quinta-feira, julho 2, 2026

Agro

News

Clima favorável não deve recuperar lavouras de soja do RS



A colheita de soja no Rio Grande do Sul enfrenta um cenário desigual devido às condições climáticas irregulares. Algumas lavouras da commodity estão em processo de recuperação graças ao retorno da umidade, enquanto outras seguem com desafios que comprometem o rendimento.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Na última semana, a combinação de calor intenso e a falta de chuvas trouxe alívio, favorecendo as lavouras em floração ou no processo de enchimento de grãos. No entanto, o cenário varia de região para região. Áreas que estão no final do ciclo da soja já não têm mais potencial de recuperação devido aos danos causados pelo clima severo.

Em algumas propriedades, a colheita está sendo um processo demorado, com máquinas levando mais de duas horas para encher um graneleiro, enquanto em um ano normal esse tempo seria de apenas 20 a 25 minutos. A produtividade nas áreas mais afetadas está muito abaixo do esperado, com médias de apenas 228 a 230 kg por hectare, o que corresponde a cerca de três a quatro sacos por hectare, um rendimento bem abaixo do ideal.

Além disso, o estado enfrentou uma redução de 14% na área plantada de soja em terras baixas, com a previsão de que, para a safra 2024/25, sejam cultivados aproximadamente 364 mil hectares. Essa diminuição reflete uma tendência dos produtores de optar pelo cultivo de arroz nessas áreas, uma vez que a cultura apresenta maior resistência à escassez de umidade em comparação com a soja.



Source link

News

São Vicente e Granadinas abrem mercado para carne de aves e suínos do Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta segunda-feira (24) que as autoridades sanitárias de São Vicente e Granadinas, país caribenho formado por diversas ilhas, aceitaram o Certificado Sanitário Internacional (CSI) proposto pelo Brasil para a exportação de carne de aves e carne suína.

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), no ano passado, São Vicente e Granadinas importaram 8 mil toneladas de carne de frango e quase 1 mil toneladas de carne suína. Cerca de 80% de todas as importações são provenientes dos Estados Unidos.

“A abertura desse mercado aumentará a presença brasileira no mercado caribenho, que tem grande potencial e demanda por produtos cárneos”, avaliou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em 2024, as exportações agropecuárias brasileiras para países da Comunidade do Caribe (Caricom) somaram cerca de US$ 200 milhões, com destaque para carnes, produtos florestais, cereais, farinhas e preparações.

Segundo o Mapa, com esse anúncio o agronegócio brasileiro alcança 31 aberturas de mercado em 2025, totalizando 331 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023.



Source link

News

Preço da saca do milho aumentou 5,5%; novas altas estão no radar?



Existe a possibilidade de redução da área plantada de milho safrinha devido ao alto custo da ureia e do diesel. Por conta disso, o plantio está em ritmo mais lento, aponta a plataforma Grão Direto.

Assim, mesmo com a entrada do cereal no mercado, os preços seguiram em alta. Soma-se a isso a dúvida a respeito das linhas de crédito financiadas pelo próximo Plano Safra, o que também impulsionou as cotações do grão para cima ao longo dos últimos dias.

Em Chicago, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,90 por bushel, queda de 1,21%. Já no Brasil, na B3, o contrato de milho para março de 2025 registrou alta expressiva de 5,48%, encerrando a R$ 85,10 por saca.

No mercado físico, os preços do milho reagiram positivamente acompanhando a valorização na B3, especialmente nas regiões produtoras com demanda aquecida.

