sexta-feira, julho 3, 2026

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Alta das commodities e queda do dólar em destaque; confira análise de especialista


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto do cenário geopolítico nos mercados. A expectativa por um acordo entre Rússia e Ucrânia derrubou o dólar, enquanto a alta do minério de ferro impulsionou mineradoras e levou o Ibovespa a 127 mil pontos.

Na China, medidas de estímulo seguem no radar, e na Europa, o BCE prevê cortes de juros até o fim de 2025.

Hoje, o foco está na expectativa de inflação de Michigan e prévias de PMIs na Europa.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pancadas fortes de chuva podem colocar capitais em alerta; veja a previsão de hoje



Veja como ficará o tempo nas cinco regiões brasileiras nesta sexta-feira: tem muita chuva e tempo abafado.

Sul

A semana termina ainda mais instável na Região Sul do país por conta da circulação de ventos. A chuva acontece em vários momentos do dia na região central, oeste e da Campanha Gaúcha. Tem previsão para temporais em Bagé, Santa Maria e em Pelotas, todos no Rio Grande do Sul. Porto Alegre terá um dia bem quente e com pancadas mais rápidas à tarde. No Paraná e em Santa Catarina, a chuva é isolada, mas mesmo assim pode vir forte em alguns momentos. Curitiba e Florianópolis terão máximas mais altas, chegando aos 30 graus e chuva à tarde.

Sudeste

A semana termina ainda sob influência do sistema de alta pressão que inibe a formação de nuvens carregadas em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no norte de São Paulo. As temperaturas nessas áreas disparam à tarde e a umidade cai. Assim, os índices ficam entre os 25 e 30% nas horas mais quentes do dia. Nas regiões oeste, central, região metropolitana e litoral paulista, pancadas mais isoladas e rápidas à tarde, não descartando volumes mais expressivos no litoral sul.

Centro-Oeste

A semana termina com os volumes de chuva diminuindo na Região Centro-Oeste e a temperatura disparando à tarde. Em Mato Grosso do Sul e nas regiões norte e oeste de Mato Grosso, a chuva se concentra à tarde. São pancadas típicas da estação, com curta duração e com até forte intensidade. Em Campo Grande e em Cuiabá, tempo bem abafado, com essa chuva acontecendo mais no fim do dia. Goiânia e Brasília continuam com tempo estável, sem previsão de chuva.

Nordeste

A aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) aumenta a chuva sobre Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. As instabilidades se formam a qualquer momento do dia, com alerta para alto volume de chuva nas capitais São Luís, Teresina, Fortaleza e Natal. Não são descartados pontos de alagamentos, enchentes e enxurradas. Entre João Pessoa e Salvador, a chuva é passageira, acontecendo entre a madrugada e manhã. À tarde, o sol predomina e a temperatura sobe rapidamente. No interior da Bahia, o tempo continua estável e com alerta para baixa umidade do ar.

Norte

A aproximação da ZCIT também aumenta a chuva no Amapá e no Pará. As instabilidades se formam em vários momentos do dia e os acumulados são bem altos, principalmente nas regiões litorâneas. Em Belém e em Macapá, há alerta para temporais e alagamentos. Chove sobre todos os estados da Região, com volumes expressivos também no Amazonas, Acre e norte de Rondônia. No Tocantins, a chuva continua concentrada na metade norte do estado, enquanto as pancadas são mais passageiras e isoladas na região metropolitana.



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Preço do tomate leva produtores a abandonarem lavouras



Tomate cereja mantém preço




Foto: Divulgação

A produção de tomate na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul enfrenta desafios devido à baixa cotação do produto. Segundo boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (20), muitos agricultores abandonaram as lavouras ou deixaram de realizar o transplante das mudas, optando por vendê-las abaixo do valor de aquisição.

Atualmente, os cultivos plantados no início da safra estão no terço final do ciclo, enquanto as lavouras intermediárias seguem em plena colheita e as de plantio tardio permanecem em fase de desenvolvimento vegetativo e frutificação.

Apesar de um leve aumento nos preços na última semana, a cotação segue abaixo dos custos de produção. No CEASA Serra, o tomate do grupo longa vida teve preço médio de R$ 2,67/kg. Já os produtores que comercializam para intermediários recebem entre R$ 1,40 e R$ 1,80/kg, dependendo do calibre, o que não cobre os custos da lavoura.

Na região de Lajeado, em Feliz, a safra de tomate cereja segue sem grandes problemas fitossanitários. O preço do quilo varia entre R$ 6,00 e R$ 8,00.





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agricultores entregam 38 toneladas de alimentos



Iniciativa beneficiará cerca de 9 mil pessoas




Foto: Pixabay

Agricultores e agricultoras familiares de Santa Catarina iniciaram, nesta quinta-feira (20), a entrega de 38,09 toneladas de alimentos para pessoas em situação de insegurança alimentar no estado. Os produtos foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e serão destinados a instituições socioassistenciais em Lages (SC).

