sábado, julho 4, 2026

Agro

News

receita com exportação em janeiro aumenta 11%, diz Abrafrigo



As exportações brasileiras de carne bovina, somadas in natura e processadas, cresceram 5% em janeiro, para 246.762 toneladas, ante 234.146 toneladas no primeiro mês do ano passado. Já a receita avançou 11%, para US$ 1,035 bilhão, ante US$ 930,1 milhões em janeiro de 2024. As informações são da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O preço médio pago pela carne bovina também cresceu, de US$ 3.955 por tonelada para US$ 4.196 por tonelada.

A China segue como principal destino da carne bovina do Brasil, mesmo com a redução das compras, de 97.056 toneladas em janeiro de 2024 para 91.185 toneladas no igual mês de 2025. A sua participação relativa caiu de 41,3% para 37% no volume e de 46% para 43,4% na receita.

Os Estados Unidos se consolidaram como o segundo maior comprador, com alta de 23,9% nas importações, para 58.997 toneladas. A participação subiu a 23,9% do total exportado pelo Brasil. O Chile elevou as compras em 45,8%, para 8.146 toneladas. As despesas chilenas com a carne bovina brasileira cresceram 78,9%, para US$ 45,2 milhões.

Outros mercados também se destacaram, como a Argélia, que saltou de 1.115 toneladas em janeiro de 2024 para 8.058 toneladas em 2025, e a Itália, que aumentou as aquisições de 1.186 toneladas em janeiro do ano passado para 4.876 toneladas em igual mês de 2025. No total, 75 países ampliaram suas importações, enquanto 53 reduziram as compras, segundo nota da Abrafrigo.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo sobem com estoques mundiais em queda



Cenário pode exercer pressão adicional sobre o mercado




Foto: Canva

O mercado global de trigo registrou um aumento nas cotações durante os últimos dois meses, com o bushel atingindo US$ 5,87 na primeira semana de fevereiro, comparado aos US$ 5,26 de meados de dezembro de 2024. Este movimento reflete as oscilações nos estoques globais e a dinâmica das exportações dos principais países produtores, conforme aponta a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA).

De acordo com o relatório mais recente do USDA, a redução nos estoques finais mundiais de trigo para 257,6 milhões de toneladas em fevereiro causou uma leve alta nos preços. Embora a produção e os estoques nos EUA não tenham sofrido grandes alterações, o impacto global tem sido mais significativo, com estoques russos em declínio, fator que tem gerado preocupações sobre a continuidade da alta nos preços internacionais.

As exportações de trigo dos Estados Unidos também superaram as expectativas do mercado, com 536.217 toneladas comercializadas na semana encerrada em 6 de fevereiro. No acumulado do ano comercial, as exportações totais somam 14,6 milhões de toneladas, 24% a mais do que no ano passado. Em contrapartida, a Rússia, que apresenta uma queda significativa em seus estoques, também vê sua produção de trigo de 2024 projetada para uma redução de 10 milhões de toneladas. Este cenário pode exercer pressão adicional sobre o mercado e contribuir para novas altas nos preços.

Apesar das perspectivas de diminuição nas importações globais de trigo, devido a fatores como a desaceleração econômica, dólar mais forte e maior produção de outros cereais, o cenário geopolítico permanece volátil. O ambiente de instabilidade, incluindo conflitos e tensões comerciais, tem levado países importadores a buscar maior autossuficiência na produção de trigo, visando reduzir sua dependência das cadeias de suprimentos globais.





Source link

News

Brasil quer ampliar exportação de carnes e outros produtos agropecuários para o Japão



Com o objetivo de fortalecer os laços comerciais e avançar nas negociações bilaterais, uma delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) esteve entre os dias 10 e 12 de fevereiro no Japão e participou de reuniões com autoridades japonesas.

O secretário adjunto da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), Marcel Moreira, liderou a comitiva. Durante a visita, o secretário adjunto, acompanhado do adido agrícola do Brasil no Japão, Marco Pavarino, esteve no Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão (MHLW), e discutiu temas como a flexibilização da idade limite para o abate de bovinos e a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação de carne de aves termoprocessadas.

Outro encontro ocorreu com as equipes técnicas do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAFF), onde a comitiva brasileira tratou da abertura do mercado japonês para a carne bovina e da ampliação do acesso à carne suína. Outro assunto colocado em pauta foram os ajustes nos requisitos de tratamento térmico para a exportação de mangas e medidas para regionalizar o controle da Influenza Aviária.

