sábado, julho 4, 2026

Agro

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Bebida de soja é distribuída para alunos da APAE



O programa Agrosolidário, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) continua com a missão de oferecer suporte essencial a diversas instituições em Mato Grosso, incluindo a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Tapurah. A iniciativa fornece a bebida de soja, que tem se mostrado importante nutriente para a alimentação e saúde de muitas crianças e jovens atendidos por essas entidades.

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Na unidade de Tapurah, que oferece cuidados especiais a 96 alunos, a bebida de soja fortalece a nutrição e se revela um aliado importante no processo de desenvolvimento. A bebida tem sido muito bem aceita pelos alunos, sendo utilizada em diversas preparações, como sucos, mingaus e bolos. Para muitos, que enfrentam uma alimentação escassa em casa, ela representa uma fonte nutricional valiosa, contribuindo significativamente para o bem-estar e a saúde dos estudantes.

Além dos cuidados com a saúde física, a instituição também se dedica a proporcionar lições de vida e motivação aos alunos. O trabalho realizado ali ensina a valorizar a vida de maneira única, especialmente ao observar o sorriso de uma criança com limitações recebendo carinho e acolhimento.

O impacto positivo da bebida de soja é visível também nas famílias. Para os pais de alunos com necessidades específicas, como o autismo, o suplemento foi aceito com facilidade, trazendo benefícios para a alimentação dos filhos. Muitas vezes, os alunos são seletivos com os alimentos, mas a bebida de soja tem se mostrado uma alternativa importante e bem-vinda no cotidiano das famílias.

Professores que acompanham o desenvolvimento dos alunos também destacam o sucesso do programa. A bebida tem sido especialmente bem aceita pelos alunos, com destaque para a versão de banana. Além disso, as famílias se empenham em criar receitas como mousse e ganache, que têm sido sucesso entre todos, reforçando o impacto positivo do programa Agrosolidário na comunidade.



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Saca do milho continuará acima de R$ 80 na B3? Plataforma responde



O relatório de fevereiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que os estoques globais de milho caíram para 290,31 milhões de toneladas, redução de 3,03 milhões de toneladas ante a previsão de janeiro.

A produção global do cereal foi indicada em 1,212 bilhão, redução de duas milhões de toneladas motivada pelos cortes no Brasil e na Argentina que, agora, devem somar 126 e 50 milhões de toneladas, respectivamente.

O cenário de escassez global do grão tem trazido demanda para o mercado brasileiro, que registrou aumento de 10,7% nas exportações em relação ao mesmo período de 2024, podendo chegar próximo de 2 milhões de toneladas embarcadas em fevereiro, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Já o plantio do milho avançou significativamente entre os dias 9 e 15 de fevereiro. Assim, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura da segunda safra teve incremento de 13% em comparação com a semana retrasada, com destaque para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Tocantins e Goiás.

A respeito dos preços, em Chicago, o cereal encerrou a semana cotado a US$ 4,96 por bushel, com alta de 1,85%. No Brasil, na B3, o contrato de milho para março de 2025 registrou alta significativa de 3,42%, encerrando a R$ 80,77 por saca.

Acompanhando esse movimento, no mercado físico, os patamares também foram positivos, trazendo melhores condições de negociação para os produtores.

E agora, o que esperar do milho na semana?

Análise da plataforma Grão Direto mostra os destaques desta semana que se inicia com base nos últimos acontecimentos. Confira:

