quinta-feira, julho 2, 2026

Agro

News

Mapa apreende quase 11 mil litros de azeite fraudado; veja a marca



Denúncia registrada na Ouvidoria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) levou à apreensão de 10.800 litros de suposto “azeite de oliva extravirgem” em um centro de distribuição de supermercados em Osasco, na Grande São Paulo, nesta segunda-feira (24).

A ação constatou que o produto da marca Azapa (lote 2024) continha mistura de óleos vegetais, sendo considerado impróprio para consumo humano.

Na sexta-feira passada (21), a pasta já havia desclassificado este rótulo de azeite e também o Doma por fraude em ação conduzida pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov).

De acordo com os auditores federais fiscais agropecuários que realizaram a apreensão de hoje, a responsabilidade pelo caso é do importador localizado em Osasco, que possui uma rede de supermercados nos estados de São Paulo e no Rio Grande do Sul, onde o produto foi fiscalizado e coletado para análise.

“Trata-se de um produto caracterizado como fraudado por conter mistura de outros óleos vegetais”, afirmou o diretor do Dipov, Hugo Caruso.

Ele também ressaltou que a operação evitou riscos à saúde pública e prejuízos financeiros aos consumidores, destacando que a integração entre órgãos do Ministério nos dois estados foi fundamental para a agilidade da operação.

Direito à defesa

A empresa importadora do azeite terá direito à defesa e, caso a irregularidade seja comprovada, responderá às penalidades previstas na legislação, incluindo multas e possível interdição.

O Ministério da Agricultura e Pecuária informa que produtos fraudados devem ser destinados para fins industriais, como a produção de biodiesel, ou inutilizados sob supervisão de órgãos ambientais.

A pasta ainda lembra que consumidores podem denunciar irregularidades em produtos vegetais na plataforma Fala BR, do Mapa, que auxilia no planejamento de operações em todo o país.



Source link

News

veja os preços deste início de semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com algumas tentativas de compra em patamares mais baixos, em particular na região Norte, informa o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

“A oferta de fêmeas ainda é representativa, fazendo com que as indústrias não encontrem dificuldades na composição de suas escalas de abate. Já as vendas de carne bovina no mercado interno durante a primeira quinzena de março serão uma variável-chave para a formação de preço no curto prazo.”

  • São Paulo: R$ 313,42 (R$ 314,58 na sexta)
  • Goiás: R$ 298,57 (estável)
  • Minas Gerais: R$ 305,32 (R$ 305,59 anteriormente)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 303,07 (R$ 303,86 na semana passada)
  • Mato Grosso: R$ 303,18 (R$ 303,58 na sexta)

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina. No entanto, a entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês de fevereiro deverá aquecer a demanda doméstica.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo. Já o quarto dianteiro segue no patamar de R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,7290 para venda e a R$ 5,7270 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6943 e a máxima de R$ 5,7363. Na semana, a moeda teve valorização de 0,57%.



Source link

News

Lentidão no mercado da soja; saiba as cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja seguiu em ritmo lento nesta segunda-feira (24), com poucas ofertas e alguns negócios sendo fechados, mas em volumes bastante reduzidos. Na Bolsa de Chicago, as quedas se acentuam, enquanto o dólar sobe levemente e os prêmios permanecem firmes. Com isso, os preços apresentam comportamento misto.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Segundo a Safras Consultoria, no mercado interno, as indicações estão relativamente boas, acima da paridade de exportação, mas os vendedores seguem segurando as vendas, mantendo o spread elevado na tentativa de forçar melhores ofertas. No entanto, a indústria não está disposta a pagar muito acima desse nível.

Nos portos, o ritmo é lento, com o mercado focado na execução de contratos já firmados. As ofertas para novos negócios aparecem em volumes pequenos, mas, mesmo assim, os prêmios seguem firmes no curto prazo, especialmente para embarques em março.

Cotações no país

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 131,00
  • Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 111,00 para R$ 112,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O avanço da colheita da maior safra da história do Brasil e a previsão de clima um pouco mais favorável na Argentina pressionaram as cotações.

