quarta-feira, julho 1, 2026

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USDA projeta em 91 mi de hectares área plantada com grãos nos EUA



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou em 225 milhões de acres (91,05 milhões de hectares) a área plantada com grãos na safra 2025/26 nos EUA. O resultado foi divulgado durante o 101° Fórum Anual de Perspectivas do USDA.

O número ficou acima do esperado para a temporada anterior, de 223,7 milhões de acres (90,53 milhões de hectares).

Para a soja, a área destinada ao plantio deve ser de 84 milhões de acres (33,99 milhões de hectares) em 2025/26, 3,1% abaixo do projetado para 2024/25. O milho, por sua vez, deve alcançar uma área de 94 milhões de acres (38,03 milhões de hectares), o que representaria um avanço de 3,75% em comparação com 2024/25.

Já o trigo pode chegar a 47 milhões de acres (19,02 milhões de hectares), área 1,95% maior que 2024/25.

Preços para Safra 2025/26 nos EUA

Estimativas do USDA apontam que a soja deverá ter o valor de US$10,10 o bushel, já o milho deve alcançar os US$ 4 por bushel.

O evento vai até esta sexta-feira (28) e, além de destacar as projeções para as áreas de soja e milho nos EUA, e esboçar um panorama de exportações em meio às incertezas sobre tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, também contará com diversos painéis durante a programação.

O diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, acompanha o evento, que ocorre no estado da Virgínia, e trouxe informações do fórum durante a edição desta quinta-feira (27) no telejornal Mercado & Companhia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fatores externos seguem influenciando os mercados


Segundo análise do Rabobank, fatores externos continuam influenciando os mercados. O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que seu governo avalie tarifas recíprocas contra parceiros comerciais nas próximas semanas, em uma tentativa de reequilibrar relações comerciais. 

Além disso, o presidente do Fed, Jerome Powell, reforçou o tom hawkish da ata do banco central, indicando que não há pressa para reduzir os juros, diante de uma economia ainda aquecida. O núcleo do CPI dos EUA avançou 0,4% m/m, acima da expectativa de 0,3%, fortalecendo a percepção de manutenção da política monetária restritiva.  

No Brasil, o presidente do Banco Central destacou que os juros estão em nível restritivo, enquanto os últimos indicadores mostram desaceleração econômica. O IBC-Br de dezembro caiu 0,7% m/m, pior que a projeção do mercado de -0,4%. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 3,8%, superior ao avanço de 2,7% em 2023. O setor de serviços caiu 0,5% m/m, mas encerrou o ano com alta de 3,1%, com destaque negativo para o segmento de transportes, impactado pela menor safra de grãos. Já o varejo ampliado retraiu 1,1% m/m em dezembro, mas cresceu 4,1% no ano.  

O dólar fechou a semana anterior em R$ 5,7306, com uma desvalorização semanal de 0,6% do real, a segunda pior entre 24 moedas emergentes. O Rabobank avalia que as tarifas anunciadas por Trump podem ser parte de uma estratégia de negociação, mas o cenário global incerto e a política monetária dos EUA manterão o real sob pressão. Para 2025, a projeção é que o dólar termine o ano a R$ 5,94.  

A próxima semana será movimentada, com a divulgação do IPCA-15, esperado em 1,33% m/m (5,07% a/a), além dos dados fiscais do Governo Central e do mercado de trabalho. No cenário externo, destaque para os indicadores de atividade no Chile e a inflação do Peru.

 





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Aumento da produtividade de citros e milho será destaque em evento na Sealba



No Leste baiano, o aumento da produtividade de citros e milho na região conhecida como Sealba, será um dos destaques no evento que ressaltará a variedade de regiões promissoras em atividades agrícolas na Bahia.

Essas culturas serão o destaque na quarta edição da Sealba + Milho + Citros, evento realizado pelos produtores rurais de Inhambupe (BA), que vai demonstrar os resultados do uso de novas tecnologias no campo.

O encontro acontece nos dias 13 e 14 de março e está sendo aguardado pelos produtores e demais elos da cadeia produtiva baiana que irão conhecer mais de perto produtos utilizados com sucesso nas propriedades rurais do estado, a exemplo do remineralizador de solo.

O insumo natural tem sido utilizado em mais de 12 estados brasileiros e cerca de 33 áreas no país. A Sealba abrange parte do território de três estados do Nordeste (Sergipe, Alagoas e
Bahia) e possui grande potencial para a produção agropecuária.

