O bilionário dono da Tesla, Elon Musk, disse neste domingo (16) que lançará a terceira geração de seu chatbot de inteligência artificial (IA), o Grok 3, na segunda-feira (17).
Em publicação no X, rede social de sua propriedade, ele prometeu que a ferramenta será a “mais inteligente do mundo”.
Grok 3 release with live demo on Monday night at 8pm PT.
O anúncio acontece em uma crescente concorrência de empresas no mercado de tecnologia, também de olho no ChatGPT, da Open IA, e na chinesa DeepSeek.
Na última semana, também na China, o Baidu afirmou que planeja disponibilizar seu chatbot de IA, Ernie Bot, gratuitamente para usuários de desktop e dispositivos móveis.
O anúncio de novas tarifas de importação por Donald Trump reacendeu preocupações sobre o protecionismo americano e seus efeitos no comércio global. Entre as medidas, destaque para as taxações sobre aço e alumínio, que podem afetar diversos países, incluindo o Brasil. Mas até que ponto essas políticas realmente representam uma nova guerra comercial?
Embora algumas análises apontem que as tarifas são uma estratégia para pressionar a China, o economista Caio Augusto Rodrigues, do Terraço Econômico, avalia que o impacto no país asiático é indireto.
“Os maiores exportadores de aço e alumínio para os Estados Unidos são Canadá, México e Brasil. Além disso, esses produtos são insumos para a indústria, não bens manufaturados. Isso afetaria bem mais a China”, explica.
Rodrigues lembra que, no primeiro mandato de Trump, tarifas semelhantes entraram em vigor, mas perderam força pouco tempo depois. “Por pressão da própria indústria americana, essas tarifas de 25% foram suavizadas em questão de meses”, afirma.
Nova guerra comercial?
O uso de tarifas por Donald Trump reflete uma estratégia central de sua política comercial, a exemplo das “tarifas recíprocas” anunciadas na última quinta-feira (13). A ideia é impor taxas equivalentes às aplicadas por outros países sobre produtos americanos, como é o caso do etanol brasileiro.
Para o economista, o histórico de Trump sugere que as tarifas funcionam como ferramenta de negociação, em vez de um movimento para uma guerra comercial propriamente dita.
“Baseando-se na gestão anterior de Trump, é mais provável que isso sirva para renegociar acordos e tentar posicionar os EUA em situação mais favorável do que necessariamente uma guerra comercial”, avalia.
Ele também destaca a mudança no tom do discurso do presidente dos Estados Unidos, visto que anteriormente a promessa previa pelo menos 100% de tributação, mas o percentual diminuiu. “Esse começo de Trump II parece ter um certo desespero por entregar promessas mais do que realmente colocar questões relevantes na mesa”.
Efeitos para o Brasil
O Brasil, que tem a China e os Estados Unidos como seus principais parceiros comerciais, precisa adotar uma postura equilibrada para evitar prejuízos.
“A melhor pedida para o Brasil é agir como o país da diplomacia dos tempos da criação da ONU: baixar a temperatura, falar em união e cooperação com os parceiros”, sugere.
O setor de commodities pode sentir os reflexos da disputa, seja pela queda nos preços devido à menor demanda externa, seja pelo aumento das exportações caso um dos parceiros decida ampliar suas compras. No entanto, Rodrigues alerta para os riscos de uma dependência excessiva de um único mercado.
“Independente de qual seja o parceiro, é sempre melhor diversificar. Aumentar a dependência é aumentar risco”, ressalta o economista.
Impacto global e no consumidor
Com o aumento dos custos de insumos produtivos, os consumidores americanos podem pagar mais caro por itens manufaturados, mesmo que produzidos internamente.
“Só trazer a indústria do mundo todo para a América não será suficiente, porque eles não conseguem produzir todo esse insumo internamente”, explica.
O efeito cascata tende a encarecer produtos ao redor do mundo, atingindo também o Brasil. “O comércio global começa a dar uma reduzida ao passo que seus custos aumentam, o que significa que o mundo inteiro vai acabar pagando mais caro em itens diversos”.
Sobre a postura protecionista do presidente dos Estados Unidos, Rodrigues acredita que dificilmente se manterá no longo prazo.
“Os EUA avançaram muito mais do pós-Segunda Guerra para cá com presença internacional do que com isolacionismo, então é difícil imaginar que essas tarifas amplas como são anunciadas ficarão para sempre”, conclui.
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Foto: Pixabay
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), realizou, na quinta-feira (13), a entrega de 120 cestas de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar em Santa Catarina.