A operação envolve 28 agricultores familiares dos municípios de São Joaquim e Bom Jardim da Serra, responsáveis pelo fornecimento e distribuição de maçã, mel e pinhão. O projeto foi realizado na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), com financiamento de R$ 354,5 mil do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

A iniciativa beneficiará cerca de 9 mil pessoas em situação de vulnerabilidade. O PAA tem como objetivo incentivar a agricultura familiar, promover inclusão econômica e social, fomentar a produção sustentável e gerar renda para pequenos produtores.





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Altas temperaturas afetam produção de mel



Comercialização do mel de abelhas sem ferrão segue valorizada




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (20), os meliponicultores da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Porto Alegre estão em alerta devido às altas temperaturas, que podem provocar derretimento da cera e favorecer a entrada de forídeos nas colmeias, comprometendo a qualidade do mel e do pólen. Para minimizar os impactos, os produtores têm intensificado a revisão das caixas e a captura de novos enxames por meio de ninhos provisórios e iscas.

No mercado, a comercialização do mel de abelhas sem ferrão segue valorizada. O preço médio por 350 ml do produto chega a R$ 75,00, podendo ultrapassar R$ 500,00 por litro, dependendo da espécie e da oferta na região.

Além do mel, a própolis vem ganhando destaque comercial, com meliponicultores investindo na produção de extrato de própolis de ASF. O produto possui grande potencial de crescimento, impulsionado pelos compostos bioativos e benefícios à saúde humana.

 





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governo de SP anuncia R$ 200 milhões ao agro paulista



Recuperar estradas rurais, substituir pontes e construir silos são algumas das ações que prevê o Programa Logística Rural, lançado nesta quinta-feira (20), pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, com investimento de R$ 145 milhões.

A novidade faz parte do pacote de medidas “Nosso Agro tem Força”, de quase R$ 200 milhões, anunciado pelo secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, ao lado do governador Tarcísio de Freitas, no Palácio dos Bandeirantes.

Na ocasião, o governador afirmou que há uma reserva nas contas do estado para as obras de pavimentação, que somados ao investimento anunciado chega a R$ 220 milhõe. Além disso, anunciou que o governo de São Paulo vai disponibilizar mais R$ 1,2 bilhão para a construção de estradas vicinais em território paulista.

“Se temos o melhor agro do país, temos que ter a melhor infraestrutura para escoar a produção do campo”, ressaltou Freitas.

Substituição de pontes

Entre as ações previstas no programa está o atendimento de uma constante demanda dos municípios: a substituição de antigas e perigosas pontes de madeira por estruturas de concreto ou metálica, que suportam maior peso e, assim, contribuem para uma melhor eficiência do escoamento da produção agrícola e diminuição de atrasos e perdas na produção.

A previsão para este ano é de investir R$ 45 milhões na construção de 45 pontes padronizadas. “Investir na construção das pontes, mistas em aço e concreto armado em vias rurais não pavimentadas é crucial para manter a atividade econômica de uma região, além da segurança dos moradores e transeuntes das comunidades locais”, ressalta Piai.

Segundo o secretário, o Logística Rural também promove a estabilização de taludes e implantação de dispositivos de transposição nas estradas rurais, a fim de evitar intercorrências na malha viária com a possível interdição de vias.

Desta forma, a ação estimula a adoção de práticas conservacionistas, prevenindo e controlando a erosão do solo e conservando a água nas propriedades rurais.

Construção de entreposto

Além das estradas e das pontes, o programa prevê a construção de centro de distribuição e comercialização de produtos agrícolas com investimento de R$ 10 milhões.

O entreposto tem o objetivo de promover o fortalecimento da economia local e regional, melhorando a infraestrutura para a distribuição de produtos agrícolas, aumentando a competitividade e a qualidade dos produtos da agricultura familiar.

No âmbito da infraestrutura, o governo de São Paulo também anunciou a construção de silos pelo estado para que produtores da região possam estocar seus produtos de forma segura e adequada.

“O Logística Rural vai conservar e ampliar a infraestrutura das estradas rurais, reduzindo custos e gerando mais segurança aos produtores. E ainda vai facilitar o acesso às rotas de agro turismo, que geram renda e empregos”, afirma o secretário.

O governador, por sua vez, detalhou que as prefeituras paulistas que aderirem ao programa vão receber os equipamentos, como motoniveladoras, caminhões, retroescavadeiras, rolo compressor, entre outros, para que possam executar as obras de conservação das estradas rurais.

“As máquinas agrícolas são importantes para os municípios manterem suas estradas e vias, que muitas vezes são prejudicados pela chuvas. Com boas vias de acesso, garantimos que os alunos cheguem às escolas rurais de todo o estado”, destacou.



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preços continuam em queda e devem retrair mais; veja cotações



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

Segundo ele, isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, somado ao comportamento dos preços da carne no atacado.

