sexta-feira, julho 3, 2026

Agro

News

Exigência de ‘carimbo’ de validade para ovos de pequenas granjas será revista



O Ministério da Agricultura vai flexibilizar uma portaria que exige a marcação da data de validade a carimbo na casca de ovos. O ministro Carlos Fávaro disse a jornalistas, na tarde desta terça-feira (18), que a exigência será revista para granjas de pequeno porte.

Não haverá a necessidade de gravação a laser da data de validade ovo a ovo para as pequenas granjas, mas sim a exigência de que as embalagens sejam lacradas e contenham selo com a marca da granja e o prazo de validade impressos no adesivo. Para as demais granjas, a norma permanece com entrada em vigor em 5 de março.

A nova portaria deve ser publicada até esta quarta-feira (19), pela Secretaria de Defesa Agropecuária da pasta. O tamanho das granjas que serão alcançadas pela flexibilização ainda está sendo avaliado pelo ministério.

“Vimos que a gravação a laser poderia dificultar a operação para pequenas granjas, que são importantes na produção e no abastecimento brasileiro. Para que elas não tenham dificuldade de se adequar ao novo regramento, o que poderia trazer, talvez, até a diminuição de oferta no mercado, vamos alterar a portaria em vigor”, disse Fávaro.

Parlamentares haviam protocolado na Câmara pedido de Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar a medida, alegando que a medida gera custo para granjas de pequeno e médio porte.

Para o ministro, o PDL perde o efeito com alteração da normativa. A portaria em questão, 1.179/2024, estabelece que ovos destinados ao consumo direto devem ser individualmente identificados, com a data de validade e com o número de registro do estabelecimento produtor, quando não seja utilizada uma embalagem primária, com tinta atóxica.

O ministro disse que o objetivo da pasta com a exigência de identificação da validade do ovo a laser em cada unidade era uma medida para elevar a régua na classificação dos ovos e evitar a comercialização de produtos fora da validade.

De acordo com Fávaro, o setor produtivo participou da elaboração da normativa, que foi publicada em setembro do ano passado. “O mundo inteiro adota a tecnologia do carimbo, com o ovo já saindo da granja com o prazo de validade marcado”, destacou.

De acordo com o ministro, as grandes granjas adotam o procedimento. Para elas, será mantida a obrigatoriedade do carimbo a partir de 5 de março. “Para não causar nenhum tipo de problema para as pequenas granjas, vamos alterar a normativa, mas não vamos precarizar a qualidade. É uma alternativa momentânea para os pequenos irem se adequando, garantindo que eles continuem produzindo e vendendo e, no futuro, possam ter a capacidade também de imprimir a validade ovo a ovo”, observou o ministro.

Preço dos ovos

Fávaro comentou também sobre o aumento recente do preço dos ovos. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) afirmou que o preço dos ovos de galinha subiu até 40% desde a segunda quinzena de janeiro. De acordo com o ministro, o calor excessivo nas principais regiões produtoras afeta a produção, com uma retração temporária.

Do lado da demanda, Fávaro citou o aumento das exportações de carne de frango e ovos pelo Brasil, com o País passando a ser uma opção de fornecimento seguro após o recrudescimento da gripe aviária em outros países.

“Há um aumento da exportação de ovos nesse período. Além disso, estamos chegando no período da quaresma, quando muitas pessoas diminuem o consumo de carne vermelha e começam a consumir peixes, ou, se o peixe está caro, migram também para o consumo de ovos”, afirmou o ministro.

A expectativa, segundo ele, é de acomodação dos preços dos ovos nos próximos dias.



Source link

News

Soja sustentável em debate: as iniciativas para a proteção climática e preservação ambiental



A 4ª Conferência Estadual de Meio Ambiente, realizada em Cuiabá, nesta terça-feira (18), se consolidou como um espaço de discussão sobre mudanças climáticas e práticas sustentáveis, também para a soja, com ênfase em soluções locais voltadas à preservação ambiental. Durante o evento, a proteção do clima foi o tema central, com destaque para as ações em Mato Grosso, um estado em que a agricultura e a preservação ambiental precisam caminhar juntas.