Os alimentos serão destinados à Cozinha Solidária do projeto “Além dos Olhos”, no município de São José (SC), que utilizará os produtos para abastecer ações sociais em Florianópolis e São José durante um período de oito semanas.
A iniciativa faz parte de um esforço governamental para garantir o direito à alimentação em regiões afetadas por emergências, como as fortes chuvas que atingiram Santa Catarina em janeiro deste ano.
A Conab é responsável pela aquisição e distribuição dos alimentos, enquanto a Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan/MDS) identifica as comunidades beneficiadas. Entre os principais públicos atendidos estão povos indígenas, comunidades tradicionais e populações em vulnerabilidade social.
Uma das técnicas mais eficientes na agricultura para proteger plantações, melhorar a produtividade e reduzir a aplicação de agroquímicos é o uso da plasticultura em diferentes culturas.
Por isso, produtos plásticos têm sido empregados em larga escala no campo já há algumas décadas. Esse material, porém, ao mesmo tempo que impulsiona a produção agrícola, sem o manejo adequado representa um desafio ambiental de grandes proporções.
Esse cenário levou um grupo de pesquisadores do Centro de Engenharia da Plasticultura (CEP), apoiado pela Fapesp e pela Braskem, a desenvolver um sistema de sensoriamento remoto para detectar áreas agrícolas que adotam a plasticultura no manejo.
A solução usa aprendizado de máquina (machine learning) em séries temporais de imagens de satélite para detectar áreas com plástico agrícola, com precisão próxima de 100%.
Detecção de mulching
Um dos principais focos da pesquisa é a detecção de mulching, uma técnica que usa filme de polietiileno para reduzir o crescimento de plantas daninhas, controlar a umidade e a temperatura do solo. Com ela, a plantação tem o que precisa na medida certa: luminosidade, água e nutrientes.
Por outro lado, o mulching, que deve ser trocado a cada nova safra, pode contribuir para a poluição plástica agrícola. O método usa menos plástico que as estufas, mas tem potencial de poluição ambiental maior.
“A estufa, por sua vez, é mantida por quatro ou cinco anos. Além disso, o mulching fica em contato direto com a terra e, se manejado de forma incorreta, pode deixar pedaços”, explica o engenheiro agrícola ambiental do CEP, Marlon Fernandes de Souza.
Segundo o pesquisador, em alguns locais, o material usado na agricultura está se tornando um grande problema, principalmente pelo descarte inadequado após o uso. “Nosso projeto busca determinar a quantidade de resíduo produzida e propor soluções para gerenciá-lo de maneira sustentável.”
Antes do estudo, não existia um levantamento preciso sobre as áreas que usam mulching no Brasil – nem mesmo a indústria tem esses dados. “O primeiro passo foi descobrir onde o plástico é utilizado e em que quantidade”, conta.
Segundo ele, até então, as informações eram fragmentadas. “Com imagens de satélite, conseguimos delimitar essas áreas e obter dados com precisão próxima a 100%.”
Sustentabilidade agrícola
Estufas onde são criadas as mudas da Mahogany Roraima
Pesquisas com o uso de imagens de satélite para detectar plásticos são mais comuns em áreas marinhas. “Depois do aquecimento global, que ainda não resolvemos, muitos consideram que o maior problema ambiental da atualidade é a poluição plástica”, lembra Souza.
O projeto, ao se dedicar a ambientes agrícolas, representa uma possibilidade de ajudar a mudar a forma como o segmento lida com esse tipo de material.
Na avaliação do pesquisador, o estudo conduzido pelo CEP e publicado na revista científica Environmental Science and Pollution Research representa um passo importante para a promoção da circularidade de plásticos na agricultura brasileira.
“Como oferece uma metodologia confiável para o mapeamento de resíduos plásticos agrícolas, pode ajudar a minimizar os impactos da degradação no meio ambiente.”
Logística reversa
Um dos maiores desafios globais do manejo adequado do plástico usado na agricultura é a falta de infraestrutura para o recolhimento e a reciclagem do material, especialmente em regiões remotas.
“Em algumas localidades, a instalação mais próxima está a mais de mil quilômetros de distância, o que torna a logística reversa inviável economicamente.”
O grupo do CEP não recolhe os descartes identificados, mas o levantamento feito pelos pesquisadores permite analisar a viabilidade de instalar sistemas de logística reversa.
A partir dos resultados, é possível avaliar se a criação de usinas de reciclagem regionais é viável ou se é melhor estabelecer um sistema de transporte para levar os resíduos até centros de reciclagem mais distantes.