De acordo com a Embrapa, essa região, que possui área superior a 5 milhões de hectares, apresenta condições de solo e clima propícias à produção vegetal e animal.

Ainda de acordo com a instituição, é formada por 171 municípios, sendo 69 municípios localizados em Sergipe, 74 em Alagoas e 28 no nordeste da Bahia.

A delimitação baiana, vem registrando alto potencial para o desenvolvimento ainda maior da citricultura, cultivo de frutas cítricas como a laranja e o limão.

Fertilizante natural

“Estamos ganhando espaço principalmente no oeste baiano, onde a agricultura em larga escala é amplamente beneficiada pelo uso do remineralizador. Mas ele se mostra também uma excelente alternativa para todas as outras culturas, como a cana-de-açúcar, café, milho e citros em geral”, afirma o gestor comercial, Stéfano Lima.

Stefano, representa uma empresa responsável pela produção do primeiro remineralizador feito no Norte e Nordeste brasileiro.

O produto é um fertilizante natural que age diretamente no solo, regenerando suas propriedades físico-químicas e ampliando sua capacidade biológica, resultando em crescimento da produtividade e qualidade da planta.

Extraído na mina da empresa em Salvador, o remineralizador é produzido a partir da rocha granulito e promove diversos benefícios nas áreas em que é aplicado, a exemplo do aumento da resistência das plantas ao estresse hídrico e proteção contra fatores bióticos e abióticos.

A tecnologia chega para ampliar ainda mais a citricultura baiana. O estado já ocupa a quarta posição no ranking de maiores produtores de laranja do Brasil.

Entre 2021 e 2023, a produção de laranja saltou de 594 mil toneladas para 610 mil toneladas. No cultivo do limão, o aumento também foi considerável. Em 2021, foram 72 mil toneladas, enquanto em 2023, foram colhidas na Bahia 80 mil toneladas, de acordo com dados do IBGE.

O gestor afirma que a receptividade do produto nas áreas de milho, outra cultura de destaque no evento, tem sido mais do que satisfatória.

“Os produtores têm observado maior uniformidade das espigas, melhor desenvolvimento do tamanho, aumento de peso e maior sanidades dos grãos após o uso do remineralizador”, conta Stéfano Lima. A produção de milho na Bahia alcançou mais de 1,7 milhão de toneladas em 2024.

O evento será realizado no Parque e Haras Limoeiro, BR-110, em Inhambupe – BA.


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Veja como será a construção do primeiro túnel imerso do Brasil


Com 1,5 km de extensão, sendo 870 metros instalado embaixo do mar a uma profundidade de 21 metros, o primeiro túnel imerso do Brasil será construído no litoral de São Paulo. A estrutura vai ligar as cidades de Santos e Guarujá, e as duas margens do Porto de Santos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) participaram na manhã desta quinta-feira (27), em Santos, do lançamento do edital de concessão do Túnel Santos-Guarujá.

A estrutura tem investimento estimado em R$ 6 bilhões, divididos entre governo do estado, governo federal – por meio do Ministério de Portos e Aeroportos – e a iniciativa privada, que será responsável pela construção, operação e manutenção do túnel.

Incluído no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP), o túnel será a maior obra do programa federal e deve trazer mais agilidade e segurança no deslocamento entre os dois municípios. A construção será executada por meio de parceria público-privada (PPP).

O leilão está previsto para ocorrer em 1º de agosto deste ano e o empreendimento deve gerar 9.000 empregos diretos e indiretos.

O projeto é uma demanda centenária da população da Baixada Santista e vai reduzir o tempo de deslocamento entre as duas áreas urbanas e, consequentemente, vai melhorar o fluxo de caminhões no maior complexo portuário da América Latina, ampliando as possibilidades de desenvolvimento e expansão do Porto de Santos.

Atualmente, a travessia é feita por balsas – para veículos menores e ciclistas -, catraias (para pedestres e ciclistas) ou por cerca de 40 km pela rodovia Cônego Domênico Rangoni, destinada a carros, motos e caminhões.

A construção do túnel não limita o desenvolvimento e a expansão do cais santista.