  • Desafios e oportunidades da segunda safra brasileira: o USDA estima a produção de milho do Brasil em 2024/25 em 126 milhões de toneladas, com cerca de 70% desse volume vindo da segunda safra. O consumo doméstico está estimado em 87,5 milhões de toneladas, enquanto as exportações devem alcançar 46 milhões de toneladas. Além disso, os estoques finais devem ficar em torno de 2,84 milhões de toneladas, resultando em um déficit aproximado de 5 milhões de toneladas. “Essa análise considera uma safra cheia, mas o atraso no plantio representa um risco, podendo, por outro lado, gerar boas oportunidades para os produtores brasileiros”, diz a Grão Direto.
  • Desenvolvimento da safra Argentina: assim como na soja, as condições de desenvolvimento da safra de milho na Argentina seguem preocupantes. Semana após semana, a qualidade das lavouras tem se deteriorado devido à falta de chuvas e ao excesso de calor. A Bolsa de Cereales reportou uma queda de 3% nas lavouras classificadas como boas ou excelentes, ficando abaixo dos 31% registrados no mesmo período do ano passado. “Os próximos dias serão decisivos, especialmente para as lavouras tardias que estão em fase de floração. Se as condições climáticas não melhorarem, novos cortes nas previsões de produção poderão ocorrer, agravando ainda mais a situação do país.”
  • Exportações norte-americanas aquecidas: o Relatório de Vendas de Exportação indicou que, na semana encerrada em 6 de fevereiro, as vendas líquidas de milho atingiram aproximadamente 1,65 milhão de toneladas para o ano de comercialização atual e cerca de 350 mil toneladas para 2026, somando um total de 2 milhões de toneladas. As vendas acumuladas representaram 74,6% da previsão do USDA para a safra 2024/2025, superando a média dos últimos cinco anos, que é de 66,7%. “Para atingir a previsão do USDA, será necessário manter uma média de 537 mil toneladas embarcadas por semana nas próximas semanas, o que nesse cenário é bastante provável de acontecer.”

Para a Grão Direto, diante do cenário traçado acima, as cotações do milho podem continuar a ser impulsionadas, com as cotações permanecendo acima de R$ 80 por saca na B3.



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AgroNewsPolítica & Agro

SP lança plano para fortalecer cooperativas rurais



Atualmente, São Paulo conta com 181 cooperativas agropecuárias



Atualmente, São Paulo conta com 181 cooperativas agropecuárias
Atualmente, São Paulo conta com 181 cooperativas agropecuárias – Foto: Sheila Flores

O Governo de São Paulo anunciou um plano para fortalecer o cooperativismo rural no Estado, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento nesta sexta-feira (7). A iniciativa, assinada pelo secretário Guilherme Piai, prevê a criação de uma Diretoria de Cooperativismo e Associativismo dentro da pasta, garantindo a participação ativa das cooperativas na formulação de políticas públicas. A medida atende a reivindicações antigas de produtores rurais e agroindústrias ligadas à Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp).  

Outro destaque do plano é a inclusão das cooperativas de produtores e de crédito no Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP). A meta para 2025 é ampliar a aquisição de máquinas agrícolas por meio da linha de crédito Pró-Trator, que subsidia parte dos juros das operações de financiamento. O governo projeta um crescimento de 400% no valor da subvenção estadual em relação a 2024, com a expectativa de viabilizar a compra de mil máquinas ainda neste ano.  

Além disso, foi anunciada a inclusão do café no Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social (PPAIS), com um processo de adesão simplificado para produtores cooperados, desenvolvido pelo Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP). A cadeia produtiva do leite também será beneficiada pela continuidade do Hub do Leite e pela parceria com a Comevap, impactando cerca de 600 produtores com pesquisas aplicadas para melhoria da qualidade e competitividade do setor.  

Atualmente, São Paulo conta com 181 cooperativas agropecuárias e 165 mil produtores cooperados, de acordo com a Ocesp. O modelo cooperativista permite maior acesso a insumos de qualidade, tecnologia avançada e assistência técnica, além de melhorar a comercialização da produção e fortalecer as comunidades rurais.

 





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Proposta no STF abre caminho para mineração em terras indígenas


Uma proposta de nova legislação sobre a demarcação de terras indígenas, pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abre caminho para que seja autorizada a mineração em terras demarcadas.

O texto, que é discutido ao longo desta segunda-feira (17), em audiência no Supremo, e resulta de longo processo de conciliação iniciado em agosto do ano passado, com a participação de lideranças indígenas, representantes dos Três Poderes e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Mendes é relator de cinco ações sobre a tese do marco temporal, segundo a qual as terras indígenas (TIs) somente poderiam ser demarcadas em áreas efetivamente ocupadas no momento da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.

O gabinete de Mendes apresentou, na noite da última sexta-feira (14), a minuta de um projeto de lei para substituir a atual Lei 14.701/2023, que legalizou a tese do marco temporal e é questionada no Supremo pelas lideranças indígenas.

A proposta acatou sete sugestões feitas durante o processo de conciliação. Pelo texto, o direito dos indígenas sobre suas terras tradicionais “independe da existência de marco temporal” ou de conflito sobre a posse da terra existente no momento da promulgação da Constituição.

