terça-feira, junho 30, 2026

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Desafios no acesso a fertilizantes



A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados



A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados
A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados – Foto: Divulgação

Segundo Pedro Henrique Ruwer, Gerente de Divisão de Vendas da Ativa Agro, o mercado de fertilizantes passa por mudanças significativas que impactam diretamente a produção agrícola. A suspensão da produção de fosfatados da Yara Fertilizantes em Cubatão e Paulínia, a venda de cinco fábricas da Nutrien e a interrupção de linhas de crédito equalizado do Plano Safra 2024/2025 tornam o cenário ainda mais desafiador. 

Essas alterações pressionam a relação de troca entre fertilizantes químicos e culturas como soja, milho e trigo, elevando custos e reduzindo a rentabilidade. Diante desse contexto, Ruwer destaca a necessidade de buscar soluções alternativas para manter a fertilidade do solo sem comprometer a sustentabilidade financeira e ambiental.  

Entre as estratégias mais promissoras, os remineralizadores de solo surgem como uma opção eficiente para suprir nutrientes de forma gradual, melhorando a qualidade do solo a longo prazo. Outra alternativa viável são os fertilizantes organominerais, que combinam fontes orgânicas e minerais, aumentando a eficiência na absorção de nutrientes e reduzindo perdas por lixiviação. Além disso, os microrganismos solubilizadores de fósforo desempenham um papel essencial ao tornar disponíveis os nutrientes já presentes no solo, mas em formas pouco acessíveis às plantas.  

A adoção dessas soluções reduz a dependência de insumos importados e mitiga o impacto da volatilidade dos preços. Além disso, promove um manejo mais sustentável, alinhado às exigências do mercado e às boas práticas agrícolas. A busca por alternativas inteligentes e eficientes se torna fundamental para enfrentar os desafios atuais e garantir a viabilidade da produção no futuro.

 





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fruta da cultura alimentar baiana é fonte de renda para agricultores


Nativo do bioma Caatinga, o umbu, que faz parte da cultura alimentar baiana, tem alto valor nutricional e um espaço importante na produção agroindustrial da agricultura familiar do estado, como aponta a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).

Com produção sazonal, a Bahia foi líder nacional em 2022 no cultivo do umbu, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a CAR, neste primeiro trimestre, período de safra do umbuzeiro, as famílias extrativistas estão conseguindo comercializar o fruto por um preço justo, o que resulta aumento da oferta dessa matéria-prima para cooperativas baianas e em aumento de renda para essas famílias.

No município de Itiúba, agricultores assessorados pela CAR, em parceria com a Associação Regional dos Grupos Solidários de Geração de Renda (Aresol), nas comunidades Cercadinho, Estreito, Maria dos Santos, Pedra do Dórea e Sítio do Meio, organizaram a produção do umbu, e comercializaram cerca de 3.500 quilos do fruto para a Cooperativa Regional de Agricultores Familiares e Extrativistas da Economia Solidária (Coopersabor).

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Foto: Divulgação/ CAR

“O pessoal ficou animado e todo mundo conseguiu comercializar seu umbu. Teve muita gente que já recebeu o dinheiro. Todo mundo estava envolvido. Foi muito divertido também tirar o umbu. Esse ano tem muito umbu”, conta Maria Santos de Jesus, agricultora e presidente da associação local da Comunidade Maria dos Santos, em Itiúba.

Foi desenvolvida uma ação semelhante nas comunidades de Aroeira, Barro Vermelho, Cambueiro, ADJ e Volta, no município de Capim Grosso.

Com apoio direto da CAR, em parceria com a Associação de Pequenos Produtores de Jaboticaba (APPJ), foi possível assegurar a venda de uma quantidade expressiva do fruto, como salienta o técnico Dilmo Souza.

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Foto: Divulgação/ CAR

“Foram comercializados 1.349 quilos de umbu para a cooperativa Ser do Sertão, com sede no município de Pintadas. Em três semanas foram comercializadas seis toneladas de umbu para a Cooperativa. Além de Capim Grosso também foram envolvidas algumas comunidades de Quixabeira. Aqui foi histórico. Primeira vez que umbu é comercializado nessa quantidade”, destacou Dilmo.

O trabalho de assistência técnica contínua nestes municípios é ofertado no âmbito do Pró-Semiárido, projeto do Governo da Bahia, executado pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que tem cofinanciamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).