A missão também se reuniu com o Ministro da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Taku Eto, e com o deputado federal Arata Takebe. A reunião contou com a presença do Embaixador do Brasil no Japão, Octavio Cortes, além de representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

O chefe da delegação brasileira ressaltou os aspectos de sanidade, qualidade e sustentabilidade da agropecuária brasileira e a importância da parceria comercial entre Brasil e Japão, que completa 130 anos de diplomacia e comércio bilateral em 2025.

Os dois países sinalizaram o interesse em avanços nas negociações, com o objetivo de entregas concretas durante a visita do Presidente Lula ao Japão, prevista para o final de março próximo.

Novas parcerias

Para buscar uma aproximação com o setor privado e compreender melhor os canais de comércio no Japão, a missão incluiu ainda visitas a grandes empresas importadoras de carne e a redes de supermercados do país.

A cooperação técnica entre os países também foi tema de conversas, com destaque para o avanço na parceria para implementar ações em conjunto dentro do Projeto Nacional de Recuperação de Pastagens Degradadas (PNCPD), reforçando o compromisso com a sustentabilidade e boas práticas agropecuárias.

Mercado estratégico para o agro brasileiro

Em 2023, o Japão importou mais de US$ 3,31 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, consolidando-se como um dos principais destinos das exportações nacionais. As carnes de aves e suína, o café e a soja estão entre os itens mais demandados pelo mercado japonês, que prioriza qualidade e segurança alimentar.



Source link

News

Adab e Bahiater firmam parceria para atender agricultores familiares


A Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), anunciaram nesta quinta-feira (13), uma parceria para atendimento aos agricultores familiares do estado.

O objetivo da união é promover o desenvolvimento da agricultura familiar com garantia de sanidade e assistência técnica e extensão rural de qualidade.

A parceria, anunciada pelos diretores dos órgãos, será oficializada por meio da assinatura de um Protocolo de Intenções durante ato organizado pela Adab e que contará com a presença dos secretários das pastas de Agricultura e de Desenvolvimento Rural. A data ainda será definida.

adab e Bahiater, agricultura familiaradab e Bahiater, agricultura familiar
Foto: Divulgação/ Adab

Para o diretor geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, a parceria vai proporcionar uma maior integração entre os profissionais e técnicos dos órgãos e uma assistência mais efetiva a essas milhares de famílias.

“Hoje, 47% do rebanho bovino baiano tem até 10 cabeças e 85% até 50 cabeças. A parceria também possibilitará a prevenção e controle fitossanitário das pragas quarentenáreas que afetam as nossas plantações, sobretudo as espécies cultivadas pela agricultura familiar”, declara Paulo Sérgio Luz.

adab e Bahiater, agricultura familiar, parceriaadab e Bahiater, agricultura familiar, parceria
Foto: Divulgação/ Adab

“A ideia é que, em todas as propriedades que as nossas organizações atuam, haja um trabalho sanitário preventivo. Precisamos que os agricultores familiares, que recebem assistência técnica e extensão rural, tenham a tranquilidade para a gente estar dirimindo e antecipando qualquer situação de doença ou pragas”, completa a diretora da Bahiater, Mariza Caribé.


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de práticas sustentáveis terão redução de juros



Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF




Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF nº 22 no Diário Oficial da União (DOU), que reconhece diversas instituições certificadoras e organismos de avaliação dentro dos Programas de Produção Integrada (PI Brasil) e Boas Práticas Agrícolas (BPA). Segundo informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), essa medida visa incentivar a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis no setor agropecuário.

Com o reconhecimento, médios e grandes produtores rurais que adotarem essas práticas terão acesso a uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. Essa vantagem foi implementada pela Resolução nº 5.152 do Conselho Monetário Nacional (CMN), publicada em 2 de julho de 2024, com o objetivo de impulsionar a sustentabilidade no setor.

A medida estabelece que, a partir de agora, as instituições financeiras devem validar as informações dos produtores na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. As etapas para validação podem ser acessadas na página do Serpro. O Mapa também destacou que, para garantir o cumprimento das normas e critérios dos programas, as instituições certificadoras e os Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica (Opacs) são responsáveis pela verificação e atualização dos dados.

No total, um Instituto foi reconhecido no Programa de Produção Integrada (PI Brasil) e sete programas no de Boas Práticas Agrícolas (BPA). Já no âmbito da produção orgânica, 11 instituições certificadoras foram habilitadas para emitir os certificados aos produtores. Este avanço tem como objetivo aumentar a competitividade e a sustentabilidade do setor agrícola brasileiro, além de fomentar um ambiente mais responsável e ecológico para os produtores rurais.





Source link

News

Coopercitrus investe R$ 100 milhões em novo Complexo Agropecuário no interior de SP



A Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus), com sede em Bebedouro (SP), acaba de anunciar um investimento estratégico de cerca de R$ 100 milhões na construção de um novo Complexo Agropecuário em Araçatuba (SP).

