sábado, julho 4, 2026

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Soja valoriza, milho sofre ajuste e trigo se recupera



O milho opera em baixa na CBOT



Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas
Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas – Foto: Agrolink

Os preços da soja estão sendo negociados em leve alta na Bolsa de Chicago (CBOT), com o contrato para março cotado a US$ 1.028,75 por bushel (+1,0), segundo a TF Agroeconômica. O movimento reflete expectativas de cortes na produção argentina, enquanto a nova safra brasileira pressiona os limites de alta. Nos EUA, a desaceleração das exportações segue como um fator de cautela, podendo ser agravada pela possível escalada tarifária proposta por Donald Trump. No Brasil, a soja recuou 0,75% no dia, para R$ 131,64/sc (Cepea), mas acumula alta de 2,05% no mês.  

O milho opera em baixa na CBOT, com o contrato para março a US$ 489,0 por bushel (-1,25), impactado por uma realização de lucros e pelo novo impasse tarifário entre os EUA, México e Canadá. Por outro lado, os preços encontram suporte no atraso da semeadura da safrinha brasileira e no bom desempenho das exportações americanas. No Brasil, o milho subiu 1,33% no dia e acumula alta de 5,35% no mês, com a cotação Cepea em R$ 79,00/sc.  

Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas, avançando US$ 5,0 na CBOT, com o contrato para março a US$ 579,25 por bushel. A alta decorre de compras estratégicas por investidores e das promessas de Donald Trump para aliviar tensões no Mar Negro, após conversas com os presidentes da Rússia e da Ucrânia. Além disso, as exportações russas e ucranianas desaceleram devido à redução dos estoques internos e ao risco de perdas por frio intenso. No Brasil, o trigo segue estável, com a cotação Cepea no Paraná em R$ 1.430,96 e no Rio Grande do Sul em R$ 1.318,67.  

 





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Trator compacto facilita operação e amplia uso no campo e na cidade



Agricultura e jardinagem: trator versátil ganha espaço em diferentes setores




Foto: Agrolink

A facilidade de operação e a versatilidade no uso são os principais destaques do novo trator J25, lançado durante o Show Rural. Com 25 cavalos de potência e transmissão hidrostática, o modelo se posiciona como uma alternativa acessível tanto para pequenos produtores rurais quanto para atividades urbanas, como jardinagem e manutenção de condomínios.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, o crescimento da demanda por tratores menores e mais fáceis de operar impulsionou o lançamento. “Esse trator vem crescendo muito em volume de vendas nos últimos anos. Ele foi pensado para atender o produtor de hortifruti e jardinagem, que demanda um equipamento mais compacto e versátil”, explica.

Além do público tradicional da agricultura, o modelo também se destaca por ser mais intuitivo, podendo atrair novos operadores. “Como ele tem transmissão hidrostática, funciona de forma similar a um carro automático. Basta um pedal para frente, outro para trás e uma alavanca de velocidade. Isso facilita para quem nunca teve contato com tratores, incluindo o público feminino”, afirma Vieira.

Outro diferencial do equipamento é sua aplicabilidade fora do campo. Vieira destaca que a demanda por tratores em condomínios e áreas de jardinagem tem crescido no Brasil. “Hoje, esses locais utilizam outros tipos de equipamentos. Esse trator, por contar com uma roçadeira interna, pode executar serviços de manutenção de grandes jardins de forma eficiente”, comenta.

A proposta do modelo é oferecer mais acessibilidade para quem está adquirindo o primeiro trator agrícola. “É um produto com valor acessível e muito fácil de operar. Qualquer pessoa pode aprender a manuseá-lo em poucas horas”, garante Vieira.

O lançamento reforça a tendência do setor de mecanização agrícola em buscar soluções mais intuitivas, que facilitem a entrada de novos perfis de operadores no campo e ampliem o uso de tratores em diferentes cenários.





