terça-feira, junho 30, 2026

Agro

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Trump ordena investigação sobre comércio de madeira que pode afetar Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado (1), ações para aumentar a produção doméstica de madeira, incluindo uma ordem para o Departamento de Comércio investigar possíveis danos que as importações do produto representam para a segurança nacional.

Trump também assinou uma ordem executiva para aumentar os possíveis fornecedores de madeira e madeira serrada e possivelmente reduzir os custos de moradia e construção. O objetivo é agilizar o processo de licenciamento e expandir a quantidade de produtos de madeira que podem ser oferecidos para venda, de acordo com um alto funcionário da Casa Branca que falou sob condição de anonimato.

O funcionário disse que a ordem também ajudaria a prevenir incêndios florestais e melhorar o hábitat dos animais. A ordem agilizaria o processo de licenciamento para obtenção de produtos de madeira.



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Com calorão e falta de chuva, conta de luz deve ter tarifa adicional em maio



A piora nas expectativas de chuva para os próximos meses, associada à provável manutenção das altas temperaturas, tem feito com que a possibilidade de acionamento da bandeira tarifária amarela na conta de luz apareça mais cedo nos modelos matemáticos de profissionais que acompanham o tema.

Assim, apostam que a volta da cobrança adicional em maio, o que acrescentaria R$ 1,88 a cada 100 quilowatts (kWh) consumidos.

Na sexta-feira (28), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a bandeira verde para março, sem custo adicional nas contas.

A Ampere Consultoria avalia que as bandeiras tarifárias devem permanecer verdes até abril, e amarelas no restante do ano. Segundo o sócio consultor da empresa, Guilherme Ramalho de Oliveira, a perspectiva para o primeiro quadrimestre se deve principalmente às condições do período úmido, que está em andamento, combinadas à tendência de indicador de risco hidrológico (GSF, no jargão setorial) relativamente elevado, incluindo valores que apontam energia secundária nos meses de fevereiro e março.

Os cenários de sensibilidade testados pela Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) também passaram a considerar maior chance de acionamento de bandeira amarela ainda no primeiro semestre. Há um mês, apenas o cenário de mais adversidade de geração elétrica previa bandeira amarela em maio, quadro que seria mantido em junho.

Possibilidade de bandeira vermelha

Na mais recente atualização, divulgada na semana passada, o mesmo cenário manteve a bandeira amarela em maio e passou a considerar acionamento de bandeira vermelha patamar 1 em junho. Já em um cenário um pouco mais ameno, que antes considerava bandeira verde em maio e amarela em junho, passou a considerar este acionamento também em maio, escalando para vermelha 1 no mês de junho.

Relatório recente da XP também cita a perspectiva de acionamento de bandeira amarela a partir de maio, e acrescenta que, a partir de julho, haveria bandeira vermelha 1 ou 2, voltando para amarela apenas em novembro e verde em dezembro, a depender da próxima estação chuvosa.

Os analistas do banco anteriormente consideravam perspectiva de bandeira verde ao longo de 2025.

Já a PSR Energy passou a considerar “chance considerável” de acionamento de bandeira amarela a partir de junho. Anteriormente, explica o líder de inteligência de mercado da consultoria, Mateus Cavaliere, as projeções apontavam menor probabilidade de cobrança adicional no primeiro semestre e perspectiva de que isso ocorresse em julho ou agosto. Contudo, começou a pesar a perspectiva de antecipação do fim do período úmido, alterando as expectativas com o enchimento dos reservatórios das hidrelétricas.

A MCM Consultores Associados também incorporou em suas projeções bandeira amarela a partir de julho, assim permanecendo até novembro e voltando para verde em dezembro.



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Semana terá clima de deserto, mas também chuva acima de 150 mm; veja a previsão



Temperaturas entre 3° C e 7° C acima da média para o mês de março: a quinta onda de calor que se estabeleceu no Brasil desde a última sexta-feira (28) vai elevar os termômetros em quase todo o país ao longo desta semana, trazendo clima de deserto ao país. Mas também tem previsão de bastante chuva. Confira a previsão do tempo entre segunda-feira (3) e a próxima sexta (7).