No painel “Soluções e iniciativas mato-grossenses para proteção do clima”, representantes de diversas áreas apresentaram projetos focados em promover a sustentabilidade no campo. Entre os presentes, representantes da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) trouxeram à tona importantes iniciativas voltadas à redução dos impactos ambientais e ao incentivo de práticas agrícolas responsáveis.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

A soja, cultura predominante em Mato Grosso, foi discutida durante a conferência. Representando um dos principais motores da economia estadual e nacional, a produção de soja também tem sido uma preocupação constante no que diz respeito à sustentabilidade. A Aprosoja MT tem trabalhado para garantir que a produção dessa oleaginosa aconteça de forma sustentável, alinhada à conservação ambiental. Projetos como o Soja Legal têm contribuído para garantir a certificação de propriedades e capacitação dos produtores em técnicas que minimizam o impacto ambiental, como o uso eficiente de recursos naturais e a preservação de áreas de vegetação nativa.

A prevenção de queimadas também foi um tema crucial abordado durante a conferência. O Tenente Coronel Marcondes, do Corpo de Bombeiros Militar, trouxe dados que destacaram que as áreas produtivas do estado apresentam os menores índices de focos de incêndio, demonstrando o compromisso do setor agrícola, incluindo o cultivo de soja, em adotar práticas responsáveis e evitar a degradação ambiental.

Além disso, foi discutida a Central de Informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma ferramenta importante para os produtores de soja que buscam garantir a regularização das suas propriedades e cumprir as exigências legais de preservação. A central oferece suporte para que os agricultores se mantenham atualizados sobre a situação de suas áreas e colaborem com a melhoria da gestão ambiental no estado.

Giuliano Rensi, produtor rural e delegado da Aprosoja MT em Campo Novo do Parecis, destacou a importância de visibilizar as ações de sustentabilidade realizadas no campo. Segundo ele, é fundamental que a sociedade conheça o trabalho realizado pelos produtores e compreenda o comprometimento do setor com a preservação ambiental, especialmente no cultivo de soja, um dos pilares da economia de Mato Grosso. Ele enfatizou que as iniciativas estão sendo efetivamente aplicadas na prática, e que a sustentabilidade é um compromisso que vai além da retórica.



Source link

News

Adesão do Brasil à Opep+ não é preferência a combustíveis fósseis, diz ministro da Agricultura



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, defendeu a decisão do governo brasileiro de aderir ao Fórum de Diálogo da Opep+, grupo de países aliados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A decisão foi tomada em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nesta terça-feira (18).

“A adesão à Opep+ não é preferência a combustíveis fósseis. É uma transição e nós não podemos abrir mão de participação da discussão de alto nível da produção, inclusive de petróleo, porque ele ainda é uma fonte de geração de energia muito relevante”, afirmou Fávaro a jornalistas. “Estar fora da Opep+ é estar fora da principal discussão”, acrescentou.

Questionado se a decisão é uma contradição em relação à agenda dos biocombustíveis, Fávaro negou haver divergência entre a política ambiental e de transição energética. “Seria contraditório retroceder ao B10 (10% de biodiesel na mistura do óleo diesel). O Brasil caminha a passos largos com a volta do presidente Lula e incentiva a produção de biocombustíveis”, observou o ministro.

A adesão do país à Opep+ é criticada por ambientalistas.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Broca e bicho-mineiro exigem controle eficiente


O manejo de pragas e doenças é fundamental para garantir a qualidade e produtividade do café, segundo o engenheiro agrônomo e CEO da Experimental Agrícola/illycaffè, Dr. Aldir Alves Teixeira. Entre os desafios enfrentados pelos cafeicultores, duas ameaças se destacam: a broca-do-café (Hypothenemus hampei) e o bicho-mineiro (Leucoptera coffeella).

A broca-do-café é uma praga bastante prejudicial ao cafeeiro e ataca os frutos em qualquer estágio de maturação. As infestações da broca-do-café podem ser influenciadas por diversos fatores, tais como o clima, a colheita, o sombreamento, o espaçamento e a altitude. Níveis a partir de 30% de infestação são prejudiciais à produtividade e qualidade do café. Os machos da broca-do-café apresentam as mesmas características morfológicas das fêmeas, porém são menores com asas rudimentares e possuem o comportamento de não saírem dos frutos onde se originam. As fêmeas, após o acasalamento, perfuram a região da coroa, e ovipositam em câmaras feitas nas sementes. Após 4 a 10 dias da postura, nascem as larvas que passam a broquear as sementes degradando o interior dos frutos de café. O período larval é de 14 dias, o período de pupa é de 7 dias em média, sendo que o desenvolvimento completo dura de 27 a 30 dias. Os prejuízos causados pela broca-do-café afetam a classificação e o beneficiamento do mesmo, comprometendo a bebida do ponto de vista comercial.