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tarifas setorializadas de Trump aliviam mercados; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto das tarifas de Trump, que não abalaram os mercados.

O dólar caiu no DXY, mas o real recuou 0,1% após a inclusão do etanol brasileiro no memorando americano.

O Ibovespa avançou 0,38%, enquanto a PMC apontou queda de 0,1% no varejo restrito e 1,1% no ampliado, que ainda fechou 2024 com alta de 4,1%.

Para 2025, a expectativa é de desaceleração, mas o consumo deve se manter firme com mercado de trabalho aquecido e aumento da massa salarial.

Hoje, atenção à PNAD no Brasil e às vendas no varejo dos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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confira a previsão para hoje



Temporais no Centro-Oeste e no Norte, tempo instável no Sul e aberto em parte do Sudeste. Confira todos os detalhes na previsão do tempo desta sexta-feira

Sul

Tempo instável com previsão de pancadas de chuva no oeste, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, com risco de chuva moderada a forte com raios e ventos. Tempo firme no sul gaúcho. Pancadas mais isoladas no oeste e noroeste paranaenses.

Sudeste

O tempo continua mais aberto e firme no centro-leste e norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, com destaque para o calorão. São Paulo volta a receber pancadas moderadas a forte, associadas a calor e umidade entre tarde e noite. A maior parte da sexta será marcada por sol. Capital e litoral paulista com risco de alguns temporais.

Centro-Oeste

Temporais em Mato Grosso, dia nublado e chuvoso em Cuiabá, pancadas mais fortes com raios e ventos na divisa com Amazonas e Pará. Dia de sol, temperaturas em rápida elevação e condições de pancadas mais irregulares, podendo vir com moderada a forte intensidade no interior de Goiás e em Mato Grosso do Sul. Não chove no Distrito Federal e faz calor.

Nordeste

Chuva mais concentrada entre Maranhão, Piauí e o litoral do Ceará com possibilidade de pancadas fortes e raios. Semana termina com pouca chuva no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco, Alagoas e na Bahia. Calorão no interior e sul baiano e ar mais seco no interior pernambucano.

Norte

Os temporais continuam entre Acre, Amazonas, Amapá, Tocantins e Pará com risco de raios e ventos moderados a forte. Pancadas entre tarde e noite em Roraima e no Acre.



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Coopavel premia os melhores avicultores de 2024



A cerimônia foi realizada no Espaço Impulso


Foto: Canva

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na terça-feira (11), durante a 37ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2024 – integrados da cooperativa. A cerimônia, com a participação de autoridades, técnicos e criadores, foi realizada no Espaço Impulso. O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti, participaram das entregas das premiações.

O gerente do Centro Tecnológico da Avicultura (CTA), Eduardo Leffer, explica que a classificação leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. 

Os premiados foram: como melhores produtores ficaram Altevir Ferneda, Guaraniaçu, com 1,452; em segundo Genésio Gregolon, de Campo Bonito, com 1,453.  Em terceiro Arlindo Ferneda, de Guaraniaçu, com uma conversão de 1,476. 

Dilvo Grolli refletiu sobre os avanços obtidos ao longo dos anos. Mencionou a ausência desse índice de conversão e controle rigoroso da produção quando iniciou a criação de aves. Orlando Pessuti reforçou a linha de raciocínio de Dilvo. “Há 50 anos levávamos 60 dias para terminar um frango e hoje a gente chega aqui e vê essas conversões maravilhosas através da ciência, das nossas universidades e de nossas cooperativas. Fico muito feliz em saber que fazemos parte dessa história. Isso é um exemplo para mudar o mundo”, frisou.





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Degustação de carnes agrada visitantes do Show Rural



A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas


Foto: Pixabay

No Salão Tecnológico da Pecuária, os visitantes do Show Rural podem desfrutar de uma degustação especial de carnes de aves, peixes e suínos, e saborear produtos exclusivos da Coopavel. A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas, seja em soluções tecnológicas, mas também produtos que satisfazem o paladar do consumidor. 