E agora, o que esperar do mercado do milho

Analistas da Grão Direto enumeram as tendências para o mercado desta semana. Acompanhe:

  • Plantio do milho safrinha: de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a semeadura do milho segunda safra em Mato Grosso atingiu a média dos últimos cinco anos, favorecida pela redução das chuvas no Centro-Oeste. No entanto, a Companhia Nacional de Abastecimento aponta que esse índica ainda está 12,7% atrás em relação à safra passada. Embora as condições hídricas sejam favoráveis, o atraso no plantio pode resultar em colheita tardia e menor oferta, o que tem pressionado os preços. A produção do milho primeira safra ficou dentro do esperado (26 milhões de toneladas), mas o atraso na segunda safra mantém a tendência de alta para o cereal.
  • Demanda aquecida: os preços do frango congelado e resfriado em São Paulo subiram nas últimas semanas, acompanhados pela alta do suíno vivo no Sudeste e Sul. Com a inflação dos alimentos, a população tem migrado para proteínas mais acessíveis, sustentando a demanda pelo milho. Além disso, as usinas de etanol de milho continuam alterando a dinâmica do mercado interno, influenciando a formação de preços do cereal e contribuindo para a tendência de alta nas próximas semanas.
  • Exportações: embora ainda seja cedo para definir o volume de exportação do milho brasileiro, dois fatores merecem atenção: a forte demanda interna, que pode tornar o mercado doméstico mais competitivo que a paridade de exportação; o atrito comercial entre México e Estados Unidos, visto que os mexicanos são o maior comprador do milho norte-americano (38% da produção) e podem redirecionar parte de sua demanda para Brasil e Argentina, fator que favoreceria a valorização do cereal no segundo semestre.

Com esses fatores em mente, a Grão Direto aposta na continuidade do cenário otimista para o milho, porém, às custas de um mercado fragmentado e incerto.



Source link

News

Com temperaturas elevadas e chuvas intensas, produtor de soja deve se preparar; saiba a previsão



A previsão do tempo para a próxima semana nas áreas produtoras de soja no Brasil aponta para variações nas condições climáticas, o que deve impactar diretamente as operações no campo. Confira os detalhes por região:

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Lavouras de soja em MT, MS e GO

No norte de Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, a previsão é de chuvas intensas, o que pode interromper as atividades agrícolas na região. A alta precipitação pode prejudicar o andamento das operações, o que exige atenção redobrada no planejamento das atividades no campo.

Em Goiás, as chuvas devem se concentrar principalmente na porção Centro-Norte, o que pode trazer impacto nas atividades, enquanto na porção Centro-Sul, as condições climáticas devem ser mais favoráveis para o trabalho no campo.

Nordeste: Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia

No Nordeste, as chuvas são esperadas para os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, o que pode prejudicar o andamento das atividades agrícolas. No entanto, a Bahia apresenta uma previsão mais positiva, com as chuvas não sendo intensas, permitindo que as operações sigam normalmente nos próximos dias.

E no Sudeste?

O Sudeste do país, especialmente São Paulo e o Centro-Sul de Minas Gerais, terá chuvas típicas de verão, ou seja, de baixo volume e curta duração. Essas chuvas não devem causar grandes interrupções nas atividades agrícolas, permitindo que o trabalho no campo continue sem grandes obstáculos.

Para as próximas semanas, espera-se que o Sudeste mantenha condições mais favoráveis, mas com o retorno das chuvas mais fortes apenas na segunda quinzena de março.

Temperatura alta

A temperatura deve subir nos próximos dias, o que pode prejudicar o desenvolvimento tanto da soja quanto do milho, especialmente no período crítico do milho segunda safra. Esse aumento na temperatura exige que os produtores fiquem atentos ao tempo para evitar danos no crescimento das culturas.

Norte: Rondônia e Santarém

No norte de Rondônia, as chuvas continuarão elevadas, o que pode dificultar as operações agrícolas. No entanto, em Santarém, a previsão é mais favorável, com chuvas inferiores a 50 mm em 5 dias, o que deve permitir que os trabalhos no campo sejam realizados sem grandes contratempos.

O clima no Sul

O Sul do Brasil se prepara para uma nova frente fria que deve chegar entre quinta e sexta-feira. As chuvas previstas para o Rio Grande do Sul serão de 20 a 30 mm, um volume que não resolve o déficit hídrico da região.