A ausência de um sistema estruturado de coleta e reciclagem de plástico agrícola tem levado muitos produtores a adotarem soluções improvisadas. “Infelizmente, ainda há muitos produtores que mantêm pilhas enormes de resíduos porque não sabem o que fazer com eles. Em alguns casos, o material permanece acumulado por anos, já que ninguém pode recolhê-lo.”
Problema aos pequenos produtores
Foto: Pixabay
Isso é mais comum entre pequenos produtores, que não têm poder de negociação nem volume de descarte suficiente para atrair recicladores interessados em recolher o material.
“A maioria dos grandes produtores consegue negociar a coleta com empresas recicladoras, mas os pequenos não têm essa vantagem. Eles, então, acumulam grandes volumes de plástico sem saber como destiná-los corretamente.”
A pesquisa pode contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas e sistemas de gestão de resíduos mais eficientes. Uma das opções é a criação de um modelo de logística reversa semelhante ao Sistema Campo Limpo, que recolhe embalagens vazias de defensivos agrícolas. Nesse sistema, os produtores devolvem as embalagens vazias quando vão comprar novos produtos.
Assim, o ideal seria criar um sistema semelhante para os filmes plásticos agrícolas. “A implementação desse tipo de solução requer a criação de políticas públicas e o envolvimento de toda a cadeia de valor. Nossa pesquisa tem o objetivo de fornecer as informações necessárias para que esse tipo de iniciativa seja viável”, explica.
Falta de legislação
A falta de legislação específica para o manejo do plástico é uma preocupação crescente na agricultura. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) discute códigos de conduta voluntários para a gestão do plástico no segmento.
Mesmo assim, o futuro ainda é incerto. “Até dez anos atrás praticamente não havia pesquisas semelhantes. Hoje, há debates sobre melhores práticas e recomendações, mas ainda não há regulamentação clara para a prática.”
Souza destaca que o objetivo do projeto é buscar soluções para que o uso do plástico na agricultura traga benefícios sem causar danos ao meio ambiente.
“O objetivo é encontrar maneiras de utilizar esse material de forma que não cause problemas ambientais. Essa discussão está acontecendo agora: neste ano, houve várias conferências das Nações Unidas para tratar especificamente desse tema.”
O artigo Remote sensing detection of plastic-mulched farmland using a temporal approach in machine learning: case study in tomato crops pode ser lido aqui.
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Foto: Aline Merladete
A 37ª edição do Show Rural Coopavel entrou para a história ao registrar números impressionantes. O evento, realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel (PR), recebeu um público recorde de 407.094 visitantes e movimentou R$ 7,05 bilhões, superando em quase R$ 1 bilhão a edição anterior.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, que celebrou o sucesso da feira e agradeceu aos envolvidos. “Estamos muito felizes com o resultado e só temos a agradecer a todos que fazem este grande evento acontecer”, afirmou.
Com 600 expositores do Brasil e do exterior, o Show Rural reafirmou sua posição como um dos maiores eventos do setor agropecuário do país, apresentando inovações e tecnologias voltadas para o agronegócio.
O quinto e último dia de evento recebeu 58.404 visitantes, ultrapassando a marca do ano passado, quando 58.216 pessoas passaram pelo parque tecnológico da Coopavel. O recorde geral de público também superou a melhor marca anterior, registrada em 2024, que havia reunido 391.316 pessoas.
Além do crescimento no número de visitantes, a movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões superou os R$ 6,1 bilhões de 2024, consolidando a feira como um motor do agronegócio nacional.
A 38ª edição do Show Rural Coopavel já tem data marcada: o evento acontecerá de 9 a 13 de fevereiro de 2026.
Domingo é bom para dar aquele vistoriada com calma na fazenda, mas também é perfeito para desanuviar a cabeça, juntar a família e ouvir moda de viola. Além de emocionar o ouvinte, essa expressão artística tão brasileira quanto apaixonante tem a característica de contar histórias.
São “causos” que envolvem saga de boiadeiros e lavradores, o mundo do campo e, também, histórias de amor, em sua maioria trágicas. O gênero tem origem sertaneja e mistura toadas, cururus, guarânias, cateretês, emboladas, marchas e valsas.
Sem a pretensão de eleger as melhores, aqui vai uma lista das 15, digamos, mais aclamadas:
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Foto: Divulgação
Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), a safra de arroz no Rio Grande do Sul apresenta cenários distintos entre as regiões. Enquanto Pelotas mantém boas condições para o cultivo, com 57% das áreas em fase vegetativa, 28% em floração e 15% em enchimento de grãos, outras regiões enfrentam desafios com a irrigação devido à falta de chuvas.
