quarta-feira, julho 1, 2026

Agro

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oferta de fêmeas impacta mercado; veja cotações



O mercado físico do boi gordo ainda se depara com grande quantidade de fêmeas ofertadas, em especial na Região Norte, onde os preços são bastante atrativos.

Segundo o analista de Safras & Mercado, a primeira quinzena de março será relevante para determinar o escoamento da carne bovina, o que pode oferecer algum alívio em um ambiente complicado.

“Já um lento ritmo de negociações pode resultar no encurtamento das escalas de abate e, por consequência, aumentar a necessidade de compra da indústria frigorífica”, considera.

  • São Paulo: R$ 313,67 (R$ 313,17 ontem)
  • Goiás: R$ 294,64 (R$ 295,18)
  • Minas Gerais: R$ 304,12 (R$ 304,71)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 302,05 (R$ 302,39)
  • Mato Grosso: R$ 300,38 (R$ 300,88)

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há certo otimismo em torno do escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Importante mencionar que mesmo em um ambiente um pouco mais promissor, não há espaço para altas contundentes, em um momento em que a população está descapitalizada, priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e de ovos”, pontuou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,80 por quilo. A ponta de agulha segue cotada a R$ 17,00 por quilo e quarto dianteiro segue no patamar de R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365.



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News

Volume de fretes do agro cresce 5,3% puxado por soja e fertilizantes



O volume de fretes rodoviários do agronegócio registrou aumento de 5,3% ao longo de todo o ano de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme dados da plataforma Frete.com.

O crescimento foi puxado pela soja e por fertilizantes. A oleaginosa registrou alta de 25,7%, representando 22% dos fretes do agronegócio transportados por meio do site da empresa.

Já os fretes de fertilizantes tiveram aumento de 5,1% no ano passado e representam 23% dos fretes do setor. O índice foi motivado pelas importações brasileiras de adubo, que atingiram um recorde de 44,3 milhões de toneladas no ano passado, crescimento de 8,3% em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

“Houve uma antecipação das compras registradas dentro do setor. A elevação nos preços das commodities e a tensão no Oriente Médio levaram os agricultores a anteciparem as aquisições de fertilizantes, visando evitar possíveis problemas de oferta e aumentos nos preços”, comenta Federico Vega, CEO da Frete.com.

Fretes de milho em queda

Ao contrário da soja e dos fertilizantes, os fretes de milho, que representam 14% do setor na plataforma, contaram com queda de 9,4% ao longo de 2024.

Em âmbito nacional, além da queda na produção do produto, a comercialização antecipada de milho para a safra 2023/24 apresentou uma redução em comparação aos anos anteriores.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a venda antecipada de milho segunda safra representou, em média, 12,5% da produção na safra 2023/24, enquanto nas cinco safras anteriores esse percentual variou entre 60% e 87,5%.

Os dados estatísticos têm base no fluxo de dados da Frete.com que conta com mais de 900 mil caminhoneiros cadastrados e 25 mil empresas assinantes, cobrindo, assim, 99% do território nacional.



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News

Mais negócios no mercado da soja; confira como ficaram os preços do grão



O número de negócios com a soja aumentou no Brasil nesta quinta-feira (27). Segundo a Safras & Mercado, os volumes não foram muito grandes. Nos portos, apenas movimentos pontuais. A indústria, no entanto, segue comprando a preços mais firmes. As cooperativas também entram agressivas no mercado. Os prêmios mantiveram a firmeza no dia.

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Cotações da soja

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 131,00 para R$ 132,00
  • Região das Missões (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 126,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 118,50 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 112,00 para R$ 113,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira (27) em baixa. Em dia volátil, as preocupações com as tarifas do governo Trump, o avanço da colheita no Brasil e as fracas exportações dos Estados Unidos pressionaram as cotações. As perdas foram limitadas pela indicação de menor área a ser plantada pelos americanos em 2025 no Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

O clima segue favorecendo o avanço da colheita no Brasil e o aumento da oferta pressiona os contratos. O presidente Donald Trump afirmou que as tarifas sobre México, Canadá e China deverão iniciar em março, renovando os temores de retaliação sobre os produtos agrícolas.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 410.900 toneladas na semana encerrada em 20 de fevereiro. Para a temporada 2025/26, foram mais 3,6 mil toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