Até quarta-feira (26), o Rio Grande do Sul continuará com uma onda de calor, com máximas que podem atingir até 40°C. O avanço do sistema frontal trará mais precipitação para Santa Catarina e Paraná, com chuvas mais intensas previstas para o final de semana.



Source link

News

veja a previsão até o início de março


Quer saber a quantidade de chuva e como estarão os termômetros em sua região. O informativo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) te conta em detalhes. Acompanhe a previsão entre esta segunda-feira (24) e a próxima (3 de março):

Sul

A semana inicia com tempo firme em quase toda a região. Contudo, a tendência é de aumento de nebulosidade e pancadas de chuva a partir de quarta-feira (26). Segundo o modelo climatológico, os acumulados de chuva podem ficar abaixo de 30 mm. Entretanto, a combinação de calor e umidade pode ocasionar precipitações localmente intensas, em forma de tempestades.

Sudeste

A tendência é de tempo firme em grande parte de Minas Gerais. Pancadas de chuvas podem ocorrer no Espirito Santo, Rio de Janeiro e em São Paulo de forma pontual, com volumes abaixo de 40 mm. Entretanto, podem ser localmente intensas devido à instabilidade gerada pela combinação de calor e umidade. Por outro lado, no sudeste de São Paulo, estão previstos volumes acima de 60 mm (tons de amarelo no mapa abaixo).

Centro-Oeste

mapa chuva Inmetmapa chuva Inmet
Foto: Reprodução Inmet

A combinação de calor e umidade mantém áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás, com pancadas de chuvas ao longo da semana. Acumulados acima de 80 mm (tons de vermelho) estão previstos para o noroeste de Mato Grosso, enquanto que no centro-leste de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul, a tendência é de redução das chuvas, com acumulados abaixo de 20 mm.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá a precipitação no norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará, com chuvas previstas acima de 80 mm. Na faixa leste da região, as chuvas poderão ocorrer em pontos isolados na forma de pancadas de chuva, com acumulados inferiores a 20 mm, enquanto na parte central da Bahia, de Pernambuco, oeste do Piauí, de Alagoas, a tendência é de tempo firme nos próximos dias.

Norte

As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade mantém as pancadas de chuva ao longo da semana, com acumulados acima de 50 mm (tons de amarelo) em grande parte da região, com exceção de Roraima, onde as chuvas serão mais escassas, com volumes inferiores a 10 mm. A ZCIT posicionada mais a sul provocará acumulados acima de 80 mm no nordeste do Pará.

Temperaturas máximas

Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte do Nordeste, com valores entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em algumas localidades do interior. Na Região Norte, as máximas estarão entre 26°C e 34°C em grande parte da região.

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste permanecem com temperaturas máximas elevadas, variando entre 28°C e 36°C em grande parte da região, com tendência a permanecer elevada ao longo da semana.

Enquanto isso, na Região Sul, as temperaturas continuarão elevadas em toda região, com 30°C e 36°C, podendo superar 38°C no Rio Grande do Sul.

Temperaturas mínimas

As temperaturas mínimas seguirão entre 22°C e 26°C na Região Norte, enquanto no Nordeste, as mínimas devem variar entre 18°C e 26°C, com menores valores nas regiões de serra da Bahia e de Pernambuco.

Já no Centro-Oeste, espera-se que as mínimas fiquem entre 20°C e 28°C ao longo da semana, enquanto que na Região Sudeste, as temperaturas variam entre 18°C e 26°C, com menores temperaturas na região serrana de Minas Gerais.

Na Região Sul, as mínimas estarão entre 16°C e 28°C. No dia 25 de fevereiro, as temperaturas mínimas na Região Norte estarão entre 22°C e 26°C, enquanto no Nordeste, entre 18°C e 26°C.

Na Região Centro-Oeste, as mínimas ficarão entre 22°C e 26°C, enquanto na Região Sudeste variará entre 18°C e 24°C. Na Região Sul estão previstas mínimas entre 16°C e 26°C, com menores temperaturas em regiões de serra de Santa Catarina.