Imagem ilustrativa do projeto do túnel que ligará Santos-GuarujáImagem ilustrativa do projeto do túnel que ligará Santos-Guarujá
Imagem ilustrativa do projeto do túnel que ligará Santos e Guarujá Foto: Agência de Notícias do Governo de São Paulo

Estrutura do Túnel Santos-Guarujá

Além da passagem de veículos, o túnel contará com uma área de circulação para ciclistas e pedestres instalada entre as seis vias de pista – três faixas por sentido, sendo uma delas adaptável ao VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

A estrutura será composta por seis módulos de concreto pré-moldados que serão construídos em uma doca seca. Em seguida, os módulos serão “mergulhados” na água para o teste de vedação e impermeabilidade. Depois de prontas, as partes serão transportadas por flutuação até o local onde o túnel será instalado no fundo do leito oceânico, conforme o vídeo a seguir:

Etapas da execução do Túnel Santos-Guarujá

A primeira etapa é a preparação do fundo do canal onde o túnel será instalado. Uma trincheira é cavada no local para abrigar os módulos que formarão a estrutura. Também serão instaladas placas de concreto na vala para suportar os elementos de túnel.

Construção

Os elementos de túnel são peças de concreto construídas em uma doca seca, de preferência próxima ao local onde ficará o túnel. Os elementos contam com piscinas provisórias no seu interior. Os reservatórios fazem com que a estrutura não afunde na água em um primeiro momento.

Transporte

Quando as peças ficam prontas, elas passam por testes de vedação e impermeabilidade. Na sequência, a doca seca é inundada. Por conta das piscinas provisórias, os elementos flutuam para, desta forma, serem transportados por rebocadores para o local onde o túnel vai ficar.

Posicionamento

Os elementos são fixados em pontes flutuantes e posicionados por sistemas eletrônicos no ponto exato onde devem ser imersos.

Imersão

A água presente nas piscinas provisórias do interior dos módulos é bombeada, fazendo submergir lentamente os elementos do túnel. Esse processo é monitorado por sensores.

Ligação dos elementos

Por meio de guinchos hidráulicos, os elementos são aproximados, até o contato entre eles.

Acoplagem

A união final dos módulos de túnel contíguos é feita pela diferença de pressão atmosférica no interior do elemento já posicionado e a pressão que a água exerce no novo elemento.

Nivelamento

Em uma das extremidades do elemento, são ancorados macacos hidráulicos, que movimentam pinos de aço para nivelar o módulo. Os pinos são soldados e os macacos hidráulicos, retirados. Em seguida, é injetada areia na base, formando uma “cama” para assentar o elemento de túnel.

Proteção

Por fim, uma camada de pedras é utilizada para recobrir e proteger o túnel contra impactos de embarcações e o enganchamento de âncoras soltas.

Após a construção do Túnel Santos-Guarujá

A concessionária será responsável pela elaboração do projeto executivo e execução das obras de implantação do túnel e dos acessos viários e pelas atividades de manutenção, conservação e operação da infraestrutura pelo prazo de 30 anos, sendo remunerada por tarifa a ser cobrada dos usuários e, a depender dos resultados dos estudos de viabilidade, de contraprestação pública, durante a fase de operação.

A obra do túnel promete solucionar um dos maiores gargalos logísticos do país.



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estiagem atinge lavouras de soja no RS



A situação das lavouras de soja na área de Bagé e outros municípios do Rio Grande do Sul têm gerado preocupação devido aos efeitos da estiagem. Na região de Fronteira Oeste, especialmente em municípios como Manoel Viana e Maçambará, a situação é ainda mais crítica. As lavouras de soja têm sofrido perdas severas devido à seca, com alguns produtores registrando perdas de até 50% na produção.

De acordo com Edison Dornelles, assistente técnico da Emater/RS, as lavouras mais precoces foram as mais afetadas pela seca, enquanto as variedades mais tardias sofreram menos danos.

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Segundo a Safras & Mercado, região da Campanha, o impacto da estiagem é notável, embora menos grave do que na Fronteira Oeste. Municípios como São Gabriel, que possuem uma grande área dedicada ao cultivo de soja, têm registrado perdas consideráveis. Até o momento, a colheita na região foi insignificante, e a área semeada na localidade soma 1,121 milhão de hectares.

Em Dom Pedrito, outro importante município produtor da região, a situação tem mostrado sinais de recuperação nas últimas semanas, com chuvas regulares que têm ajudado a estabilizar a produção e minimizar os impactos da estiagem. A recuperação nas lavouras é visível, com cerca de 34% da área semeada já na fase de enchimento de grãos, 42% em floração e o restante da soja avançando para a maturação. Esse cenário mais favorável tem trazido um alívio para os produtores, que estavam enfrentando sérias dificuldades devido à seca prolongada.