A área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá ocupar 84 milhões de acres. Analistas esperavam 84,4 milhões de acres. No ano passado, a área totalizou 87,1 milhões de acres.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 1,75 centavo de dólar ou 0,17% a US$ 10,22 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,37 1/4 por bushel, perda de 4,00 centavos ou 0,38%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,85% a US$ 290,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 44,75 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,48%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,56%, negociado a R$ 5,8291 para venda e a R$ 5,8271 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7960 e a máxima de R$ 5,8365.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho cresce 5,5% e aposta em biotecnologia



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita



O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita
O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita – Foto: Canva

A safra de grãos 2024/25 segue em ritmo acelerado no Brasil, com o milho se destacando entre os principais cultivos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção deve atingir 122 milhões de toneladas, um crescimento de 5,5% em relação à temporada anterior. O milho safrinha continua sendo a principal parcela da colheita, representando mais de 78% do total. No Centro-Oeste, maior região produtora do país, agricultores apostam em híbridos de alta performance genética para maximizar produtividade e rentabilidade.  

Entre as opções, o híbrido B2701PWU, da Brevant® Sementes, tem se destacado. O produtor Adriano Luiz Barchet, da Fazenda São Domingos (MT), utilizou a variedade em 3 mil hectares na safrinha 2023/24, alcançando 180 sacas por hectare. Segundo ele, o material foi decisivo no controle da cigarrinha e apresentou ótimo desempenho em áreas irrigadas. Com ciclo precoce e tolerância ao estresse hídrico, o B2701PWU se adapta bem às condições climáticas desafiadoras da região.  

“Com isso, é importante o agricultor contar com um híbrido pesquisado e desenvolvido com características que atendam às necessidades da sua região. Avaliando desde o sistema de produção, clima, época do plantio e a tolerância às principais doenças do local. No Centro-Oeste, a melhor escolha é o B2701PWU. Ele é precoce e tem estabilidade de plantio, além de bom desempenho em condições de estresse hídrico. Por ter ciclo precoce, se desenvolve mais rápido e quando a região começa a sofrer com a seca, já está desempenhando seu potencial produtivo”, explica Eder Arakawa, Líder da Brevant® Sementes para Brasil e Paraguai.

Além da resistência ao clima, o híbrido conta com a tecnologia PowerCore® Ultra, que protege contra as principais lagartas da cultura, como lagarta-do-cartucho e broca-do-colmo. A tecnologia também oferece tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, facilitando o manejo na lavoura. Outro diferencial é o tratamento de sementes LumiGEN™, que inclui fungicidas, inseticidas e bioestimulantes, garantindo melhor germinação e sanidade das plantas.  





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o caminho para impulsionar seu negócio



#PROGRAMA #5

Que tal investir em conhecimento e expandir seu negócio no mercado? O nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre capacitação. A qualificação abre portas para novas oportunidades, melhora a gestão, ajuda no planejamento e, claro, na rentabilidade do seu empreendimento rural. No campo, isso se traduz em mais eficiência, inovação e produtividade. Então, aperte o play e descubra como dar o próximo passo rumo ao sucesso!

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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio

Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #4

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer algumas formas de exportação para pequenos produtores rurais. A exemplo do Fairtrade (Comércio Justo, em português) e das Trading Companies (Empresas Comerciais Exportadoras, em português). Quer saber mais sobre como transformar o seu negócio? Então, aperte o play e descubra! ▶️✨

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#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #3

Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos mostrar como solicitar financiamento de forma simples e eficiente, de acordo com a sua necessidade.

Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.

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#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

#3

Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”

Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.

Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”

Acompanhe histórias inspiradoras, exemplos de sucesso e dicas práticas para compreender o impacto desse reconhecimento no mercado. Acesse, AQUI

PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica

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O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!

No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:

PROGRAMA #1 | Tema: Crédito Consciente



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Vietnã abre mercado para miúdos e pés de frango do Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta quinta-feira (27) a abertura do mercado do Vietnã para miúdos de frangos, além da retomada das vendas de pés da ave. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a medida.

