quinta-feira, julho 2, 2026

Agro

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Mapa firma acordo para fomentar produção sustentável de suínos



Para estimular a produção sustentável de suínos, como prevê a Instrução Normativa SDA nº 113 de 2020 – que estabelece as boas práticas de manejo e bem-estar animal nas granjas de suínos de criação comercial – o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), firmou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) em conjunto com a Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e a Alianima para colocar em prática a ação.

Segundo o Mapa, a assinatura representa um marco, promovendo o esforço conjunto em prol de melhorias na produção, trazendo uma nova estratégia de fomento às boas práticas para a cadeia suinícola.

Suínocultura

Em 2016, o Mapa publicou uma resolução sobre a produção sustentável de carne suína. No documento, feito em parceria com a Embrapa, a utilização de todos os recursos de forma racional e o uso coerente dos recursos naturais são enfatizados.

No documento, a gestão racional da água e da ração no uso dos insumos básicos da produção são destacados como formas de aplicação para o bem-estar animal.

Impressões sobre a produção sustentável de suínos

O secretário da SDI, Pedro Neto, disse que a iniciativa é um passo importante para o direcionamento da suinocultura brasileira, possibilitando o emprego de boas práticas e o bem-estar animal.

“Nosso intuito agora é estimular também o reconhecimento e a premiação dos atores cuja forma de produção tem como foco a sustentabilidade e a saúde de humanos e animais. Acreditamos que esta é uma excelente oportunidade para mostrar à sociedade brasileira e aos mercados internacionais como a suinocultura nacional está alinhada com as melhores práticas para o nosso futuro comum”, afirmou.

O Secretário da SDA, Carlos Goulart, parabenizou a ação. “Muita satisfação em ver que cinco anos após a publicação da IN SDA 113, diferentes atores estão unidos em prol da inovação da suinocultura, ao buscar reconhecer formalmente as empresas que já estão pondo em prática as diretrizes para fomentar mais saúde e bem estar dos animais, que é um dos grandes alicerces da SDA, de modo geral”.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, também comentou o acordo de cooperação. “Ações como essa incentivam ainda mais produtores e empresas a se engajarem, atendendo à demanda crescente dos consumidores e da sociedade por um padrão cada vez mais elevado de proteína de qualidade. A ABCS reafirma o compromisso com o desenvolvimento da suinocultura nacional, que segue em constante aprimoramento.”

De acordo com a médica veterinária e presidente da Alianima, Patrycia Sato, com o convênio, a instituição mantém compromissos com a indústria e acompanha a evolução dos produtores na implementação de melhorias na suinocultura.

“Agora, com o Acordo de Cooperação Técnica, podemos de forma mais assertiva reforçar o diálogo construtivo e reconhecer oficialmente os esforços dos produtores em se adequarem à Normativa”, afirma Sato.



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Programa Desenrola Rural entra em vigor hoje



O Programa Desenrola Rural já está em vigor! Sancionada pelo presidente Lula por meio do Decreto 12381/2025, a medida dará a oportunidade aos agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, de renegociarem créditos em situação de inadimplência.

Os beneficiários poderão voltar a acessar o crédito rural e aumentar a oferta da produção de alimentos.

Sobre o Desenrola Rural

O agricultor familiar já pode procurar uma agência bancária para renegociar as suas dívidas, que podem ter descontos de até 96%. A renegociação vale para aqueles que possuem dívidas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e outras, como cartões e empréstimos nas instituições financeiras, do Crédito de Instalação e dívidas já inscritas na Dívida Ativa da União (DAU), como impostos e outros débitos federais, todas com inadimplência superior a 1 ano.

Não haverá impedimentos para a obtenção de novos créditos para o agricultor familiar que tiver pendências relacionadas a pequenas dívidas, como, por exemplo, débitos em contas de água, luz ou telefone.

Como funciona o Desenrola Rural

Quem estiver inscrito na Dívida Ativa da União poderá acessar, a partir de hoje (24), o site do Regularize com o CPF e selecionar “Consultar Dívida” para selecionar as opções de pagamento. Se a dívida for do Pronaf, ou outras adquiridas junto aos bancos, o interessado deve procurar sua instituição financeira para regularizar sua situação.

Se a dívida for de Crédito de Instalação, o interessado pode ir direto ao Incra para quitar os débitos com desconto ou acessar a Sala da Cidadania. O interessado em aderir ao Desenrola Rural também pode procurar os sindicatos, associações e entidades representativas para obter auxílio.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja ainda tem incertezas


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul ainda está cheio de incertezas, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 132,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 131,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 132,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 132,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

A safra de soja em Santa Catarina segue impactada por chuvas irregulares e altas temperaturas em janeiro, reduzindo a produtividade de 70 para 50 sacas por hectare. A colheita começa na segunda semana de março, com algumas áreas já iniciando os trabalhos de forma localizada. A expectativa é de uma safra inferior à anterior. No porto de São Francisco, os preços variam entre R$ 131,17/t em fevereiro e R$ 141,00/t em junho.