Source link

News

Colheita de soja atinge 39% no país ante 23% há 7 dias, diz consultoria



A colheita da safra brasileira de soja 2024/25 atingiu 39% da área cultivada na quinta-feira passada (20), em comparação com 23% na semana anterior e 40% um ano atrás, de acordo com levantamento AgRural, divulgado nesta segunda-feira (24).

“Temperaturas mais altas, chuvas mais espaçadas e a pressão para plantar a safrinha de milho dentro da janela deram forte impulso à colheita do Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso, que agora lidera os trabalhos e abre grande vantagem sobre Mato Grosso do Sul e Paraná”, comentou a empresa.

No início da semana passada, a AgRural concluiu uma nova revisão de sua estimativa de produção de soja na safra 2024/25 do Brasil. A produção é calculada agora em 168,2 milhões de toneladas, em comparação com 171 milhões de t na estimativa de janeiro. Paraná e Mato Grosso do Sul, que já haviam sofrido cortes no mês passado por causa da estiagem, tiveram novo ajuste negativo em suas produtividades. Desta vez, porém, quem puxou o corte na estimativa brasileira foi o Rio Grande do Sul.

Milho

A colheita da primeira safra de milho da temporada 2024/25, o milho verão, atingiu 37% da área cultivada na região, até quinta-feira passada, em comparação com 29% uma semana antes e 42% um ano atrás, de acordo com a AgRural.

Em algumas áreas do Rio Grande do Sul, que continua na dianteira dos trabalhos, a colheita já terminou ou está muito próxima do fim. Nos Estados de calendário mais tardio, em contrapartida, a colheita do cereal ainda é lenta por causa do foco dos produtores na soja.

A área estimada para a safrinha 2025 de milho estava 64% plantada, até quinta passada, no Centro-Sul do Brasil, após forte avanço sobre os 36% da semana anterior. Mesmo assim, o porcentual plantado manteve-se abaixo dos 73% semeados até igual período da safrinha 2023, segundo dados da AgRural. Todos os estados produtores registraram forte avanço durante a semana, mas Mato Grosso e Goiás foram destaque.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG prevê produção de 228,52 milhões de caixas


Redução da taxa de queda e crescimento do tamanho dos frutos da quarta florada explicam aumento em relação à reestimativa anterior

A terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta segunda-feira (10), aponta que a produção da temporada deve ser de 228,52 milhões de caixas de laranja de 40,8 kg, 2,4% maior do que a quantidade estimada anteriormente, 223,14 milhões de caixas, divulgada em dezembro. No entanto, o volume ainda é 1,7% menor do que a projeção inicial, de 232,38 milhões, prevista em maio.

As chuvas dos últimos dois meses foram bem distribuídas em todas as regiões, superando as previsões e mesmo a média histórica em dezembro, o que contribuiu diretamente para o aumento do tamanho dos frutos da quarta florada, principalmente das variedades Pera e Natal.

Considerando todas as variedades, são necessários 258 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, indicando três frutos a menos em comparação à reestimativa feita em dezembro. Assim, o peso médio das laranjas de primeira, segunda e terceira floradas permanece projetado em 161 gramas, enquanto os frutos da quarta florada registraram um aumento de 20 gramas em relação à reestimativa de dezembro, atingindo 146 gramas. Como a maior parte da produção que ainda será colhida é proveniente da quarta florada, cuja emissão ocorreu tardiamente, os frutos deverão ser colhidos com 158 gramas na média geral, duas gramas a mais do que o previsto anteriormente.

Outro fator que influenciou o aumento da safra em relação à reestimativa anterior foi a redução da taxa de queda das variedades Valência, Folha Murcha e Natal de 19% na reestimativa de dezembro para 18% nesta. A diminuição da taxa de queda está relacionada à colheita antecipada dos frutos das duas primeiras floradas e à menor quantidade de frutos nas árvores em relação às safras passadas neste período da temporada.