O projeto contempla uma moderna fábrica de ração, um TRR (Transportador Revendedor Retalhista) para distribuição de combustíveis, uma loja completa de insumos agropecuários e um espaço de atendimento aos cooperados, informou a cooperativa em comunicado.

Para marcar o início das obras, a Coopercitrus realizará na terça-feira da semana que vem, dia 18, às 10h30, a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do novo complexo.

A nova unidade será construída em um terreno de 50 mil m², localizado entre Araçatuba e Birigui, próximo à Rodovia Marechal Rondon (SP-300), um dos principais eixos logísticos do agronegócio na região. A escolha do local priorizou a facilidade de acesso aos cooperados e a integração de todos os negócios da Coopercitrus em um único espaço.

A obra, que deverá ser concluída em dois anos, terá um impacto positivo na economia local, com a geração de aproximadamente 130 oportunidades de empregos diretos e indiretos.

“Esse projeto busca atender à crescente demanda por soluções e infraestrutura para a cadeia pecuária, reforçando o compromisso da cooperativa em diversificar sua atuação e oferecer suporte estratégico aos cooperados”, afirma Matheus Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus.

A Coopercitrus chegou a Araçatuba em 2004, com a abertura de uma loja de insumos agropecuários. Em 2017, ampliou sua atuação na região com a incorporação da Cooperativa Brasileira Agropecuária de Araçatuba (Cobrac), agregando infraestrutura, novos serviços e um suporte mais amplo aos cooperados.

A unidade da Coopercitrus em Araçatuba atende 807 cooperados, distribuídos em 42 municípios, como Pereira Barreto, Andradina e Guararapes. A região é marcada pela forte presença na pecuária, além de culturas como cana-de-açúcar, soja e milho.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

o papel da agricultura na descarbonização global


A agricultura é frequentemente apontada como uma das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa. No entanto, o setor também desempenha um papel essencial na captura e remoção desses gases, especialmente por meio do manejo do solo e do uso de biocombustíveis. Em entrevista ao Agrolink, o engenheiro agrônomo João Pedro Dias destacou como boas práticas agrícolas podem transformar o produtor rural em um agente ativo na descarbonização.

Agricultura regenerativa e sequestro de carbono

Segundo Dias, a agricultura brasileira é um modelo global de sustentabilidade. “Hoje, os produtores não usam mais grade e arado como antes. A adoção do plantio direto permite que, logo após a colheita de uma cultura, como a soja, outra seja plantada, como o milho”, explica. Ele ressalta que muitos agricultores combinam milho com espécies forrageiras, como braquiárias, para manter o solo coberto, aumentando a fixação de carbono.

“As plantas capturam carbono da atmosfera por meio da fotossíntese e o armazenam na matéria orgânica do solo. Se aplicarmos boas práticas, como aumentar a matéria orgânica na superfície e fortalecer o sistema radicular, potencializamos esse processo”, explica o agrônomo. Segundo ele, cada 1% de aumento na matéria orgânica do solo pode fixar 10 toneladas de carbono por hectare e reduzir 26 toneladas de CO2 da atmosfera.

Pecuária e emissão de metano

A pecuária também é frequentemente criticada por suas emissões de metano, mas João Pedro Dias destaca que avanços técnicos podem reduzir esse impacto. “No Brasil, já temos sistemas de produção de carne de carbono neutro, onde medimos as emissões de metano dos animais e o carbono fixado no solo”, afirma. Além disso, ele ressalta o papel dos besouros rola-bosta na incorporação de esterco ao solo, acelerando a fixação de carbono e melhorando a fertilidade.

Falta de investimentos na agricultura sustentável

Apesar dos benefícios ambientais, Dias alerta para a escassez de investimentos no setor. “Apenas 4% dos recursos globais destinados às mudanças climáticas vão para a agricultura. Isso é um erro, pois o setor tem um dos maiores potenciais de sequestro de carbono”, argumenta. Ele compara o custo do armazenamento industrial de carbono, cerca de 200 dólares por tonelada, com a agricultura, onde o processo ocorre naturalmente.

Biocombustíveis como solução sustentável

Outro ponto abordado por Dias é a contribuição da agricultura na produção de biocombustíveis. “Hoje, podemos produzir diesel verde a partir de óleos vegetais e gorduras animais, querosene verde para a aviação e etanol de cana-de-açúcar ou milho”, detalha. Ele destaca que práticas como o cultivo consorciado de milho e braquiárias podem elevar a matéria orgânica do solo, favorecendo a microbiota e garantindo sustentabilidade a longo prazo.

