terça-feira, junho 30, 2026

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Produção de maçã cai 30% devido a chuvas



Colheita da maçã Gala avança na Serra Gaúcha




Foto: Pixabay

O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), destacou que as condições climáticas favoreceram o desenvolvimento da maçã na região de Caxias do Sul, impulsionando a colheita da variedade Gala, a principal da Serra Gaúcha.

A safra, no entanto, foi afetada pelas chuvas excessivas durante o florescimento, resultando em uma redução de 30% na produção.

Mesmo com a qualidade e sanidade mantidas, os produtores não estão sendo remunerados como esperado, com os frutos a granel sendo comercializados a R$ 2,85/kg.





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Avanço na colheita de soja; saiba como foi a semana do grão



O mercado brasileiro da soja teve em fevereiro muitas dificuldades para definir um direcionamento para os preços. Em decorrência deste quadro, a comercialização teve ritmo lento. Os agentes aproveitaram os momentos de pico para negociar um pouco mais, mas, no balanço, a negociação seguiu limitada.

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Os produtores, diante deste cenário, focaram nos trabalhos de campo. Após um período de condições climáticas preocupantes, a situação se normalizou na segunda quinzena. No Centro-Oeste, as chuvas deram espaço para períodos secos e a colheita avançou, atingindo patamares próximos da média, após um início de lentidão.

Já no sul, as chuvas retornaram e ajudaram a limitar os efeitos das fortes temperaturas sobre o rendimento. Mas perdas no potencial produtivo no Rio Grande do Sul já não podem mais ser revertidas. A situação foi semelhante na Argentina, devido ao clima irregular.

No balanço, no entanto, a expectativa é de uma ampla oferta de soja sul-americana entrando no mercado, o que ajudou a pressionar as cotações no mercado futuro de Chicago.

Como ficaram os preços da soja?

  • Passo Fundo (RS): O preço caiu de R$ 133,00 para R$ 131,00
  • Cascavel (PR): O preço subiu de R$ 122,00 para R$ 129,00
  • Rondonópolis (MT): O preço caiu de R$ 133,00 para R$ 117,00
  • Porto de Paranaguá: O preço subiu de R$ 131,00 para R$ 134,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em maio tiveram desvalorização de 1,58% no período, sendo cotados na manhã do dia 28 a US$ 10,40 3/4 por bushel. Além do avanço da colheita no Brasil, o mercado foi impactado negativamente pelas preocupações com a política tarifária do novo governo americano.

O dólar comercial abriu o mês na casa de R$ 5,84 e vai fechando a R$ 5,83. Mas durante o mês chegou a recuar para níveis de R$ 5,70. O cenário externo, as preocupações inflacionárias no Brasil e ruídos políticos trouxeram de novo a moeda para patamares acima de R$ 5,80.

EUA

A área a ser plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá ocupar 84 milhões de acres. A previsão foi feita durante o Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Analistas esperavam 84,4 milhões de acres. No ano passado, a área totalizou 87,1 milhões de acres.

Essa foi a primeira sinalização para a semeadura americana em 2025. Com preços mais competitivos, o milho deve ganhar área da soja na atual temporada. No dia 31 de março, o USDA vai divulgar o seu relatório de intenção de plantio.

Argentina

As lavouras de soja da Argentina receberam chuvas nos últimos dias, especialmente na região central, o que favoreceu a melhoria da condição hídrica. Em contraste, no norte da região agrícola não recebeu precipitações e teve temperaturas elevadas. No geral, as condições de cultivo também tiveram um incremento.

A soja de primeira tem mais de 40% da área entrando em enchimento de grãos sob umidade ideal. Nas regiões NEA e Norte de Santa Fé, mais de 30% entram nesse período crítico sob déficit hídrico. Na soja de plantio tardio, ainda que algumas lavouras tenham baixa densidade pela escassez de chuvas, a volta recente das precipitações beneficiou a cultura.