Estima-se que, até meados de janeiro, cerca de 89% da produção tinha sido colhida. As laranjas das variedades precoces já foram colhidas praticamente em sua totalidade, enquanto ainda restam 15% da produção da variedade Pera Rio, 16% das variedades Valência e Folha Murcha e 10% da variedade Natal para serem colhidas até o final da safra.

A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceria com o Departamento de Ciências Exatas, FCAV/Unesp Campus Jaboticabal.

Confira o relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf 

Confira o relatório em inglês: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0225_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





Source link

News

Estimativa da safra brasileira de soja ultrapassa 170 milhões, indica consultoria



A estimativa para a safra brasileira de soja 2024/25 foi ajustada para 171,5 milhões de toneladas, aumento de 700 mil toneladas em relação a janeiro. Segundo a consultoria Hedgepoint Global Markets, o ajuste positivo é impulsionado pelas altas produtividades em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Bahia, beneficiados pelas chuvas iniciadas em outubro de 2024.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Esses estados têm ajudado a compensar as perdas observadas em outras regiões, como o Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, onde a seca, especialmente em janeiro, impactou a produtividade. A consultoria aponta que essas perdas necessitaram de ajustes nas previsões para essas áreas.

Ainda segundo a consultoria, o clima nas próximas semanas pode impactar a produção final, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a colheita tem início previsto para março. Até 14 de fevereiro, 27% da safra já havia sido colhida, um ritmo ligeiramente inferior ao do ano passado, mas superior à média das últimas cinco safras.

O clima e a soja

A análise dos Índices de Diferença Normalizada de Vegetação (NDVI) feita pela consultoria confirma as expectativas de alta produtividade em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. “Os índices de vegetação nessas regiões permanecem acima da média, indicando um bom desenvolvimento das lavouras”, afirmam os especialistas.

No Rio Grande do Sul, os índices indicam um desenvolvimento menos saudável das plantas, mas sem caracterizar uma “catástrofe”. A recente melhora nas condições climáticas ajudou a aliviar a situação das lavouras gaúchas.

Com base nas informações mais recentes, até 16 de fevereiro, 28,7% das lavouras estavam na fase de enchimento de grãos, com maior concentração no Rio Grande do Sul. A consultoria reforça a importância de monitorar as condições climáticas nas próximas semanas, especialmente no Sul do Brasil, onde o aumento da seca pode continuar a afetar as lavouras.

Impactos na colheita de soja

As previsões climáticas para o período de 20 a 26 de fevereiro indicam que a umidade será escassa na maior parte do Brasil, o que pode acelerar o andamento da colheita, especialmente na região central.

No entanto, a seca no Rio Grande do Sul pode agravar as condições das lavouras na região. Entre 27 de fevereiro e 5 de março, a umidade deverá retornar ao Rio Grande do Sul e ao norte de Mato Grosso, o que pode dificultar o escoamento da safra e impactar os prêmios de exportação e o basis.

Por fim, a consultoria alerta também que as altas temperaturas, combinadas com a baixa umidade, podem prejudicar ainda mais a produtividade, especialmente no Rio Grande do Sul. A previsão de baixa umidade no Sul para março aumenta os riscos de perdas na região.



Source link

News

Cooperativa do Paraná tem lucro recorde e distribui R$ 116,6 mi



A Castrolanda Cooperativa Agroindustrial, de Castro (PR), registrou resultado líquido recorde de R$ 273 milhões em 2024, segundo balanço financeiro apresentado aos cooperados na 74ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na semana passada. As sobras distribuídas aos cooperados totalizaram R$ 116,6 milhões, o dobro do valor pago em 2023, conforme nota.

“Vejo que o resultado que tivemos, bem como as sobras, são fruto de um trabalho inteiro que, além de gerar valor para a cooperativa, agregou para os nossos associados”, afirmou o presidente da Castrolanda, Willem Bouwman, em nota.

A cooperativa encerrou 2024 com 1.275 cooperados. A produção de leite atingiu 536,4 milhões de litros, um aumento de 6,4% em relação ao ano anterior. No mercado agrícola, a produção de grãos totalizou 637,7 mil toneladas, queda de 9,9% sobre as 708 mil toneladas de 2023. No setor de carne suína, a produção caiu 8,8%, para 48,6 mil toneladas.