“O enfraquecimento da demanda doméstica por carne bovina é uma das justificativas para este movimento. O fato é que as indústrias seguem exercendo pressão sobre o mercado, estratégia que deve prevalecer, ao menos no curto prazo.”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 315,33 (R$ 315,92 ontem)
  • Goiás: R$ 298,57 (R$ 300,18 anteriormente)
  • Minas Gerais: R$ 305,59 (R$ 305,82 na quarta)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 304,43 (R$ 305,34 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 305,07 (R$ 310,27 anteriormente)

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a apresentar queda de seus preços, em linha com o perfil de consumo traçado para a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Além disso, o consumo delimitado para o primeiro bimestre também aponta para a preferência por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango e dos embutidos”, disse Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,80 por quilo, queda de R$ 1,20. Já o quarto dianteiro está apontado em R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha, por sua vez, retraiu R$ 0,50, para R$ 17 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,37%, sendo negociado a R$ 5,7043 para venda e a R$ 5,7023 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6859 e a máxima de R$ 5,7164.



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produtores detalham exemplos positivos de gestão aplicados em propriedades gaúchas


A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas foi aberta hoje,18 de fevereiro, na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS). Com uma programação diversificada, que aborda desde desafios da cadeia produtiva e inovações tecnológicas até oportunidades de mercado, entre outros temas, um dos assuntos destacados neste primeiro dia foi o “Painel de Gestão – Casos de Produtores”.

A moderação foi do presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho. O dirigente enfatizou a quantidade e qualidade de informações que irão circular nos três dias de Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas. “Será uma oportunidade única para troca de experiências com quase 200 municípios participando, mais de 15 estados brasileiros e mais de dez países. E deveremos suplantar este ano as 15 mil pessoas que visitaram a edição de 2024”, projetou. Também se manifestaram representantes parceiros do evento como o superintendente do Senar no Rio Grande do Sul, Eduardo Condorelli, o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Waldyr Stumpf Júnior.

Na sua palestra, o engenheiro agrônomo e gestor da Estância Boa Vista, de Rio Grande (RS), Eduardo Darley Prates, começou descrevendo a propriedade. “São 600 hectares de área de arroz irrigado e 405 hectares de área de soja, e mais 487 hectares que ficaram para a pecuária este ano, porque devido às enchentes de maio do ano passado a área que seria para plantação de arroz não baixou o nível e acabou ficando para a pecuária”, recordou. A propriedade trabalha no chamado “sistema de ping-pong”, ou seja, 1 ano soja e outro ano arroz, com aproximadamente 550 hectares para cada cultura. Prates detalhou todo o sistema de gestão, sobretudo de pessoas e de qualificação, bem como técnicas aplicadas na propriedade nos últimos 15 anos e o correto manejo do solo para permitir o rodízio entre as culturas de arroz e soja, além de pastagem para pecuária.

A segunda palestra foi da diretora executiva da Sementes Costa Beber, de Condor (RS), Ana Lúcia Beber. A executiva recordou que a empresa familiar começou com produção agrícola, mas que, a partir de 2001, desmembrou a atuação também para multiplicação de sementes. “Uma das ações que foram muito importantes para nossa escolha sobre gestão foi fazer a separação dos dois negócios, o que ocorreu a partir de 2018 com dois CNPJs diferentes”, recordou. Ana explicou que houve a necessidade dessa separação até para entender o que cada negócio poderia entregar em termos de resultados ou eventuais atenções especiais que cada atividade poderia necessitar.

Na sequência, Ana discorreu sobre as ferramentas específicas que precisaram ser adotadas na gestão de cada um dos dois negócios. A atividade agrícola produz soja, milho, trigo, aveia branca e aptidão em algumas áreas para pecuária em oito municípios. Já a produção de sementes é distribuída para seis estados e o Paraguai. Tanto no negócio agrícola como na produção de sementes, Ana destacou conceitos modernos aplicados como gestão de pessoas, treinamento, qualificação e valorização dos colaboradores que já atuam nas empresas.

A 35ª Abertura da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e correalização da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ( Embrapa) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), além do Patrocínio Premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O evento tem como tema “Produção de Alimentos no Pampa Gaúcho – Uma Visão de Futuro”.





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Avião de pequeno porte cai em plantação no Pará



Na zona rural de Bonito, nordeste do Pará, um avião de pequeno porte caiu no fim da manhã desta quinta-feira (20).

A queda ocorreu no meio de uma plantação de dendê, conforme reportagem do G1. Segundo testemunhas, duas pessoas estavam no avião, ficaram feridas e levadas ao Hospital Municipal de Bonito.

Ainda de acordo com testemunhas, um dos ocupantes da aeronave seria um venezuelano. Equipes das polícias Civil e militar foram enviadas ao local do acidente, que fica a 13 quilômetros do centro urbano da cidade.

Até o momento, a Força Aérea Brasileira (FAB) não se pronunciou para dar mais detalhes do acidente.



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