A forte queda do milho também foi um fator importante para a retração. O cereal vinha de fortes altas, em meio à boa demanda no mercado exportador. Hoje, as condições propiciaram um movimento de realização de lucros, seguido pelas commodities vizinhas : soja e trigo.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 10,50 centavos de dólar ou 1,01% a US$ 10,29 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,47 1/2 por bushel, perda de 9,75 centavos ou 0,92%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 3,00 ou 1,01% a US$ 291,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,70 centavos de dólar, com baixa de 1,11 centavo ou 2,37%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,44%, negociado a R$ 5,7545 para venda e a R$ 5,7525 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7075 e a máxima de R$ 5,7550.



Source link

News

Curso de combate ao mercado agrícola ilegal está com as inscrições abertas



A terceira edição do Programa de Formação no Combate aos Mercados Ilícitos de Insumos Agrícolas está com as inscrições abertas. O curso de extensão é gratuito e é voltado à formação profissional continuada de agentes de segurança pública e privada brasileiros e latino-americanos que atuam em regiões de produção, circulação e comercialização de insumos agrícolas ilegais.

A iniciativa é da Escola de Segurança Multidimensional (Esem), do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a CropLife Brasil (CLB). As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas neste site até 10 de março.

Reconhecimento de produtos ilegais

O curso acontece na modalidade EaD e será realizado de 10 de março a 23 de maio deste ano. De acordo com os organizadores, o objetivo central é que o concluinte esteja mais qualificado para atuar no reconhecimento, apreensão, manuseio, fiscalização e investigação de produtos agrícolas ilegais.

Além disso, os alunos estarão aptos a conhecer as técnicas, os procedimentos e riscos associados ao manejo para resguardar a saúde e segurança física dos profissionais. O curso é modular e permite a obtenção de certificados intermediários ao concluir cada modalidade.

O Programa de Formação no Combate aos Mercados Ilícitos de Insumos Agrícolas tem os seguintes atores como público-alvo:

  • Agentes de segurança pública (Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Técnico-Científica, Guardas Municipais);
  • Agentes de fiscalização de entidades federais, estaduais e municipais, públicas ou privadas;
  • Agentes do poder judiciário e dos Ministérios Públicos, federal e estaduais;
  • Servidores públicos e estudantes de graduação e pós-graduação

Aprimoramento da fiscalização

O gerente de Combate a Produtos Ilegais da CLB, Nilto Mendes, lembra a necessidade de formação e atualização constante dos agentes fiscalizadores agrícolas. “Os criminosos têm se organizado na exploração do mercado ilícito de defensivos agrícolas e outros insumos. Por isso, as autoridades públicas e os agentes precisam aprimorar as habilidades de fiscalização, investigação e repressão”.

Ele lembra que os insumos ilegais não possuem nenhum tipo de certificação e garantia de procedência e, portanto, representam um risco para a produção agrícola, para o meio ambiente, para a saúde de produtores rurais e consumidores, além de fomentar uma extensa rede de práticas criminosas.

Já o professor e coordenador acadêmico da Esem/USP, Leandro Piquet, ressalta que o curso aborda um problema central para a economia brasileira: a falsificação, o descaminho e o contrabando de insumos agrícolas, que afetam diretamente a posição brasileira na economia global.

“O curso aborda justamente o esforço das instituições de segurança, justiça e fiscalização para controlar essas práticas que podem ter impacto muito negativo para toda economia e sociedade brasileira. Temos um time de policiais, promotores e acadêmicos para apresentar os temas, os desafios e as estratégias de enfrentamento e controle desse grave problema que desafia nosso país”, comenta.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fundecitrus discute estratégias de combate ao greening no Mato Grosso do Sul



Encontro reforçou a necessidade de o governo sul-mato-grossense elaborar legislação


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus se reuniu, nesta terça-feira (18), em Campo Grande (MS), com representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Cie^ncia e Tecnologia do estado do Mato Grosso do Sul e da Agência Estadual de Defesa Sanita´ria Animal e Vegetal (Iagro) para discutir estrate´gias fundamentais de combate ao greening em regio~es de produc¸a~o citri´cola.

Em razão do avanço da doença no cinturão citrícola de Sa~o Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, o Mato Grosso do Sul vem ganhando, nos u´ltimos meses, novas áreas de pomares comerciais em momento de expansa~o da citricultura. O mesmo tambe´m vem ocorrendo em Goia´s e em outras regio~es de Minas Gerais.