Diante desse cenário, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires mantém sua projeção de produção em 49,6 milhões de toneladas.

Tarifas

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (27) que as tarifas de 25% sobre importações do México e do Canadá entrarão em vigor em 4 de março, conforme planejado. Além disso, a China enfrentará uma tarifa adicional de 10% sobre seus produtos a partir da mesma data. As tarifas sobre México e Canadá haviam sido suspensas em 3 de fevereiro por um mês, mas a administração Trump gerou dúvidas recentes sobre sua reimplementação.

Trump também destacou que a data de 2 de abril para a implementação de tarifas recíprocas permanece em vigor. A decisão reflete a postura dura do governo em relação a questões comerciais e de segurança, mesmo diante de críticas e preocupações sobre os impactos econômicos das tarifas. A medida pode intensificar as tensões comerciais entre os países, especialmente com a China, que já enfrenta tarifas de 10% sobre seus produtos exportados para os EUA.



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SP intensifica inspeção de pomares contra Greening



Ação inspeciona 3,3 milhões de plantas contra Greening




Foto: Agrolink

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, entre os dias 10 e 21, uma força-tarefa formada por engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) percorreu as regionais de Avaré, Itapeva e Mogi Mirim para inspecionar pomares e combater o Huanglongbing (HBL), conhecido como Greening, uma das principais ameaças à citricultura.

“Dando sequência às ações de combate ao Greening, demos início aos trabalhos em 2025 em propriedades de regionais em que mais percebemos a ausência da entrega do relatório semestral Cancro/Greening que teve seu prazo encerrado no último dia 15 de janeiro”, explica Danilo Romão, gerente do Programa Estadual de Pragas Quarentenárias Presentes (PEPQP).

No total, foram inspecionadas 3,37 milhões de plantas em 48 propriedades, resultando na emissão de 48 notificações. Os produtores notificados devem adotar medidas para o controle do inseto vetor, reduzindo a incidência da doença nos pomares e minimizando sua disseminação.





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Alckmin afasta aumento ou criação de impostos para conter preço dos alimentos



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (28) que nenhuma medida heterodoxa será tomada para conter o preço dos alimentos, rejeitando aumento de imposto ou a criação de tributo de exportação.

Ele respondeu ainda que não há nenhuma decisão tomada sobre um eventual corte de imposto de importação sobre óleos vegetais.

“Não tem nenhuma decisão a esse respeito, essa é uma questão que está sendo discutida por vários ministérios. O que não terá é heterodoxia, aumento de imposto, criação de imposto de exportação”, disse Alckmin a jornalistas.

Ele ainda classificou o clima previsto para 2025 como uma “boa notícia” que ajudará na safra agrícola e, portanto, no preço dos alimentos. Além disso, citou a expectativa de uma cotação mais baixa do dólar em relação ao patamar fechado em 2024.

“O que aconteceu em 2024? Nós tivemos dois problemas, um foi a seca. Você pegar o café, por exemplo, seca e calor, não tem nada pior. Então, a expectativa do clima para esse ano é boa”, disse.

O governo avalia zerar temporariamente o imposto de importação de todos óleos vegetais, de acordo com fontes. A proposta está em análise no âmbito do grupo interministerial que discute medidas para redução dos preços dos alimentos.



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Abelhas influenciam produtividade e peso do arroz, aponta pesquisa da Embrapa



A presença de abelhas no cultivo de uma variedade de arroz produzida no centro-norte do Rio de Janeiro, chamada anã, pode ser decisiva para aumentar a produtividade. Pesquisadores da Embrapa constataram que esses insetos são responsáveis por 50% da quantidade de grãos e 56% do peso da produção, resultado que desafia a ideia de que o arroz depende apenas do vento ou da autopolinização.

A pesquisa pode ainda ajudar a variedade a conquistar uma indicação geográfica.

O estudo foi realizado em sete propriedades agrícolas da região, representando quase um terço dos produtores de arroz anã.