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Conheça os cursos on-line gratuitos disponibilizados pela Embrapa



Os interessados em fruticultura tropical, produção integrada, boas práticas agrícolas e renovação de pastagens têm à disposição 12 cursos on-line gratuitos na plataforma e-Campo da Embrapa Cerrados. As capacitações abrangem desde o manejo sustentável de pastagens até técnicas avançadas para a produção de frutas e borracha natural.

Quais os cursos oferecidos pela Embrapa?

O curso “Recuperação e Renovação de Pastagens Degradadas no Cerrado” tem carga horária de 50 horas e visa capacitar produtores e técnicos na identificação da degradação do solo e na escolha de soluções sustentáveis para a recuperação de pastagens no bioma Cerrado.

Na área de Produção Integrada, três módulos estão disponíveis. O primeiro, “Introdução à Produção Integrada”, com 20 horas de duração, apresenta a filosofia e os procedimentos da Produção Integrada (P.I.), promovendo segurança alimentar e sustentabilidade agrícola. O segundo módulo, “Gestão e Planejamento da Empresa Rural”, com 60 horas, aborda temas como rastreabilidade, segurança do alimento, organização de produtores e bem-estar do trabalhador rural. Já o terceiro módulo, “Práticas Culturais do Maracujá”, com 40 horas, aprofunda conhecimentos sobre o cultivo da fruta, enfatizando as Boas Práticas Agrícolas para obtenção da certificação de Produção Integrada.

Na área de fruticultura tropical, estão disponíveis diversos minicursos. “Avanços na Propagação dos Maracujás”, com carga horária de 7 horas, apresenta informações sobre diferentes formas de propagação dos maracujás azedos, doces, silvestres e ornamentais. “Abacate: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial” e “Goiaba: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial”, ambos com 8 horas de duração, oferecem diretrizes para o cultivo e comercialização dessas frutas.

O curso “Manga: Instruções Técnicas para Cultivo Comercial”, também com 8 horas, fornece orientações sobre o cultivo da fruta, do plantio à comercialização. Já “Mercado e Comercialização de Frutas Frescas e Processadas”, com carga de 6 horas, auxilia na elaboração de planos de negócios para inserção no mercado. O curso “Maracujás: Cultivares, Sistemas de Produção e Mercado” apresenta, em 4 horas, informações sobre cultivares e produção da fruta, facilitando a tomada de decisão dos produtores.

Outro curso oferecido é “Pitayas: Melhoramento Genético e Sistemas de Produção”, com 8 horas de duração, abordando desde a seleção genética até o manejo da pitaya para produção comercial. Por fim, o curso “Produção Integrada de Borracha Natural (Seringueira – Fase Fazenda)”, com 60 horas, destina-se a profissionais agropecuários e aborda certificação e boas práticas para a produção de borracha natural.



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Colheita de banana reforça potencial da fruticultura



A primeira colheita de banana do Projeto Público de Irrigação Baixio de Irecê, implantado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no Médio São Francisco baiano, consolidando a viabilidade da fruticultura irrigada na região.

Até o momento, foram colhidas cerca de 33 toneladas da banana prata rio, com 50% de primeira qualidade e 50% de segunda. O volume comercializado já soma aproximadamente R$ 100 mil, com destino ao mercado consumidor da capital baiana.

O sucesso da colheita de banana reforça a vocação do Baixio de Irecê para a diversificação de culturas. O projeto já conta com o cultivo de abóbora, cebola, feijão e limão, e os produtores estão diversificando suas lavouras, o que fortalece a economia regional, gera empregos e contribui para a segurança alimentar do país. A agricultura irrigada tem se mostrado um motor de desenvolvimento social e econômico.

Dados da Superintendência Regional da Codevasf em Bom Jesus da Lapa indicam que, em 2024, os lotes empresariais do Baixio de Irecê produziram duas mil toneladas de alimentos, incluindo soja, milho, melancia, mamona e limão, em uma área cultivada de aproximadamente mil hectares. O Volume Bruto de Produção (VBP) desse período alcançou R$ 6,1 milhões.

O projeto: banana como foco

O Projeto Baixio de Irecê está localizado entre os municípios de Xique-Xique e Itaguaçú, na Bahia, e ocupa uma área total de 105 mil hectares, dos quais 48 mil são irrigáveis. O projeto foi estruturado em nove etapas, e as duas primeiras já foram licitadas pela Codevasf, somando mais de 16,5 mil hectares em produção.