Sul

O tempo volta a ficar estável em praticamente toda a Região Sul e as temperaturas disparam à tarde. Em Porto Alegre e Curitiba, tempo firme e máximas altas. Em Florianópolis, chove de madrugada, entre a manhã e tarde, mas o tempo é ensolarado. Semana quente e seca em praticamente todas as áreas produtoras. A temperatura máxima ultrapassa os 35º C no interior dos três estados, o que pode provocar estresse térmico em granjas com aves e suínos. O acumulado de chuva da semana fica entre 10 mm e 15 mm, o que não deve aliviar o calorão e, muito menos, ajudar na reposição hídrica do solo.

Sudeste

O tempo estável continua predominando em praticamente todo o Sudeste. As pancadas de chuva podem marcar presença no fim da tarde entre o Vale do Jequitinhonha, Espírito Santo e o norte fluminense. Na capital paulista, chuva isolada também não é descartada. Semana quente e seca em praticamente todas as áreas produtoras. No interior de São Paulo e de Minas Gerais, a temperatura máxima ultrapassa 35º C. A exemplo do Sul, os acumulados de chuva da semana giram em torno de 10 mm a 15 mm, o que não alivia o calorão e nem ajuda na reposição hídrica do solo nos dois estados. No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a chuva é um pouco mais expressiva, de 30 mm a 40 mm, o que ajuda a elevar a umidade relativa do ar.

Centro-Oeste

A circulação de ventos em altos níveis da atmosfera mantém as instabilidades concentradas sobre o estado de Mato Grosso, com alertas de temporais para Cuiabá, e o oeste e norte de Mato Grosso do Sul. Goiânia e Brasília terão tempo estável até sexta-feira (7). Semana com grandes contrastes na região: em Mato Grosso, a chuva continua com volumes entre 60 mm e 70 mm, o que pode causar mais atrasos na colheita da soja; já em Goiás, a semana será de calor e tempo seco, com a umidade do ar abaixo dos 30% nos próximos dias. Na porção centro-sul de Mato Grosso do Sul, a semana será quente e seca, enquanto que no centro-norte, chuvas passageiras devem acumular pelo menos 30 mm.

Nordeste

O interior da Região segue com tempo estável, seco e temperaturas altas. No entanto, a chuva cai com força sobre o Maranhão, norte do Piauí e no Ceará. Entre os litorais do Rio Grande do Norte e da Bahia, chuva passageira. Atenção para precipitações volumosas no centro norte do Maranhão, pois os acumulados da semana devem ultrapassar os 150 mm, provocando alagamentos e transtornos nos trabalhos em campo. No centro sul do território maranhense, centro-norte do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, a chuva dos próximos dias fica em torno de 50 mm. Ondas de Leste começam a atuar na faixa leste do nordeste, levando acumulados de chuva entre 20 e 30 mm, o que ajudará a repor o déficit hídrico da região, principalmente na Bahia.

Norte

Previsão de chuva em quase toda a Região. Apesar de isolada, as precipitações vêm com força. Tem alerta para Manaus (AM), Belém (PA) e Macapá (AP). No sul do Tocantins e em Roraima, tempo estável. Atenção para chuva volumosa no nordeste do Pará, com acumulados que devem passar de 150 mm durante a semana, provocando alagamentos e transtornos nos trabalhos em campo. Semana com bastante umidade no Acre, Rondônia, Amazonas e Amapá, pois o volume de chuva será de, aproximadamente, 80 mm. Em Roraima, a chuva fica é de cerca de 30 mm em cinco dias e no Tocantins, precipitação que gira em torno de 40 mm.



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Cientistas desenvolvem arroz ecológico que reduz emissões de metano em até 70%



Pesquisadores identificaram um novo caminho para reduzir as emissões de metano nos arrozais, desenvolvendo uma variedade híbrida de arroz capaz de mitigar em até 70% a liberação desse gás de efeito estufa. A descoberta pode ser um marco na agricultura sustentável, especialmente para países produtores como o Brasil.