Basta visitar o estande da cooperativa para participar dessa experiência gastronômica gratuitamente. “Temos cortes temperados, panceta, sobre paleta, linguicinhas, o joelho cozido e defumado. Temos aqui também o filé de tilápia feito em iscas. O tempero que a utilizamos é o mais natural possível, livre de condimentos fortes, então o público come e não sai com aquele gosto forte do temperado”, relata o coordenador industrial do Frisuínos, Vinicius Noraldino Borborema. 

A degustação inclui também a coxinha da asa, petisco, sassami, frango a passarinho e outros cortes temperados. Esse mesmo produto é o que o cliente vai achar na área de venda do supermercado. Todos os produtos da linha foram desenvolvidos para serem diferenciais. A média de degustações diárias varia de 8 mil a 12 mil degustações, mas estima-se que até o término do evento sejam entregues 100 mil pratinhos com os deliciosos produtos da Coopavel. 

A agricultora de Quedas do Iguaçu, Ivani Goldani (72), foi uma das inúmeras visitantes de todas as idades que degustou e aprovou os petiscos servidos. “Nossa, está uma delícia, tudo ótimo, nota 10. Gostei de fazer a degustação, é bom para conhecer os sabores. São produtos de primeira qualidade”, elogiou. 

Os pratinhos são servidos todos os dias entre 9h e 11h da manhã e das 14h às 16h. Esse é o terceiro ano que o frigorífico da Coopavel está presente na feira oportunizando essa experiência aos visitantes. O objetivo é tornar cada vez mais conhecidos os produtos da cooperativa. 





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Agronegócio deve puxar a economia e fazer PIB crescer 2,3%, diz Fazenda


A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda (SPE) apresentou, nesta quinta-feira (13), projeção de crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) do país em 2025.

A atividade econômica deverá ter alta de 2,3%. A estimativa anterior, em novembro, era de um crescimento de 2,5% do PIB. A queda poderia ser maior se não fosse a projeção de crescimento para as atividades agropecuárias, de 6%, levando em consideração os prognósticos da safra, dados preliminares de abate de bovinos para o quarto trimestre de 2024 e uma melhora da situação climática.

De acordo com o ministério, a redução da estimativa de 2,5% para 2,3% para o ano está baseada, principalmente, na elevação dos juros, na desaceleração da atividade econômica no quarto trimestre de 2024 e no cenário conjuntural externo.

“A gente reduziu essa projeção, em parte, pesando o que a gente está vendo na política monetária. E, em parte, porque estamos vendo uma desaceleração mais acentuada da atividade agora no quarto trimestre de 2024. Então, no cenário de 2,3% estão incorporados esses dois elementos”, destacou a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal.

No entanto, ela ressalvou que o ministério incluiu nessa projeção do PIB a melhora nos resultados do setor agropecuário em razão das boas perspectivas para a safra de 2025.

Desaceleração da indústria

Por setor produtivo, a SPE espera uma desaceleração da indústria e dos serviços, parcialmente compensada pela aceleração da produção agropecuária.

Para a indústria, a previsão de crescimento em 2025 foi revisada de 2,5% para 2,2% em razão da desaceleração projetada para a indústria de transformação e para a construção, apesar da recuperação da indústria extrativa, sobretudo, em função da entrada em operação de novas plataformas de petróleo.

Para serviços, o ritmo de expansão projetado para 2025 pela secretaria caiu de 2,1% para 1,9%, principalmente como reflexo da desaceleração na criação de novos postos de trabalho e da redução no ritmo de concessões de crédito em função do patamar elevado dos juros.

Efeito Trump

Donald Trump, EUA, Estados UnidosDonald Trump, EUA, Estados Unidos
Foto: The White House/ Andrea Hanks

Para o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, ainda é cedo para projetar os impactos da política comercial implementada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no crescimento brasileiro de 2025.