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Quinta onda de calor tem área de atuação ampliada; veja as regiões que serão mais afetadas


A quinta onda de calor de 2025 começa a se estabelecer no Brasil a partir desta sexta-feira (28) e deve se estender até, pelo menos, 6 de março.

A novidade é que os meteorologistas da Climatempo atualizaram a área de atuação do fenômeno, estendendo-o para o sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul na área em vermelho (temperaturas de 5°C a 7° acima da média climatológica para o período).

Na atualização, conforme o mapa abaixo, os termômetros estarão mais elevados em áreas dos seguintes estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Atualização da 5ª onda de calorAtualização da 5ª onda de calor
Foto: Climatempo

A previsão é que a onda de calor intensifique a circulação do ar de cima para baixo, inibindo a formação de nuvens e favorecendo o aumento das temperaturas de maneira mais expressiva ao longo dos próximos dias.

Já as áreas em laranja do mapa, abrangendo partes de partes de Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Tocantins, Pernambuco e Ceará terão temperaturas entre 3°C e 5°C acima da média histórica de março.



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AgroNewsPolítica & Agro

potencial de controle de doenças e recomendações de uso e posicionamento em Face dos Desafios Climáticos


Por Marcelo Figueira

Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical

 

A cultura do milho é uma das mais importantes no Brasil, não apenas por sua relevância econômica, mas também pela vasta área de cultivo. Dentro deste contexto, Excalia Max, um fungicida recentemente registrado para a cultura do milho, surge como uma alternativa promissora no controle de doenças foliares, oferecendo benefícios para produtores de diversas regiões do país, trazendo um melhor controle, mais qualidade e produtividade para a cultura.

Expansão do Excalia Max para o Milho

Lançado há três safras e já consolidado na soja, cultura de significativa importância agrícola, o Excalia Max entra no mercado de fungicidas para o cultivo de milho a como um protagonista, vamos saber os porquês a seguir.  

Resultados  no Controle de Doenças

Excalia Max se destaca pela sua eficácia no controle de uma série de doenças foliares que afetam o milho, com destaque para as seguintes:

Cercospora zeae-maydis (Cercosporiose), Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) e Puccinia polysora (Ferrugem polisora). 

A flexibilidade do Excalia Max em controlar uma gama variada de doenças demonstra o seu potencial como uma solução eficiente e diferenciada para o manejo integrado de doenças no milho.

Ferramenta para enfrentar os desafios Climáticos e Expectativas para a Safrinha de Milho

A safrinha de milho ou segunda safra é uma das mais afetadas pelos desafios , imprevisíveis. A pressão de doenças pode ser intensificada por variáveis como chuvas excessivas ou períodos de seca, que alteram a dinâmica de incidência e a severidade das doenças.

Para esse ano de 2025, as expectativas são de que o clima influencie diretamente a intensidade de doenças foliares do milho. Os produtores devem estar atentos à umidade excessiva, que pode criar condições ideais para o desenvolvimento de doenças fúngicas e bacterianas.

Além disso, a maneira como as chuvas se distribuem durante o ciclo da cultura também pode impactar a aplicação de fungicidas. Regiões que experienciam períodos de alta precipitação exigem mais cuidado na escolha do produto e da janela de aplicação, visto que as doenças podem se espalhar mais rapidamente sob essas condições. Isso traz um desafio adicional para os produtores que precisam de soluções altamente eficazes e com alta segurança para a aplicação em condições climáticas adversas. 

Resultados comprovados à campo

Em diversas regiões do Brasil, o fungicida Excalia Max na cultura do milho tem demonstrado um ótimo desempenho frente aos principais fungicidas premium do mercado. Durante a safra 2023, especialmente na segunda safra do milho (safrinha), Excalia Max foi comparado com diversos fungicidas baseados em carboxamidas em termos de eficiência e produtividade. Os resultados mostraram que o Fungicida da Sumitomo Chemical entrega um controle similar ou superior aos principais competidores do mercado, sendo sua principal característica, a alta estabilidade na eficiência e produtividade nos mais diferentes cenários.

Em ensaios da consultoria Agro Tecno, de Passo Fundo (RS), o Excalia Max demonstrou alto controle contra Cercospora com 77 sacas a mais de milho que o manejo da testemunha.

O uso do Excalia Max tem mostrado ser uma alternativa vantajosa não só no controle de doenças, mas também na proteção do potencial produtivo do milho, mantendo uma alta qualidade de grãos na colheita, mesmo sob as variações climáticas do Brasil.