O encontro reforçou a necessidade de o governo sul-mato-grossense elaborar legislação sobre a doença e contribuir com a orientac¸a~o ao citricultor sobre o potencial de impacto econômico do greening no pomar. “Nessas a´reas de expansão da nossa citricultura, e´ fundamental que haja uma unia~o muito forte entre o setor pu´blico-privado, assim como temos em Sa~o Paulo e Minas, com o objetivo central de impedir o progresso da doenc¸a no futuro, como ocorreu no atual parque citri´cola. E´ um trabalho estrate´gico, de planejamento e de troca de experiências muito importante, antevendo uma situac¸a~o de crescimento do greening”, explica o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres.

Também participaram do encontro Rogério Beretta, secretário executivo de desenvolvimento econômico sustentável do Mato Grosso do Sul; Karla de Nadai, coordenadora de citricultura da secretaria de agricultura; Daniel de Barbosa Ingold, o presidente da Iagro; o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau; o coordenador de departamento de Transfere^ncia de Tecnologia do Fundecitrus, Ivaldo Sala, e representantes das empresas Cambuhy Agrícola, AGT Citrus, Citrosuco e Cutrale.





Source link

News

Clima favorável não deve recuperar lavouras de soja do RS



A colheita de soja no Rio Grande do Sul enfrenta um cenário desigual devido às condições climáticas irregulares. Algumas lavouras da commodity estão em processo de recuperação graças ao retorno da umidade, enquanto outras seguem com desafios que comprometem o rendimento.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Na última semana, a combinação de calor intenso e a falta de chuvas trouxe alívio, favorecendo as lavouras em floração ou no processo de enchimento de grãos. No entanto, o cenário varia de região para região. Áreas que estão no final do ciclo da soja já não têm mais potencial de recuperação devido aos danos causados pelo clima severo.

Em algumas propriedades, a colheita está sendo um processo demorado, com máquinas levando mais de duas horas para encher um graneleiro, enquanto em um ano normal esse tempo seria de apenas 20 a 25 minutos. A produtividade nas áreas mais afetadas está muito abaixo do esperado, com médias de apenas 228 a 230 kg por hectare, o que corresponde a cerca de três a quatro sacos por hectare, um rendimento bem abaixo do ideal.

Além disso, o estado enfrentou uma redução de 14% na área plantada de soja em terras baixas, com a previsão de que, para a safra 2024/25, sejam cultivados aproximadamente 364 mil hectares. Essa diminuição reflete uma tendência dos produtores de optar pelo cultivo de arroz nessas áreas, uma vez que a cultura apresenta maior resistência à escassez de umidade em comparação com a soja.



Source link

News

São Vicente e Granadinas abrem mercado para carne de aves e suínos do Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta segunda-feira (24) que as autoridades sanitárias de São Vicente e Granadinas, país caribenho formado por diversas ilhas, aceitaram o Certificado Sanitário Internacional (CSI) proposto pelo Brasil para a exportação de carne de aves e carne suína.

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), no ano passado, São Vicente e Granadinas importaram 8 mil toneladas de carne de frango e quase 1 mil toneladas de carne suína. Cerca de 80% de todas as importações são provenientes dos Estados Unidos.

“A abertura desse mercado aumentará a presença brasileira no mercado caribenho, que tem grande potencial e demanda por produtos cárneos”, avaliou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em 2024, as exportações agropecuárias brasileiras para países da Comunidade do Caribe (Caricom) somaram cerca de US$ 200 milhões, com destaque para carnes, produtos florestais, cereais, farinhas e preparações.

Segundo o Mapa, com esse anúncio o agronegócio brasileiro alcança 31 aberturas de mercado em 2025, totalizando 331 novas oportunidades de negócios desde o início de 2023.



Source link

News

Preço da saca do milho aumentou 5,5%; novas altas estão no radar?



Existe a possibilidade de redução da área plantada de milho safrinha devido ao alto custo da ureia e do diesel. Por conta disso, o plantio está em ritmo mais lento, aponta a plataforma Grão Direto.

Assim, mesmo com a entrada do cereal no mercado, os preços seguiram em alta. Soma-se a isso a dúvida a respeito das linhas de crédito financiadas pelo próximo Plano Safra, o que também impulsionou as cotações do grão para cima ao longo dos últimos dias.

Em Chicago, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,90 por bushel, queda de 1,21%. Já no Brasil, na B3, o contrato de milho para março de 2025 registrou alta expressiva de 5,48%, encerrando a R$ 85,10 por saca.

