal de algodão exportado de sua história, consolidando-se como principal fornecedor da fibra no Brasil. O estado embarcou 267,10 mil toneladas do produto no mês, o que representa 64,26% das exportações nacionais. O volume superou em 12,60% o recorde anterior, registrado em dezembro de 2020.

O desempenho expressivo é atribuído à alta produção da última safra e ao fortalecimento da cotonicultura brasileira no mercado internacional, permitindo que o algodão mato-grossense alcance novos compradores ao redor do mundo.

Entre os principais destinos do algodão de Mato Grosso, Egito e Índia se destacam, aumentando consideravelmente suas importações. De agosto de 2024 a janeiro de 2025, o estado embarcou 98,98 mil toneladas para esses países, enquanto no mesmo período da safra anterior o volume foi de apenas 3,34 mil toneladas.

A tendência de crescimento nas exportações mantém as projeções otimistas para a safra 2023/24. Segundo o Imea, o ciclo comercial deve atingir um novo recorde, com 1,80 milhão de toneladas exportadas.

Especialistas do setor apontam que o fortalecimento das exportações reflete a competitividade do algodão mato-grossense, impulsionada por investimentos em tecnologia, qualidade da fibra e promoção do produto no mercado externo. Com a demanda aquecida e a ampliação dos destinos internacionais, Mato Grosso segue consolidando sua posição como maior exportador de algodão do Brasil.





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De que forma o manejo e o clima impactam na produtividade da soja?



A safra de soja 2024/25 do Brasil está a caminho de se tornar uma das maiores da história, com expectativas positivas tanto para a produtividade quanto para a comercialização. A colheita já está em andamento em várias regiões, e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção atinja 166,33 milhões de toneladas, representando um aumento de 12,6% em relação ao ciclo anterior.

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Além disso, levando em conta uma safra de 173,71 milhões de toneladas, a Safras & Mercado projeta uma comercialização antecipada de 35%, o equivalente a 60,83 milhões de toneladas. Em igual período do ano passado, a comercialização antecipada era de 29,1% e a média para o período é de 39%. No relatório anterior, o número era de 31,2%.

A região Centro-Oeste, liderada pelo estado de Mato Grosso, segue como principal produtora de soja do país. Com uma projeção de produção de 47,7 milhões de toneladas e uma produtividade média de 63,4 sacas por hectare, o estado se beneficia de condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento da lavoura.

Contudo, algumas regiões enfrentam desafios climáticos, como o sul de Mato Grosso do Sul e o Rio Grande do Sul, que podem impactar a produtividade. No Paraná, espera-se uma leve redução na produção, conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado.

Embora o cenário seja otimista, o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da Ihara, Gustavo Corsini, destaca que a safra segue em um momento decisivo. ”Os produtores devem estar atentos especialmente ao controle de insetos e doenças. A combinação de boas práticas agrícolas, uso de tecnologias avançadas e monitoramento constante são fundamentais para garantir o melhor desempenho da lavoura”, explica.

Manejo eficiente na soja

Para alcançar o sucesso nas lavouras, é fundamental que os produtores estejam preparados para enfrentar os desafios impostos por pragas, doenças e plantas daninhas. O uso adequado de defensivos agrícolas, por meio de um manejo integrado, é essencial para garantir alta produtividade e contribuir para a segurança alimentar global.

A evolução no manejo reflete o crescente entendimento sobre o comportamento das pragas, seus danos e sua resistência aos produtos. A indústria tem investido em novas formulações com ingredientes ativos mais eficazes, que otimizam o controle das pragas e reduzem seus impactos na produtividade.



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