Sobre a exploração econômica das TIs, o projeto dedica três seções inteiras para regulamentar a lavra de recursos minerais em terras indígenas, que pela proposta deve ser realizada “no interesse nacional” e por prazo determinado. Seria necessária autorização pelo Congresso. A comunidade afetada ficaria com 50% do valor da Contribuição Financeira pela Exploração Mineral.

O texto regulamenta ainda o “extrativismo mineral” pelas próprias comunidades tradicionais, que poderia ser autorizado por até cinco anos pelo Congresso Nacional. 

Pouco consenso

De acordo com Mendes, trata-se de um texto que pretende ser consenso entre as partes envolvidas, sobretudo entre ruralistas e indígenas. Ele deu prazo até dia 24 de fevereiro, próxima segunda-feira, para encerrar os trabalhos da conciliação, que são coordenados por seu juiz auxiliar Diego Viegas Veras.

Na audiência desta segunda (17), contudo, pouco consenso foi demonstrado entre os presentes. Representantes dos indígenas e de outras entidades, incluindo da PGR, se disseram surpreendidos pela inclusão da exploração mineral como uma possiblidade após a demarcação das terras indígenas.

“Talvez fosse necessária uma apresentação daquilo que foi entendido aqui como consenso”, observou a procuradora Eliana Torelli, representante da PGR. “Essa questão de mineração é algo que precisa de debate bastante aprofundado, inclusive em questões técnicas, que escapam completamente a seara jurídica”, disse.

O deputado Pedro Lupion (PP-PR) também acusou a minuta de não contemplar uma solução consensual. O parlamentar reclamou que o texto em nada resolve o impasse em torno do marco temporal em si, ao mesmo tempo em que toca em questões adjacentes, que não estão na lei já aprovada pelo Congresso, como a exploração econômica das terras indígenas.

“Nossa preocupação é o direito de propriedade, é o direito dessa área, de pessoas que ocupam, há mais de 100 anos essas áreas, pessoas que contribuem para o país e que passam por um momento de insegurança completa”, afirmou Lupion. “Me causou muita estranheza simplesmente deixar en passant [de passagem] a questão do marco temporal”.

Por parte da União, os representantes do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmaram não poder opinar sobre o texto por não ter tido tempo de debatê-lo com as próprias lideranças indígenas.

“Temos que lembrar que os povos indígenas de todas as regiões do país podem ser afetados por uma proposta que saia daqui desta reunião”, frisou Matheus Oliveira, representante da Funai. Ele afirmou que o órgão “não pode se posicionar por algo que não pôde discutir com os povos indígenas”.

A Advocacia-Geral da União (AGU), por sua vez, fez um pedido para que o prazo de discussão da proposta seja ampliado.

Entenda

A tese do marco temporal é questionada há décadas no Supremo, que em setembro de 2023, após diversas sessões de julgamento, decidiu pela inconstitucionalidade do marco temporal para a demarcação das terras indígenas.

Pouco depois, contudo, o Congresso aprovou uma nova lei para validar a tese do marco temporal. A nova legislação chegou a ser vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deu como justificativa a própria decisão do Supremo, mas os vetos foram derrubados em dezembro.

A nova lei se tornou alvo de diversas contestações no Supremo, que foi provocado a reabrir os debates mesmo depois de já ter julgado em definitivo a questão, o que gerou um impasse com o Legislativo.

Relator do tema, Gilmar Mendes decidiu então abrir um processo de conciliação, no qual defendeu um “novo olhar” sobre a questão. A principal entidade representativa dos indígenas, a Associação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib), decidiu se retirar dos debates, alegando não haver garantias de proteção às comunidades tradicionais.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportações de açúcar reduzem 47,1% na comparação com a média de fevereiro…


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As exportações de açúcar e melaços pelos Brasil durante os primeiros dez dias úteis deste mês tiveram uma média diária 47,1% inferior à de fevereiro de 2024. Isso é o que mostra relatório divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Enquanto que fevereiro de 2024 teve uma média diária de exportações de açúcar e melaços de 158.125,2 toneladas, sendo que em todo o mês os embarques chegaram a 3.004.379,0 toneladas. No início do mês atual, a média é de 83.709,3 toneladas, com um total de 83.709,3 toneladas até o momento.