“É muito cedo para incorporar esse tema em qualquer cenário. Claro que você pode construir cenários alternativos e possíveis, mas nós temos ainda que entender melhor como isso vai ocorrer, em que prazo, quem vai ser mais afetado, quem não vai ser, isso ainda leva tempo para ter mais clareza sobre esse cenário. Então, hoje é muito difícil apontar possíveis impactos”, disse.

De acordo com Mello, até o momento é possível apontar apenas impactos setoriais, mas não macroeconômicos.

“Caso necessário, caso a gente enxergue que existe a necessidade de incorporação de algo no cenário macro, nós vamos incorporar no momento que nós tivermos essa convicção”, finalizou.



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Inflação dos alimentos deve ter queda até o fim do ano, prevê Fazenda


A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda apresentou nesta quinta-feira (13) projeções macroeconômicas para o país em 2025.

De acordo com a pasta, a inflação da alimentação deverá ceder até o fim do ano e apresentar recuo principalmente em razão de um cenário climático melhor, de safras recordes, e do fim da reversão do ciclo do abate de bovinos.

“A gente está vendo que, por exemplo, uma safra muito favorável de soja, uma safra muito favorável de arroz e feijão, vai ajudar [a conter] os preços de cereais, leguminosas, derivados da soja. Estamos vendo também que, a partir de março, a projeção é de neutralidade climática, o que tende a ajudar o preço de frutas e hortaliças, entre outras”, destacou a subsecretária de Política Macroeconômica, Raquel Nadal.

Preço da carne

carne de cordeirocarne de cordeiro
Foto:Pixabay

O comportamento do preço da carne em 2025, de acordo com a subsecretária, terá um papel central no resultado da inflação da alimentação.

O preço do produto deverá desacelerar em razão do fim da reversão do ciclo do abate – período em que as vacas são destinadas ao abate, após a retenção delas para procriação e a entrada dos bezerros no mercado – que aumentará a oferta de animais.

“O impacto maior da reversão do ciclo de abate na inflação se deu já em 2024. Então a tendência é de desaceleração desses preços [em 2025]. Se o preço da carne subiu cerca de 20% em 2024, esse ano, essa inflação deve desacelerar. Então nós estamos vendo tudo isso ajudando na [contenção da] inflação de alimentos”, acrescentou Raquel.

Outros alimentos

A subsecretária frisou que os preços do café e do leite subiram em 2024 impactados pelas estiagens e queimadas no segundo semestre do ano. Já a inflação no preço da laranja ocorreu, segundo ela, devido ao greening, doença que prejudica a produção de cítricos.

O maior choque nos preços de alimentos no ano passado, de acordo com a subsecretária, veio em razão da reversão do ciclo de abate de bovino, de agosto em diante. A queda no abate, somado ao forte crescimento das exportações em 2024, levou a uma alta de mais de 19% no preço das carnes bovinas.

“A alta foi tão relevante que, excluindo carnes bovinas do índice de inflação, teríamos uma inflação de alimentos em cerca de 6,2% em vez de 8,2% em 2024. Nesse cenário, a inflação cheia teria fechado 2024 dentro da meta, em 4,5%”, destacou Nadal.

Para 2025, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda projeta elevação de 4,8% no Índice Nacional de Preços aos Consumidor Amplo (IPCA), variação similar à observada em 2024.



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mercado fica dividido entre oferta de fêmeas e exportações em alta; veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a registrar preços mais baixos nas principais regiões produtoras.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o avanço da oferta de fêmeas entre os meses de janeiro e fevereiro foi o grande elemento baixista para justificar a pressão de queda.

“As indústrias conseguiram posicionar confortavelmente suas escalas de abate, e a expectativa é que sejam testados patamares mais baixos de preço no curtíssimo prazo”, ressalta.