O estudo revelou que os principais responsáveis pela emissão de metano são substâncias secretadas pelas raízes do arroz, especialmente o fumarato e o etanol. Enquanto o fumarato serve de alimento para microrganismos produtores de metano, o etanol atua como inibidor dessa atividade biológica, reduzindo significativamente a liberação do gás.

Com base nesse conhecimento, os cientistas manipularam geneticamente o metabolismo do arroz para diminuir a secreção de fumarato e aumentar a de etanol, resultando em variedades que emitem menos metano sem comprometer a produtividade.

O desenvolvimento do novo tipo de arroz está em um artigo publicado, em fevereiro, por cientistas da China e da Suécia na revista científica Molecular Plant.

Arroz ecológico é alternativa para a agricultura sustentável

Os testes foram realizados em sete plantações ao longo de três anos e comprovaram que a adoção dessa tecnologia pode contribuir significativamente para a redução do impacto climático do cultivo de arroz. Além da criação de novas variedades, o estudo também sugere manejos específicos que permitem otimizar o uso da tecnologia em lavouras já existentes.

O Brasil é o 12º maior produtor de arroz do mundo (1,4% da produção global), segundo classificação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) – o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro que mais produz o cereal.

O arroz ecológico surge como uma solução viável para produtores preocupados com sustentabilidade e pode se tornar uma alternativa estratégica para atender às crescentes demandas por práticas agrícolas mais responsáveis.



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farofa sem conservantes e tempero tradicional conquistam mercado



Antônio Araújo Neto Júnior, mais conhecido como Tonho do Tempero, e Andréa Palmiro Palhavam, proprietária da Dióli Alimentos, decidiram unir forças para criar uma farofa diferenciada e expandir suas vendas.

A ideia surgiu dentro do programa Move+, uma iniciativa do Sebrae Mato Grosso do Sul (MS) voltada para impulsionar pequenos negócios.

Mesmo com a distância entre Campo Grande e Dourados, os empreendedores superaram desafios e consolidaram uma parceria promissora.

O resultado foi o lançamento da Farofa Pronta Pantanal, que combina o tempero artesanal de Tonho com a farofa sem conservantes da Dióli.

Como os dois já forneciam produtos para mercados, conveniências e outros pontos de venda, surgiu a ideia de lançarem juntos uma nova receita para atender os estabelecimentos e conquistar novos clientes.

“O meu tempero já existe há 25 anos, mas a ideia da Farofa Pronta Pantanal veio com a ajuda do Sebrae, que nos orientou, nos dando mentoria e suporte técnico para realizar esse projeto”, relembra Antônio.

Já Andréa administra há cinco anos a Dióli Alimentos ao lado do marido, Ivo Silva Garay. A empresa se destaca na fabricação de farofas temperadas à base de mandioca, sem conservantes e com ingredientes selecionados.

Expansão e novos mercados

Com um ano de mercado, a Farofa Pronta Pantanal já chegou a diversas cidades de Mato Grosso do Sul, fortalecendo a presença da marca e abrindo novas oportunidades.

“Essa parceria está fazendo um ano e nos trouxe resultados positivos com a venda do produto em diversos municípios. Sem falar que, com o apoio do Sebrae, também participamos de feiras e eventos onde podemos divulgar tanto a Farofa Pronta Pantanal quanto os outros produtos”, destaca Andréa. 

Impacto positivo e crescimento sustentável

Juntamente com o Tonho e Andrea, o programa Move + atendeu mais de 300 empreendedores em Mato Grosso do Sul no último ano, ofertando uma jornada de consultorias focadas na competitividade e expansão comercial, além de possibilitar conexões entre os empresários.

Com esse suporte, foi identificado o aumento médio de 42% no faturamento dos empresários, além da realização de 1.102 aproximações entre microempreendedores, abrindo portas para novos mercados e negócios. O sucesso da Farofa Pronta Pantanal vai além das vendas.