Diante de uma queda de 10,6% no preço, que passou de US$ 526,6/tonelada para US$ 471,0/tonelada em 2025. Por isso, houve uma redução de 52,7% na média de faturação, que caiu de US$ 83.263,7 mil para US$ 39.423,7 mil. Dessa maneira, até o momento, em dez dias úteis, o Brasil faturou US$ 394.236,8 mil com embarques de açúcar e melaços, sendo que em todo fevereiro de 2024, em 19 dias úteis, foram US$ 1.582.010,4 mil.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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o que esperar do mercado do grão?



O mercado da soja tem apresentado variações nos últimos dias, o que reflete mudanças tanto na produção quanto na demanda global. De acordo com a plataforma Grão Direto, nos Estados Unidos, os estoques de soja permaneceram estáveis em 10,34 milhões de toneladas. No Brasil, a safra segue estimada em 169 milhões de toneladas, mas na Argentina, a produção caiu para 49 milhões, impactada por condições climáticas desfavoráveis.

No cenário global, o USDA reduziu tanto os estoques de soja quanto a produção global, com as novas projeções apontando para 124,34 milhões de toneladas de estoques e uma produção global de 420,76 milhões de toneladas. A China, por sua vez, manteve suas importações em 105,5 milhões de toneladas, sendo um dos principais destinos da soja mundial.

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A alta demanda externa no Brasil tem impulsionado os prêmios nos portos, alcançando os melhores níveis do ano, o que ajuda a amenizar a queda nas cotações de Chicago e no valor do dólar. Essa dinâmica tem sido positiva para os produtores brasileiros, que se beneficiam da maior demanda. A colheita da soja no Brasil avançou na última semana, especialmente em Mato Grosso, apesar das chuvas nas regiões Centro-Oeste e Norte do país. Se o ritmo da colheita continuar, o Brasil deve alcançar patamares semelhantes aos das safras anteriores, atendendo tanto à demanda interna quanto externa.

No mercado de Chicago, o contrato de soja para março de 2025 fechou a US$10,37 por bushel, registrando uma queda de 1,05% na semana. O contrato para maio de 2025 também apresentou redução, fechando a US$10,53 por bushel (-1,03%). O dólar, por sua vez, sofreu uma queda de 1,55%, atingindo a região de R$5,70, o que pressionou negativamente os preços da soja brasileira.

As previsões climáticas para o Brasil indicam que as chuvas devem continuar afetando grande parte do país, especialmente nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sudeste, devido ao fenômeno La Niña, que favorece a passagem de frentes frias e a formação de corredores de umidade. No entanto, o noroeste do país deve permanecer mais seco, o que pode beneficiar a colheita em algumas regiões.

A lentidão na colheita ainda é uma preocupação para o mercado comprador, e as exportações caíram 80% em relação ao ano passado, o que tem levado a um aumento nos prêmios nos portos. Caso o ritmo da colheita se estabilize, esses prêmios podem recuar.

A situação na Argentina continua sendo desafiadora, com a qualidade das lavouras em declínio. A Bolsa de Cereales da Argentina reduziu a porcentagem de lavouras boas ou excelentes para 17%, comparado aos 31% do ano passado. As próximas semanas serão decisivas para determinar o potencial produtivo do país, especialmente nas regiões de Córdoba, Santa Fé e Buenos Aires. Caso as condições climáticas não melhorem, é possível que as previsões de produção sejam ajustadas para baixo, o que agrava ainda mais a situação da safra argentina.



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AgroNewsPolítica & Agro

Biodefensivos mantêm produtividade da soja no calor intenso



A expectativa é que a participação dos bioinsumos cresça ainda mais nos próximos anos



Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários
Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários – Foto: Pixabay

O avanço das mudanças climáticas impõem desafios à produção de soja no Brasil, afetando o ciclo produtivo e favorecendo o surgimento de pragas e doenças. Diante desse cenário, o uso de bioinsumos tem ganhado destaque, oferecendo soluções sustentáveis para o manejo da lavoura. Segundo a FarmTrak Bioinsumos, 33% da safra 2022/23 já adotou essa tecnologia, que fortalece a microbiota do solo e reduz impactos ambientais.  

Assim como todas as culturas agrícolas, a soja enfrenta crescentes desafios sanitários devido às mudanças climáticas. Períodos prolongados de seca, chuvas intensas fora de época e aumento agressivo da temperatura média impactam diretamente o ciclo produtivo, dificultando o manejo das lavouras. Essas condições proporcionam comprometimento direto na produtividade, além de favorecer a ação de pragas e doenças. Os prejuízos vêm de diferentes frentes”, detalha.