No mercado físico, os preços do milho reagiram positivamente acompanhando a valorização na B3, especialmente nas regiões produtoras com demanda aquecida.

E agora, o que esperar do mercado do milho

Analistas da Grão Direto enumeram as tendências para o mercado desta semana. Acompanhe:

  • Plantio do milho safrinha: de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a semeadura do milho segunda safra em Mato Grosso atingiu a média dos últimos cinco anos, favorecida pela redução das chuvas no Centro-Oeste. No entanto, a Companhia Nacional de Abastecimento aponta que esse índica ainda está 12,7% atrás em relação à safra passada. Embora as condições hídricas sejam favoráveis, o atraso no plantio pode resultar em colheita tardia e menor oferta, o que tem pressionado os preços. A produção do milho primeira safra ficou dentro do esperado (26 milhões de toneladas), mas o atraso na segunda safra mantém a tendência de alta para o cereal.
  • Demanda aquecida: os preços do frango congelado e resfriado em São Paulo subiram nas últimas semanas, acompanhados pela alta do suíno vivo no Sudeste e Sul. Com a inflação dos alimentos, a população tem migrado para proteínas mais acessíveis, sustentando a demanda pelo milho. Além disso, as usinas de etanol de milho continuam alterando a dinâmica do mercado interno, influenciando a formação de preços do cereal e contribuindo para a tendência de alta nas próximas semanas.
  • Exportações: embora ainda seja cedo para definir o volume de exportação do milho brasileiro, dois fatores merecem atenção: a forte demanda interna, que pode tornar o mercado doméstico mais competitivo que a paridade de exportação; o atrito comercial entre México e Estados Unidos, visto que os mexicanos são o maior comprador do milho norte-americano (38% da produção) e podem redirecionar parte de sua demanda para Brasil e Argentina, fator que favoreceria a valorização do cereal no segundo semestre.

Com esses fatores em mente, a Grão Direto aposta na continuidade do cenário otimista para o milho, porém, às custas de um mercado fragmentado e incerto.



Source link

News

Com temperaturas elevadas e chuvas intensas, produtor de soja deve se preparar; saiba a previsão



A previsão do tempo para a próxima semana nas áreas produtoras de soja no Brasil aponta para variações nas condições climáticas, o que deve impactar diretamente as operações no campo. Confira os detalhes por região:

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Lavouras de soja em MT, MS e GO

No norte de Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, a previsão é de chuvas intensas, o que pode interromper as atividades agrícolas na região. A alta precipitação pode prejudicar o andamento das operações, o que exige atenção redobrada no planejamento das atividades no campo.

Em Goiás, as chuvas devem se concentrar principalmente na porção Centro-Norte, o que pode trazer impacto nas atividades, enquanto na porção Centro-Sul, as condições climáticas devem ser mais favoráveis para o trabalho no campo.

Nordeste: Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia

No Nordeste, as chuvas são esperadas para os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, o que pode prejudicar o andamento das atividades agrícolas. No entanto, a Bahia apresenta uma previsão mais positiva, com as chuvas não sendo intensas, permitindo que as operações sigam normalmente nos próximos dias.

E no Sudeste?

O Sudeste do país, especialmente São Paulo e o Centro-Sul de Minas Gerais, terá chuvas típicas de verão, ou seja, de baixo volume e curta duração. Essas chuvas não devem causar grandes interrupções nas atividades agrícolas, permitindo que o trabalho no campo continue sem grandes obstáculos.

Para as próximas semanas, espera-se que o Sudeste mantenha condições mais favoráveis, mas com o retorno das chuvas mais fortes apenas na segunda quinzena de março.

Temperatura alta

A temperatura deve subir nos próximos dias, o que pode prejudicar o desenvolvimento tanto da soja quanto do milho, especialmente no período crítico do milho segunda safra. Esse aumento na temperatura exige que os produtores fiquem atentos ao tempo para evitar danos no crescimento das culturas.

Norte: Rondônia e Santarém

No norte de Rondônia, as chuvas continuarão elevadas, o que pode dificultar as operações agrícolas. No entanto, em Santarém, a previsão é mais favorável, com chuvas inferiores a 50 mm em 5 dias, o que deve permitir que os trabalhos no campo sejam realizados sem grandes contratempos.