Para testar a influência das abelhas, os cientistas utilizaram dois tipos de barreiras físicas: sacos de organza, que impediram qualquer tipo de polinização externa; e sacos de filó, que permitiram apenas a polinização pelo vento. Os resultados revelaram que as plantas expostas às abelhas apresentaram um peso médio de 3,9 gramas por panícula, enquanto aquelas isoladas atingiram apenas 2,5 gramas.

De acordo com a pesquisadora Mariella Uzêda, da Embrapa Agrobiologia, a baixa incidência de ventos na região pode explicar a importância das abelhas no processo.

Ela destaca que o estudo confirma que a polinização por abelhas desempenha um papel fundamental na produtividade do arroz anã. Sem elas, a produção seria reduzida em mais da metade.

Impacto na qualidade e na sustentabilidade

Os pesquisadores também pretendem investigar se a polinização influencia características físicas e químicas dos grãos, como aroma e sabor. A Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Alimentos e Nutrição da Unirio, analisará panículas isoladas e não isoladas para verificar se a polinização afeta a identidade sensorial do arroz anã.

Outro ponto de interesse da pesquisa é a identificação das espécies de abelhas envolvidas no processo. Até o momento, apenas a Apis mellifera (abelha-europeia) foi observada, mas novas metodologias de coleta serão aplicadas para mapear eventuais outras espécies.

Se a presença dessas abelhas estiver relacionada à vegetação diversificada do vale e à ausência de defensivos, isso pode fortalecer a relação entre produção agroecológica e sustentabilidade ambiental.

Indicação geográfica e novas possibilidades

Os resultados do estudo também podem subsidiar o reconhecimento da indicação geográfica (IG) do arroz anã, uma certificação que valoriza produtos com características únicas ligadas ao seu local de origem.

Segundo Mariella Uzêda, já há um vínculo forte entre a produção e a geografia da região, devido à baixa incidência de vento. “Agora, queremos entender melhor a interação entre as abelhas e as propriedades do grão”, afirma.

A pesquisa segue em novas fases para aprofundar o conhecimento sobre o papel das abelhas na produção de arroz e suas possíveis implicações para a agricultura sustentável. Com a comprovação da influência desses polinizadores na produtividade e na qualidade dos grãos, o estudo pode abrir caminho para estratégias de manejo que favoreçam a presença desses insetos e reforcem a competitividade do arroz anã no mercado.



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Governo federal publica medida provisória que libera saldo retido do FGTS



O governo federal publicou nesta sexta-feira (28) a medida provisória (MP) que autoriza trabalhadores demitidos e que optaram pela modalidade do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a sacarem o saldo bloqueado do fundo.

A medida contempla trabalhadores que foram demitidos entre janeiro de 2020 até a data da publicação da MP. O ato foi publicado nesta sexta em edição extraordinário do Diário Oficial da União (DOU).

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os pagamentos começam nos dias 6, 7 e 10 de março no valor de até R$ 3 mil de acordo com o saldo disponível na conta de FGTS.

A segunda parcela, para valores superiores a R$ 3 mil (saldo remanescente), será paga a partir de 17, 18 e 20 de junho.

“Será efetuado, em 6 de março de 2025, o pagamento do saque de até R$ 3.000,00 (três mil reais) do saldo disponível, para os trabalhadores com conta bancária previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS”, diz o texto da MP. “Será efetuado, em 17 de junho de 2025, o pagamento do valor remanescente do saldo disponível para os trabalhadores com conta bancária previamente cadastrada para recebimento de recursos do FGTS”, completa.

A medida vai disponibilizar R$ 12 bilhões do fundo para aproximadamente 12,2 milhões de trabalhadores.

Cerca de 10 milhões de pessoas terão os valores creditados diretamente em suas contas bancárias cadastradas no aplicativo do FGTS.

Os outros 2 milhões, que não têm cadastro, poderão sacar o valor nas agências da Caixa ou nas casas lotéricas, conforme calendário a ser divulgado pelo banco público.