No Paraná, a diminuição da produção segue impactando. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 129,86. Em Ponta Grossa foi de R$ 120,66 por saca CIF, Cascavel, o preço foi R$120,66, mas com baixa liquidez. Em Maringá, o preço foi de R$ 119,92 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 120,73 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 126,00”, completa.

Clima adverso no Mato Grosso do Sul afeta soja precoce e leva a revisão nas estimativas da safra nacional. “A equipe técnica do Rally da Safra, que percorreu o estado na semana passada, confirmou os prejuízos. Diante desse cenário, as estimativas nacionais foram modificadas, reduzindo a previsão em 1,1 milhão de toneladas. Em Dourados, o spot da soja ficou em 114,75, Campo Grande a 114,75, Maracaju a 114,75, Chapadão

do Sul a 108,86 e Sidrolândia a 114,75”, indica.

A colheita da soja 2024/25 em Mato Grosso atingiu 66,16% da área plantada, superando a média histórica de 65,63%, mas ainda abaixo dos 76,44% registrados no ciclo anterior, segundo o Imea. O plantio tardio e chuvas intensas atrasaram o início da colheita, mas a redução das precipitações permitiu maior avanço nas últimas semanas. O atraso também impactou o plantio da segunda safra, afetando culturas como milho e algodão. Os preços variam entre R$ 106,00 em Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis, e R$ 109,39 em Sorriso.

 





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Mediana do IPCA 2025 passa de 5,60% para 5,65%, acima do teto da meta



A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 subiu pela 19ª semana consecutiva, de 5,60% para 5,65% – 1,15 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Um mês antes, era de 5,50%. Considerando só as 105 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa passou de 5,58% para 5,66%.

A partir deste ano, a meta começa a ser apurada de forma contínua, com base na inflação acumulada em 12 meses. O centro continua em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo.

Na última ata, o Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que o cenário para a inflação de curto prazo é adverso, com destaque para a alta dos preços de alimentos, influenciados pela estiagem e o ciclo do boi e com tendência de propagação. Os bens industriais são pressionados pelo câmbio.

“Em se concretizando as projeções do cenário de referência, a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos seis meses consecutivos”, disse o BC.

IPCA 2026

A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 subiu pela nona semana seguida, de 4,35% para 4,40%. Um mês antes, estava em 4,22%. Considerando apenas as 102 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção oscilou de 4,23% para 4,36%.

O Copom aumentou a taxa Selic em 1 ponto porcentual, de 12,25% para 13,25%, na reunião de janeiro, e voltou a sinalizar que vai elevar os juros em mais 1 ponto, a 14,25%, no encontro de março.

O horizonte relevante do BC é o terceiro trimestre de 2026, quando o Copom espera uma inflação de 4,0%, considerando o cenário de referência. A projeção para o IPCA de 2025 é de 5,2%. O balanço de riscos do Comitê está assimétrico para cima.

IPCA 2027

A mediana do Focus para a inflação de 2027 permaneceu em 4,0%. Quatro semanas antes, estava em 3,90%. A projeção para o IPCA de 2028 caiu de 3,80% para 3,79%, após seis semanas em alta. Um mês antes, era de 3,73%.



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‘Sabíamos que o Plano Safra iria ficar sem recursos’, diz Fávaro à CNN



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, abordou as recentes indefinições em torno do Plano Safra durante uma entrevista à CNN no final de semana. Carlos Fávaro revelou que o governo já estava ciente da necessidade de paralisar temporariamente o programa devido à escassez de recursos. Segundo o ministro, o Ministério da Agricultura estava acompanhando de perto a situação e sabia que, em algum momento, seria necessário interromper o fluxo de liberação de recursos.

Fávaro destacou que, diante desse cenário, o governo tomou a decisão estratégica de priorizar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O ministro enfatizou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou seu desejo de evitar uma interrupção prolongada do Plano Safra.

Continuidade do Plano Safra

Em resposta a essa diretriz presidencial, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entrou em contato com o Tribunal de Contas da União (TCU) e editou uma medida provisória para garantir a continuidade das contratações.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Taxas de juros futuros têm baixas firmes após IBC-Br reforçar cenário de…


Logotipo Reuters

 

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – As taxas dos DIs fecharam a segunda-feira em baixa firme após dados do Banco Central mostrarem queda da atividade em dezembro, em mais um indício de desaceleração da economia brasileira.

O feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos manteve o mercado de Treasuries fechado, o que também reduziu a liquidez na renda fixa brasileira.