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Como fica o tempo no início de março? Confira a previsão completa!



A previsão do tempo para a primeira semana de março indica condições climáticas favoráveis para os trabalhos com a soja em grande parte do país. No Centro-Sul, as chuvas devem atingir aproximadamente 50 mm em um período de cinco dias, sem comprometer as operações agrícolas. Além disso, a umidade será benéfica para o milho da segunda safra, que foi recentemente semeado em São Paulo e Minas Gerais.

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Nestes estados, o tempo permanecerá mais quente e seco, com a onda de calor prevista para se dissipar apenas no final da semana. Já no Oeste de Mato Grosso, as chuvas podem causar transtornos, pois o acumulado deve ultrapassar os 80 mm no mesmo período.

O tempo nas lavouras de soja

No Sudeste, está previsto o avanço das chuvas sobre São Paulo e Minas Gerais, porém em forma de pancadas isoladas durante a tarde, sem impacto nas atividades agrícolas. No Sul, a ausência de chuvas volumosas preocupa os produtores, especialmente aqueles com lavouras de soja em fase de enchimento de grãos. A previsão indica que volumes expressivos de chuva só devem retornar na virada da quinzena.

No Nordeste, incluindo a região do Matopiba, as chuvas persistem no Tocantins e Maranhão, com acumulados superiores a 100 mm em cinco dias. Na Bahia, os volumes não devem ultrapassar 50 mm, concentrando-se na faixa leste do estado, com pouca ocorrência de precipitações no interior da região.

Por fim, na Região Norte, os maiores volumes de chuva devem ocorrer no Pará, onde praticamente todo o estado poderá registrar acumulados acima de 150 mm em cinco dias.



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Chuvas melhoram soja e milho na Argentina



No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos



No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos
No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos – Foto: Sheila Flores

A Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que as recentes chuvas melhoraram a condição hídrica da soja e do milho na Argentina, apesar de desafios regionais. A área de soja classificada como Normal/Excelente subiu 1,2 p.p., enquanto a condição Adequada/Ótima avançou 4,8 p.p. Cerca de 20% da soja de primeira está em enchimento de grãos sob melhores condições, especialmente nos núcleos norte e sul. 

No entanto, no centro e sul de Buenos Aires, mais de 50% das lavouras enfrentam déficit hídrico, o que pode comprometer o rendimento. Já a soja de segunda entrou no período crítico em situação mais favorável, reduzindo perdas potenciais. Ainda assim, no Centro-Norte de Santa Fe e no sul da região agrícola, é essencial recompor a umidade do solo para evitar novas quedas na produtividade.

No milho, a colheita avança em Santa Fe e Entre Ríos, com início em Buenos Aires. As chuvas favoreceram os cultivos tardios, em período crítico (VT-R1) em 70,5% da área, resultando em uma melhora de 2,1 p.p. nos lotes entre Normal e Excelente. No entanto, os plantios intermediários sofreram com déficit hídrico e calor na floração, sem recuperação significativa. No sul da região agrícola, sem chuvas generalizadas, o desenvolvimento da cultura dependerá da previsão climática.

A colheita de girassol atingiu 10,8% da área apta, com rendimento médio de 22 qq/ha, mantendo a projeção de 4,1 milhões de toneladas. No NEA, a produtividade está entre as cinco melhores da série histórica, enquanto Buenos Aires e La Pampa ainda aguardam chuvas para garantir bons rendimentos.

 





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Carlos Fávaro entrega máquinas e equipamentos em São José do Povo (MT)



Na última sexta-feira (28), o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, realizou a entrega de diferentes máquinas e equipamentos para as famílias assentadas de São José do Povo, região Sul de Mato Grosso.

Segundo informações fornecidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a ação foi realizada no âmbito do Programa Estratégico de Fortalecimento Estrutural de Assentamentos Rurais e Sustentabilidade da Agricultura Familiar, desenvolvido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O programa visa fortalecer a atividade agropecuária nas comunidades rurais.

Durante o evento, o ministro destacou o compromisso do presidente Lula com o desenvolvimento regional e o combate à fome, mencionando que o programa é um importante passo para reduzir desigualdades. “Mato Grosso é um dos expoentes da agropecuária mundial, mas os pequenos produtores ainda necessitam de apoio para impulsionar a produção”, afirmou Fávaro.