Segurança e Flexibilidade de Aplicação

Uma das grandes vantagens do Excalia Max é a sua flexibilidade na aplicação. Dependendo das necessidades do cultivo e do nível de investimento do produtor, Excalia Max pode ser aplicado em diferentes estádios de desenvolvimento do milho. Existem dois padrões principais de aplicação recomendados:

Médio investimento: Uma aplicação de Excalia Max (na fase VT ou antes do florescimento) – Ideal para produtores que realizam duas aplicações ou que desejam uma abordagem mais simples de controle, com amplo espectro e segurança.

Alto investimento: Uma ou duas aplicações de Excalia Max a partir de V4/V5 – Ideal para produtores que realizam 3 aplicações durante o ciclo da cultura,  possibilitando a rotação com outras carboxamidas e triazois.

Recomendações de Dosagem

A dosagem recomendada de Excalia Max no campo é de 0,5 L/ha. Para assegurar a maior eficácia no controle das doenças, especialmente mancha-branca, é indicada a associação com o multissítio mancozeb.

A adoção de Excalia Max no manejo também pode ser ajustado conforme o nível de investimento do produtor, oferecendo flexibilidade para diferentes necessidades de controle.

Excalia Max apresenta-se como uma solução robusta e segura para o controle de doenças na cultura do milho, oferecendo uma combinação de eficácia, flexibilidade e segurança para os produtores, com uma formulação exclusiva e inovadora. 

Para enfrentar os desafios climáticos típicos da safrinha, o Excalia Max se destaca como uma ferramenta valiosa para mitigar os riscos associados ao controle de doenças, especialmente em anos com altos índices de chuva ou seca, onde a pressão de doenças foliares pode ser mais acentuada.

Com mais resultados agronômicos sendo coletados a cada safra, em diferentes regiões do país, podemos afirmar que a tendência é que a performance do Excalia Max se fortaleça ainda mais, consolidando o produto como uma das principais alternativas para o controle de doenças nas lavouras de milho, assim como já é na cultura da soja. 





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Brasil crescerá ‘um pouco mais’ de 2,5% em 2025, diz Lula



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse nesta quinta-feira (27), durante o lançamento do edital do túnel Santos-Guarujá, em São Paulo, que o país vai crescer em 2025 “um pouco mais de 2,5%“.

A fala contraria o posicionamento do governador do estado, Tarcísio de Freitas, que disse em uma reunião com prefeitos no início do mês que prevê recuo de até 2% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Falam que vai haver recessão e o Brasil vai crescer no máximo 2,5%. Vai crescer um pouco mais de 2,5%, pode ter certeza. Em 2024, vamos crescer 3,8%”, disse Lula, referindo-se também aos números do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado que ainda serão conhecidos no início de março.

“Única coisa que não queremos que cresça é preço do ovo e da carne”, disse o presidente da República, que também defendeu políticas de seu governo, como o Bolsa Família, e investimentos em educação, como o Pé-de-Meia.

“Quero dinheiro circulando na mão do trabalhador”, afirmou. “Bolsa Família não é programa para viver a vida inteira, não queremos país de pobres.”

Lula também anunciou que vai fazer um instituto federal no Guarujá (SP). “Aquilo que for necessário fazer em cada estado e tiver dinheiro, vamos fazer”, afirmou.



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Famílias colecionam legado e pioneirismo nas lavouras de soja



A tecnologia e a conectividade têm sido as principais aliadas na agricultura do Centro-Oeste, e a história de produtores de soja como os Sponchiado e os Stefanello são reflexos do processo de modernização no campo. Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, essas famílias têm sido pioneiras na adoção de soluções tecnológicas que aumentam a produtividade e promovem um novo capítulo na história da agricultura brasileira.

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História com a soja

A história da Fazenda Santo Augusto, localizada em Campo Novo do Parecis (MT), exemplifica como tradição e inovação podem caminhar juntas. Marlei Sponchiado, patriarca da propriedade, foi um dos pioneiros no cultivo de soja na região. Na década de 1980, quando a soja ainda dava seus primeiros passos em Mato Grosso, ele apostou na cultura como a principal atividade econômica do estado. Desde então, a fazenda tem se renovado constantemente, sempre atenta às novas tecnologias do mercado.

Essa visão de Marlei é compartilhada por seu filho, Vinicius Sponchiado, de 25 anos, que vê na conectividade a chave para o futuro do Agro. “O campo está tão conectado quanto a cidade”, afirma, destacando que a adoção de tecnologias avançadas deixou de ser uma opção e tornou-se uma necessidade para quem deseja prosperar no setor agrícola. Hoje, a Fazenda Santo Augusto conta com uma frota de máquinas, que representa 85% de seus equipamentos, garantindo precisão e eficiência nas operações.