A produtividade média na região de Pelotas está estimada entre 9 mil e 10 mil kg/ha, sem relatos de escassez de água ou dificuldades na irrigação. No entanto, em Santa Maria, os baixos níveis de mananciais e açudes já impactam o manejo da irrigação por inundação, afetando as lavouras que dependem de arroios e sangas, com possíveis perdas no rendimento.
Situação crítica em Santa Rosa e manejo racional em Soledade
Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de água para irrigação é considerada crítica, e os produtores aguardam as chuvas previstas para decidir se será necessário o bombeamento de água dos córregos.
Já em Soledade, a estratégia adotada é o uso racional da água para garantir o suprimento ao longo do ciclo. Em algumas propriedades, a irrigação foi temporariamente suspensa, sendo complementada com a água da chuva. Apesar da escassez hídrica, as lavouras mantêm sanidade e bom estado nutricional.
A comercialização da saca de 50 quilos segue acompanhada pela Emater/RS-Ascar, com preços médios monitorados semanalmente.
Não chovia, no Sul, agora caem temporais. As precipitações não davam folga para o Sudeste, agora faz tempo firme. Confira a dinâmica do tempo deste domingo (16) para as cinco regiões brasileiras:
Sul
Os temporais continuam sobre o Rio Grande do Sul e a chuva pode ocorrer em vários períodos na Serra e na região da Grande Porto Alegre. Tempo mais instável com risco de chuva forte no centro-oeste e sul de Santa Catarina e no sul do Paraná.
Sudeste
Tempo aberto, sem previsão de chuva na maior parte da Região. Alguns núcleos mais isolados podem ocorrer na Mantiqueira, no sul de Minas Gerais, em parte do litoral norte de São Paulo e no Triângulo mineiro. Não chove no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
Centro-Oeste
Pancadas mais irregulares, sol e muito calor em Mato Grosso do Sul e em Goiás. Nesses estados, a maior parte da chuva se concentra entre os períodos da tarde e da noite. Chove com risco de temporais no centro-norte e leste de Mato Grosso.
Nordeste
Pancadas moderadas a forte no leste e litoral da Bahia. Chuva moderada desde Aracaju a Natal. Risco alto para pancadas fortes entre Maranhão, Piauí e o litoral do Ceará.
Norte
O risco de temporal continua elevado em grande parte da região. Dia instável com muita nebulosidade e pancadas fortes no Amazonas, Pará, Tocantins, Acre, Amapá e em Rondônia. Em Roraima, o sol tende a aparecer mais e as pancadas se concentram entre tarde e noite.
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Foto: Divulgação
O quinto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que a colheita do girassol no Rio Grande do Sul está em fase final, enquanto Mato Grosso segue reduzindo sua área plantada e Goiás aposta na cultura como alternativa ao milho.
No Rio Grande do Sul, a colheita do girassol está praticamente concluída, restando apenas 4% das áreas em maturação. A expectativa é que o processo seja finalizado até fevereiro. A produtividade tem variado entre 1.500 kg/ha e 3.000 kg/ha, influenciada pelo nível de investimento tecnológico, uso de insumos e condições climáticas.
A regularidade das chuvas durante o desenvolvimento da cultura e as temperaturas amenas na floração e enchimento de grãos favoreceram a safra. No final do ciclo, o clima seco contribuiu para uma boa maturação e qualidade dos grãos.
Já em Mato Grosso, o cenário não é favorável para o girassol. A cultura tem perdido espaço para milho, feijão-caupi e gergelim, que oferecem melhor retorno financeiro, maior facilidade logística e melhor adaptação ao clima da segunda safra.
Em Goiás, a estimativa de plantio para a safra 2024/25 é de 60 mil hectares. O girassol tem se consolidado como uma opção viável em regiões com histórico de estiagem, devido ao seu sistema radicular profundo, que permite maior tolerância ao déficit hídrico em comparação ao milho.
A rentabilidade e a resistência da cultura à seca têm incentivado produtores a adotá-la como uma alternativa promissora para a segunda safra.
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A colheita da soja no Paraná avançou 10 pontos percentuais na última semana, alcançando 33% da área total estimada em 5,77 milhões de hectares. Os dados são do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).
Na semana anterior, o índice de colheita estava em 23%, o que demonstra um ritmo acelerado das atividades no campo. No momento, restam 3,8 milhões de hectares a serem colhidos, com maior concentração nas regiões sul (40%) e norte (35%) do estado.
As condições das lavouras seguem estáveis, com 77% da área classificada como boa, enquanto 20% apresentam condição mediana e apenas 4% são consideradas ruins.
O avanço da colheita ocorre em um momento de expectativa para os produtores, que acompanham os impactos do clima sobre a produtividade e a qualidade da safra.