Com uma população de cerca de 100 milhões de habitantes, o país do Sudeste Asiático é um mercado relevante no comércio do continente para o comércio global de carne de frango.

Anualmente, o país importa cerca de 170 mil toneladas de carnes e produtos de frangos. O Brasil é, atualmente, o sétimo maior exportador do produto para a Ásia, com vendas de 11 mil toneladas em 2024.

“O Vietnã é um mercado de alto valor agregado para miúdos e pés, com grande demanda pelos produtos. A abertura, viabilizada por um forte trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária juntamente com o setor privado, deverá representar um importante incremento no resultado final das exportações brasileiras neste ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.



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LEM é a única cidade interiorana a receber evento preparatório da COP30


A cidade de Luís Eduardo Magalhães (LEM), no Oeste da Bahia, será sede do único evento preparatório da COP30 realizado no interior do Brasil. Em entrevista exclusiva, o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, deu detalhes sobre o evento que deve atrair os olhares do mundo para o Cerrado baiano.

O evento preparatório em LEM servirá como referência para as discussões que serão realizadas pela Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém (PA).

De acordo com a Aiba, os assuntos serão apresentados nos dias 15 e 16 de abril, no pré-evento, no Oeste baiano.

Recentemente, Schmidt esteve em Brasília, em reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro. Na ocasião, foram iniciadas as trativas para o evento, além disso, o ministro também recebeu um convite da 19ª edição da Bahia Farm Show.

As tratativas com o Mapa iniciaram em dezembro, quando Moisés, era vice-presidente da entidade, até então, liderada pelo produtor rural, Odacil Ranzi.

Segundo Schmidt, a entidade se colocou à disposição do ministério para a discussão do evento, com o foco na discussão do papel da sustentabilidade no Cerrado baiano.

“Naquele momento nos colocamos à disposição, como uma região produtora importante no Brasil para estarmos discutindo. E entre as pautas relevantes que existiam aí, é a pauta do Cerrado. Então foi chancelado essa semana que estive em Brasília, junto com o ministro Fávaro, a única pré COP no interior do Brasil, em Luís Eduardo Magalhães, para falarmos especificamente da pauta Cerrado, produção com sustentabilidade, sustentabilidade ambiental, social e econômica que o Cerrado faz através desses investimentos, trazidos para essa região. Então é uma oportunidade enorme em estarmos discutindo isso e agora é um momento de organizar esse trabalho para que realmente ele venha a ser uma referência dentro da COP30”, disse Schmidt.

Temas

De acordo com a Aiba, serão discutidos cases e iniciativas que demonstram a sustentabilidade do agronegócio na região.

Entre os temas em destaque estarão a agricultura de baixo impacto ambiental, a otimização do uso da terra para produzir mais em menores áreas e a gestão eficiente dos recursos hídricos, incluindo o monitoramento do Aquífero Urucuia e a preservação das Áreas de Preservação Permanente.

Moisés Schmidt fala sobre evento preparatório para COP 30 em Luís Eduardo Magalhães (LEM)Moisés Schmidt fala sobre evento preparatório para COP 30 em Luís Eduardo Magalhães (LEM)
Moisés Schmidt, presidente da Aiba | Imagem: Guilherme Soares/ Canal Rural BA

“Este momento é de nós mostrarmos o que fizemos aqui é através do agronegócio. Toda parte de sustentabilidade ambiental que nós fizemos com reservas, com APPs preservadas aqui na região e a potencialização das áreas irrigadas, dando mais sustentabilidade ao agronegócio, ou seja, no mesmo espaço de terra você consegue produzir de duas a três vezes mais. Isso é sustentabilidade e isso é produzir mais com muito menos áreas. Esse será o momento de falar de um agro com sustentabilidade”, finaliza.


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Soja cai em Chicago devido às fracas exportações dos EUA



O mercado de soja experimentou um dia volátil, com quedas nos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Diversos fatores influenciaram o movimento das cotações, incluindo a progressão da colheita no Brasil, que aumentou a oferta da oleaginosa, e a ameaça das tarifas comerciais do governo Trump, que renovaram os receios sobre possíveis retaliações no setor agrícola.