A MP reitera que os trabalhadores que comprometeram os recursos com empréstimos bancários – por meio da chamada “antecipação do saque-aniversário” – não serão abarcados pela proposta. O texto diz que, se o beneficiário tiver feito uma alienação ou cessão fiduciária, todas as garantias acordadas serão mantidas.

Em nota divulgada à imprensa, o MTE informou que, desde 2020, o saque-aniversário “retirou” R$ 142 bilhões do FGTS, dos quais cerca de 66% foram destinados aos bancos devido à alienação do saldo, enquanto 34% foram pagos diretamente aos trabalhadores. Segundo a pasta, 37 milhões de trabalhadores com conta ativa no FGTS optaram pelo saque-aniversário, e 25 milhões usaram seu saldo como garantia em operações de crédito para antecipação do saque. O FGTS abrange um total de 134 milhões de trabalhadores.

O saque-aniversário foi criado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e entrou em vigor em 2020. O trabalhador que opta por essa modalidade pode sacar anualmente, no mês de aniversário, parte do seu saldo de FGTS.

Em caso de demissão, no entanto, o saldo fica bloqueado para rescisão sem justa causa e só é possível acessar a multa rescisória – diferentemente da modalidade de saque-rescisão, em que é permitido, neste caso, recuperar todo o dinheiro do FGTS.

No saque-aniversário, para resgatar os valores que restaram, o trabalhador demitido precisa aguardar dois anos. É justamente este saldo que a MP pretende liberar.



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Mercado do boi gordo segue estável em São Paulo



As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias




Foto: Canva

De acordo com o boletim Tem Boi na Linha, o mercado do boi gordo em São Paulo iniciou o último dia de fevereiro com cotações estáveis para todas as categorias, com algumas indústrias fora das compras. As escalas de abate estão atendendo, em média, oito dias.

Tocantins – No sul do estado, o boi gordo permaneceu estável, enquanto as fêmeas registraram queda: vaca (-R$3,00/@) e novilha (-R$2,00/@). No norte do estado, apenas a novilha apresentou recuo de R$2,00/@.

Oeste da Bahia – Queda de R$2,00/@ para as fêmeas, enquanto o boi gordo manteve o valor.

Santa Catarina – O boi gordo e a vaca registraram queda de R$3,00/@, enquanto a novilha permaneceu estável. As escalas de abate no estado atendem, em média, seis dias.





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Agropecuária abriu 35,7 mil empregos formais em janeiro, diz CNA



A agropecuária brasileira gerou 35.754 novos postos de trabalho formais no primeiro mês do ano, acima das 14.608 vagas da média histórica dos últimos 20 anos, segundo destacou nesta sexta-feira (28) a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a partir dos resultados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de janeiro.

“As atividades que mais contribuíram para a criação de vagas de trabalho em janeiro foram cultivo de soja (11.746), maçã (9.918), serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita (3.299), uva (3.067) e produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto (1.107)”, informou a CNA.

Ainda conforme a CNA, na agropecuária, os maiores saldos foram registrados nas regiões Sul (17.496) e Centro-Oeste (16.920).

Sudeste e Norte criaram 3.191 e 322 empregos, respectivamente. “Apenas na região Nordeste houve perda líquida de empregos no setor”, informou.



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Março terá calor e volta das chuvas; confira a previsão do tempo



O mês de março começa com temperaturas elevadas em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Segundo o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, a tendência é que o calor intenso predomine nas duas primeiras semanas do mês. A partir da segunda quinzena, espera-se o retorno de chuvas mais significativas, principalmente no Sul e no Norte.

Confira os destaques de março em cada região do país.

Sul: chuvas voltam, mas calor ainda persiste

No Sul, o retorno das chuvas será gradual, beneficiando estados que enfrentaram períodos de estiagem, como o Rio Grande do Sul.