“Depois que participei do programa, percebi um aumento de 15% no faturamento das vendas”, afirma Tonho.

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Nitrogênio líquido substitui ureia e rompe tetos produtivos de milho e trigo



O nitrogênio é um dos fertilizantes mais importantes na produção de grãos, mas a absorção desse ativo é, por vezes, comprometida por fatores ambientais. Novidade exposta durante o Show Tecnológico Copercampos 2025, em Campos Novos, Santa Catarina, pretende mudar esse cenário.

Importado dos Estados Unidos, o nitrogênio líquido é composto de ureia, amônio e nitrato, com aplicação no pré-plantio e liberação ao longo do ciclo. O produto chega ao mercado brasileiro no momento em que o território catarinense deve ter a maior safra de milho dos últimos quatro anos.

Contudo, além dessa cultura, também apresentou resulturados satisfatórios em cereais de inverno e na soja.

O desenvolvedor de Mercado da Ourofértil, Agenor Freitas, destaca que um litro do nitrogênio líquido substitui um quilo de uréia. “A única mudança que o produtor precisa fazer é na ponta de pulverização. Recomendamos uma ponta específica, de jato dirigido, porque é um produto que precisa chegar no solo.”

Segundoe ele, uma das principais vantagens está no fato do produto não se perder com chuva ou por volatilização. Assim, o produtor também não precisa entrar com a máquina depois da cultura emergida para aplicar fertilizantes, o que reduz o amassamento e também a quantidade de mão de obra.

O engenheiro agrônomo da Copercampos Fernando Sartori Pereira conta que o nitrogênio líquido foi testado na área experimental da feira. Já o produtor rural Ricardo Granzotto destaca que testou o produto nas safras de inverno de 2023 e de 2024 e obteve resultados expressivos.

“Rompemos tetos produtivos de trigo em áreas comerciais de 160 a 170 hectares acima de 92, 93 sacas em anos que não foram tão positivos para a área. Também temos visto parceiros do agro rompendo tetos produtivos de híbridos de milho com ganhos de 16, 17 sacas a mais quando comparado a outros tipos de fertilizantes.”



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veja a previsão do tempo para hoje



O domingo (2) será marcado por forte calor, temporais localizados e tempo instável em diversas regiões do Brasil. Veja como ficam as condições pelo país.

Sul

As instabilidades continuam favorecendo a formação de nuvens carregadas na Campanha, região de Uruguaiana e de Chuí, todas no Rio Grande do Sul. Temporais pontuais não são descartados.

Nas demais regiões gaúchas destaque para o calorão e chuva isolada à tarde. Porto Alegre continua com temperaturas acima de 35 ºC.

No Paraná e em Santa Catarina, dia ensolarado e chuva pontual apenas no interior catarinense e nas áreas de divisa com São Paulo.

Sudeste

Mais um dia com destaque para altas temperaturas na região. Pouca chuva é prevista em São Paulo e Minas Gerais, mas pode vir pontualmente forte e acompanhada por raios e trovoadas.

O Rio de Janeiro e grande parte do Espírito Santo terão com tempo estável.

Centro-Oeste

Chuva prevista em todo o estado de Mato Grosso, interior de Goiás e no centro-norte de Mato Grosso do Sul. Em Cuiabá, Sinop e Água Boa, todas em território mato-grossense, a chuva vem com raios e trovoadas, mas o calorão continua sendo destaque.

Campo Grande (MS), Goiânia (GO) e Brasília (DF) seguem com predominância de tempo estável.

Nordeste

A chuva diminui no interior do Piauí, mas continua com intensidade no litoral do estado, assim como no Maranhão e no Ceará.

Há chuva rápida na costa leste da região e, entre a madrugada e manhã, também na área de Salvador, com pancadas pontualmente fortes.

Norte

Temporais e chuva volumosa são previstos no Acre, em Rondônia e no Amazonas.