Tecnologia no trabalhos

A parceria com fornecedores de máquinas e tecnologia tem sido essencial para a modernização da Fazenda Santo Augusto. A iniciativa de levar internet de alta qualidade ao campo tem impactado positivamente milhões de hectares no Centro-Oeste, beneficiando diversas famílias na região. Com essa conectividade, as propriedades rurais agora têm acesso a soluções digitais que melhoram a gestão da produção e a qualidade de vida no campo.

Especialistas destacam a importância de levar internet para o campo. “A conectividade no campo não beneficia apenas a produção agrícola, mas também transforma a vida das pessoas, proporcionando mais acesso à informação e melhores oportunidades”, afirmam, ressaltando que essa é uma das maiores contribuições para o avanço do Agro.

Com a conectividade, o Centro-Oeste vive uma revolução na forma de produzir. Máquinas agrícolas conectadas a centros de soluções aumentam em até 30% a eficiência operacional e permitem que grande parte das falhas sejam resolvidas remotamente. Ferramentas como o Planejador de Trabalho possibilitam o envio de documentos e atualizações em tempo real, otimizando ainda mais a disponibilidade dos equipamentos.

Outro avanço tecnológico importante são os sistemas de automação para otimização da colheita, que reduzem as perdas de grãos em até 13% e melhoram a qualidade em até 17%. Esses avanços são fundamentais para garantir uma gestão mais sustentável dos recursos agrícolas, assegurando que a produção seja tanto eficiente quanto ambientalmente responsável.

Legado e inovação

Em Mato Grosso do Sul, a inovação também marca a história da Fazenda Volta Grande, em Sidrolândia (MS). Fundada em 1970 pelos irmãos Paulo e Cláudio Stefanello, que se mudaram de Pejuçara (RS) em busca de novas oportunidades, a propriedade segue sob a gestão da família, com a inovação sempre sendo um dos pilares da produção.

Paulo Stefanello, um dos sucessores da propriedade, conta que o espírito inovador vem de antes de sua geração. Seu avô foi um dos primeiros agricultores do Rio Grande do Sul a adquirir um trator moderno, ainda na década de 60. “O Brasil tem uma grande vocação para produzir alimentos em abundância. Nada é mais importante e precioso que isso”, afirma Paulo, destacando o compromisso da família com a modernização constante.

Na Fazenda Volta Grande, a adoção de tecnologias como telemetria e análise de correção do solo tem permitido otimizar o uso de insumos e monitorar o desempenho das máquinas em tempo real. Isso garante maior eficiência e rentabilidade, além de um uso mais responsável dos recursos. “A tecnologia transformou a forma como trabalhamos no campo. Hoje, conseguimos monitorar cada detalhe e tomar decisões baseadas em dados, o que aumenta nossa eficiência e rentabilidade”, conclui Paulo Stefanello.



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Projeto prevê que estados sejam responsáveis pela regularização fundiária



Uma proposta para transferir aos estados a responsabilidade de regularizar a situação fundiária de assentamentos para reforma agrária está em análise na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 16/25, de autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), prevê que os estados poderão exercer esse poder se a área em questão tiver mais de cinco anos desde sua criação.

Conforme o projeto, a regularização fundiária do assentamento realizada pelo estado deverá ser homologada posteriormente pela União, alterando, dessa forma, a Lei da Reforma Agrária.

“A medida evita prejuízos financeiros sofridos por municípios e estados que, sem a emissão de notas fiscais sobre a produção dessas áreas, deixam de arrecadar impostos”, disse o deputado Evair Vieira de Melo.

Regularização fundiária

A reforma agrária, conforme definido pela Lei 4.504/64, também conhecida como Estatuto da Terra, é um conjunto de medidas voltadas para a melhor distribuição da terra. Para atender aos princípios de justiça social e aumento de produtividade, essa distribuição se faz mediante modificações no regime de posse e uso.

Segundo a Constituição Federal de 1988, a terra possui uma relevante função social e a reforma agrária deve estabelecer um sistema de relação entre o homem, a propriedade rural e o uso consciente da terra, promovendo justiça social, progresso, bem-estar do trabalhador rural e desenvolvimento econômico do país.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) é a autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), responsável por administrar essa distribuição de terras.

Próximos passos da regularização

O projeto de transferência de responsabilidade para regularização fundiária tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



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