Para Luiz Marcandalli, gerente Nacional de Marketing da Rainbow, os biodefensivos são aliados essenciais na mitigação dos efeitos climáticos adversos. A Rainbow Agro, por meio da divisão Rainbow Bio, aposta nessa tendência e disponibiliza soluções como Besroute, Besular, Searent e Searoot, fertilizantes que contribuem para o equilíbrio nutricional das plantas.  

A expectativa é que a participação dos bioinsumos cresça ainda mais nos próximos anos, impulsionada pela busca por maior produtividade e menor impacto ambiental. Com mais de 20 anos de experiência e presença em mais de 100 países, a Rainbow Agro reforça seu compromisso em oferecer tecnologias inovadoras para a agricultura brasileira.

“Além dos eficazes Besroute e Besular, Searent é um fertilizante organomineral com alta concentração de potássio K2O. Já Searoot é um fertilizante orgânico organomineral que possui em sua composição alta concentração de carbono e potássio”, detalha o gerente Nacional de Marketing da Rainbow.

 





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Tempo seco e quente! Sistema de alta pressão ganha força e chuva diminui



O instituto Climatempo divulgou um boletim informando que a atuação de um sistema de alta pressão deve manter o predomínio de tempo firme em praticamente todos os estados da região Sudeste. Sendo assim, o calor ganha força e segue sendo destaque em todas as capitais, com chance para recorde na cidade do Rio, com 40 °C, em São Paulo, com 34 °C e em Vitória, com 37 °C.

Esse sistema impede a formação de instabilidades. O estado de São Paulo terá muito sol, pouca nebulosidade e calor. A capital paulista pode registrar ao longo da semana recordes para o ano de 2025. A Climatempo prevê máxima de 35 °C. No interior, as máximas podem variar em torno de 35 a 37 °C. Litoral não tem previsão de chuva e as máximas ficam acima de 30 °C.

Onde chove

Uma frente fria avança sobre a costa do Rio Grande do Sul e reforça as instabilidades sobre o estado. Ainda no período da manhã, condições para alguns núcleos de chuva sobre áreas da Campanha Gaúcha, Fronteira Oeste, Sul, Região Central e Região Metropolitana.

No decorrer das horas, os termômetros devem seguir apresentando elevação mais significativa e o tempo fica abafado – a chuva também ganha força entre o final da manhã e durante a tarde, com ALERTA para temporais, inclusive na grande Porto Alegre.

Em Santa Catarina, a semana começa sob condição de tempo mais aberto, marcado pela presença de sol entre algumas nuvens. A partir da tarde de hoje (17), as instabilidades associadas à frente fria avançam sobre o estado catarinense, que fica em atenção para chuva forte; risco para alguns temporais no sul e no litoral sul catarinense.

No Paraná, as condições são semelhantes: sol entre nuvens em boa parte do dia, e chuva sobre áreas do sul paranaense entre o fim da tarde e início desta noite.

Na Região Centro-Oeste, a combinação de calor e umidade continuam provocando algumas pancadas de chuva sobre a Região. Áreas do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás terão muito calor, com condições de chuva à tarde que pode vir com força e acompanhada por raios.

Chuva no litoral

No Nordeste, a ZCIT e a circulação de ventos marítimos sobre a costa vão continuar estimulando a formação de nuvens carregadas sobre a costa norte e leste da região. Áreas do sertão e agreste com predomínio de sol e muito calor.

Na região Norte, as instabilidades continuam atuando sobre todos os estados. Destaque para a condição de chuva mais pesada entre Amazonas, Pará, Acre e Rondônia com alerta de temporais. No Amapá, a chuva segue associada à aproximação da ZCIT e há risco de volumes elevados e chuva frequente em Macapá.



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Miguel Daoud comenta sobre a pressão da Moratória da Soja no Brasil



Na última semana, a Aprosoja Brasil divulgou uma nota que orienta os produtores de soja a não aceitarem cláusulas nos contratos de compra e venda que atendam aos requisitos da legislação ambiental da União Europeia, conhecida como Lei Antidesmatamento. A intenção da Aprosoja é pressionar as empresas que negociam a soja brasileira para fora do país para que não incluam esse tipo de exigência nos contratos.

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Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, começou a discussão com uma pergunta interessante sobre a produção de soja no Brasil. Ele mencionou que a produção da safra gira em torno de 160 milhões de toneladas, mas que a Europa compra menos de 10 milhões de toneladas dessa soja.