“A forma mais adequada para acompanhar a infestação da broca-do-café e para a tomada de decisão dos métodos de controle a serem utilizados é fazer a amostragem mensal dessa praga no cafezal, principalmente até cerca de 70 dias antes da colheita. Outra sugestão é iniciar a amostragem quando os frutos estiverem na fase de chumbo e chumbões, período em que as sementes já estão formadas e, portanto, fase em que a broca perfura o fruto, podendo ovipositar no fruto”, explica o engenheiro agrônomo.

Já a mariposa do bicho-mineiro é bem pequena, apresentando 6,5 mm de envergadura, asas brancas na parte dorsal. Sua postura ocorre durante a noite, com média de 7 ovos, colocando um ovo por folha, e durante o dia permanece na parte inferior das folhas. Nas infestações, a lagarta penetra na folha e aloja-se entre as duas epidermes, começando a alimentar-se e a construir minas, daí o nome bicho-mineiro. A ocorrência do bicho-mineiro está condicionada a diversos fatores. Entre esses fatores destacam-se as condições climáticas, sendo que a precipitação pluvial e a umidade relativa do ar influenciam negativamente na população da praga, ao contrário da temperatura, que exerce influência positiva; também a presença ou ausência de inimigos naturais como parasitoides, predadores e patógenos e diferenças de espaçamentos favorecem as infestações dessa praga. As larvas do bicho-mineiro eclodem de 5 a 21 dias após a postura, e penetram nas folhas, ficando entre as duas epidermes e causando a destruição do parênquima, consequentemente causam diminuição da área fotossintética e provocam queda das folhas. O período larval desta praga dura de 9 a 40 dias, formando um casulo em forma de X, no baixeiro do cafeeiro. Já o período de pupa dura de 5 a 26 dias e os adultos sobrevivem em média cerca de 15 dias.

“A amostragem de bicho-mineiro em cafeeiros de até 3 anos de idade deve ser realizada quinzenalmente no início, quando os primeiros danos aparecem nas folhas. Neste caso, o controle do bicho-mineiro deve ser iniciado quando forem encontradas 30% ou mais de folhas minadas nos terços médio e superior das plantas de café”, orienta Dr. Aldir Alves Teixeira.





Source link

News

Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras realiza posse de nova diretoria



O Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB) , realizou nesta terça-feira (18), a cerimônia de posse da nova diretoria para o quadriênio 2025-2029. O encontro aconteceu na sede do sindicato, em Barreiras, no Oeste da Bahia, e reuniu associados, membros da equipe e lideranças do setor, para oficializar o início de um novo ciclo de gestão.

A produtora rural, Rosicleia do Rocio Flizicoski Cerrato, assume a presidência ao lado de David Marcelino Almeida Schmidt, que ocupa agora a vice-presidência da entidade.

Durante a cerimônia de posse, Schmidt apresentou a nova gestão as ações desenvolvidas nos últimos quatro anos, e destacou os avanços alcançados.

“Foram quatro anos desenvolvendo muitas ações para o Oeste, e neste novo mandato pretendemos trabalhar ainda mais, trazendo inovação em projetos e ações para impulsionar ainda mais o setor produtivo. ”, ressaltou David Schmidt, agora como vice-presidente do SPRB.

Cerrato em seu discurso pretende dar continuidade aos trabalhos que já são realizados pela instituição e também trazer novas ideias que irão impulsionar ainda mais a atuação de jovens sucessores.

Além da nova diretoria, o evento também destacou a presença da Diretoria Jovem do SPRB, uma iniciativa já da nova gestão no qual visa preparar e incentivar a sucessão no agronegócio.

A Diretoria Jovem tem como missão envolver os futuros líderes do setor, promovendo capacitações, intercâmbios e ações que permitam aos jovens entender e participar ativamente das decisões e desafios do campo.