No entanto, a precipitação ficará abaixo da média no extremo sul gaúcho, incluindo Dom Pedrito, onde os volumes não devem ultrapassar os 70 mm até o dia 10 de março. Já a partir do dia 7, a chegada de massas de ar frio pode derrubar as temperaturas para 12 °C, amenizando o calor que, até o dia 5, ainda poderá atingir 35 °C.

Sudeste: calor intenso e chuvas irregulares

No Sudeste, as chuvas continuam abaixo da média, especialmente no interior de São Paulo, centro-norte de Minas Gerais e Espírito Santo.

Em cidades como Lins (SP), as precipitações devem se intensificar a partir do dia 10, acumulando cerca de 70 mm no período.

Até lá, as máximas podem chegar a 37 °C, com expectativa de leve queda apenas no fim do mês, quando as temperaturas devem se estabilizar na casa de 30 °C.

Centro-Oeste: chuvas favorecem a safra, mas calor persiste

A umidade estará bem distribuída no Centro-Oeste, beneficiando o milho segunda safra, recentemente semeado. No oeste de Mato Grosso, a cidade de Pontes e Lacerda ainda enfrentará altos volumes de chuva nos próximos dias, podendo chegar a 150 mm.

No acumulado do mês, áreas do estado devem registrar 300 mm de precipitação.

A colheita da soja segue atrasada, com 30% das lavouras ainda no campo, e metade da área de milho segunda safra precisando ser plantada. Com a diminuição das chuvas no fim do mês, a temperatura voltará a subir, alcançando os 32 °C.

Nordeste: seca persiste, mas chuvas começam a retornar

O interior da Bahia e de Pernambuco continuará enfrentando um cenário crítico de estiagem. No entanto, a partir do dia 10 de março, chuvas de 50 a 90 mm devem aliviar o quadro em algumas áreas produtoras.

Mesmo assim, até lá, as temperaturas seguirão elevadas, dificultando as condições para as lavouras.

Norte: chuva não dá trégua e impacta produção

A região continuará registrando altos volumes de chuva, com destaque para São Félix do Xingu (PA), onde o acumulado pode ultrapassar 400 mm nos próximos 30 dias.

O solo já saturado dificultará os trabalhos no campo, apesar de as temperaturas permanecerem dentro da média para a época.



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Mundo tem 24 ‘superbilionários’ com fortunas acima de US$ 50 bi; adivinhe quem é o nº 1



Desde que revista Forbes publicou a sua primeira lista com as pessoas mais ricas do mundo, em 1987, uma nova categoria de afortunados se descolou, criando um segmento à parte, ainda mais restrito: os superbilionários, um grupo de apenas 24 pessoas ao redor do globo e que possui patrimônio acima de US$ 50 bilhões.

De acordo com dados da empresa de inteligência de patrimônio global Altrata, divulgados pelo The Wall Street Journal (WSJ), quem lidera essa nova lista é o dono da Tesla, Elon Musk, com US$ 419,4 bilhões em patrimônio.

No início de fevereiro, segundo a reportagem do WSJ, as fortunas desses 24 superbilionários representavam mais de 16% de toda a riqueza dos bilionários, um aumento acelerado em relação aos 4% de 2014. O patrimônio líquido combinado dos superbilionários totalizava US$ 3,3 trilhões, o equivalente ao PIB nominal da França.

Dessas 24 pessoas, 16 se qualificaram como centibilionários, o que significa que têm um patrimônio líquido de pelo menos US$ 100 bilhões.

O grupo de superbilionários é composto em grande parte por empreendedores que ganharam dinheiro no setor de tecnologia ou cujo setor foi catapultado a novos níveis pelos avanços tecnológicos, segundo a reportagem.

Dos 10 indivíduos mais ricos da lista, seis se enquadram nessa categoria. Do total de 24 superbilionários, apenas três eram mulheres, e apenas sete estavam sediados fora dos Estados Unidos.



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