Daoud comenta que, a maior parte da produção brasileira vai para a China, com cerca de 52 milhões de toneladas processadas aqui no Brasil. Apesar de a Europa ser um mercado importante, ele explicou que o foco das grandes tradings está nos consumidores que não exigem as rigorosas cláusulas ambientais impostas pela legislação da União Europeia.

Ele levantou a questão de como as tradings, ao impor essas exigências ambientais, acabam penalizando os produtores brasileiros. Ele observou que muitos produtores não estão dentro dos padrões exigidos pelas cláusulas da União Europeia, mas isso não significa que estejam desmatando ilegalmente. De acordo com ele, se houver irregularidades ambientais, o problema deve ser resolvido internamente no Brasil, dentro dos parâmetros do Código Florestal, e não por legislações externas.

O comentarista também criticou o fato de as grandes empresas, que ganhavam prêmios ao exportar para a Europa, não repassarem esses benefícios aos produtores rurais. Apesar da pressão para aceitar essas cláusulas, Daoud defendeu que o produtor rural não deve ceder, pois, independentemente das exigências externas, ele sempre encontrará compradores para sua soja, especialmente em mercados como a China.

Para Daoud, a Europa, embora importante, não é o maior consumidor de soja brasileira, e o Brasil não deve se submeter a essas pressões internacionais, especialmente quando os próprios mercados europeus enfrentam questões tributárias internas. No final, ele reforçou a posição da Aprosoja de não aceitar imposições externas, destacando que o mercado interno e outros países compradores ainda garantem a venda da soja brasileira. Daoud concluiu que os produtores continuarão vendendo sua soja, argumentando que o Brasil deve se manter firme diante dessas pressões externas.



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Estado alcança 67 ‘Selos Agro SP Artesanais’ e lança nova plataforma para consumidores


Neste mês de fevereiro, o estado paulista atingiu a marca de 67 ‘Selos Agro SP Artesanais’, uma certificação importante concedida a produtores rurais locais.

Para este reconhecimento, aconteceu um mutirão informativo com os produtores de todo o Estado, em que foram apresentadas inúmeras vantagens em adquirir o reconhecimento. 

O selo, oferecido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo,  promove a excelência dos produtos artesanais, garantindo que os consumidores tenham acesso a alimentos de alta qualidade e com segurança alimentar.

A obtenção dos selos ocorre após visitas técnicas, em que são avaliados diversos aspectos dos processos de fabricação, que vão desde higiene até práticas de manejo e conservação dos produtos.

Entre os negócios certificados estão queijarias, apicultores, produtores de embutidos e outros estabelecimentos.

“Um dos principais objetivos da Secretaria de Agricultura com essa ação, é oferecer ao produtor artesanal uma ferramenta adicional que agrega valor ao seu produto. Por isso, mutirões informativos acabam sendo métodos eficazes em prol do desenvolvimento do seu negócio”, afirma Emilio Bocchino, coordenador da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro).

Concedido gratuitamente pela Codeagro, o selo garante a segurança alimentar e valoriza os produtos paulistas.

Além disso, garantir o reconhecimento junto aos consumidores, melhora a rentabilidade dos produtores artesanais e atesta a confiabilidade no mercado.

Plataforma digital facilita a localização dos produtos certificados

Para impulsionar ainda mais os negócios dos produtores artesanais, a Codeagro lançou uma plataforma digital, para que seja possível localizar os produtores que receberam o selo. 

A ferramenta não só proporciona um aumento nas vendas aos produtores, como também fortalece o vínculo com os consumidores, que podem comprar com mais confiança e transparência. 

O produtor rural que deseja adquirir o selo precisa atender alguns critérios do Serviço de Inspeção de São Paulo (SISP Artesanal), que estabelece diretrizes claras de produção e inspeção.

O Sebrae oferece orientações para ajudar o produtor neste caminho do reconhecimento dos produtos.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender.

O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 27 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

Arte com os canais de TV do Canal Rural. Assista ao Porteira Aberta EmpreenderArte com os canais de TV do Canal Rural. Assista ao Porteira Aberta Empreender
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30.

Acesse aqui e confira temas abordados como Exportação para Pequenos Produtores, Acesso ao Crédito, Indicação Geográfica, entre outros. Acesse e participe pelo WhatsApp!



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