Por outro lado, Iglesias conta que as exportações em bom nível são uma importante variável de suporte. “No entanto, o mercado doméstico de carne bovina já começa a apresentar fragilidades durante a segunda quinzena, contando com queda das cotações, em especial em alguns cortes de maior valor agregado, como alcatra, contrafilé e picanha”.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 318,32 (R$ 318,98 ontem)
  • Goiás: R$ 300,18 (R$ 300,36 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 308,53 (R$ 310,29 na quarta)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 309,77 (R$ 311,14 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 317,74 (R$ 319,96 anteriormente)

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços em queda no decorrer desta quinta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere pelo recuo dos preços no curto prazo, considerando o arrefecimento da demanda ao longo da segunda quinzena do mês.

“Percebe-se que o movimento foi mais acentuado em determinados cortes, a exemplo da picanha, alcatra e do contrafilé. Esse movimento se encaixa perfeitamente no perfil de consumo delimitado para o primeiro bimestre, com a preferência da população recaindo sobre
proteínas mais acessíveis”, disse Iglesias.

O quarto dianteiro foi precificado a R$ 17,00 por quilo, queda de R$ 1,50. Ponta de agulha foi precificada a R$ 17,50, queda de R$ 0,30. Quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,7669 para venda e a R$ 5,7649 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,7994.



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Soja tem poucos negócios; confira as cotações pelo país



O dia foi de poucos negócios e poucas novidades no mercado brasileiro de soja. Na indústria, embora tenha ocorrido pagamentos acima da paridade de exportação, os lotes negociados foram pouco expressivos.

De acordo com a Safras & Mercado, os produtores, ainda focados na colheita, consideram os preços atuais muito baixos. No mercado, os preços ficaram mistos, com o frete pesando na formação.

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Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): de R$ 133,00 para R$ 133,50
  • Região das Missões (RS): de R$ 133,00 para R$ 133,50
  • Porto de Rio Grande (RS): de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): de R$ 124,00 para R$ 124,50
  • Porto de Paranaguá (PR): de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): de R$ 112,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): de R$ 116,00 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): estabilizou em R$ 111,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços em leve alta. Após passar a maior parte do dia em território negativo, o mercado reagiu tecnicamente, fechando com ganhos moderados. O retorno das chuvas na Argentina amenizou os prejuízos no potencial produtivo da safra daquele país, o que gerou pressões sobre as cotações. A produção de soja da Argentina para a safra 2024/25 está estimada em 47,5 milhões de toneladas, abaixo das expectativas.

Projeções

A produção brasileira de soja deve alcançar 166,01 milhões de toneladas na temporada 2024/25, o que representa um aumento de 12,4% em comparação com a safra anterior (147,72 milhões de toneladas). Esta estimativa foi divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no 5º levantamento de acompanhamento da safra de grãos.

Exportações dos EUA

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos, para a temporada 2024/25, chegaram a 185.500 toneladas na semana encerrada em 6 de fevereiro. A China liderou as importações com 222.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, mais 24,3 mil toneladas foram exportadas. Analistas esperavam um volume de exportação entre 300 mil e 800 mil toneladas.

Preços de Mercado em Chicago

Os preços de mercado em Chicago apresentaram variações na quinta-feira. O contrato de soja com entrega em março fechou a US$ 10,30 por bushel, com alta de 2,25 centavos ou 0,21%.

Já o contrato de soja com vencimento em maio foi cotado a US$ 10,47 por bushel, com ganho de 1,25 centavos ou 0,11%. O farelo de soja para março registrou uma queda de US$ 1,40, fechando a US$ 292,70 por tonelada, o que representa uma desvalorização de 0,47%. Por outro lado, o óleo de soja para março teve alta de 0,59 centavos, com cotação de US$ 46,25 centavos por libra, ou um ganho de 1,29%.

Câmbio

Quanto ao câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,07%, negociado a R$ 5,7669 para venda e R$ 5,7649 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,7564 e R$ 5,7994.



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