Importância da pesquisa e medição das emissões

Para que a agricultura brasileira tenha reconhecimento global como solução climática, Dias enfatiza a necessidade de pesquisas específicas. “As tabelas usadas na Europa e nos EUA não refletem a realidade tropical brasileira. Nosso solo tem vida ativa o ano todo e precisa de protocolos específicos”, explica. Ele destaca que é essencial medir corretamente as emissões de metano dos bovinos e o carbono fixado no solo para demonstrar o real potencial da agricultura nacional na mitigação das mudanças climáticas.





Source link

News

clima quente limita negócios no Rio Grande do Sul



O mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. 

Segundo pesquisadores do Cepea, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Já em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, levantamento do Cepea mostra que a forte onda de calor que atinge o estado nesta semana tem limitado a comercialização de frango no atacado, à medida que muitos consumidores têm evitado se locomover por conta das altas temperaturas.

Inclusive, a volta às aulas da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul foi adiada devido ao forte calor. Nesse contexto, agentes consultados pelo Cepea indicam que, embora muitos vendedores tenham tentado manter a tabela de preços, em certos momentos, foi necessário conceder descontos, em decorrência da dificuldade de comercialização no atacado de Porto Alegre.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!



Source link

News

polícia apreende 5 mil cigarros eletrônicos em caminhão carregado de milho



A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em conjunto com agentes da Receita Federal, descobrira, 5 mil dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) – popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos – além de 500 smartphones escondidos numa carreta carregada com milho, em Guaíra (PR).

De acordo com a PRF, as equipes abordaram o condutor da carreta na BR-163. Ao realizarem a fiscalização, os agentes localizaram sob a carga de milho, e ocultos pela lona da carreta, as caixas em que eram transportados os celulares e dispositivos eletrônicos.

Trajeto

A carreta partiu do estado de Mato Grosso do Sul e tinha como destino Santa Catarina. O motorista foi detido e conduzido à polícia judiciária para o registro do crime de contrabando pelo transporte dos cigarros eletrônicos e também pelo crime de descaminho, no caso celulares. O flagrante foi na quarta-feira (12).

No começo da semana, agentes da Polícia Militar Rodoviária de São Paulo apreenderam 9 toneladas de maconha em um outro caminhão carregado de milho. O flagrante foi na rodovia Castelo Branco, no interior paulista. Os entorpecentes tinham como destino o Porto de Santos.

*Com informações da Polícia Rodoviária Federal



Source link

News

Mercado de milho mantém preços firmes no Brasil, apesar de negociações travadas



O mercado brasileiro de milho deve encerrar a semana com preços firmes, mesmo com o ritmo lento das negociações. Consumidores demonstram interesse na composição de lotes, mas a falta de acordo sobre preços e as incertezas climáticas e logísticas dificultam avanços nos negócios. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em alta, enquanto o dólar recua frente ao real.

Em estados como São Paulo e Paraná, a oferta dos produtores segue restrita, tornando mais difícil a reposição de estoques pelos consumidores. A evolução do clima e o andamento da colheita da safra de verão seguem como fatores de atenção, assim como o impacto da colheita de soja na logística e no custo dos fretes, conforme apontado pelo analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Tabela de preços

  • Porto de Santos (CIF): R$ 78,00 – R$ 80,00/saca
  • Porto de Paranaguá: R$ 78,00 – R$ 80,00/saca
  • Paraná (Cascavel): R$ 73,00 – R$ 75,00/saca
  • São Paulo (Mogiana): R$ 78,00 – R$ 80,00/saca
  • São Paulo (Campinas CIF): R$ 82,50 – R$ 85,00/saca
  • Rio Grande do Sul (Erechim): R$ 71,00 – R$ 74,00/saca
  • Minas Gerais (Uberlândia): R$ 72,00 – R$ 73,00/saca
  • Goiás (Rio Verde CIF): R$ 68,00 – R$ 70,00/saca
  • Mato Grosso (Rondonópolis): R$ 66,00 – R$ 68,00/saca

Cenário internacional

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em março operam a US$ 4,97 3/4 por bushel, alta de 4,25 centavos de dólar (+0,86%). O mercado caminha para a segunda semana consecutiva de ganhos, impulsionado por estoques globais reduzidos, forte demanda e preocupações climáticas na Argentina. Apesar das chuvas recentes, as condições adversas ainda sustentam os preços.

Na sessão de ontem (13), o milho com entrega em dezembro fechou cotado a US$ 4,93 1/2 por bushel, alta de 3,25 centavos de dólar (+0,66%). Já o contrato para março de 2025 encerrou a US$ 5,06 por bushel, avanço de 2,00 centavos de dólar (+0,39%).



Source link