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As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado na semana encerrada em 20 de fevereiro, com apenas 410.900 toneladas exportadas para a temporada 2024/25. Esse número ficou bem abaixo da estimativa do mercado, que esperava exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas. Além disso, o avanço da colheita no Brasil também pressionou os preços, já que a colheita está favorável devido ao clima.

No entanto, as perdas foram limitadas por uma projeção de menor área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2025, que deverá ocupar 84 milhões de acres, o que representa uma redução em relação aos 87,1 milhões de acres do ano passado. Esse dado foi discutido no Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos EUA.

Contratos futuros da soja

Os contratos futuros de soja com vencimento em março fecharam a US$ 10,22 3/4 por bushel, uma queda de 1,75 centavos, ou 0,17%. O contrato de maio caiu para US$ 10,37 1/4, uma perda de 4 centavos, ou 0,38%. O farelo de soja também registrou uma queda de 0,85%, enquanto o óleo de soja teve uma diminuição de 0,48%.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Sistema FAEP critica ausência do texto do Marco Temporal na proposta de…


Ministro Gilmar Mendes pretende apresentar anteprojeto de lei com as mudanças na lei ao plenário do Supremo

Nesta segunda-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o debate do texto proposto pelo ministro Gilmar Mendes para eventuais alterações na Lei do Marco Temporal, que trata da demarcação de terras indígenas. Para o Sistema FAEP, o texto-base da Lei do Marco Temporal precisa ser utilizado como referência para a formulação da futura proposta de Mendes, que pretende apresentar um anteprojeto de lei ao plenário do Supremo.

“Nossos produtores rurais estão vivendo na total insegurança jurídica pelo fato de que a lei que já existe, foi votada no Congresso, aprovada por ampla maioria, não está sendo cumprida. Qualquer texto que seja formulado para futura votação precisa ter o Marco Temporal como base, pois é a certeza de que o direito dos agricultores e pecuaristas, que estão na terra produzindo alimentos há décadas, sejam cumpridos”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A ideia do ministro Gilmar Mendes é apresentar ao plenário do STF um anteprojeto de lei com as mudanças aprovadas na comissão. Se homologado pelo plenário, o texto vai à votação pelo Congresso.

Há décadas, o Sistema FAEP pede o cumprimento do Marco Temporal, que ratifica que as demarcações de terras indígenas devem ser limitadas à data da promulgação da Constituição Federal (5 de outubro de 1988), para que os produtores rurais tenham segurança jurídica. No final de 2023, foi publicada a Lei 14.701, que ratifica o Marco Temporal.

“Essa discussão já ocorre há muito tempo. Precisamos chegar a uma solução, mas que essa considere os diretos dos produtores rurais, que apenas querem continuar trabalhando e produzindo alimentos”, destaca Meneguette.

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USDA projeta em 91 mi de hectares área plantada com grãos nos EUA



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estimou em 225 milhões de acres (91,05 milhões de hectares) a área plantada com grãos na safra 2025/26 nos EUA. O resultado foi divulgado durante o 101° Fórum Anual de Perspectivas do USDA.

O número ficou acima do esperado para a temporada anterior, de 223,7 milhões de acres (90,53 milhões de hectares).

Para a soja, a área destinada ao plantio deve ser de 84 milhões de acres (33,99 milhões de hectares) em 2025/26, 3,1% abaixo do projetado para 2024/25. O milho, por sua vez, deve alcançar uma área de 94 milhões de acres (38,03 milhões de hectares), o que representaria um avanço de 3,75% em comparação com 2024/25.

Já o trigo pode chegar a 47 milhões de acres (19,02 milhões de hectares), área 1,95% maior que 2024/25.

Preços para Safra 2025/26 nos EUA

Estimativas do USDA apontam que a soja deverá ter o valor de US$10,10 o bushel, já o milho deve alcançar os US$ 4 por bushel.

O evento vai até esta sexta-feira (28) e, além de destacar as projeções para as áreas de soja e milho nos EUA, e esboçar um panorama de exportações em meio às incertezas sobre tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, também contará com diversos painéis durante a programação.

O diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, acompanha o evento, que ocorre no estado da Virgínia, e trouxe informações do fórum durante a edição desta quinta-feira (27) no telejornal Mercado & Companhia.



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