Nova diretoria (2025-2029)

Presidente: Rosicleia do Rocio Flizicoski Cerrato

Vice-Presidente: David Marcelino Almeida Schmidt

1ª Secretária: Suzana Muterle Viccini

2ª Secretária: Luciane Oliveira Miller

1º Tesoureiro: Gill Arêas Machado

2º Tesoureiro: Ildo João Rambo

Conselho Fiscal

1º Conselheiro Fiscal Titular: José Maria de Albuquerque Júnior

2º Conselheiro Fiscal Titular: Erick Yuzo Ischida Mizote

3º Conselheiro Fiscal Titular: Pedro Ovídio Tassi

1º Conselheiro Fiscal Suplente: José Cláudio Oliveira

2º Conselheiro Fiscal Suplente: Antonio Balbino de Carvalho Neto

3º Conselheiro Fiscal Suplente: José Henrique Ribeiro Piau


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

News

Exportações do café paulista aumentam quase 90% e impulsionam a balança comercial



Levantamento da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) indica que as exportações de café em janeiro de 2025 no estado de São Paulo aumentaram 82,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Com isso, a produção de café impulsionou a balança comercial do agronegócio paulista, que manteve-se positiva com um superávit de US$ 1,64 bilhão. Ao todo, o setor exportou US$ 2,16 bilhões no primeiro mês de 2025.

As vendas de café para o exterior representaram 7,7% desse valor e registraram US$ 166,4 milhões. As informações foram divulgadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Ao todo, 45,3% das exportações do estado vieram do agronegócio. Confira os principais produtos exportados por São Paulo em janeiro de 2025:

  • Complexo sucroalcooleiro: 27,8% de participação no agro paulista, com US$ 599,47 milhões (açúcar representando 89,3% e etanol 10,7%);
  • Sucos: 15,5% de participação, somando US$ 334,41 milhões (99,0% de suco de laranja);
  • Produtos florestais: 13,1% de participação, com US$ 282,39 milhões (58,6% de celulose e 33,7% de papel);
  • Carnes: 12,7% de participação, na ordem de US$ 274,09 milhões (82,4% carne bovina);
  • Café: 7,7% de participação, registrando US$ 166,43 milhões (71,1% de café verde e 25,3% de café solúvel).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, destacam-se as exportações de café (+82,7%), sucos (+33,6%), produtos florestais (+27,2%) e carnes (+9,8%).

Segundo o pesquisador do IEA-Apta, Alberto Ângelo, há previsão de aumentar as exportações do complexo sucroalcooleiro a partir de fevereiro. “Houve atraso no plantio no ano passado, provocado pela seca, portanto, a colheita deve se concentrar nos meses de fevereiro e março”.

Participação de SP no agronegócio brasileiro

As exportações paulistas representaram 19,6% do total brasileiro no agronegócio, deixando São Paulo em primeiro lugar entre os estados que mais enviam produtos do agro para outros países. Destaque para os grupos de sucos (88,2%), produtos alimentícios diversos (71,5%), produtos de origem vegetal (65,9%) e complexo sucroalcooleiro (54,4%), que mantiveram expressiva participação nas exportações brasileiras.



Source link

News

Repórter do Canal Rural no RS é homenageada com a “Pá do Arroz”



Natural de Dom Feliciano (RS), Eliza é jornalista formada há 15 anos e especializada em TV e convergência digital. Filha de agricultores, trabalha com jornalismo especializado em agronegócio há quase uma década. Há dois anos e meio é repórter da afiliada Sul do Canal Rural.

“Fico imensamente honrada em fazer parte dos nomes reconhecidos neste ano. O trabalho do setor arrozeiro é fundamental para o abastecimento de alimentos no país e é desafiador. Nosso papel como imprensa de agronegócio é estar junto do produtor rural, levando informações de qualidade, com seriedade e colaborando no desenvolvimento do setor”, destaca.



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Complexo portuário de Itajaí tem aumento em todos os índices em janeiro


Presidente da APS considera envolvimento com a comunidade portuária local, além de muito trabalho, como fatores que geraram bom desempenho

O Complexo Portuário de Itajaí registrou aumento em todos os índices de movimentação de cargas em janeiro de 2025, comparado ao mesmo mês do ano anterior. No total, somando área pública e terminais de uso privado, o aumento foi de 26%, com 1,27 milhão de toneladas em 2025 ante pouco mais de um milhão em janeiro de 2024.