A Castrolanda também distribuiu R$ 3,8 milhões em sobras técnicas aos cooperados que entregaram grãos nos armazéns da cooperativa.

“Na cooperativa, o cooperado é dono do negócio, e as sobras distribuídas demonstram a importância do engajamento no sistema cooperativista”, disse o gerente executivo de Gente e Gestão, Pedro Dekkers, no comunicado.

A Castrolanda não divulgou o faturamento de 2024. Em 2023, o faturamento bruto foi de R$ 6,7 bilhões, com queda de 7,4% em relação ao ano anterior, segundo informações da cooperativa.

Para 2025, a empresa inicia a implementação do planejamento estratégico “Horizonte 2030”. “Agora nós estamos transformando o planejamento em propostas e projetos para atingir o objetivo que o nosso associado trouxe para a cooperativa, que é buscar crescimento”, complementou Bouwman.



Source link

News

Programa Ganhando o Futuro leva mundo dos bioinsumos ao público do Canal Rural



O Programa Ganhando o Futuro, iniciativa dedicada à agricultura biológica e regenerativa, estreou na grade do Canal Rural nesta segunda-feira (24).

O novo projeto, desenvolvido em parceria com a distribuidora de produtos agrícolas AgRoss e a empresa especializada em biossoluções UPL, terá a cada dia um novo episódio, sempre das 8h30 às 9h.

Para quem não conseguir acompanhar nesse horário, os reprises acontecem de segunda à quinta, das 17h às 17h30, e também às sextas-feiras, das 18h15 às 18h45. Além disso, os episódios também estarão disponíveis no YouTube do Canal Rural. Assista ao primeiro episódio no vídeo ao final do texto.

“O programa contará sempre com entrevistas e a participação de especialistas, levando informações para que o agricultor possa conhecer e implementar os produtos biológicos em seu dia a dia no campo”, afirma a diretora de Conteúdo do Canal Rural, Jaqueline Silva.

Assim, o engenheiro agrônomo e apresentador do programa, Gustavo Buck, conta que a ideia é levar ao telespectador, de forma simples e prática, o conceito de sustentabilidade aplicado ao campo.

“Vimos a grande necessidade do mercado em voltar a apostar na biodiversidade para dentro das lavouras. Esávamos numa crescente em que o uso indiscriminado de defensivos estava influenciando a microbiota do solo, impactando na quantidade de insetos, pragas e doenças nas áreas produtivas e, com a utilização dos insumos biológicos, dos bioinsumos, conseguimos trazer de volta a vida para o ambiente e, assim, ter uma produção de menor custo porque a planta tem um vigor maior. A gente consegue melhorar a produção, atingir mais fácil o teto produtivo da lavoura e agredir menos o meio ambiente”, detalha.

De acordo com ele, o Ganhando o Futuro tem a missão de traduzir conhecimentos científicos e técnicos a quem está na ponta, ou seja, ao agricultor.

Além de apresentar informações sobre diferentes culturas e as melhores práticas, o
novo programa também será um canal exclusivo de comercialização de uma linha de
produtos biológicos desenvolvida pela UPL e comercializada pela AgRoss com a marca BIOAgRoss.

O programa conta com uma central de dúvidas a respeito das dicas, soluções e produtos mostrados ao longo de cada episódio. Basta mandar uma mensagem para: (19) 97172-1673.

Veja o primeiro episódio abaixo:

Serviço

Programa Ganhando o Futuro
Segunda a sexta: 8h30 às 9h
Segunda a quinta: 17h às 17h30 (reprise)
Sextas-feiras: 18h15 às 18h45 (reprise)
Onde: no Canal Rural (Sky: 164; Vivo: 590; NET: 185; OiTV: 179; ClaroTV: 185; Parabólica digital: Star One D2; Samsung TV Plus: 2084)



Source link