No Pará, no Amapá e no Tocantins, as pancadas acontecem em vários momentos do dia. Em Roraima, o dia fica ensolarado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Inovação impulsiona cooperativas agrícolas em 2025



Outro avanço importante é o uso de soluções em cloud computing



Parcerias estratégicas e plataformas digitais são tendências que devem ganhar força
Parcerias estratégicas e plataformas digitais são tendências que devem ganhar força – Foto: Pixabay

A inovação será fundamental para o crescimento e a competitividade das cooperativas agrícolas em 2025. Com um setor cada vez mais digital e integrado, a adoção de novas tecnologias promete otimizar processos, reduzir custos e fortalecer o cooperativismo no Brasil. Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, o setor movimentou R$ 692 bilhões em 2023, representando 6,35% do PIB nacional.  

Parcerias estratégicas e plataformas digitais são tendências que devem ganhar força, permitindo negociações diretas e ampliando o acesso a mercados. A digitalização também favorece a transparência e a comunicação entre cooperados, otimizando operações e maximizando lucros. A automação de processos, aliada ao uso de inteligência artificial e análise de dados, permitirá maior eficiência na gestão da produção e distribuição.  

Outro avanço importante é o uso de soluções em cloud computing, que modernizam a administração das cooperativas, garantindo acesso a informações em tempo real, rastreabilidade de produtos e integração entre diferentes unidades. Essas ferramentas tornam a tomada de decisões mais ágil e baseada em dados concretos.  

De acordo com Michel Breyer, da Senior Sistemas, a inovação será decisiva para o sucesso do cooperativismo. A adaptação às novas demandas do mercado, o fortalecimento da colaboração e a incorporação de tecnologias são passos essenciais para garantir o crescimento sustentável das cooperativas no Brasil e no mundo.

“Ao trabalhar de forma mais conectada, as cooperativas poderão enfrentar desafios e gerar mais valor para seus associados. Essas mudanças ajudarão as cooperativas a maximizar o lucro dos seus associados e ampliar seu alcance no mercado, aproveitando a tecnologia para simplificar processos comerciais”, destacou Breyer.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Pastagens favorecem bovinocultura de corte



Preço do boi gordo se mantém estável no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), as boas condições climáticas impulsionaram o crescimento das pastagens no Rio Grande do Sul, garantindo alta produção de matéria seca e qualidade nutricional para os rebanhos.

O período reprodutivo segue ativo, com uso de inseminação artificial (IA) e inseminação artificial em tempo fixo (IATF). No entanto, os produtores devem manter atenção ao escore corporal dos animais, pois baixos índices podem comprometer as taxas de prenhez.

Apesar do controle sanitário, há perda de peso em algumas regiões devido à estiagem. Além disso, a infestação de carrapatos está em fase de transição para a segunda geração, exigindo manejo estratégico com troca de princípio ativo, conforme recomendações do biocarrapaticidograma.

A comercialização segue estável, com o preço médio do boi gordo em R$ 10,85/kg vivo, sem variações na semana. Já o valor da vaca para abate caiu 0,31%, de R$ 9,70 para R$ 9,67/kg vivo.





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AgroNewsPolítica & Agro

plantio e colheita avançam, mas frio ameaça lavouras



Clima oscila entre calor anômalo e frio intenso na Europa




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O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou um cenário climático contrastante na Europa. Enquanto o sudoeste enfrentou temperaturas acima da média, o leste registrou frio intenso, com mínimas próximas ao limite para danos em culturas de inverno.

O tempo seco predominou na maior parte do continente, favorecendo o plantio de algodão e a colheita de frutas cítricas no sul. No entanto, chuvas moderadas a intensas atingiram o oeste da Inglaterra e a Península Ibérica, garantindo boas reservas de umidade para o crescimento da primavera.

Na Espanha, Portugal e sudoeste da França, as temperaturas entre 3°C e 9°C acima do normal aceleraram o desenvolvimento dos grãos de inverno. Já no leste da Europa, com temperaturas até 9°C abaixo da média, houve risco de danos às lavouras. Apesar disso, a cobertura de neve no sul da Romênia e norte da Bulgária protegeu o trigo, cevada e colza dormentes do congelamento.





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