No fim da tarde a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2026 — um dos mais líquidos no curto prazo — estava em 14,67%, ante o ajuste de 14,794% da sessão anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 marcava 14,575%, ante o ajuste de 14,791%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 14,29%, em queda de 26 pontos-base ante 14,553% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 14,25%, ante 14,514%.

Sem a referência dos Treasuries, o mercado brasileiro se voltou para a agenda doméstica, que tinha o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) como destaque.

Considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador caiu 0,7% em dezembro ante novembro, em dado dessazonalizado. O resultado foi bem pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters, de recuo de 0,4%.

Foi o resultado mensal mais fraco desde maio de 2023 (-1,72%), levando o índice a fechar o quarto trimestre com estagnação na comparação com os três meses anteriores, em dado dessazonalizado. Na comparação com dezembro do ano anterior, o IBC-Br teve alta de 2,4%, segundo números observados.

O IBC-Br pior que o esperado se juntou a outros dados recentes que sugerem desaceleração da economia no Brasil. Na semana passada o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já havia revelado dados de serviços, varejo e núcleos de inflação mais favoráveis ao controle da inflação.

“A economia brasileira está desacelerando, não tem maiores dúvidas em relação a isso. Resta ver que tamanho de desaceleração é esta”, disse o economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala, ao analisar o resultado do IBC-Br.

“O BC está obviamente olhando todos estes dados e tentando ver como é esta tendência de desaceleração, se é mesmo tendência, se não é só ruído, mas o fato é que a curva de juros tem reagido com uma queda forte”, destacou Gala. “O juro longo está caindo bastante, com esta visão de que, crescendo menos, o Brasil desacelera e a pressão inflacionária cai.”

Às 14h59, a taxa do DI para janeiro de 2033 — um dos mais líquidos na ponta longa — atingiu a mínima de 14,22%, em baixa de 29 pontos-base ante o ajuste da sexta-feira.

Embora a curva comece a precificar juros menores nos próximos anos, o relatório Focus do Banco Central, divulgado pela manhã, mostrou que as projeções de economistas do mercado para a inflação seguem piorando. A mediana para o IPCA — o índice oficial de inflação — em 2025 passou de 5,58% para 5,60% e em 2026 foi de 4,30% para 4,35%, conforme o Focus. Em ambos os casos os percentuais estão bem acima do centro da meta contínua perseguida pelo BC, de 3%.

A Selic projetada no Focus para o fim de 2025 está em 15,00% e para o final de 2026, em 12,50%. Já a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 está em 2,01% e em 2026 é de 1,70%.

Durante evento pela manhã, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo tem percebido uma desaceleração da economia e acrescentou que é “natural” que 2025 tenha crescimento um pouco inferior do que os dois anos anteriores.

Mesmo como o fechamento mais recente da curva de juros brasileira, autoridades do Banco Central seguem cautelosas ao avaliar a possível desaceleração econômica e seus efeitos sobre a inflação.

Na sexta-feira, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, pediu “tempo” para que a instituição possa “consumir dados e ter clareza para ver se não estamos assistindo apenas uma volatilidade ou se estamos observando uma tendência”.

Nesta segunda-feira, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse que o nível de segurança do aperto monetário precisa ser um pouco além do normal em meio ao nível elevado de incertezas na economia.

“A gente subiu 100 ‘bases points’ (da Selic em janeiro) e o cenário base é seguir por aí, porque temos o ‘forward guidance’ e também a nossa preocupação em ter um nível de segurança que tem que ser um pouquinho além do normal por conta dessa incerteza”, disse. Atualmente a Selic está em 13,25% ao ano.

Perto do fechamento desta segunda-feira a curva brasileira precificava 93% de probabilidade de alta de 100 pontos-base da Selic em março, como vem indicando o BC.

A principal dúvida, no entanto, é para o encontro seguinte, em maio. Na última sexta-feira o mercado de opções de Copom da B3 precificava 49,50% de probabilidade de alta de 50 pontos-base da Selic em maio, 17,00% de chances de elevação de 75 pontos-base e apenas 11,00% de probabilidade de alta de 100 pontos-base. Nas últimas semanas, têm crescido as apostas em uma elevação menor de juros a partir de maio.





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Altas temperaturas marcam o início da semana; saiba até quando



Começamos a previsão do tempo com informações de São Paulo, onde o sol predomina na maior parte desta segunda-feira (24), com previsão de chuva na parte da tarde e da noite, com alerta para temporais. Acumulado esperado de 25 mm. A temperatura máxima será de 32ºC.