O clima no Sul

O Sul do Brasil se prepara para uma nova frente fria que deve chegar entre quinta e sexta-feira. As chuvas previstas para o Rio Grande do Sul serão de 20 a 30 mm, um volume que não resolve o déficit hídrico da região.

Até quarta-feira (26), o Rio Grande do Sul continuará com uma onda de calor, com máximas que podem atingir até 40°C. O avanço do sistema frontal trará mais precipitação para Santa Catarina e Paraná, com chuvas mais intensas previstas para o final de semana.



Source link

News

veja a previsão até o início de março


Quer saber a quantidade de chuva e como estarão os termômetros em sua região. O informativo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) te conta em detalhes. Acompanhe a previsão entre esta segunda-feira (24) e a próxima (3 de março):

Sul

A semana inicia com tempo firme em quase toda a região. Contudo, a tendência é de aumento de nebulosidade e pancadas de chuva a partir de quarta-feira (26). Segundo o modelo climatológico, os acumulados de chuva podem ficar abaixo de 30 mm. Entretanto, a combinação de calor e umidade pode ocasionar precipitações localmente intensas, em forma de tempestades.

Sudeste

A tendência é de tempo firme em grande parte de Minas Gerais. Pancadas de chuvas podem ocorrer no Espirito Santo, Rio de Janeiro e em São Paulo de forma pontual, com volumes abaixo de 40 mm. Entretanto, podem ser localmente intensas devido à instabilidade gerada pela combinação de calor e umidade. Por outro lado, no sudeste de São Paulo, estão previstos volumes acima de 60 mm (tons de amarelo no mapa abaixo).

Centro-Oeste

mapa chuva Inmetmapa chuva Inmet
Foto: Reprodução Inmet

A combinação de calor e umidade mantém áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás, com pancadas de chuvas ao longo da semana. Acumulados acima de 80 mm (tons de vermelho) estão previstos para o noroeste de Mato Grosso, enquanto que no centro-leste de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul, a tendência é de redução das chuvas, com acumulados abaixo de 20 mm.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorecerá a precipitação no norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará, com chuvas previstas acima de 80 mm. Na faixa leste da região, as chuvas poderão ocorrer em pontos isolados na forma de pancadas de chuva, com acumulados inferiores a 20 mm, enquanto na parte central da Bahia, de Pernambuco, oeste do Piauí, de Alagoas, a tendência é de tempo firme nos próximos dias.

Norte

As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade mantém as pancadas de chuva ao longo da semana, com acumulados acima de 50 mm (tons de amarelo) em grande parte da região, com exceção de Roraima, onde as chuvas serão mais escassas, com volumes inferiores a 10 mm. A ZCIT posicionada mais a sul provocará acumulados acima de 80 mm no nordeste do Pará.

Temperaturas máximas

Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte do Nordeste, com valores entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em algumas localidades do interior. Na Região Norte, as máximas estarão entre 26°C e 34°C em grande parte da região.

As Regiões Centro-Oeste e Sudeste permanecem com temperaturas máximas elevadas, variando entre 28°C e 36°C em grande parte da região, com tendência a permanecer elevada ao longo da semana.

Enquanto isso, na Região Sul, as temperaturas continuarão elevadas em toda região, com 30°C e 36°C, podendo superar 38°C no Rio Grande do Sul.

Temperaturas mínimas

As temperaturas mínimas seguirão entre 22°C e 26°C na Região Norte, enquanto no Nordeste, as mínimas devem variar entre 18°C e 26°C, com menores valores nas regiões de serra da Bahia e de Pernambuco.

Já no Centro-Oeste, espera-se que as mínimas fiquem entre 20°C e 28°C ao longo da semana, enquanto que na Região Sudeste, as temperaturas variam entre 18°C e 26°C, com menores temperaturas na região serrana de Minas Gerais.

Na Região Sul, as mínimas estarão entre 16°C e 28°C. No dia 25 de fevereiro, as temperaturas mínimas na Região Norte estarão entre 22°C e 26°C, enquanto no Nordeste, entre 18°C e 26°C.

Na Região Centro-Oeste, as mínimas ficarão entre 22°C e 26°C, enquanto na Região Sudeste variará entre 18°C e 24°C. Na Região Sul estão previstas mínimas entre 16°C e 26°C, com menores temperaturas em regiões de serra de Santa Catarina.



Source link