De acordo com o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), gestora da infraestrutura pública do Porto de Itajaí, os resultados refletem a integração entre a boa gestão pública e a eficiência do setor privado: “o crescimento em janeiro é resultado do bom entendimento entre a comunidade portuária de Itajaí e Navegantes, suas administrações municipais e a gestão pública técnica da APS-Itajaí”, destacou. “Nós abrimos a gestão à participação local, inclusive aproveitando os empregados que já estavam na casa, e isso vem permitindo grandes avanços na retomada da grandeza do Porto”, afirmou Pomini.

No cais público do Porto de Itajaí, o destaque foi a atracação de navios de cruzeiros. De 17 atracações em janeiro, 13 foram de navios de passageiros, duas de carga geral, uma de contêineres e uma de ro-ro (carga de veículos). Por isso é relevante a decisão da APS-Itajaí de permitir a movimentação terrestre de carga geral, visando ampliar o embarque e desembarque de cargueiros, sem deixar de atender os cruzeiros.

No cais público, a movimentação foi de 47,9 mil toneladas, aumento de 28% em relação a 2024, quando a movimentação foi de 37,4 mil toneladas. Diferentemente do complexo como um todo, o Porto de Itajaí tem maior movimentação de exportação que de importação. Somando área arrendada com área de uso comum, são 185,4 mil toneladas de carga exportadas contra 174,5 mil desembarcadas.

Totais do complexo

Dos 1,27 milhão de toneladas movimentadas em janeiro no complexo portuário, 54% foram do fluxo de desembarque (690,7 mil) e 46% de desembarque (581,6 mil). O aumento em relação a 2024 nos dois fluxos foi de cerca de 26%.

Na movimentação de contêineres, o aumento foi de 21%, com 117,8 mil TEU este ano ante 97 mil no primeiro mês do ano passado.

O Porto de Itajaí teve movimento de 359,9 mil toneladas e os terminais de uso privado 912,4 mil toneladas. O total de atracações em janeiro no complexo portuário foi de 102, aumento de 28% em relação a 2024, quando foram 80 atracações. Metade daquele número (51 atracações) foram de navios de longo curso.





Source link

News

Butão vai importar carne bovina do Brasil



“Além disso, amplia a presença da carne bovina brasileira na Ásia e contribui para o aumento das exportações do agronegócio, impulsionando a economia nacional e gerando novos empregos no setor”, informa o Mapa.

O trabalho foi realizado de forma conjunta com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Desta forma, o agronegócio brasileiro alcança a 26ª abertura de mercado em 2025, totalizando 326 aberturas desde 2023.



Source link

News

PGR denuncia Bolsonaro e mais 33 por tentativa de golpe



A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta terça-feira (18) o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. A acusação também envolve outros militares, entre eles Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

As acusações da procuradoria estão baseadas no inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou, em novembro do ano passado, o ex-presidente no âmbito do chamado inquérito do golpe, cujas investigações concluíram pela existência de uma trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A denúncia será julgada pela Primeira Turma do Supremo, colegiado composto pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF.

Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do Tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado.

A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.

Conspiração

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que o ex-presidente e o general Braga Netto, ex-ministro e vice na chapa com Bolsonaro – derrotada nas eleições de 2022, exerceram papel de liderança para realização de uma “trama conspiratória armada e executada contra as instituições democráticas”.

“A organização tinha por líderes o próprio presidente da República e o seu candidato a vice-presidente, o general Braga Neto. Ambos aceitaram, estimularam, e realizaram atos tipificados na legislação penal de atentado contra o bem jurídico da existência e Independência dos poderes e do Estado de Direito democrático”, afirmou Gonet.

Gonet diz que a denúncia contra Bolsonaro narra os fatos cometidos por uma “organização criminosa estruturada” para impedir a concretização da vontade popular demonstrada com o resultado das eleições de 2022, quando Lula foi eleito presidente.

” O presidente da República [ Bolsonaro] adotou crescente tom de ruptura com a normalidade institucional nos seus repetidos pronunciamentos públicos em que se mostrava descontente com decisões de tribunais superiores e com o sistema eleitoral eletrônico em vigor. Essa escalada ganhou impulso mais notável quando Luiz Inácio Lula da Silva, visto como o mais forte contendor na disputa eleitoral de 2022, tornou-se elegível, em virtude da anulação de condenações criminais”, afirmou.



Source link