Sobre as altas temperaturas, informação importante

A onda de calor que começou no final de semana na região Sul ficará até o dia 27 de fevereiro. O fenômeno é originado por um sistema de alta pressão em médios níveis que intensifica a circulação dos ventos de cima para baixo, intensificando o calor. Veja como fica o clima no restante do país de acordo com a Climatempo:

Sul

A segunda-feira será de temperaturas altas no Rio Grande do Sul, sem previsão de chuva em boa parte do estado, enquanto o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná terão ar mais seco. Destaque para faixa norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, sudoeste do Paraná e norte do Paraná, onde a chuva chega na forma de pancadas e que vem com moderada a forte intensidade.

Sudeste

A semana inicia com tempo instável na região e o fim da onda de calor, com áreas de instabilidade espalhando chuva forte no leste e nordeste de Minas Gerais, no Espírito Santo, no centro-norte e interior do Rio de Janeiro e em São Paulo. Alerta para temporais na faixa oeste e leste de São Paulo, para o restante das regiões, as pancadas chegam com moderada a forte intensidade.

Centro-Oeste

A formação de uma área de baixa pressão sobre a região favorecerá o aumento da nebulosidade em todos os estados. O sol aparece um pouco mais na faixa leste de Goiás e Distrito Federal. Alerta para temporais em toda a faixa centro-norte do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, sul do Mato Grosso e também na faixa nordeste. Para o restante das regiões, a chuva chega com moderada a forte intensidade.

Nordeste

A chuva se espalhará por toda a área e poderá vir com força entre Maranhão e Piauí, havendo também risco de pancadas fortes no leste e litoral do Ceará, chuva moderada no litoral do Rio Grande do Norte e no leste de Pernambuco, além de pancadas fortes e calor no sul da Bahia. Alerta para temporais entre o litoral do Maranhão e o litoral do Ceará, e sul do Maranhão e sul do Piauí.

Norte

A semana começa com chuva em boa parte da região. Alerta para temporais no Acre, Amazonas, Tocantins e Amapá. Para o restante das regiões, a chuva chega com moderada a forte intensidade.



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AgroNewsPolítica & Agro

Essenciais para a microbiota vegetal



Essa descoberta reforça a importância das interações entre plantas e microrganismos



Essa descoberta reforça a importância das interações entre plantas e microrganismos
Essa descoberta reforça a importância das interações entre plantas e microrganismos – Foto: Divulgação

As bactérias da ordem Xanthomonadales são componentes fundamentais da microbiota vegetal, adaptadas para sobreviver no solo e nas raízes das plantas. Segundo um estudo do Instituto Max Planck de Pesquisa sobre Melhoramento Vegetal, publicado na Nature Plants, essas bactérias têm a capacidade de modular as respostas imunes das plantas. Esse mecanismo não apenas garante sua permanência no ecossistema radicular, mas também contribui para a estabilidade da microbiota, reduzindo os impactos das defesas imunológicas das plantas.  

O sistema imunológico vegetal é altamente sensível e identifica ameaças com base em sinais moleculares, como a flagelina, uma proteína presente no flagelo bacteriano. Quando detectada pelo receptor FLS2 da planta, ativa respostas de defesa que redirecionam recursos do crescimento para a proteção contra microrganismos. Entretanto, a flagelina está presente tanto em bactérias patogênicas quanto em comensais, levantando uma questão-chave: como as bactérias benéficas conseguem colonizar as plantas sem serem eliminadas?  

Os cientistas, liderados por Ka-Wai Ma e Paul Schulze-Lefert, descobriram que cerca de 40% das bactérias encontradas em raízes saudáveis possuem mecanismos de imunossupressão. A pesquisadora Jana Ordon e sua equipe aprofundaram a investigação e confirmaram que essa característica é comum entre as Xanthomonadales. Um exemplo é a cepa R179, que reduz a ativação da defesa vegetal removendo flagelina e transportando moléculas imunossupressoras para o espaço entre a bactéria e a planta.  

Essa descoberta reforça a importância das interações entre plantas e microrganismos na estabilidade da microbiota. O entendimento desses mecanismos pode abrir caminho para novas estratégias no manejo biológico da agricultura, favorecendo a saúde das plantas e o equilíbrio do ecossistema radicular.

 





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Novo coronavírus na China e desaceleração dos EUA preocupam mercados; saiba o que esperar na semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a semana passada foi marcada por aversão a risco nos mercados, impulsionada por preocupações com um novo coronavírus na China e desaceleração econômica nos EUA.

Nesta semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, para o IPCA-15 e dados do mercado de trabalho.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Novo coronavírus na China e desaceleração dos EUA preocupam mercados; saiba o que esperar na semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a semana passada foi marcada por aversão a risco nos mercados, impulsionada por preocupações com um novo coronavírus na China e desaceleração econômica nos EUA.

Nesta semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, para o IPCA-15 e dados do mercado de trabalho.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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