São cinco os assentamentos beneficiados com a entrega das patrulhas, caminhões e outros equipamentos, totalizando um investimento superior a R$ 4,3 milhões. Os assentamentos que receberam o apoio incluem Sandrini, João Pessoa, Márcio Pereira, Padre Josimo e Salete Strozake.

Júnior da Saúde, prefeito de São José do Povo, ressaltou a relevância da ação para a melhoria das condições dos pequenos produtores do município. O presidente da Câmara Municipal, vereador Nilsinho, também destacou a importância do programa para a região, mencionando que cerca de 700 pequenos produtores atuam em São José do Povo.

A cerimônia aconteceu no P.A. Márcio Pereira, onde 90 famílias assentadas, focadas na pecuária, foram beneficiadas. Toarpa Garcia Rocha, presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Assentamento Márcio Pereira (Aspram), explicou que o novo maquinário contribuirá para o aumento da competitividade dos produtores locais, resultando em mais alimentos para a comunidade.



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Brasil “abre as portas” para o limão português



Para o Brasil, a importação pode impactar o mercado interno de cítricos



A regulamentação viabiliza a entrada do limão português no mercado brasileiro
A regulamentação viabiliza a entrada do limão português no mercado brasileiro – Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) do Brasil publicou a Portaria SDA/MAPA Nº 1.246, de 20 de fevereiro de 2025, estabelecendo os requisitos fitossanitários para a importação de frutos frescos de limão de Portugal. A decisão marca o fim de um longo impasse e representa um avanço nas relações comerciais entre os dois países, consolidado durante a XIV Cimeira Luso-Brasileira.

A regulamentação viabiliza a entrada do limão português no mercado brasileiro, um setor altamente competitivo e com forte demanda por frutas cítricas. A medida é fruto de negociações entre a Secretaria de Defesa Agropecuária do Brasil e a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) de Portugal, além do envolvimento da diplomacia portuguesa. O ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil destacou que a decisão reflete o compromisso com a ampliação do comércio internacional, garantindo padrões sanitários rigorosos.

Para o Brasil, a importação pode impactar o mercado interno de cítricos, especialmente a cadeia produtiva do limão Tahiti, amplamente cultivado no país. Produtores brasileiros devem acompanhar de perto os efeitos dessa abertura comercial, avaliando possíveis impactos sobre preços e concorrência. Já para Portugal, a nova regulamentação representa uma oportunidade estratégica de expansão, atendendo a uma demanda crescente por frutas de alta qualidade no Brasil. O setor agrícola brasileiro se mantém atento à implementação das exigências fitossanitárias estabelecidas, garantindo que a importação ocorra sem comprometer a sanidade vegetal local.

 





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Piscicultura brasileira cresce 9,2%


A produção de peixes de cultivo no Brasil atingiu 968,7 mil toneladas em 2024, um crescimento de 9,21% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR). Esse avanço demonstra a resiliência do setor, mesmo diante da oscilação dos preços da tilápia, principal espécie criada no país.  

“Em um ano marcado pela oscilação de preços da tilápia ao produtor, nossa espécie mais relevante, a atividade superou adversidades e não apenas manteve o ritmo de crescimento como acelerou o avanço, aproximando-se de 1 milhão de toneladas”, assinala Francisco Medeiros, presidente executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR).

A tilápia puxou o crescimento, totalizando 662,2 mil toneladas, um aumento expressivo de 14,36% sobre 2023. Já os peixes nativos enfrentaram dificuldades, com queda de 1,81% na produção, fechando o ano com 258,7 mil toneladas, afetados pela menor oferta na região amazônica. Outras espécies tiveram alta de 7,5%, atingindo 47,8 mil toneladas.  

O presidente destacou a crescente demanda por peixes de cultivo, consolidando a tilápia como parte do cardápio dos brasileiros, especialmente no centro-sul. Além disso, diversos estados ampliaram a produção, contribuindo para o melhor resultado da piscicultura em dez anos. Desde 2015, o setor cresceu 51,8%, reforçando seu papel na produção de proteínas no país.

“Definitivamente, o brasileiro aprendeu a apreciar nossos peixes. Assim como na parte norte do país os nativos já fazem parte da alimentação das pessoas, a tilápia assumiu relevância indiscutível no centro-sul, tornando-se presença semanal no prato. Essa consistência da demanda é um ingrediente essencial para o contínuo aumento da produção desta que é a proteína animal que mais cresceu na última década”, ressalta Francisco Medeiros.

 





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